BS’D

Rabi Akiva personificava o amor ao próximo. E transmitiu isso para seus alunos. Por que, então, seus alunos não conseguiram ter respeito uns pelos outros e 24.000 deles pereceram numa epidemia entre Pêssach e Shavuot?
O amor é algo positivo. Une amigos, família, conjugues. Mas o amor também pode ser controlador, egoísta e sufocante. Quem ama tende a querer que o amado seja como ele próprio: que leve a vida do jeito que ele acha certo, que acredite no que ele acredita, que priorize as mesmas coisas. Os alunos de Rabi Akiva se preocupavam tanto uns com os outros que não suportavam que seus colegas interpretassem os ensinamentos do mestre de forma diversa. Tinham amor, mas não tinham respeito pelos colegas.
Há várias maneiras de interpretar a Torá e seus ensinamentos, embora a Halachá seja uma só. A Torá reconhece que há outras opiniões, tanto que o Talmud Babilônico está cheio de discussões.
É possível discordar e continuar amigo. É permitido discordar e discutir, mas é preciso respeitar o próximo e escutá-lo.
Kavod (respeito) é escutar até o fim e depois discordar. Kavod é ter consideração para com o próximo, mesmo discordando dele.
Baseado numa aula do R. Shneur Ashkenazi (hebraico)
http://www.col.org.il /show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=96768
Leilui Nishmat:
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Efraim ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
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