Archive for fevereiro, 2014

Repetição?

BS’D

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“… E os filhos de Israel fizeram tudo o que D-us tinha ordenado a Moshê, fizeram tudo (corretamente).”

Shemot 39:32

O Mishkan (Santuário) cuja construção D-us ordenou a Moshê é descrito nas porções de Terumá e Tetsavê. O Mishkan que os israelitas construíram, de fato, é discutido nas porções Vayak’hel e Pekudê. As duas primeiras porções referem-se a um Santuário espiritual, ao passo que as duas seguintes referem-se a um Santuário material, físico. Por este motivo, todos os detalhes são mencionados duas vezes. Na verdade, trata-se de dois Santuários totalmente diversos.

(Licutê Sichot)

Baseado em:  http://lchaimweekly.org/

Leilui nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

 

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Parto Difícil

BS´D

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Reb Shmuel Munkis era um dos mais queridos e pitorescos chassidim do Alter Rebe, Rabi Shneur Zalman, fundador do movimento Chabad.

Quando chegou à corte do Rebe em Liozna, aproximadamente no ano 1778, era ainda jovem, mas já bem versado no Talmud e em muitas outras áreas do conhecimento judaico. Tornou-se imediatamente um dos mais importantes discípulos do Rebe, com quem teve uma relação especial durante toda a vida. Por seu grande refinamento espiritual, foi escolhido pelo Alter Rebe para ser seu emissário especial e mentor de muitas outras personalidades impressionantes de sua época.

Poder-se-ia imaginar que uma pessoa assim elevada deveria ser séria e taciturna, mas ele tinha grande senso de humor, embora suas piadas jamais fossem frívolas: sempre tinham um fundo de verdade essencial.

Certa vez, uma mãe ansiosa entrou de supetão na Casa de Estudos do Alter Rebe, que ela jamais vira, e correu para Reb Smuel, pensando que ele era o tsadik que ela estava procurando. Angustiada, pediu-lhe uma berachá para sua filha, que estava há muito tempo em trabalho de parto e nada de o neném nascer.

Reb Shmuel percebeu a confusão da mulher e, embora não fosse quem ela pensava que ele era, lá estava uma mulher judia que precisava desesperadamente de ajuda, e todo judeu aflito tem de ser ajudado. Falou para a mulher num tom de voz tranquilizador: “Não se preocupe. Vá para casa e fale o Yizkor (a prece em memória dos pais falecidos) sete vezes.”

Era um estranho conselho, mas a mulher confiou nas palavras do tsadik. Correu para casa e apressou-se em cumprir sua orientação. Poucos dias depois, a mulher voltou à Casa de Estudos com uma bandeja cheia de iguarias. Pediu permissão para entrar no escritório do Rebe e lhe agradeceu muito pela bênção e pelo conselho. Contou que assim que acabara de falar Yizkor pela sétima vez o bebê nascera, forte e saudável. Estava tão emocionada contando sua história que nem percebeu que não estava falando com o homem que lhe dera o conselho.

O Alter Rebe a parabenizou e a abençoou. Em seguida, chamou Reb Shmuel Munkis e perguntou: “Onde você encontrou a segulá (um ato que traz boa sorte) de falar Yizkor sete vezes?”
Reb Shmuel respondeu: “Se quando dizemos Yizkor na sinagoga uma vez todas as crianças, e até mesmo alguns adultos, saem correndo, achei que se fosse falado sete vezes, com certeza a criança sairia rapidinho!”
[As pessoas cujos pais estão vivos costumam sair da sinagoga na hora em que o Yizkor é falado.]

Adaptado de “Early Chassidic Personalities”
Reb Shmuel Munkis
do Rabino Shalom D. Avtzon – Sichot in English
http://www.chabad.org/sie
Baseado em http://www.lchaimweekly.org/
Leilui Nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Vale a Pena Ler de Novo

BS’D

 

Uma história linda.

É só clicar no link abaixo:

 

 

https://nashimtsidkaniot.wordpress.com/2010/03/03/reb-gavriel-nosse-chen/ 

 

 

 

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