Archive for fevereiro, 2015

9 de Adar – America não é Diferente

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O dia 9 de Adar (II) é o dia em que o centro da Chassidut Chabad transferiu-se para o “hemisfério inferior”, com a chegada do Rebe anterior para os Estados Unidos, no ano 5700 (1940).

A Outorga da Torá foi do outro lado do globo terrestre. No “hemisfério inferior” a Outorga da Torá não se dera de maneira revelada. A transferência da sede da Chassidut Chabad para esta região foi uma espécie de descida. Sabe-se, porém, que a subida é equivalente à descida anterior. É justamente através da descida da parte íntima da Torá para o “hemisfério inferior” que se dá a grande e perfeita subida, até a subida da Redenção Completa.

Este assunto diz respeito, principalmente à Chassidut Chabad, em que se unem a Torá íntima e a Torá revelada, formando uma “única Torá”.

O trabalho do Rebe que chegou aos Estados Unidos está insinuado em seu (primeiro) nome: “Yossef (acrescentou) Hashem para mim outro filho.” Acréscimo e ações especiais inclusive entre os que ainda são considerados “outro”. Levar a luz Divina para o mundo inteiro, inclusive para o “hemisfério inferior”. Essa situação se revelará com a chegada da Redenção, quando a luz Divina iluminará de maneira clara em todo lugar. A Era da Redenção também está insinuada no nome do Rebe, como está escrito em Yshayá: “E eis que nesse dia, Yossif (acrescentará) Hashem novamente Sua mão.”

“E esses dias são lembrados e se repetem todos os anos.” O dia 9 de Adar é o dia em que, todos os anos, esta grande inovação é repetida – a chegada da parte íntima da Torá para o “hemisfério inferior”.

(Adaptado de “Sefer Hasichot – 5750”, págs. 326-327)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol.7, págs. 104-105.

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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KIGLE DE CHUCHU

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Ingredientes:

5 chuchus ralados

2 ovos inteiros

2 colher de chá de sal

4 colheres de sopa de farinha de trigo

Um pouquinho de óleo

Modo de Fazer:

Misture todos os ingredientes e despeje a mistura num pirex untado e polvilhado. Por cima, verta um filete de óleo. Asse em forno médio durante uns 30 ou 40 minutos ou até dourar. Fica mais gostoso fininho/baixinho, portanto é melhor usar um pirex maiorzinho.

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O que é uma boa dona de casa?

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O Rebe diz que uma boa dona de casa tem tudo de que precisa; e o que ela não precisa, não está lá.  Tudo o que há na casa deve ser de utilidade para seu morador.

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=34199&alias=the-rebbetzin-sends-regards

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UMA “CASA” PARA D-US

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A ordem de construir um Santuário para D-us aparece em Parashat Terumá. A mitsvá (mandamento) foi dada para todos os judeus – homens, mulheres e, de acordo com o Midrash, até mesmo crianças.

O Santuário no deserto foi uma inovação enorme, um fenômeno totalmente novo que jamais existira: uma “casa” material para D-us, onde a Presença Divina estava “revestida” e lá habitava. De fato, é um conceito tão radical que o Rei Salomão foi levado a perguntar: “Se nem o Céu, nem o Céu dos Céus podem contê-Lo, quanto menos esta casa que construí?”

Portanto, como algo tão espantoso pode ser realizado por todo judeu, até mesmo o mais simples?

De fato, vemos que apenas um punhado de pessoas foi responsável por fazer as diversas partes do Santuário, como Betsalel, que D-us preencheu com “o espírito do Eterno”. Contudo, a Torá diz, claramente, que a construção do Santuário dependeu das ações de todos os judeus. Mas como poderia um indivíduo ter a capacidade de fazer com que a Presença de D-us habitasse numa estrutura física, quando o Universo inteiro é pequeno demais para contê-Lo?

A questão torna-se maior ainda quando analisamos as palavras do mandamento, em si: “E eles pegarão para Mim uma oferenda.” De acordo com Rashi, isso significa que as contribuições para o Santuário tinham de ser feitas para o Céu, sem segundas intenções. Uma vez que nem todo mundo pode chegar a um nível tão elevado de Serviço Divino, como essa ordem poderia estar direcionada a todos os judeus?

Para entender isso, precisamos voltar para a Outorga da Torá, no Monte Sinai, quando o povo judeu passou por uma transformação essencial. Quando D-us escolheu os judeus, dentre todas as nações, pegou seres humanos comuns, físicos, e os transformou num “reino de sacerdotes e um povo sagrado.”

