Archive for história

A PERGUNTA

BS’D

Fotos by P.M.

Na época do Alter Rebe (o Rav Schneur Zalman de Liadi, autor do Tanya e do Shulchan Aruch) houve uma mulher que durante mais de dois anos não conseguiu purificar-se. A sheeilá (“pergunta”), que ficou famosa, foi apresentada a muitos dos grandes rabinos da época e todos eles a consideraram impura.

Quando a sheeilá chegou diante do Alter Rebe ele disse:

“Embora de acordo com a Lei Judaica, atualmente não sejamos peritos em manchas de sangue, neste caso estou certo de que se trata de sangue de pombo.”

Alter Rebe aconselhou ao pai da mulher que quando chegassem seus dias de purificação ela fosse morar em outro lugar, distante da família. E deveria ficar fechada em seu quarto. Ninguém poderia visitá-la, exceto seus pais. E ninguém deveria saber de seu paradeiro. E quando fosse ao mikvê, deveria ir com sua mãe, e numa hora em que não houvesse lá nenhuma outra mulher.

O pai da mulher seguiu à risca as instruções do Alter Rebe. E para grande espanto da mulher e de sua mãe, quando chegou a época de sua purificação tudo estava normal e ela imergiu no dia certo. Como, porém, seu marido era muito especial em Torá e temor a D-us, ficou desconfiado e resolveu esperar até o mês seguinte.

Naquele verão, teve início uma epidemia de cólera nos arredores de Mohilev e os rabinos divulgaram medidas para evitar que a epidemia se alastrasse e, de passagem, despertaram a população para a teshuvá e o arrependimento por pecados entre o homem e D-us e entre o homem e seu semelhante. Muitos dos habitantes da cidade ficaram com medo. E eis que uma mulher foi procurar o rabino e contou-lhe, arrependida e chorando muito, sobre o pecado que cometera contra aquela mulher, fazendo-a sofrer durante dois anos sem conseguir purificar-se.

E foi esse o teor de sua confissão: quando ela era jovem, foi-lhe sugerido um shiduch com o marido daquela mulher. Por motivos diversos, o shiduch não se realizou e ela acabou casando com um homem muito simples. Desde então, ficou com ódio daquela mulher e resolveu vingar-se dela. Para isso, fingiu ser sua amiga e, quando chegavam seus dias de purificação, matava uma galinha ou um pombo e sujava de sangue as roupas da mulher.

Sêfer Toldot Admor Hazaken

(Baseado em “Leket Lakalá Velamadrichá”, pág. 87)

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A HISTÓRIA DO GUARDA DE TRÂNSITO

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Tuvia Bolton escreveu a seguinte história, que ele ouviu do Rabino Leibel Groner, secretário do Rebe:

Uma mulher da comunidade Chabad-Lubavitch do Brooklyn foi parada por um guarda de trânsito de Nova York por alguma infração. O guarda, parado ao lado da janela aberta do carro, percebeu uma foto do Rebe de Lubavitch na bolsa da mulher.

“Desculpe, a senhora é seguidora deste rabino?” Perguntou.

“Sou.” Respondeu ela.

“Bom, neste caso, não vou lhe dar multa.” Fechou o bloquinho de multas e continuou. “Sabe por quê? Porque este rabino”, apontou para a foto que ela estava, segurando, “fez um grande milagre para mim.”

“Bom, já que você não está me multando, tenho tempo de escutar sua história.” Disse a mulher, grata.

O policial sorriu e falou: “Esta é minha história predileta, mas não a contei a muitos judeus, na verdade, acho que a senhora é a primeira.” Os carros estavam passando rapidamente por trás dele, fazendo com que tivesse que levantar a voz. “A história é a seguinte:

“Fiz parte da escolta policial que, uma vez por semana, acompanhava o rabino ao Cemitério Montefiore (onde o sogro e antecessor do Rebe está enterrado). Fiquei conhecendo alguns dos jovens que acompanhavam o Rebe, a aprendi muitas coisas. São muito simpáticos, o que a senhora já deve saber, e conversávamos bastante, enquanto o rabino estava rezando lá dentro.

“Bem, certo dia, vi que todos eles estavam conversando muito empolgados, e perguntei o que tinha havido. Disseram que o rabino faz muitos milagres para as pessoas, mas naquele dia, tinha feito um milagre realmente extraordinário. Eu nem cheguei a perguntar qual foi o milagre, só perguntei se o rabino ajuda também não-judeus.

