BS’D

Ouvi a história abaixo do R. Shneur Ashkenazi num shiur no: http://www.col.org.il/ (hebraico)
Ele a ouviu do próprio Tsvika Zimerman, com quem a história aconteceu.
Aconteceu há uns trinta anos:
Tsvika Zimerman, um bem sucedido executivo de Israel, tinha uma filha única, Shirley, que era excelente nadadora. Previam para ela um futuro brilhante, como campeã de natação. Um belo dia, do nada, a menina começou a queixar-se de dores nos membros. Os médicos prescreveram repouso, mas a coisa foi piorando a ponto de ela não conseguir mais ficar de pé. Literalmente despencava. Todos os exames foram feitos, mas não conseguiam descobrir nem a causa nem a cura de seu mal repentino. A menina estava no hospital e os pais estavam desesperados.
Um belo dia, Tsvika estava no trabalho, tentando se concentrar, apesar dos tsures, quando sua esposa lhe telefonou, de casa.
-“Olha, estão aqui três chabadnikim dizendo que souberam da doença de Shirley, e pedem permissão para mandar o nome dela para o Rebe, com um pedido de berachá.”
O pai consentiu. No dia seguinte os rapazes voltaram. Disseram que o Rebe respondeu que rezaria por ela no túmulo do Rebe anterior, e pediu para verificarem as mezuzot da casa. Como isso não lhes custaria nada, consentiram. Quando retiraram a mezuzá do quarto de Shirley, viram que na palavra “uvekumecha” (e ao te levantares) a letra kuf estava totalmente apagada. Foram no carro, pegaram uma nova mezuzá e a afixaram no lugar daquela que estava inválida. Ligaram para o pai no trabalho e disseram para ele ir fazer um lechayim com eles, pois estava tudo resolvido. “Shirley vai ficar boa.”
Os pais da menina não estavam entendendo nada. Ela estava há um tempão doente, no hospital, não podia ficar de pé. Como é que o simples conserto da mezuzá ia curar a menina? E o pai, para que os rapazes fossem embora e deixassem sua esposa em paz, foi para casa fazer o lechayim.
Naquela noite Tsvika não foi ao hospital, mas na manhã seguinte, quando lá chegou para visitar sua filha viu algo surpreendente. Shirley estava caminhando pelo corredor! Apoiada numa cadeira de rodas, mas andando! E foi melhorando. Duas semanas mais tarde voltou a frequentar a escola.
Passaram-se dez anos. Shirley, cresceu, casou-se, mas não conseguia engravidar. O pai estava muito chateado. Certa vez, estava, a negócios, em Alma Ata, no Cazaquistão. E soube que lá é o túmulo do grande rabino e cabalista R. Levi Yitschak Schneerson, pai do Rebe. Resolveu visitar seu túmulo. Lá, falou Tehilim,e depois, muito emocionado, exclamou:
“Rabino, minha filha, Shirley, também é filha de vocês, chabadnikim. Seu filho salvou a vida dela. Agora, por favor, reze por ela para que tenha filhos.”
Estava muito inspirado, e de lá foi ao Beit Chabad de Alma Ata. Foi chamado para a Torá e o último versículo de sua alilá foi:
“Na época designada, Eu retornarei a ti no momento (que agora) vivemos, e Sara terá um filho.” (Parashá Vayerá, Bereshit 18:14)
Sentiu-se mais animado e voltou para casa. Nove meses e meio depois, Shirley teve um menino.
E Tsvika Zimerman concluiu dizendo:
– “Minha filha, Shirley, e meu neto, Liam, são um projeto em sociedade, do Rebe e do pai dele.”
Baseado em:
http://www.col.org.il/show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=94387
(Hebraico)
Leilui Nishmat:
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Efraim ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
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