Archive for janeiro, 2016

Dedicação

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O Rabino Binyomin Klein, de abençoada memória, secretário do Rebe, relatou o seguinte fato:

Numa madrugada de inverno em 1966, cerca de 3:30 da manhã, o Rebe já tinha ido para casa – cedo, pois naquela noite não houvera audiências particulares. Naquele instante o telefone tocou. Atendi e perguntei: “Quem fala?”

No outro lado da linha, uma mulher histérica falou:

“Meu bebê! Acaba de cair e se machucou muito.”

Ao que parece, os médicos estavam indecisos a respeito dos procedimentos, devido ao estado grave do neném.

“Por favor, o senhor pode entrar em contato com o Rebe para mim? Preciso de uma berachá e de um conselho, urgente.” Chorava ela.

“Sinto muito”, expliquei, “mas o Rebe já saiu do escritório. Infelizmente isso terá de esperar até amanhã. Mas prometo que pergunto ao Rebe, logo que ele chegar.”

A mãe implorou: “É uma questão de vida ou morte. Preciso de uma resposta agora.”

Olhei para o telefone. O Rebe poderia já estar dormindo. Mas resolvi tentar. Se atendessem ao telefone, eu me desculparia por telefonar tão cedo.

Constrangido, disquei. A Rebetsin atendeu. “Quem fala?”

Disse meu nome e imediatamente comecei a pedir desculpas por telefonar tão tarde.

Em seguida continuei. “Mas há uma senhora que precisa muito. Ela diz que é uma questão de vida ou morte. E descrevi seu problema.

A Rebetsin exclamou:

“Por que você está pedindo desculpas? Pelo contrário, é para isto que meu marido e eu estamos aqui. Nossa missão é servir aos judeus, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Não temos folga.”

Adaptado de “Portrait of a Leader”

Baseado em: http://lchaimweekly.org/ (inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

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Vagem com Cebolinha

BS’D

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Ingredientes:

1 bandeja de vagem bem verdinha

Sal a gosto.

Óleo para refogar

Umas 3 ou 4 cebolinhas picadas

Modo de Fazer:

Lave e examine a vagem.

Em seguida corte-a em pedaços de uns 3cm

Cozinhe no vapor até ficar macia.

Em seguida, frite as cebolinhas (após lavá-las, e examinar as partes verdes). Quando estiverem douradinhas, acrescente a vagem cozida e sal a gosto. Refogue um pouco, mexendo de vez em quando.

Sirva quente ou fria.

Lebriut!

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O que é educar?

BS’D

UNTITL-1

O aspecto principal da educação não é a transmissão de conhecimentos (por melhores que sejam). É fazer com que o educando seja um ser humano digno do nome: que tenha um comportamento humano na vida diária, e que use seus conhecimentos e suas aptidões para assuntos justos e pacíficos.

(Baseado em “Hitvaaduiot 5742, vol. III, pág. 1.197)

Adaptado do livro:

Lechanech et Hamelech Shebaieled” (hebraico)

Por R. Menachem Mendel Hacohen Fridman

Pág. 24

Baseado no maamar “Klalei Hachinuch Vehahadrachá”

Do Rebe Rayats

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

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Chuchu com Limão

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Ingredientes:

3 chuchus cortados em dedinhos

Sumo de ½ limão

½ colherinha de sal

5 colheres de sopa de óleo

Modo de Fazer:

Coloque todos os ingredientes na panela de pressão e cozinhe durante uns 10 a 15 minutos, após pegar pressão. Abra a panela (quando der, com os devidos cuidados) e deixe refogar mais um pouco, na panela aberta, mexendo de vez em quando com uma espátula, sem quebrar muito os chuchus, até ficarem meio fritinhos. Sirva frio, como salada.

Lebriut!

 

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Cenoura com Coentro (ou Salsinha)

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Ingredientes:

3 cenouras

1 maço de coentro (ou salsinha)

Óleo para fritar

Sal a gosto

Modo de Fazer:

Descasque as cenouras e corte-as em rodelas

Cozinhe em (pouca) água e sal até ficarem ao dente. De preferência, a água deve secar toda. Caso sobre água, pode usá-la numa sopa. Em seguida, refogue um pouco as cenouras no óleo com o sal. No final, acrescente o coentro (lavado, examinado e picado) e refogue mais um pouco, mexendo de vez em quando.

Sirva quente ou frio, como salada.

Lebriut!

 

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A História de Shirley

BS’D

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Ouvi a  história abaixo do R. Shneur Ashkenazi num shiur no: http://www.col.org.il/ (hebraico)

Ele a ouviu do próprio Tsvika Zimerman, com quem a história aconteceu.