“‘Claro,’ disseram, ‘o Rebe ajuda qualquer pessoa que pede. Por quê? Você está precisando de alguma coisa?’ Aí contei que eu e minha esposa estávamos casados há nove anos e não tínhamos filhos, e na semana anterior os médicos nos disseram que não tínhamos a menor chance. Tínhamos gastado muito dinheiro com tratamentos e todo tipo de grandes especialistas, fazia seis ou sete anos que rodávamos como baratas tontas, e eles tinham acabado de nos dizer que já tinham tentado de tudo e que não havia chance. Vocês não podem imaginar como ficamos arrasados. Minha esposa não parava de chorar e eu comecei a chorar também.

“Aí um dos jovens me disse: ‘Escute, da próxima vez que você acompanhar o Rebe ao cemitério, fique perto da porta do carro dele, e quando ele sair, peça a ele uma bênção.’ E foi o que fiz. Na vez seguinte em que fiz parte da escolta, fiquei perto da porta e quando ele saiu perguntei: ‘Com licença, Rabino, o senhor só abençoa judeus ou não-judeus também?’

“E o Rabino olhou para mim como um bom amigo, impressionante, e disse que tenta ajudar todos que pode. Aí, eu lhe disse o que os médicos tinham falado, e ele disse que eu escrevesse num pedaço de papel meu nome e o nome de meu pai, bem como o nome de minha esposa e o do pai dela, que ele rezaria por nós. Foi o que eu fiz. Minhas mãos estavam tremendo tanto, que quase que eu não conseguia escrever, mas consegui, e sabe o que aconteceu? Minha esposa engravidou e nove meses depois teve um menino! Os médicos ficaram malucos, não conseguiam entender, só coçavam a cabeça e – Uau! Eu me senti como o campeão do mundo!

“Mas agora vem a melhor parte. Sabe que nome demos para nosso filhinho? Adivinhe! Mendel! Em homenagem ao Rabino. Inicialmente minha esposa não gostou do nome, porque não é um nome americano, mas eu disse: Não! Vamos chamá-lo de Mendel! Assim, cada vez que dissermos seu nome vamos nos lembrar que se não fosse pelo Rabino, este menino não estaria aqui.

“Mas quando nossos pais ouviram o nome, foram realmente contra. Disseram: ‘Com um nome assim todas as crianças vão pensar que ele é judeu e vão lhe chamar nomes e maltratá-lo. Por que fazê-lo sofrer sem motivo?’ É justamente o que eu quero’ eu lhes disse. ‘Quando ele chegar em casa dizendo que os outros meninos lhe chamaram nomes e lhe bateram porque ele tem um nome judaico, vou lhe dizer que quero que aprenda com esses meninos como não se comportar. Eles odeiam os judeus sem o menor motivo, mas você deve amar os judeus e ajudá-los. Diga-lhes que sem aquele rabino judeu chamado Mendel você nem estaria aqui, e talvez eles comecem a pesar diferente também!’”

Adaptado de:

(Inglês)

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“NÃO CONSIGO APRENDER…”

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Certa vez, um estudante de yeshivá procurou o Chafets Chaim e desabafou:

“ Estudo há anos, mas simplesmente não consigo chegar a lugar nenhum! Em todo esse tempo, nem consigo entender direito uma única página do Talmud!”

O Chafets Chaim respondeu:

“D-us não nos ordenou ser gênios. Só nos ordenou que nos esforçássemos no estudo de Sua sagrada Torá, independente de nos tornarmos grandes sábios ou não…”

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5768/1021.htm#caption8

http://www.lchaimweekly.org/

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O BABA SALI

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Ouvi a história abaixo contada pelo Rabino Paltiel, num vídeo:

O Baba Sali era um tsadik que previa o futuro. Não chegou a se encontrar com o Rebe pessoalmente, mas houve entre eles uma troca de correspondência muito pessoal.

O Baba Sali previa sempre que haveria uma guerra em Israel. Em 1976 ele previu que haveria uma guerra, e não houve guerra.

Daí, perguntaram-lhe:

“O senhor disse que haveria uma guerra e não houve… Será que o senhor está perdendo os ‘poderes’?”

E o Baba Sali respondeu:

“Deveria ter havido uma guerra mas, o Rebe de Lubavitch fez uma campanha para que as meninas e moças solteiras acendessem velas de Shabat e Yom Tov, e assim, ele empurrou a guerra para o norte, para o Líbano.”

