Archive for agosto, 2016

Berachá Garantida!

BS’D

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Chanan Getraide 2002 Winter on Northern Negev

Em Parashat Reê lemos:

“Uma bênção por obedecerdes aos mandamentos do Eterno vosso D-us, e uma maldição, se não obedecerdes aos mandamentos.” (Devarim 11:27-28)

A linguagem da Torá é significativa e precisa:

D-us promete abençoar os judeus por obedecerem a seus mandamentos. Porém, ameaça amaldiçoá-los “se” não obedecerem. A bênção é garantida: a maldição é apenas condicional. 

De fato, todos os judeus retornarão a D-us nos Final dos Dias e receberão Suas bênçãos.

(Panim Yafot)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

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Bolo de Semolina de Milho

BS’D

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Ingredientes:

4 ovos inteiros

¾ de copo de óleo

1 ½  copos de açúcar mascavo

¼ de colherzinha de sal

Umas gotinhas de baunilha

¾ de copo de leite de coco

2 copos de semolina de milho

1 copo de amido de milho

3 colheres de chá de fermento em pó

4 bananas maduras amassadas com canela

3 colheres de sopa de chocolate em pó

Assadeira untada com óleo e polvilhada com açúcar mascavo, canela e semolina de milho.

Modo de Fazer:

Numa tigela, misture com uma colher de pau os ovos, o óleo, o açúcar, o sal e a baunilha.

Em seguida, vá alternando as farinhas com o leite de coco.

Acrescente o fermento e misture bem.

Acrescente as bananas amassadas com canela e misture ligeiramente.

Verta metade da massa na forma. Na metade restante, misture o chocolate. Jogue a mistura de chocolate sobre a outra metade da massa e dê uma misturadinha com o garfo.

Asse em forno moderado a baixo, até que um palito saia seco.

Obs: Esta receita não contém trigo.

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O Casamento Secreto

BS’D

índice

 

A Rebetsin Chana, mãe do Rebe, relata em suas memórias:

Numa noite, no ano 5695 (1935), ouvimos uma batida na porta quase meia-noite. Abri a porta e vi uma mulher. Ela parou e examinou a sala para certificar-se de que não havia estranhos. Em seguida, aproximou-se do Rav e disse baixinho:

Rabi, estou chegando de uma cidade distante, cujo nome não posso revelar. Dentro de uma hora, à meia-noite, minha filha e seu noivo também chegarão. Ambos têm altos cargos no governo, de modo que é muito arriscado para eles vir até aqui. Na verdade, só aceitaram ser casados por um rabino, de acordo com a Lei Judaica, depois que chorei e implorei muito. Mas impuseram uma condição: a cerimônia teria de ser realizada pelo senhor (e nenhum outro rabino), e teria de acontecer em sua casa (e em nenhum outro lugar).”

Exatamente à meia-noite, o casalzinho apareceu. Imediatamente, cobri-lhes o rosto, para que não pudessem ser reconhecidos, e os levei para outra sala, onde não podiam ser vistos.

O Rav deu início aos preparativos para a cerimônia. Inicialmente era preciso encontrar um minyan, eram necessários outros oito homens de confiança, que pudessem “ver e não ser vistos”, e que pudéssemos ter certeza de que não iriam nos dedurar. Dentro de meia-hora, nove homens tinham chegado. Só faltava um para completar o quórum.

Um dos moradores de nosso prédio era um jovem que era o supervisor do edifício, nomeado pelo governo. Uma de suas “funções” era anotar o número de pessoas que entrava em nosso apartamento e verificar se lá estava havendo alguma cerimônia religiosa. O Rav mandou buscá-lo para ser o décimo!

O homem chegou imediatamente para ver por que tinha sido chamado. Quando o Rav lhe explicou que queria que ele completasse o minyan, para que um casamento judaico pudesse ser realizado, exclamou espantado: “Eu?” Em seguida, correu para as janelas e fechou as persianas, trancou as portas do apartamento por dentro e foi para o lugar que lhe tinha sido determinado!

A ketubá foi escrita e assinada, e o jovem casal foi chamado lá do seu esconderijo, na outra sala. O rosto da kalá ficou coberto o tempo todo. Eu trouxe uma toalha de mesa que se parecia um pouco com uma chupá. Os quatro homens mais altos a seguraram pelas pontas por sobre a cabeça do chatan, da kalá e do Rav.

A cerimônia teve início. Velas não puderam ser acesas devido à apreensão do jovem casal. A noiva deu sete voltas em torno do noivo, de acordo com o costume judaico. Ele era alto e trajava um casaco longo de couro. Lá de pé, parecia um comissário – talvez o fosse. Assim mesmo, disse as palavras: “Com este anel, tu és consagrada a mim conforme a lei e Moshê e Israel” E fez tudo o que o Rav lhe disse para fazer.

Uma e meia da manhã, os recém-casados partiram rapidamente. Dois dos que tinham participado, foram até o Rav e, sem conseguir conter a emoção, exclamaram: “Agora que estamos em sua presença, Rabi, não podemos nos separar do senhor. Tudo isto” – e lhe mostraram a carteirinha de membro do Partido Comunista – “não vale nada para nós, quando estamos em sua presença!”