Desde então, cada judeu está conectado com D-us, num nível básico, o que fez com que nossos Sábios dissessem: “Embora tenha pecado, continua sendo judeu.” Dentro de cada judeu há um “pintele yid”, uma centelha judaica que não lhe permite afastar-se de D-us. O verdadeiro desejo íntimo de cada judeu é obedecer à vontade de D-us. Se nem sempre isso é perceptível, é apenas porque a Má Inclinação tem controle provisório. Além disso, mesmo se a motivação de um judeu para servir a D-us possa parecer não ser totalmente “pura”, no nível mais profundo e íntimo, é.

Como a essência da alma está sempre inseparavelmente ligada a D-us; cada judeu tem a capacidade de construir uma morada para Ele.

Adaptado de Sêfer HaSichot 5752, Vol. II.

Intenções X Resultados

“E pegarão para Mim uma contribuição” (Shemot 25:2)

Sobre a prece diz-se “É melhor um pouco com as intenções adequadas que muito sem intenções apropriadas.”

Quanto à tsedaká (caridade), porém, “muito sem as intenções apropriadas” também é bom!

O principal objetivo de dar tsedaká é ajudar ao próximo; a motivação por trás do ato é secundária. Em termos simples: quanto mais dinheiro se dá, os resultados positivos são maiores.

(O Báal HaTanya)

Adaptado de:  http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Empréstimos e sua Devolução

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Em Parashat Mishpatim encontramos o versículo: “Se emprestares dinheiro a Meu povo…” (Shemot 22:24)

Embora a palavra inicial do versículo signifique , em geral, um ato opcional, emprestar dinheiro (sem juros) é, de fato, uma mitsvá, um mandamento!

De acordo com o Midrash, D-us só ordena ao povo judeu fazer e cumprir o que Ele Próprio faz. Portanto, D-us também cumpre o preceito de “Se emprestares dinheiro a Meu povo…”

Um empréstimo é concedido até mesmo a quem não merece. Mas não é um presente, tem de ser devolvido.

D-us também nos concede vários talentos que nem sempre merecemos. Mas exige que esse “empréstimo” seja pago – que os talentos sejam utilizados para o cumprimento de nossa missão na vida.

Há dois tipos de empréstimos: de objetos e de dinheiro. A diferença entre eles é que quando pegamos um objeto emprestado, precisamos devolver o mesmo objeto, pois ele não se torna nossa propriedade. Um empréstimo de dinheiro, porém, é “dado para ser gasto”, torna-se propriedade do devedor, que pode utilizá-lo como bem lhe aprouver.

Quando D-us proporciona talentos ao ser humano, é como um empréstimo de dinheiro. O indivíduo decide como usará essas habilidades. Para seus próprios objetivos ou para realizar sua missão na vida?

Um empréstimo, mesmo de aptidões, é dado para ser gasto. Cada judeu pode pegar seu empréstimo e usá-lo para seus assuntos pessoais. Mas não pode se esquecer do principal intuito do crédito.

Falando em termos práticos, o Midrash comenta que emprestar dinheiro aos pobres equivale a emprestar a D-us. E nos Provérbios consta: “Quem é generoso para com os pobres, empresta ao Eterno e Ele lhe devolverá…”

Quando D-us quita sua dívida, porém, Ele o faz de acordo com Sua medida. Como Ele é infinito, recompensa ilimitadamente.

A caridade é equivalente a todas as mitsvot (mandamentos). O nível mais elevado de caridade é guemilut chassadim, que literalmente significa fazer bondade. Mas essa expressão, em geral, refere-se, a emprestar dinheiro sem juros.

Nossos Sábios dizem que guemilut chassadim é superior a caridade, pois a caridade é dada só aos pobres, ao passo que empréstimos sem juros são concedidos tanto aos pobres quantos aos ricos. Para haver caridade tem de haver um rico e um pobre. Mas não há limites para guemilut chassadim.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em:  http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Um Rebe já nasce Rebe

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The-Rebbe

O Rebe Rashab (o quinto Rebe de Lubavitch) escreveu que um rei já é rei ao nascer; mas como dois reis não podem reinar simultaneamente, ele não assume a coroa enquanto seu predecessor estiver presente.

O mesmo pode ser dito sobre um Rebe. Ele sempre é Rebe, mesmo antes de assumir a liderança.

