Archive for abril, 2016

Todos nós, sem exceção!

BS’D

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Por ocasião do Êxodo, D-us não obrigou os judeus a saírem do Egito. Os que lá quiseram ficar, ficaram. Na Redenção futura, porém, até mesmo os judeus que, a nível consciente, não querem ser redimidos serão retirados do exílio.

Isto porque quando D-us nos outorgou a Torá Ele conectou nossa essência com Sua essência, fazendo com que se tornasse realmente impossível para nós nos opormos a nossa ligação com Ele. É óbvio que podemos agir de modo contrário a nossa conexão com D-us, mas isso é apenas superficial. Mais cedo ou mais tarde, nossa essência mais profunda sobe à tona e isso tornará todos nós dignos de sermos redimidos.

(Daily Wisdom/Likutei Sichot vol. 2)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/ (Inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

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Suspiros

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Ingredientes:

4 claras de ovo

10 colhers de sopa de açúcar

Modo de Fazer:

Bata as claras em neve.

Em seguida, vá acrescentando o açúcar, colher por colher e continue batendo até que fique bem firme. Com 2 colheres, molde os suspiros.

Leve ao forno mínimo e deixe a porta do forno um pouquinho aberta. Deixe assar durante uma hora, aproximadamente.

Lebriut!

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Quindão

BS’D

Quindão

Ingredientes:

50g de coco ralado

200g de açúcar

6 gemas

2 ovos

3 colheres de sopa de óleo

Modo de Fazer:

Bata o óleo com o açúcar até obter um creme homogêneo. Acrescente a gema e os ovos. Acrescente o coco ralado.

Assar em forma untada com óleo e polvilhada com açúcar. Assar em banho-maria durante 30 minutos.

Obs: A água do banho-maria já deve estar fervendo ao colocar o quindão.

Lebriut!

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Prioridade Máxima

 

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Todos os dias de sua vida” inclusive na Era Messiânica. (Hagadá)

Lehavi – palavra traduzida como “inclusive” tem o significado literal de “trazer”.

Portanto, este trecho do Talmud citado na Hagadá pode ser interpretado como uma instrução: todos os dias de sua vida devem estar impregnados de uma única intenção: causar a chegada da Era de Mashiach.

(O Rebe Anterior)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

 

A partir de 11 de Nissan de 5776, 114º. aniversário do Rebe, os Chassidim Chabad e os seguidores de Chabad do mundo inteiro passam a dizer o Capítulo 115 de Tehilim.

 

Adaptado de: http://www.collive.com/show_news.rtx?id=39694

 

 

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Trufas de Batata Doce

BS’D

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Ingredientes:

2 copos de purê de batata doce

1 copo de cacau

1 copo de açúcar

4 colheres de sopa de óleo

Cacau para polvilhar

Modo de Fazer:

Purê: Cozinhe as batatas doces em água e em seguida amasse-as, no garfo ou no espremedor de batatas.

Cozinhe o purê, o cacau, o açúcar e o óleo em fogo brando, mexendo sempre, até soltar um pouco da panela.

Deixe esfriar.

Unte as mãos com óleo e faça bolinhas, passando-as em seguida, no cacau.

Obs.:

Usei copos descartáveis de 180 ml.

A quantidade de açúcar varia de acordo com a doçura ou amargura do cacau. Usei cacau meio-amargo 50%.

Lebriut!

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“[Se] ficou todo branco, está puro”

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Em Parashat Metsorá uma das leis referentes ao mal bíblico da tsaráat parece um tanto estranha.

Se alguém tivesse uma erupção clara na pele, ou um pêlo branco em alguma parte do corpo, era sinal da doença, e ele era declarado “impuro” pelo Cohen. Se, porém, a “lepra” cobrisse todo o seu corpo, era declarado puro. “[Se] ficou todo branco, está puro”, repete a Torá.

Como pode ser que se a “lepra” estiver limitada a uma área, a pessoa está impura, mas quando se espalhar pelo corpo inteiro está pura? Há duas explicações possíveis:

O único motivo para ser considerada pura é que é esta a vontade de D-us. De acordo com a lógica, uma pessoa cuja “lepra” cobre todo o seu corpo deveria estar impura. D-us, porém, decretou que ela está pura.

