Archive for maio, 2016

“Vi que D-us existe”

BS’D

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Em 1985, quando Chaya Rivka, a filha mais velha do Rabino Yitschak Dovid Grossman, rabino-chefe de Migdal Haemek, Israel, chegou da escola com um olho inchado, o rabino e sua esposa não deram importância. Mas seu olho continuou a inchar, e dele começou a sair pus e sangue.

Levaram Chaya Rivka aos melhores especialistas de Israel, mas nenhum deles conseguiu identificar o problema. Alguns disseram que era alergia, outros disseram que havia um problema no próprio olho, ao passo que outros disseram que era um problema dermatológico. Enquanto isso, o olho só piorava.

Pouco depois o rabino precisou fazer uma viagem aos Estados Unidos, onde lhe sugeriram que ele consultasse o Dr. Albert Hornblass, de abençoada memória, que era um oftalmologista muito capacitado. O rabinho levou a documentação médica de sua filha, e explicou todos os detalhes de seu caso. O médico respondeu que precisava examinar a paciente. Imediatamente, o rabino comprou uma passagem para sua filha, que chegou na manhã seguinte.

O vôo de Chaya Rivka aterrissou às 6 da manhã, e assim que ela desceu do avião, pediu que seu pai a levasse para ver o Rebe de Lubavitch. O Rebe costumava chegar a seu escritório às 10 da manhã.  Naquela hora, as pessoas esperavam no caminho para cumprimentar o Rebe ou para receber uma berachá . Quando o carro do Rebe parou, o Rabino Grossman ficou parado bem no meio do caminho, de modo que o Rebe não pudesse deixar de percebê-lo. Quando o Rebe o viu, notou que algo estava errado.

Rebe!” – Exclamou o Rabino Grossman. – “Esta é minha filha, sobre quem escrevi dizendo que ela estava com um problema no olho. Ela precisa de uma recuperação completa. Por favor, o Rebe pode lhe dar uma berachá?”

O Rebe olhou para ela e disse: “Verifique a mezuzá imediatamente, e ela terá uma recuperação completa e imediata.”

Sem perder tempo, o Rabino Grossman telefonou para Israel e pediu que a mezuzá fosse verificada. Sua esposa a levou imediatamente para seu escriba, e o que ele descobriu foi impressionante. Na frase “entre teus olhos”, a palavra einecha, “teus olhos” estava apagada. Sua esposa imediatamente afixou uma mezuzá nova e kasher.

O rabino desligou o telefone e foi rezar a oração matinal. Quando acabou, encontrou Chaya Rivka, que lhe disse que seu olho estava com uma sensação estranha. Ela resolveu dormir um pouco. Quando acordou, seu olho tinha, miraculosamente, voltado ao normal.

Eles tinham um horário marcado com o Dr. Hornblass para aquela tarde e resolveram não desmarcar. Quando o médico examinou Chaya Rivka, ficou espantadíssimo. Não tinha explicação para seu olho ter se curado durante um cochilinho. O Rabino Grossman contou ao médico sobre sua conversa com o Rebe e o milagre com a mezuzá.

Dezoito anos depois, o Rabino Grossman foi o convidado especial para um evento em uma comunidade em New Jersey. No Shabat, quando o rabino entrou na sinagoga, um judeu que estava rezando com um talit, correu a seu encontro, e começou a abraçá-lo e beijá-lo.

Era o Dr. Hornblass. Chorando disse ao rabino: “Vi o milagre do Rebe de Lubavitch com sua filha e vi que D-us existe.”

Adaptado do livro:

“Guardian of Israel – Miracle Stories of Tefillin and Mezuzah”

por Rabino Aaron L. Raskin

(Inglês)

Págs. 28-29

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

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“O meu e o de vocês pertence a ela”

BS’D

Tiberias

Dos dias de Sefirat Haomer podemos aprender um ensinamento impressionante sobre o poder das mulheres judias:

Rabi Akiva tinha 24.000 alunos, e todos morreram durante um curto espaço de tempo, durante a contagem do Ômer, até Lag Baomer, que foi quando a epidemia acabou. Após Lag Baomer, Rabi Akiva começou a ensinar Torá a outros alunos. Portanto, os dias da Sefirá estão ligados ao nome de Rabi Akiva.

Uma das muitas qualidades de Rabi Akiva foi ter tido alunos que transformaram um mundo desolado num mundo digno de ser uma morada para o Criador nos mundos inferiores; um mundo sobre o qual D-us falou: “Vim para Meu jardim”, um mundo onde D-us pode se revelar e onde Ele pode Se deleitar como alguém que passeia no jardim.

Dizem nossos Sábios que antes de ter começado a estudar Torá, Rabi Akiva era pastor do rebanho de Calba Savua, um dos milionários de Jerusalém. Rachel, filha de Calba Savua, viu Rabi Akiva e percebeu que ele era modesto, e muito elevado. Disse-lhe: “Se eu me casar com você, você vai estudar Torá na Casa de Estudos?” Ele respondeu: “Sim.” Rachel casou-se com ele discretamente e o enviou para estudar Torá. Quando o pai dela soube, expulsou-a de casa e proibiu que ela usufruísse de seus bens. Rabi Akiva saiu de casa e durante doze anos estudou no Beit Hamidrash. Voltou com 12.000 alunos. Quando chegou em casa, ouviu que um ancião dizia a sua esposa: “Você parece uma viúva de marido vivo.” Ela respondeu: “Acho que ele deveria estudar mais doze anos.” Rabi Akiva entendeu que ela estava lhe dando permissão, e voltou. Estudou mais doze anos e voltou com 24.000 alunos. Quando sua esposa soube que ele estava voltando, saiu a seu encontro. As vizinhas lhe disseram: “Peça emprestado um vestido.” Ao que ela respondeu: “Um tsadik conhece a alma de seu animal.” Quando ela se encontrou com ele, abaixou-se e beijou seus pés. Os alunos a empurraram, mas Rabi Akiva falou: “Deixem-na, pois meu (conhecimento de Torá) e o de vocês pertence a ela.”

