UMA “CASA” PARA D-US

BS’D

A ordem de construir um Santuário para D-us aparece em Parashat Terumá. A mitsvá (mandamento) foi dada para todos os judeus – homens, mulheres e, de acordo com o Midrash, até mesmo crianças.

O Santuário no deserto foi uma inovação enorme, um fenômeno totalmente novo que jamais existira: uma “casa” material para D-us, onde a Presença Divina estava “revestida” e lá habitava. De fato, é um conceito tão radical que o Rei Salomão foi levado a perguntar: “Se nem o Céu, nem o Céu dos Céus podem contê-Lo, quanto menos esta casa que construí?”

Portanto, como algo tão espantoso pode ser realizado por todo judeu, até mesmo o mais simples?

De fato, vemos que apenas um punhado de pessoas foi responsável por fazer as diversas partes do Santuário, como Betsalel, que D-us preencheu com “o espírito do Eterno”. Contudo, a Torá diz, claramente, que a construção do Santuário dependeu das ações de todos os judeus. Mas como poderia um indivíduo ter a capacidade de fazer com que a Presença de D-us habitasse numa estrutura física, quando o Universo inteiro é pequeno demais para contê-Lo?

A questão torna-se maior ainda quando analisamos as palavras do mandamento, em si: “E eles pegarão para Mim uma oferenda.” De acordo com Rashi, isso significa que as contribuições para o Santuário tinham de ser feitas para o Céu, sem segundas intenções. Uma vez que nem todo mundo pode chegar a um nível tão elevado de Serviço Divino, como essa ordem poderia estar direcionada a todos os judeus?

Para entender isso, precisamos voltar para a Outorga da Torá, no Monte Sinai, quando o povo judeu passou por uma transformação essencial. Quando D-us escolheu os judeus, dentre todas as nações, pegou seres humanos comuns, físicos, e os transformou num “reino de sacerdotes e um povo sagrado.”

Desde então, cada judeu está conectado com D-us, num nível básico, o que fez com que nossos Sábios dissessem: “Embora tenha pecado, continua sendo judeu.” Dentro de cada judeu há um “pintele yid”, uma centelha judaica que não lhe permite afastar-se de D-us. O verdadeiro desejo íntimo de cada judeu é obedecer à vontade de D-us. Se nem sempre isso é perceptível, é apenas porque a Má Inclinação tem controle provisório. Além disso, mesmo se a motivação de um judeu para servir a D-us possa parecer não ser totalmente “pura”, no nível mais profundo e íntimo, é.

Como a essência da alma está sempre inseparavelmente ligada a D-us; cada judeu tem a capacidade de construir uma morada para Ele.

Adaptado de Sêfer HaSichot 5752, Vol. II.

Intenções X Resultados

“E pegarão para Mim uma contribuição” (Shemot 25:2)

Sobre a prece diz-se “É melhor um pouco com as intenções adequadas que muito sem intenções apropriadas.”

Quanto à tsedaká (caridade), porém, “muito sem as intenções apropriadas” também é bom!

O principal objetivo de dar tsedaká é ajudar ao próximo; a motivação por trás do ato é secundária. Em termos simples: quanto mais dinheiro se dá, os resultados positivos são maiores.

(O Báal HaTanya)

Adaptado de:  http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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