A própria lei é lógica. Quando a lepra aparece apenas em uma parte da pele da pessoa, é óbvio que ela está sofrendo de uma doença. Se cobrir toda a superfície de sua pele, mostra que aquela é sua constituição e sua natureza, e não é sintoma de uma doença.

O Talmud cita esta lei relacionando-a ao conceito da redenção, utilizando a “lepra” como metáfora para o pecado. “O descendente de David só chegará quando toda a autoridade se tornar herética”, isto é, quando a iniqüidade for sancionada oficialmente e estiver espalhada pelo mundo todo.

Agora, fazemos a mesma pergunta que foi feita a respeito da lepra: se o mundo inteiro estiver envolto em trevas, como será possível que a luz da Redenção penetre? Será que a Redenção acontecerá, justamente, quando o mal for tão intenso que se apodere do mundo inteiro?

Novamente temos duas explicações para resolver nosso dilema:

Não há lógica. Mashiach só chegará quando D-us assim decretar. Portanto, virá sem ter nada a ver com a situação do mundo. Um D-us eterno e todo poderoso pode trazer Mashiach apesar de toda a degradação do mundo.

A propagação do mal através do planeta demonstra que algo incomum está acontecendo. Se não fosse assim, alguns bolsões de moralidade teriam restado. A supremacia absoluta do mal mostra que todas as forças negativas foram exteriorizadas, tendo sido totalmente derrotadas por dentro.

De modo que o fenômeno de “toda a autoridade se tornar herética”, é parte do processo de purificação do Universo, um processo de separação entre o bem e o mal, que acabará culminando com a revelação de Mashiach, quando o mundo estará suficientemente preparado para a luz da Redenção.

Adaptado de: Likutê Sichot, Vol. 32.

Baseado em: http://lchaimweekly.org/lchaim/5775/1368.htm#caption2

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

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Bolo de Biju com Bananas

BS’D

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Ingredientes:

3 ovos inteiros

½ copo de óleo

3 bananas pratas maduras

1 copo de açúcar

1 copo de Biju moída

½ colher de chá de bicarbonato de sódio

Obs.: Usei copos descartáveis de 180 ml

Modo de Fazer:

Passe a farinha de mandioca flocada (seca) no liquidificador. Reserve numa tigela. Acrescente o açúcar e o bicarbonato, misture e reserve. À parte, bata no liquidificador: os ovos, o óleo e as bananas. Junte aos ingredientes secos da tigela e misture bem. Asse em forma untada com óleo e polvilhada com Biju moída até que um palito saia seco.

Ingredientes da Calda:

200 ml de leite de coco

1 xicrinha (de café) de água

3 colheres de sopa de açúcar

2 colheres de chá de café instantâneo

1 colher de sopa de Biju moída

Junte todos os ingredientes numa panelinha e leve ao fogo brando, mexendo sempre até engrossar. Jogue a calda quente sobre o bolo quente.

Lebriut!

 

 

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Frango de Panela de Pressão

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Ingredientes:

1 frango cortado em pedaços

Sal grosso a gosto

Suco de 1 limão

3 cebolas grandes picadas

Óleo para fritar

Modo de Fazer:

Limpe e corte o frango em pedaços. Tempere com o limão e reserve.

Na panela de pressão, frite as cebolas até que fiquem douradinhas, cor de cerveja. Em seguida, coloque os pedaços de frango e misture de vez em quando até que fiquem dourados, e todo o líquido tiver secado. Acrescente o sal, misture. Acrescente água para cobrir o frango. Feche a panela e deixe na pressão durante uns 40 minutos. Quando der, abra a panela e cozinhe mais um pouco, com a panela aberta, até que o caldo engrosse.

Lebriut!

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Yachats

BS’D

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Um dos passos do Sêder de Pêssach é Yachats (quebrar a matsá do meio).

Quando fazemos Yachats, surgem duas “identidades” radicalmente diversas de Matsá.

Uma das metades da Matsá, o pedaço menor, torna-se o “pão de pobre”. O pedaço maior (Aficoman), por outro lado, simboliza o cordeiro Pascal, que era comido numa atitude de majestade e realeza.

O pedaço menor permanece sobre a mesa; mas o pedaço maior tem de ser escondido.

O pedaço menor é uma Matsá do “exílio”, sobre a qual lamentamos a escravidão de nossos antepassados no Egito; o pedaço maior é uma Matsá da “redenção”, com que ansiamos pelo dia em que voltaremos a comer o cordeiro Pascal.