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ISTO É O QUE DEVEM DAR

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“ISTO É O QUE DEVEM DAR”

(Shemot 30:13)

Um rabino estava visitando o tsadik R. Mordechai de Madvorna za’l. Conversa vai, conversa vem, e acabaram chegando à situação material dos judeus.

O rabino perguntou ao tsadik:

– O que fazer com o “mundo”? Os judeus precisam de parnassá, e a situação está muito difícil.

Respondeu-lhe o tsadik:

– A única solução é fazer teshuvá, pois debaixo do kissê hakavod (o Trono de Honra) há um tesouro enorme de dinheiro. Como sabemos disso? Do “Meio  Shekel”, pois D-us mostrou a Moshê uma moeda que estava debaixo do Trono de Honra e lhe disse: “Isto é o que devem dar”. E sobre a teshuvá, consta na Guemará: “Grandiosa é a tshuvá pois chega até o Trono de Honra”. Ora, quando já estiveram perto do Kissê Hakavod, vão poder, facilmente, pegar do dinheiro do tesouro que está escondido lá…

Adaptado do livro:

“Sipurei Chassidim – Torá”

do Rabino Shlomo Yossef Zevin

Pág. 246

(Hebraico)

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O A-B-C DO SUCESSO

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Certa vez, dois homens que se associaram para um negócio, foram ter com o Rav Meir de Premishlan za’l, e pediram sua berachá para que tivessem sucesso em sua sociedade.

Disse-lhes o tsadik:

– Vocês já escreveram uma escritura de parceria?

Eles disseram que não.

– Então – disse-lhes o tsadik – vou redigir a escritura para vocês.

Pegou uma folha de papel em brando e escreveu as quatro primeiras letras do alfabeto  hebraico: alef, beit, guimel, dalet. Deu-lhes o papel, dizendo:

– Aqui está a escritura.

Os dois homens ficaram sem entender nada.

Percebendo seu espanto, o tsadik lhes disse:

– O segredo do sucesso está nessas quatro letras. Alef, beit, guimel, dalet. São as iniciais de:

Emuná (fé, honestidade) – Berachá (bênção),

Gneivá (roubo) – Dalut (pobreza)”.

Se vocês negociarem com fé, lealdade e honestidade, haverá berachá (bênção) em seu trabalho, se, porém, conduzirem seus negócios com gneivá (roubo, desonestidade), a consequência será pobreza…

Do livro: Sipurei Chassidim – Torá

do Rabino Shlomo Yossef Zevin

Pág. 206

(Hebraico)

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NÃO ESTAMOS SÓS

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Foto de C.L.

R. Leibl Groner, A’H, relatou o seguinte:

Uma conhecida de minha esposa estava se mudando para outro apartamento. Procurou minha esposa e lhe pediu ajuda para escrever uma carta para o Rebe, pedindo-lhe uma berachá para a mudança. Como ela não sabia nem yidish nem hebraico, pediu a minha esposa para escrever a carta.

“Escreva a carta em inglês”, disse-lhe minha esposa. “O Rebe entende inglês.”

A mulher escreveu a carta e, em seguida colocou-a num volume de Igrot Kôdesh que ela tinha retirado de nossa estante.

Minha esposa abriu o livro na página onde a carta havia sido colocada aleatoriamente, e traduziu a carta que havia naquela página.

Era uma carta para um casal que estava se mudando para um novo apartamento, abençoando-os para que tudo o que fosse relacionado com a mudança tivesse sucesso.

A mulher ficou satisfeita com a bênção, mas minha esposa notou que o livro que ela tinha retirado da estante era uma coletânea de cartas do Rebe Anterior, sogro do Rebe.

“É óbvio que o Rebe Anterior era um tsadik e um Rebe, mas eu ficaria mais segura tendo uma bênção do nosso Rebe, também”, disse a mulher.

Minha esposa lhe mostrou onde estavam os volumes de Igrot Kôdesh do Rebe, em outra prateleira.

A mulher escolheu um volume daquela prateleira e pôs sua carta aleatoriamente naquele livro. Entregou-o a minha esposa, e lhe pediu para traduzir a carta que estava naquela página.

Minha esposa leu:

“Estou surpreso que você está me consultando sobre um assunto que meu sogro já respondeu…”

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/lchaim/5769/1056.htm#caption3

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

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O ALEF DA CHASSIDUT

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Foto de P.M.