Adaptado do livro:

“A Mother in Israel”

The Life and Memoirs of Rebbetzin Chana Schneerson

(Inglês)

Págs.: 29-31

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

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Salvar uma Alma – Salvar um Mundo

BS’DPaul Guy Gantner

O Rabino Dovid Schochet relata o seguinte:

Em 1952, quando me matriculei na Lubavitcher Yeshivah em Crown Hights, tive minha primeira audiência com o Rebe. O que me lembro claramente daquela primeira yechidut foi a lição que ele me deu sobre dar valor à vida. “Não tome a vida por garantida”, disse. “De manhã, ao acordar, agradeça a D-us por tudo o que você tem.”

E prosseguiu dizendo que muitas pessoas vão dormir, à noite, achando que seus sapatos têm de estar perto da cama exatamente onde foram colocados na noite anterior. Enquanto estão se vestindo, queixam-se de que está fazendo muito frio ou muito calor. De fato, estão criticando D-us – pois quem faz o tempo e a temperatura? Em vez disso, deveriam ficar agradecidos por ainda estar vivos, por ainda estar de posse de seus bens, e que um novo dia está começando em que têm a oportunidade de fazer muitas coisas boas. Essa foi uma lição de que jamais me esqueci.

Naquela primeira audiência, o Rebe também me aconselhou a trabalhar em educação judaica. Meu plano era entrar para a universidade depois da yeshivá e me tornar engenheiro elétrico, mas o Rebe disse que eu encontraria muito mais satisfação trabalhando para alcançar judeus, pois “cada judeu é um diamante”.

Segui seu conselho e, um belo dia, fui convidado para dar uma palestra para estudantes universitários em Buffalo. Acontece que a platéia seria composta, em sua maioria, de não-judeus, e representantes de outras religiões também falariam. Minha primeira reação foi achar que deveria recusar. Mas mesmo assim, liguei para o escritório do Rebe para perguntar o que fazer.

A resposta que recebi foi de que valeria a pena influenciar não-judeus de modo positivo, especialmente quanto à mitsvá de dar caridade e que eu deveria contar uma história atribuída por muitos ao famoso rabino polonês do Século XVII, Yom Tov Limpann (de quem descendo, embora não soubesse disso na época).

E foi o que eu fiz. Fui à reunião e contei a história, que aconteceu na Cracóvia, na época do Rabino Yom Tov, que também é conhecido como Tosfot Yom Tov, que é o título de seu livro mais famoso.

É a história do avarento da cidade, chamado Yossele, o pão-duro. Era judeu, mas por se recusar, categoricamente a dar caridade, os judeus da Cracóvia o odiavam. A ponto de, quando ele faleceu, o terem enterrado na extremidade do cemitério, local reservado para as pessoas indignas. Pois acharam que ele não merecia mais do que isso.

Mas aconteceu que poucas semanas após o funeral, desencadeou-se um tumulto na cidade. Necessitados que dependiam de doações do açougueiro e do padeiro, deixaram de receber a ajuda a que estavam acostumados. E os fundos de empréstimo sem juros, de ajuda para casamentos e para emergências médicas também tinham todos secado.

Aflitas, as pessoas da comunidade foram bater à porta do Rabino Yom Tov, à procura de uma explicação. Quando ele investigou o assunto, descobriu que o benfeitor por trás de todas as instituições beneficentes da cidade fora, nada mais, nada menos que Yossele. Era ele quem reembolsava o açougueiro e o padeiro, bem como sustentava o fundo de empréstimos, só que não queria que ninguém soubesse.

O Rabino Yom Tov ficou tão comovido pelo altruísmo e pela humildade daquele homem que anunciou que queria ser enterrado na extremidade do cemitério, perto de Yossele.

Quando acabei de contar a história, que foi bem aceita, um jovem padre aproximou-se de mim e me pediu para repetir a história. Inicialmente, recusei, dizendo, meio que brincando: “Me esforcei, meu inglês não vai melhorar da próxima vez.” Mas ele foi tão insistente que acabei concordando e o convidei para ir até meu hotel, onde lhe contei a história pela segunda vez.

Enquanto eu falava, percebi que ele estava muito agitado. Andava para lá e para cá sem parar e quando acabei, pediu-me para contar a história uma terceira vez. Pensando que ele era desequilibrado mentalmente, perguntei por que ele estava com aquela obsessão por aquela história.

Ele disse: “Acho que aquele Yossele era meu bisavô.”

“Como pode ser?” Perguntei.
 Ele era judeu e você é um padre!”

Ele explicou que sua mãe era uma refugiada de guerra, da Polônia, e que quando casou com seu pai, que era um oficial do exército, teve de prometer que guardaria segredo de sua verdadeira identidade. Mas antes de morrer, ela confessou tudo a seu filho. Revelou sua descendência judaica e contou ao filho uma história semelhante sobre um de seus antepassados.

“Isso significa que você é judeu”, eu disse. “E sei você é judeu, tem a obrigação de cumprir a Torá e guardar seus mandamentos.”