O pedaço menor nos lembra do Êxodo do Egito, cujos efeitos acabaram sendo revertidos, com outros exílios que o seguiram; o pedaço maior é uma alusão à futura redenção, cujos efeitos serão permanentes e eternos.

Surge, portanto, uma indagação: como é que uma única Matsá pode conter uma personalidade tão dividida? Após ser quebrada em duas, vemos que a Matsá do meio combinava dois temas totalmente diversos. Como puderam coexistir numa única bolacha?

Yisrael Báal Shem Tov, fundador do movimento Chassídico, que reviveu o misticismo, a alegria e a veneração sincera a D-us como ponto focal do judaísmo, às vezes assinava como “Yisrael de Okop”. Okop não é o nome de uma cidade – de fato, o Báal Shem Tov era originário da cidade de Tlost, na Galícia. Okop significa “fenda” em polonês.

Em sua origem, Tlost fora uma cidade murada. Em algum ponto da história, porém, as muralhas foram destruídas, deixando muitas fendas. Os pais do Báal Shem Tov eram tão pobres que não tinham nem uma casinha modesta para morar. Procuraram abrigo, portanto, em uma daquelas fendas. E foi lá que o Báal Shem Tov nasceu – daí sua assinatura: “Yisrael da fenda”.

O Báal Shem Tov não foi o Mashiach. Mas temos a promessa de que o reviver místico por ele iniciado acabará sendo responsável por trazer a Era Messiânica (Keter Shem Tov). Quando o Rebe Shalom Dov Ber de Lubavitch contou essa história, concluiu: “Das fendas do Báal Shem Tov adquirimos forças para sair de todas as demais fendas, pois a influência do Báal Shem Tov é inabalável.”

Que ironia impressionante! A influência imensa do Báal Shem Tov, que acabará sendo responsável pela utopia mundial do futuro, teve um início tão lastimável! E toda a humanidade terá, um dia, riqueza e abundância material graças a uma pessoa que viveu numa fenda!

Mas este é o ponto, exatamente. Como disse o Salmista: “Do aperto clamei a D-us; D-us me atendeu com magnitude.” (Tehilim 118:5). A imensa amplitude só pode vir depois de termos passado pelo tremendo aperto.

E é essa a dinâmica que a Matsá do meio simboliza. A pobreza e a redenção surgem de uma única Matsá para nos ensinar que o trágico e a ventura são subsequentes.

Portanto, se você olhar em volta e vir um mundo fragmentado, sem que se aviste solução, não se desespere. A verdade é que Mashiach está logo ali, na esquina, e logo vai surgir de nossas fendas, com a ajuda de “Yisrael de Okop”.

(Baseado na Sichá do Rebe na segunda noite de Pessach de 5720)

Adaptado de: “The Kol Menachem Haggadah” (Inglês),

Págs. 40-42)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

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Bolo de Biju com Abóbora

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Ingredientes do Bolo:

3 ovos

1 pitada de sal

2 xícaras de açúcar mascavo

(ou 1 ½ xícaras de açúcar branco)

½ copo de óleo

1 copo de abóbora japonesa crua, cortada em cubos

1 copo de Biju moída

Obs.: Antes de usar, passo a farinha de mandioca flocada Biju no liquidificador, para que fique fininha.

1 colher de chá rasa de bicarbonato de sódio.

Modo de Fazer:

Numa tigela, misture o açúcar, a farinha de mandioca flocada moída e o bicarbonato.

Bata no liquidificador: os ovos, o sal, o óleo e vá acrescentando, aos poucos, os pedaços de abóbora, até que fiquem desmanchados. Junte esta mistura com os ingredientes secos da tigela, misturando bem, e asse em forma untada com óleo e polvilhada com Biju moída. Faça o teste do palito.

Ingredientes da Calda:

½ copo de açúcar (usei mascavo)

2 colheres de sopa de cacau 100%

1 colher de sopa de óleo

200 ml de leite de coco

1 colher de sopa de Biju

Modo de Fazer:

Misture tudo e cozinhe em fogo brando até ferver. Jogue a calda quente sobre o bolo quente.

Obs.: Usei como medida copos descartáveis de 180 ml.

Lebriut!

Pessach Kasher VeSameach!!!

 

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