Aconteceu há uns trinta anos:

Tsvika Zimerman, um bem sucedido executivo de Israel, tinha uma filha única, Shirley, que era excelente nadadora. Previam para ela um futuro brilhante, como campeã de natação. Um belo dia, do nada, a menina começou a queixar-se de dores nos membros. Os médicos prescreveram repouso, mas a coisa foi piorando a ponto de ela não conseguir mais ficar de pé. Literalmente despencava. Todos os exames foram feitos, mas não conseguiam descobrir nem a causa nem a cura de seu mal repentino. A menina estava no hospital e os pais estavam desesperados.

Um belo dia, Tsvika estava no trabalho, tentando se concentrar, apesar dos tsures, quando sua esposa lhe telefonou, de casa.

-“Olha, estão aqui três chabadnikim dizendo que souberam da doença de Shirley, e pedem permissão para mandar o nome dela para o Rebe, com um pedido de berachá.

O pai consentiu. No dia seguinte os rapazes voltaram. Disseram que o Rebe respondeu que rezaria por ela no túmulo do Rebe anterior, e pediu para verificarem as mezuzot da casa. Como isso não lhes custaria nada, consentiram. Quando retiraram a mezuzá do quarto de Shirley, viram que na palavra “uvekumecha” (e ao te levantares) a letra kuf estava totalmente apagada. Foram no carro, pegaram uma nova mezuzá e a afixaram no lugar daquela que estava inválida. Ligaram para o pai no trabalho e disseram para ele ir fazer um lechayim com eles, pois estava tudo resolvido. “Shirley vai ficar boa.”

Os pais da menina não estavam entendendo nada. Ela estava há um tempão doente, no hospital, não podia ficar de pé. Como é que o simples conserto da mezuzá ia curar a menina? E o pai, para que os rapazes fossem embora e deixassem sua esposa em paz, foi para casa fazer o lechayim.

Naquela noite Tsvika não foi ao hospital, mas na manhã seguinte, quando lá chegou para visitar sua filha viu algo surpreendente. Shirley estava caminhando pelo corredor! Apoiada numa cadeira de rodas, mas andando! E foi melhorando. Duas semanas mais tarde voltou a frequentar a escola.

Passaram-se dez anos. Shirley, cresceu, casou-se, mas não conseguia engravidar. O pai estava muito chateado. Certa vez, estava, a negócios, em Alma Ata, no Cazaquistão. E soube que lá é o túmulo do grande rabino e cabalista R. Levi Yitschak Schneerson, pai do Rebe. Resolveu visitar seu túmulo. Lá, falou Tehilim,e depois, muito emocionado, exclamou:

“Rabino, minha filha, Shirley, também é filha de vocês, chabadnikim. Seu filho salvou a vida dela. Agora, por favor, reze por ela para que tenha filhos.”

Estava muito inspirado, e de lá foi ao Beit Chabad de Alma Ata. Foi chamado para a Torá e o último versículo de sua alilá foi:

“Na época designada, Eu retornarei a ti no momento (que agora) vivemos, e Sara terá um filho.” (Parashá Vayerá, Bereshit 18:14)

Sentiu-se mais animado e voltou para casa. Nove meses e meio depois, Shirley teve um menino.

E Tsvika Zimerman concluiu dizendo:

– “Minha filha, Shirley, e meu neto, Liam, são um projeto em sociedade, do Rebe e do pai dele.”

Baseado em:

http://www.col.org.il/show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=94387

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

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Yaakov ben Eliyáhu

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“O Grande Casamento”

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As estradas para Zhlobin, Ucrânia, estavam abarrotadas de chassidim que estavam indo para o casamento da filha do Rabi Dovber (o segundo Rebe de Chabad-Lubavitch) com o neto do Rabi Levi Yitschak de Berditchev. Esse casamento ficou conhecido como “o grande casamento em Zhlobin”. À medida que o dia do casamento se aproximava e os preparativos se intensificavam, a expectativa ia aumentando.

A noiva e sua família chegaram em Zhlobin alguns dias antes do casamento, liderados pelo avô, fundador da Chassidut Chabad, Rabi Shneur Zalman, e seu filho, Rabi Dovber, que depois tornou-se o Miteler Rebe. Rabi Levi Yitschak e a família do noivo chegaram a Zhlobin na véspera do casamento.

Rabi Shneur Zalman disse a seu filho que fosse cumprimentar o Rabi Levi Yitschak. Rabi Dovber empalideceu e disse: “Papai, o senhor sabe que ele está chateado comigo porque ensino chassidut minuciosamente e em público! Tenho medo de ir sozinho me encontrar com ele.”

“Por favor vá, meu filho, e não tenha medo”, disse o Rabi Shneur Zalman.