Rabi Akiva formou alunos que ergueram o mundo, mas apesar da grandeza de sua alma e de sua grande capacidade, reconhecia que “o meu e o de vocês pertence a ela”. Foi Rachel, sua esposa, quem o incentivara a estudar Torá, e foi por seu mérito que ele teve alunos que iluminaram o mundo inteiro, para todas as gerações.

Há mais uma lição que se pode tirar disso: além de ter a habilidade para educar seus filhinhos, a mulher tem a capacidade de fazer com que a casa inteira seja como um lar judaico deve ser. Ela tem a força para incentivar e estimular o marido e toda a família para que revelem as forças sagradas que estão ocultas em sua alma divina, graças a seu carinho e seu temor a D-us. Como Hakadosh Baruch Hu lhe deu essas aptidões, ela tem a missão sagrada de utilizá-las.

Adaptado do livro:

El Nshei Ubnot Yisrael

(Hebraico)

Págs.: 341-342

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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Sefirat Haomer e Sheva Nekiim

BS’D

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A mitsvá da contagem do Ômer, em que contamos sete semanas completas, assemelha-se à mitsvá que a mulher tem, de contar sete dias a partir do final da menstruação a fim de se purificar. Só que a mitsvá da mulher é contar sete dias, apenas; ao passo que a contagem do Ômer é de 49 dias, a fim de purificar o povo judeu para a grande revelação da Outorga da Torá.

Em se tratando dos “sete dias limpos”, enquanto os “sete dias limpos” não foram concluídos e a mulher ainda não mergulhou no mikvê, ela ainda não está pura. Ela só sai do estado de impureza após a imersão completa num mikvê kasher. Só então pode se reunificar com seu marido de modo que sejam “uma só carne”. O mesmo ocorre com a contagem do Ômer. Durante os 49 dias da contagem, o trabalho é repelir os assuntos indesejáveis (sur merá) e só após a conclusão da contagem e da purificação vem a realização das coisas positivas (assê tov) – a outorga da Torá.  

Adaptado do livro:

El Neshei Ubnot Yisrael” (hebraico)

Pág. 341

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Como resolver conflitos interpessoais?

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“Não odiarás teu irmão em teu coração…”

(Vayikrá 19:17)nature_of_israel_by_eddiefurlong-d5k1fxw

O que, de fato significa essa mitsvá?

Por que “em teu coração”?

Na verdade, as palavras da Torá são muito exatas. Deve-se amar ao próximo como a si mesmo, pois os judeus são como órgãos diversos de um mesmo corpo, que formam um todo indivisível.

Mas aqui trata-se de uma outra mitsvá: se, por acaso, acontecer de você ter ficado chateado com seu amigo por algum motivo?

Não deve odiá-lo “no seu coração”. Deve tirar o ódio do coração e conversar com seu amigo. Obviamente sem envergonhá-lo em público. Discretamente, entre quatro olhos, deve lhe dizer-lhe algo assim:

“Aconteceu isto e aquilo. Fiquei ofendido, chateado, magoado ou triste.”

E seu amigo terá, então, a oportunidade de se explicar, esclarecer as coisas, e talvez o problema seja resolvido e a paz volte a reinar.

Baseado numa aula da D. Esther, za’l

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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Onde erraram os alunos de Rabi Akiva?

BS’D

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Rabi Akiva personificava o amor ao próximo. E transmitiu isso para seus alunos. Por que, então, seus alunos não conseguiram ter respeito uns pelos outros e 24.000 deles pereceram numa epidemia entre Pêssach e Shavuot?

O amor é algo positivo. Une amigos, família, conjugues. Mas o amor também pode ser controlador, egoísta e sufocante. Quem ama tende a querer que o amado seja como ele próprio: que leve a vida do jeito que ele acha certo, que acredite no que ele acredita, que priorize as mesmas coisas. Os alunos de Rabi Akiva se preocupavam tanto uns com os outros que não suportavam que seus colegas interpretassem os ensinamentos do mestre de forma diversa. Tinham amor, mas não tinham respeito pelos colegas.

Há várias maneiras de interpretar a Torá e seus ensinamentos, embora a Halachá seja uma só. A Torá reconhece que há outras opiniões, tanto que o Talmud Babilônico está cheio de discussões.

É possível discordar e continuar amigo. É permitido discordar e discutir, mas é preciso respeitar o próximo e escutá-lo.

Kavod (respeito) é escutar até o fim e depois discordar. Kavod é ter consideração para com o próximo, mesmo discordando dele.

Baseado numa aula do R. Shneur Ashkenazi (hebraico)

http://www.col.org.il /show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=96768

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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