Diferenciar o Puro do Impuro

BS’D

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Parashat Shemini  principia com a descrição do oitavo dia da consagração do Santurário, o dia em que a Presença Divina repousou lá pela primeira vez. O nome da Parashá – Shemini – significa “oitavo” e é uma alusão ao significado especial do número oito. Oito significa o que está acima das leis da natureza e das limitações de nosso mundo físico.

Apesar disso, encontramos na Parashá as diferenças entre os animais kasher e os não-kasher. Qual o motivo de um assunto tão mundano se encontrar numa porção da Torá que deveria tratar de um nível tão elevado de santidade?

Em muitos casos, existe uma linha muito fina que separa o kasher do proibido. A lei judaica prescreve que a traquéia e o esôfago de um animal kasher devem ser cortados mais que a metade com um só movimento da faca. Uma diferença de uma fração de centímetro pode determinar se a carne do animal é kasher ou não.

Na vida também acontece de termos de tomar decisões “da espessura de um fio de cabelo”. Para tais decisões, ajuda do Alto é necessária. O Yêtser Hará (a Má Inclinação) pode até fazer um pecado parecer uma mitsvá.

Como tomar as decisões certas? Aprendendo uma lição que é ensinada em Parashat Shemini. Os seres humanos são limitados. Mas quando nos entregamos a D-us e pedimos Sua ajuda para “distinguir o puro do impuro” podemos vencer o Yêtser Hará.

Quando um judeu faz uma mitsvá (mandamento) – liga-se a D-us. Mitsvá vem da palavra em hebraico que significa “conectar-se” e ao cumprir uma mitsvá o judeu se une com D-us, com uma força sobrenatural. Ele pode, assim, ver através da máscara da Má Inclinação, nos casos em que a decisão é muito delicada.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

(inglês)

Um brinde para você:

Uma música da banda “8th Day:

https://www.youtube.com/watch?v=3fXIMUyrw7s&hd=1

 

Leilui Nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

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