Rabi Dovber vestiu o casaco, pegou sua bengala e foi visitar o Rabi Levi Yitschak. Entrou na sala, amedrontado, e seus temores eram justificados. Quando Rabi Levi Yitschak o viu, franziu o rosto, em surpresa e desgosto. Foi direto ao assunto, sem cumprimentar e sem esconder seu aborrecimento.

“Você tem permissão para revelar tão grandiosa sabedoria? É proibido falar sobre esses segredos para quem jamais viu o rosto de nosso mestre, o Báal Shem Tov!” E, apontando para Rabi Dovber disse: “E ele os revela abertamente, diante das massas!”

Rabi Dovber saiu correndo da sala e voltou para onde estava seu pai, muito consternado. “Papai, o tsadik ainda está aborrecido, e estou com medo.”

Rabi Shneur Zalman percebeu que era importante resolver essa questão antes do casamento, e foi com seu filho para endireitar as coisas. Os dois tsadikim encontraram-se e se cumprimentaram calorosamente. Em seguida, sentaram-se para conversar.

“Por que você está chateado com meu filho, Berel?” – Perguntou o Rabi Shneur Zalman.

Rabi Levi Yitschak pensou um pouco e respondeu: “Você sabe que a proibição não é minha. É uma orientação de nosso Rebe (o Maguid de Mezritch), que só pode ensinar chassidut em público quem viu o rosto do Báal Shem Tov. Como é que seu filho pode expressar pensamentos tão profundos?!”

Rabi Shneur Zalman respondeu: “Meu filho, Berel, só diz o que ouviu de mim, e eu vi nosso mestre, o Báal Shem Tov.”

“Numa visão ou literalmente?” – Insistiu Rabi Levi Yitschak.

“Acordado, obviamente!”

“Se é assim, vamos ouvir o que ele tem a dizer.”

Rabi Dovber estremeceu. Dizer chassidut diante dos dois tsadikim era algo extremamente difícil. Por falta de opção, Rabi Dovber começou a falar discursos chassídicos profundos, e os dois tsadikim escutaram atentamente.

Rabi Dovber estava totalmente imerso no que dizia, elevou-se aos mundos espirituais superiores. Rabi Levi Yitschak percebeu os segredos da Torá contidos no que Rabi Dovber estava dizendo. E viu, com sua inspiração divina, que a fonte era elevadíssima.

A santidade era tamanha que Rabi Levi Yitschak não se conteve: levantou-se e cobriu o rosto de Rabi Dovber com um talit, dizendo: “Oy, que D-us não permita que os anjos de fogo tenham inveja de você. Cuidado com o mal olhado.”

Em seguida, voltou-se para Rabi Shneur Zalman e disse: “Nem mesmo o grande Rabi Shimon Bar-Yochai, o Rashbi, conseguiu chegar a uma fonte tão elevada. Como foi que seu filho conseguiu?”

Rabi Shneur Zalman concentrou-se em seus pensamentos, parecia que seu espírito estava num outro mundo. Mas depois de algum tempo respondeu: “Quando este meu filho nasceu, eu queria lhe dar o nome de Hamnuna, em homenagem a Rav Hamnuna Sava, cuja alma originava-se nos mundos mais exaltados e ocultos. Esse nome era apropriado para o nível da alma de meu filho. Mas nosso Rebe, o Maguid, apareceu-me num sonho e me disse para lhe dar o nome de Dovber (o nome do Maguid). Portanto, fique sabendo que meu filho alcançou segredos tão ocultos e elevados porque a fonte de sua alma está com Rav Hamnuna Sava.”

Rabi Levi Yitschak insistiu para que Rabi Dovber tivesse a honra de sair da sala em primeiro lugar. “Você me ensinou”, disse humildemente. Rabi Dovber não queria passar na frente de seu pai nem de Rabi Levi Yitschak. Cada um queria dar a honra ao outro, e não havia solução. Até que os chassidim quebraram as paredes da porta e os três tsadikim saíram juntos.

Cnforme relatado por Menachem Zeigelbaum, adaptado de Beis Moshiach Magazine.

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

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Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Creme de Chocolate

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Ingredientes:

1 vidrinho de leite de coco (200 ml)

400 ml de água

3 colheres de sobremesa de amido de milho

4 colheres de sobremesa de chocolate em pó meio                amargo

3 colheres de sobremesa de açúcar mascavo

Umas gotinhas de baunilha

Modo de Fazer:

Numa panela, misture todos os ingredientes menos o amido de milho e meio copo de água. Leve ao fogo até amornar, mexendo, de vez em quando. Enquanto isto, misture o meio copo de água com o amido de milho. Quando a mistura da panela estiver morna, acrescente a mistura do amido com água, baixe o fogo e não pare de mexer até engrossar.

Está pronto. Sirva frio ou gelado.

Fica delicioso com pedacinhos de goiaba vermelha, retiradas as sementes.

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