O Rebe anterior contou:

O Rabino Moshe Meisels, discípulo do Alter Rebe, recebeu do Alter Rebe a missão de espionar o exército de Napoleão Bonaparte e transmitir tudo o que descobrisse para os comandantes do exército russo.

Ele era um homem muito culto, fluente em alemão, russo, polonês e francês. Conseguiu trabalho como tradutor para o alto comando francês. Conquistou, em pouco tempo, a confiança dos oficiais, conseguindo, assim, estar por dentro de seus planos mais secretos.

Foi Reb Moshe quem salvou o arsenal de armas russas em Vilna: alertou o comandante russo, e os que tentaram explodir o arsenal foram pegos no flagra.

Disse Reb Moshe: “O alef da chassidut salvou minha vida.”

[O alef da chassidut é o que o Rebe Schneur Zalman de Liadi, o Alter Rebe, escreve no Tanya que

“por sua própria natureza, a mente domina o coração.”

A história foi a seguinte:

Certa vez, Reb Moshe estava presente quando o alto comando do exército francês estava reunido, discutindo planos de guerra.

De repente, Napoleão entrou e, vendo Reb  Moshe, que lhe era desconhecido, foi direto para ele, gritando: ‘Você é espião para a Rússia!’ E colocou a mão sobre o tórax de Reb Moshe para ver se as batidas de seu coração o denunciariam.

Mas o alef da chassidut o salvou. Sua mente controlou seu coração que continuou em ritmo totalmente normal, e ele respondeu firmemente: ‘Os comandantes de Sua Majestade o Imperador me contrataram como intérprete, uma vez que sou versado nos idiomas necessários para o cumprimento de seus deveres…’

Adaptado de:

(Inglês)

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A RODA DA FORTUNA

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Foto de P.M.

No ano 5664 houve uma grande crise econômica na Rússia. Um dos chassidim do Rebe Rashab de Lubavitch era um grande empreiteiro e a crise abalou muito seus negócios. Foi falar com o Rebe e caiu no choro. “Fui empreiteiro de sucesso durante vinte anos. Dezenas de judeus trabalhavam para mim, conseguindo assim seu sustento. Agora, prefiro a morte”, falou.

Rebe lhe respondeu: “Em Viena há uma roda gigantesca com pequenos vagões presos a ela. Há vagões que sobem, e há os que descem. Dizem nossos Sábios que no mundo há um ciclo que se repete. Quem está lá em cima está feliz e sorridente, mas não passa de um bobo, pois a roda está girando. Do mesmo modo, quem está na parte inferior da roda e está chorando, precisa saber que a roda continua a girar.

“Mande o desespero embora!” – Disse o Rebe. E dê continuidade a seus negócios. Com a ajuda de D-us, a roda vai girar, e você vai recuperar sua posição.”

Adaptado de: “Sichat Hashavua” (24/03/17) (Hebraico)

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QUE PERDÃO…

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Foto de P.M.

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O Rebe contou o seguinte fato em Shabat Parashat Tavô, 5746 [Torat Menachem Vol. IV, pág. 370]:

Um judeu que mora em Yerushalayim me contou sobre um vizinho que o perturbava e importunava muito. E eis que de repente, antes de Yom Hakipurim, esse vizinho o procurou e lhe pediu “perdão” por todo o mal que tinha lhe causado.

O judeu, que conhecia o vizinho muito bem, sabia que mesmo após o “pedido de desculpas” ele ia continuar a agir do mesmo jeito, perturbando-o e o importunando. Mas por outro lado, há uma Lei no judaísmo que diz que quando alguém pede perdão – precisamos perdoar. Daí ele teve uma ideia, e respondeu o seguinte para o vizinho:

“Perdoo você com a mesma medida que você me pede desculpas…”

ORIENTAÇÃO DO REBE:

Às vezes a pessoa tenta inspirar e encorajar o próximo para fazer diversas ações – suas palavras, porém, não surtem efeito, e a pessoa não se inspira com suas palavras. Ele precisa saber que se o assunto realmente fosse importante para ele, as pessoas seriam inspiradas por suas palavras. Quando se fala só da boca para fora – não exercem a menor influência nem penetram no próximo.

Do livro: “Má Shesiper li HaRebe”, Vol. III

Pág. 210

(Hebraico)

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