Archive for junho, 2009

MOLHO DE PIMENTÃO VERMELHO (parve)

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Parve

Ingredientes:

4 pimentões vermelhos (pelados e picados)

4 tomates vermelhos (ídem)

4 dentes de alho (inteiros descascados)

4 cebolas grandes (picadas)

1 lata de extrato de tomate

Sal a gosto

Óleo para fritar

Opcional: vinagre, pimenta preta, pimenta vermelha

 

Modo de fazer:

Frite as cebolas numa panela de pressão (sem a tampa). Quando estiverem douradas, da cor de cerveja, jogue na panela os dentes de alho, e deixe dourar. Em seguida, jogue

os pimentões e refogue um pouco e, por último, os tomates. Refogue um pouco, mexendo de vez em quando e, em seguida

ponha o extrato de tomate. Ponha o sal (e os temperos), mexa um pouco e tampe a panela de pressão durante 5 minutos.

Sirva, à temperatura ambiente, com pão,

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O Rebe

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BS’D

O Rebe é roshei tevot (palavra formada pelas letras iniciais) de Rosh Benê Yisrael (a cabeça, o líder do povo judeu).
É descendente do Rei David e de seu filho, o Rei Shelomô (Salomão). Estuda Torá e com ela se ocupa. Seu negócio é a Torá. Divulga Torá e mitsvot no meio do povo judeu, e as 7 leis universais dos descendentes de Noach (Noé) entre os outros povos.  Com jeitinho, faz com que o povo judeu entre na linha (da Torá). Luta as guerras de D-us – pela integridade da Torá, pela integridade do povo judeu e pela integridade da Terra de Israel. O Rebe é profeta? Com certeza. Previu a queda da União Soviética, a invulnerabilidade de Israel na Guerra do Golfo, e muito mais. Realiza milagres. Preocupa-se com todo e qualquer judeu, onde quer que esteja e seja qual for sua situação em relação ao judaísmo. Pede a Hashem berachot para nós. É verdade que o Rebe berachot a todos nós. Mas Dona Ester za’l disse-me certa vez que para receber uma berachá do Rebe é preciso merecer. Como? Fazendo algo para o Rebe. E o que o Rebe quer da gente? Que a gente acrescente algo em Torá e mitsvot. Cada um, no seu nível, deve tentar estudar os ensinamentos do Rebe. Bem como seguir sua orientação de “fazer” Chitat diariamente. Chitat é rashei tevot de Chumash, Tehilim e Tanya. Devemos estudar diariamente a porção diária de Chumash da Parashá da semana com as explicações de Rashi.. No domingo, até o segundo chamado, ou seja, o primeiro chamado. Na segunda, do segundo chamado até o terceiro chamado, ou seja, o segundo chamado, assim por diante, e no Shabat o sétimo chamado e o maftir, ou seja, até o final da Parashá. Depois da oração matinal, devemos falar a porção diária de Tehilim, como é dividido pelos dias do mês judaico. Se o mês tiver 29 dias, no dia 29 lê-se os capítulos do dia 29 e do dia 30. No Shabat Mevarechim, devemos ler todo o livro de Tehilim. E cada dia há uma porção do livro Tanya. Se cada uma de vocês, queridas amigas, tomar uma boa decisão como presente para o Rebe, e se cada uma de nós ensinar o que sabe a outra pessoa, com certeza traremos Mashiach Agora!!!

(By Flora Levaton –leilui nishmat Zeide Moishe Baruch ben Yakov Tsvi Halevi)

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Devar Malchut – Palavras do Rebe

Há um livro chamado: “Devar Yom Beyomô”, onde estão compilados, dos Midrashim e do Tanach, todos os acontecimentos que ocorreram cada dia.

Consta nesse livro – sobre o dia 25 de Sivan – o que está relatado em Meguilat Taanit (Cap. 3) que fizeram Yom Tov (um feriado) nesse dia. E é o seguinte:

Apresentaram-se diante de Alexandre o Grande três povos violentos, com queixas contra os judeus. Os sábios judeus confabularam entre si, e resolveram enviar Gueviha ben Pessissa para responder a seus argumentos. Gueviha ben Pessissa apresentou-se dizendo que era um homem simples (um homem simples de Meguilat Taanit, não um homem simples da atualidade), portanto, se conseguisse responder, ótimo. Se não conseguisse responder – diriam que ele não passava de um simplório.

Os descendentes de Yishmael apresentaram-se diante de Alexandre o Grande e argumentaram que a Terra de Israel lhes pertence, uma vez que Avraham teve dois filhos – Yitschak e Yishmael. E por isso Êrets Yisrael lhes pertence. Respondeu-lhes Gueviha: Toda a argumentação de vocês se baseia no que está escrito na Torá, que Yishmael era filho de Avraham. E na mesma Torá está escrito que Avraham deu presentes aos filhos da concubina e os mandou para a terra dos filhos de Kedem. Mas sobre Yitschak consta (Chayê Sara, 25,5): “E deu para Yitschak tudo o que possuía.”

Ao ouvirem isso, não tiveram o que responder e fugiram.

Depois vieram os filhos de Canaan, e argumentaram aos judeus: Vocês são ladrões. A terra onde vocês estão morando pertence aos descendentes de Canaan – e os judeus chegaram de outros lugares e a conquistaram. Respondeu-lhes Gueviha: Na Torá está escrito (Noach 9,25) sobre Canaan: “Escravo de escravos será”. E por isso, tudo o que vocês possuem pertence ao povo judeu, uma vez que vocês são eternamente escravos – “escravos de escravos”.