Ele não disse mais nada e foi embora, e eu pensei que nunca mais teria notícias dele. Mas tive.

Anos depois, quando eu estava visitando Jerusalém, um homem de barba se aproximou de mim perto do Muro Ocidental. “Rabino Schochet, Shalom Aleichem”, disse.

“Eu te conheço?” Perguntei.

“O senhor conhece meu antigo eu. Sou o cara que conversou com o senhor em Buffalo… Depois da nossa conversa, pensei muito, e resolvi voltar para minhas raízes. Agora sou um Chassid Breslaver.

Quando ouvi aquilo, entendi por que o Rebe me dissera para dar aquela palestra e contar aquela história. Não foi coincidência. Eu precisava falar diante daquela audiência não-judaica em Buffalo porque havia um judeu lá que precisava ser salvo.

Portanto, digo a todos os emissários de Chabad – não se queixem de que o Rebe os mandou para o mundo onde a vida é difícil. Não pensem ‘eu não deveria estar aqui’ ou ‘não quero fazer isto ou aquilo’. Lembrem-se do que se trata – se você salvar uma pessoa, salva o mundo.

Adaptado de:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=41734&alias=message-to-all-chabad-shluchim

(Inglês)

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Moshê traduziu a Torá para 70 línguas

BS’D

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“Na margem (oriental) do Jordão, na terra de Moav, Moshê começou a explicar a Torá”, lemos em Parashat Devarim. Rashi, o grande comentarista da Torá, explica que, logo antes de o povo judeu entrar na Terra de Israel, Moshê “traduziu toda a Torá para os setenta idiomas da humanidade, de modo que cada nação pudesse entendê-la.”

Nossa geração foi comparada à geração dos judeus que saíram do Egito e entraram na Terra Prometida. Tal qual eles, nós também teremos o mérito de entrar na Terra de Israel mas, diferente daquela geração, nosso retorno será duradouro e permanente, pois será conseqüência da Redenção Final.

Além disso, nossa geração tem um mérito adicional no campo da tradução e elucidação da Torá. Moshê traduziu apenas a parte revelada da Torá para os povos do mundo, ao passo que hoje em dia, há traduções para muitos idiomas de uma imensa quantidade de obras de chassidut (o significado esotérico, profundo da Torá). Essas traduções tornam os mais profundos conceitos da Torá acessíveis às pessoas do mundo inteiro, até mesmo a quem jamais teve a oportunidade de estudar a língua sagrada.

Esta etapa do plano Divino para a disseminação do conhecimento da Torá é positiva, tanto para os judeus quanto para os não-judeus. Para o mundo não-judaico, esse estudo serve como preparação necessária para a Era Messiânica, quando todas as nações reconhecerão a posição singular do povo judeu e acreditarão no verdadeiro Criador Único do Universo. A filosofia chassídica, que explica os princípios da verdadeira fé em D-us, prepara o mundo, em geral, para a revelação de Divindade que se dará com a chegada de Mashiach.

O fato de fontes autênticas de Torá estarem acessíveis em muitas línguas também é de grande benefício para o povo judeu que, obviamente também tem a obrigação de se preparar para a Era Messiânica. Não temos tempo para esperar até que cada judeu se torne fluente em hebraico, pois estamos quase na Era Messiânica. Portanto, cada judeu tem a obrigação de estudar o significado profundo da Torá, no idioma que lhe seja mais conveniente, como preparo necessário para a chegada de Mashiach.  

De um pronunciamento do Rebe, Parashat Tavô, 5746

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

(inglês)

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O Pedido de Reuven e Gad

BS’D

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Em Parashat Matot há um pedido aparentemente estranho das tribos de Reuven e Gad. Alegando possuir muitos rebanhos, os descendentes de Reuven e Gad pediram a Moshê que lhes desse sua porção da Terra de Israel do outro lado do Jordão.

Mais espantoso ainda é o fato de Moshê ter concordado, pois esse território não fazia parte da Terra de Canaan, que ficava ao oeste do Rio Jordão.

Para entender isso, precisamos voltar à primeira promessa de D-us a Avraham: “Para tua semente darei esta terra… a [terra de] Keni, Knizi e Kadmoni…” D-us enumerou um total de dez povos onde o povo judeu, um dia habitaria.

Sete dessas nações foram derrotadas pelos filhos de Israel quando saíram do Egito, as outras três serão conquistadas pelo povo judeu na Era Messiânica.

A verdadeira intenção por trás do pedido de Reuven e Gad era para apressar este processo. O terreno onde fixaram residência fazia parte do território das três nações que ainda deveriam ser conquistadas.

Foi por isso que Moshê concordou com seu pedido, pois considerou uma “preparação” para o completo assentamento da Terra de Israel que acontecerá na Era Messiânica.

De fato, as ações das tribos de Reuven e Gad acrescentaram uma nova dimensão à primeira conquista da terra, aproximando assim a conquista definitiva de toda a Terra de Israel na Era da Redenção.

Adaptado de um pronunciamento do Rebe de Lubavitch

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/  (inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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