O rabino Zalman Posner contou a seguinte história que aconteceu quando ele era adolescente:

Aconteceu no ano de 5703/1942, aproximadamente. Era Rosh Hashaná. A comunidade Chabad em Crown Hights era pequena, comparada ao que seria anos depois. Na época era composta de umas 150 pessoas.

Estávamos nos preparando para caminhar pela Eastern Parkway rumo aos Botanical Gardens, onde faríamos o Tashlich às margens do lago. Queríamos atirar nossos pecados aos peixes e dar prazer espiritual ao sexto Rebe de Lubavitch, o Rebe Yossef Yitschak, conhecido como o Rebe Rayats.

O genro do Rebe Rayats (nosso Rebe atual), que estava tranquilamente no meio do grupo, comentou: “Não é assim que se vai para Tashlich.” Gesticulando, acrescentou: “Para Tashlich, vai-se em linha dupla, cantando.”

Sair marchando na Eastern Parkway? Cantar? Quem tinha ouvido falar em tal coisa?

Na década de 40, o bairro de Crown Heights tinha uma população predominantemente judaica, rica, assimilada e não muito religiosa. Todas as janelas daqueles apartamentos elegantes de frente para a Parkway estariam cheias de gente olhando nossa parada – centenas, talvez milhares de pessoas. E para quem estariam olhando? É óbvio que para mim.

Eu estava todo encolhido. Eu era jovem e muito tímido.

Mas fizemos exatamente o que o genro do Rebe Rayats tinha dito – marchamos em fila dupla, cantando.

Eu implorei a D-us que me poupasse de ter que passar por tanto constrangimento de novo.

No ano seguinte, minha prece foi ouvida.

Quando todos estavam se preparando para ir novamente para o Tashlich em fila dupla, cantando (desta vez o genro do Rebe Rayats não precisou falar de novo), Reb Shemuel Levitin, o respeitado chassid conselheiro da Yeshivá Tomchei Tmimim, chamou-me.

“Não consigo acompanhar a marcha”, explicou desculpando-se. “Será que dava para você me fazer o favor de ir andando comigo, atrás dos outros?”

Fiquei felicíssimo. Obrigado, D-us, por atender a meu pedido!

Outros homens, a maioria idosos, ao ouvir o pedido de Reb Shemuel, foram junto com ele, no final da parada. E eu os acompanhei, como ele me pedira.

Caminhávamos a uma distância de aproximadamente meio quarteirão do grupo principal. Chegamos um pouco atrasados, quando o grupo já estava indo embora da lagoa do Jardim Botânico. Quando acabamos o Tashlich, fomos atrás deles, a certa distância.

Na volta, nossa parada subiu pela Union Street. Passamos por um prédio em cuja calçada havia casais conversando, crianças correndo e bebês dormindo em carrinhos. Todos muito bem vestidos, para Rosh Hashaná.

Um homem, em particular, me chamou a atenção. Estava com uma camisa branca de colarinho engomado, e o cabelo cuidadosamente penteado para trás.

Quando passamos por eles. Esse homem elegante aproximou-se de mim e segurou meu braço.

“Por que eles estão cantando? Por que eles estão cantando?”

Eu, jovem e tímido, gaguejei: “Rosh Hashaná. Tashlich.

Ainda segurando meu braço, ele apontou para seu próprio coração. “Aqui bem no fundo”, disse muito sério, “tenho uma centelha. Quando vi judeus marchando pela rua cantando, ‘eba, sou judeu!’ Aquela faísca explodiu numa chama.” E ele se afastou de mim.

Sem dúvida, aquele cavalheiro estivera em uma das sinagogas naquela manhã. Com certeza escutara um sermão inspirador, um chazan emocionante, e um coral melodioso. Mas sua centelha ainda estava adormecida.

Uma parada de Tashlich e pessoas cantando – isso tinha feito toda a diferença.

Naquela época ninguém imaginava que o jovem genro seria o Rebe, um dia. Mas só ele “sabia” que precisávamos fazer uma parada e cantar indo para o Tashlich porque uma neshamá, uma alma, com uma centelha silenciosa e adormecida, que pertencia a um homem que não estava nem de kipá em Rosh Hashaná, seria despertada daquele jeito.

Será que isso foi um milagre? Talvez.

Mas houve mais um milagre, um que aconteceu com o homem que seria o Rebe, e os chassidim, jovens e velhos. Não passou pela cabeça de ninguém a possibilidade de não escutá-lo.

Baseado em:  The Avner Institute Rebbebook@gmail.com

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