Como não encontraram resposta, deixaram suas tendas cheias de coisas boas e fugiram.

Depois disso, chegaram os egípcios e argumentaram que na própria Torá está escrito (Shemot 3,22): “E pediram objetos de prata e de ouro e despojaram o Egito” – e por isso agora eles queriam o dinheiro de volta. Respondeu-lhes Gueviha: Pelo contrário: o Egito escravizou e maltratou os judeus durante quatrocentos anos. Vamos fazer as contas e ver quem está devendo a quem, e antes que chegassem ao cálculo de cem anos, os egípcios fugiram.

Da sichá doShabat Parashat Shalach, Mevarechim o mês de Tamuz, 5734.

(Do livro: “Karati Veein Onê”, Vol. 1, págs. 89-90)

(Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line”

Da Yeshivá Tomchei Timim)

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Notícias de Anash estão no

http://www.anashbrasil.com/

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Não fofocarás (Vayikrá 19,16)

Rebe Baruch de Mezibush casou uma de suas filhas com o filho de um homem que não foi do agrado dos chassidim, pois falavam mal dele. Nenhum dos chassidim, porém, ousava criticar o tsadik. Criaram coragem e pediram ao badchan (humorista) do Rebe, Hershale de Ostropoli, que lhe desse alguma indireta, por meio de uma anedota. Hershale foi ter com ele e lhe disse: – Ouvi dizer que o longo “Vehu Rachum – E Ele é piedoso” casou-se com o “Al Chet – Pela transgressão”… Rebe Baruch entendeu a indireta, mandou chamar os chassidim e lhes perguntou o que tinham ouvido sobre seu machutan (consogro). Contaram-lhe certo fato impuro que contavam sobre ele na cidade de Zitomir. Rebe Baruch perguntou-lhe, então: – Será que vocês sabem o que o tsadik R. Zev de Zitomir (autor de “Or Hameir”) falou sobre isso? Imediatamente um deles lembrou-se que o tsadik R. Zev olhou para fora da janela de sua casa e disse: – Se for mentira, se casará com um dos grandes da geração! Os chassidim se tranqüilizaram e pararam de questionar seu mestre.

(“Sipurei Chassidim”, R. Zevin, Torá)

LEILUI NISHMAT AVRAHAM ZANVIL BEN YAAKOV (DR. ALVIN COHEN) PELO SEU SHLOSHIM

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“Quanto mais se sabe, mais se sofre”

                                (Kohelet 1,18)

 

Certa vez, sugeriram ao tsadik de Gur, autor de “Chidushei Hari’m”, um shiduch para um de seus descendentes, e ele concordou com o shiduch. E sua esposa, a rabanit, disse-lhe que após pesquisar, ficou sabendo que os mechutanim (consogros) não estavam à sua altura, e ficou sabendo de outros defeitos no shiduch proposto. Disse-lhe seu marido o Ri’m:

Não é bom saber tudo. Vou lhe contar uma história: Certo melamed (professor de crianças) tsadik, encontrava-se numa aldeia, e toda noite saía de seu quarto ficava fora de casa durante algumas horas. Curioso, seu patrão insistiu com o melamed para que lhe dissesse o que ficava fazendo lá fora. Tanto insistiu, que o melamed viu-se obrigado a contar-lhe que ocupava-se com a conversa das aves. O patrão pediu-lhe que lhe ensinasse a entender a língua das aves. E o melamed respondeu que isso era algo muito difícil, que demandava mortificações, como rolar-se na neve e coisas assim. O patrão falou que faria tudo o que ele mandasse, pois tinha muita vontade de saber isso. O melamed não conseguiu se livrar dele, e depois que o patrão fez tudo o que ele disse, ensinou-lhe a linguagem das aves. Depois disse, o melamed viajou para outro lugar. E o patrão viajou, certa vez, a negócios para um lugar distante, e no caminho pernoitou em uma estalagem. No meio da noite ouviu as aves dizerem que haveria um grande prejuízo em sua casa. Regressou imediatamente e conseguiu salvar sua riqueza. E, várias vezes conseguiu evitar perdas e danos através da conversa das aves. Depois, soube pelas aves que morreria em breve. E ficou profundamente angustiado por não poder evitar a própria morte. De repente, encontrou seu melamed em certa cidade, e relatou-lhe todo o ocorrido. Disse-lhe o melamed: “Por que você insistiu tanto para que eu lhe ensinasse a língua das aves? E para que você precisava saber tanto? Se você não soubesse dos prejuízos que teria, a angústia e os prejuízos expiariam sua morte, e você ficaria vivo. Mas através de seu conhecimento, conseguiu salvar seus bens, mas perdeu a vida. E concluiu o tsadik para sua esposa: “Daí você vê que nem tudo é preciso saber…”

(“Sipurei Chassidim”, Moadim, R. Zevin)

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Receitinhas – Tudo Fácil

Parve

 

Salada Verde-Amarela

Ingredientes:

Rúcula – 1 maço – examinado e picado

Manga – 1 –  cortada em cubinhos

Nozes – meio copo – em pedacinhos

Passas – meio copo

Azeite de Oliva – a gosto

Sal – a gosto

 

Modo de fazer:

Misture tudo e sirva!!!

Maravilha!!!

 

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