Archive for outubro, 2016

SOMBRA E ÁGUA FRESCA?

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Parashat Bereshit é a primeira poção da Torá. Fala sobre a Criação do Universo e da função de Adam e Chava no mundo.

É um tanto paradoxal que desde o início, estando ainda no cenário utópico do Gan Êden, Adam tenha sido logo posto a trabalhar. Jamais teve a oportunidade de curtir repouso ou relaxamento completo, sem deveres nem responsabilidades. Isto é bem diferente do conceito popular. Mesmo antes de desobedecer à ordem Divina, a raison d’etre de Adam era “trabalhar e vigiar” ( o Jardim do Êden). A vida de Adam no Gan Êden, porém, é considerada o epítome da “boa vida”. É óbvio, portanto, que trabalho duro não é incompatível com vida boa. De fato, o trabalho duro torna a vida boa, como veremos.

Poderíamos perguntar: Será que D-us, Todo Misericordioso, não poderia ter sido mais generoso ainda, criando um mundo perfeito onde nada faltasse, trabalho fosse supérfluo e a labuta fosse desnecessária? Onde o Homem vivesse apenas de Sua benevolência, e pudesse viver “tranqüilo”, em vez de trabalhar para se sustentar?

Aprendemos que o Homem foi criado no final para que encontrasse todas as suas necessidades satisfeitas. Por que, então, essa obrigação de trabalhar? Se são necessários trabalho e melhoramento do mundo, é porque a Criação ainda não está perfeita. O Todo Poderoso, porém, parecia estar satisfeito com esse estado de coisas, pois cada passo sucessivo dos primeiros seis dias da Criação é chamado de “bom”. Isto é um sinal claro de que essas imperfeições e falhas – que tornam necessários trabalho e melhoria – são parte do bem definitivo.  

D-us não quis cobrir a humanidade de felicidade não merecida. Pelo contrário, quis deixar espaço para que as pessoas trabalhassem e exercessem sua criatividade. D-us quis nos dar uma sensação de realização, sucesso, de algo que pudéssemos considerar nosso. Damos mais valor ao que obtemos com nosso próprio trabalho do que ao que ganhamos de mãos beijadas. De fato, o Talmud nos diz que as pessoas preferem um único alqueire de sua própria produção agrícola a nove alqueires recebidos como doação.

É óbvio que a vida seria mais fácil se recebêssemos tudo numa “bandeja de prata”, sem que precisássemos nos esforçar. Mas isso seria comer “o imerecido pão da vergonha” como diz o Zohar.

Há um provérbio que diz: “é difícil ser judeu”, uma minoria numa sociedade alheia (quando não hostil), onde a vida é dura, desanimadora e difícil. Tudo o que conseguimos é com grande esforço, mas isso é para nosso próprio bem. Só o que obtemos com trabalho persistente nos dá verdadeira satisfação, uma sensação de vitória só vem após um desafio. Se a vida fosse mais fácil e as dificuldades fossem eliminadas, poderíamos conseguir muito mais. Mas as notas das “provas” da vida são dadas pelo esforço mais do que pelo resultado.

Baseado nos ensinamentos do Rebe de Lubavitch

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

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UNIDOS APESAR DE DIFERENTES

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Um dos milagres que aconteciam quando os judeus subiam para o Bet Hamikdash em Yerushalayim nas três festas de peregrinação – Sucot, Pêssach e Shavuot  – era que embora quando todos estavam de pé no Templo, estivesse tão apertado que mal dava para se mexer, quando se prostravam no solo diante de D-us havia espaço de sobra para todos.

A revelação da Divindade, porém, não era perceptível apenas quando se prostravam. A união dos judeus, de pé juntos na mais completa união e harmonia era incomparável. Porém, quando chegava a hora de cada um se prostrar e servir a D-us do seu jeito único, individual, havia espaço suficiente para a individualidade de cada um.

(O Rebe de Lubavitch)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

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Bolo de Techina

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Ingredientes:

1 ½ copos de açúcar mascavo

½ copo de óleo de girassol

2 ovos inteiros

½ copo de techina

½ copo de farinha integral

1 copo de farinha branca

1 copo de água.

3 col. chá de fermento em pó

½ copo de sementes de girassol descascadas

Modo de Fazer:

Unte com óleo de girassol e polvilhe com aveia em flocos finos uma assadeira de buraco.

Numa tigela, misture com uma colher de pau o açúcar, o óleo e os ovos.

Em seguida, vá acrescentando os demais ingredientes, alternando os secos com os molhados. Misture bem. Deixe o fermento para penúltimo e as sementes para o final.

Asse em forno moderado até que um palito saia sequinho.

Obs:

Usei copos descartáveis de 180 ml.

 

 

 

 

 

 

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“Puxareis água com alegria”

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Ushavtem mayim bessasson” – (Yeshayáhu 12:3)

Enquanto a água é insípida, o vinho tem um sabor maravilhoso. Á água simboliza nosso cumprimento das mitsvot puramente por que D-us assim nos ordenou. O vinho representa o prazer advindo da compreensão racional da Torá e das mitsvot (mandamentos).

O mandamento de verter água sobre o altar – “puxareis água com alegria” – é, portanto, uma alusão à obediência incondicional a D-us que os judeus têm.

Ao mesmo tempo, nossa submissão total a D-us causa um sentimento de júbilo – deleite e gratidão por ter a possibilidade de cumprir Sua vontade.

Quando um judeu se alegra com o cumprimento de uma mitsvá, sua “água”, sua aceitação não intelectual da vontade de D-us, transforma-se nas “fontes da salvação”. Pois do mesmo modo que uma fonte está eternamente conectada com sua nascente, ele se torna eternamente ligado a D-us, merecendo a salvação em todos os seus empreendimentos.

(Likutê Sichot, Vol. 2)

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

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BATATA DOCE ACEBOLADA

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Ingredientes:

3 batatas doces brancas

2 cebolas médias

3 colheres de sopa de óleo

Sal a gosto

Modo de Fazer:

Lave bem as batatas doces. Corte-as em pedaços grandes e as cozinhe em água até que fiquem macias. Escorra.

Corte as cebolas pela metade, no comprimento, e em seguida, em fatias bem fininhas. Frite-as para que fiquem douradinhas.

Corte as batatas doces, já cozidas, em rodelas ou metade de rodelas, dependendo de seu diâmetro. Refogue um pouco as batatas nas cebolas fritas, acrescentando o sal. Misture.

É um prato facílimo, barato e delicioso como acompanhamento de frango ou carne.

Lebriut!

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Ver o Mundo como uma Sucá

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Embora a sucá não passe de uma moradia temporária, em certos aspectos a tratamos como se fosse nossa casa normal – comendo, bebendo e estudando nela. É assim que devemos tratar o mundo, em geral.

Não devemos considerar o mundo como um fim em si mesmo, e sim, como um meio de aprofundar nosso desenvolvimento e refinamento espiritual. Quando utilizamos o mundo material da maneira correta, trazemos santidade para nossos arredores, transformando o temporário em algo duradouro e eterno.

O Rebe de Lubavitch

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

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Se D-us não perdoar, quem sobreviverá?

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“Se Tu, D-us, preservasses as iniquidades, Hashem, quem poderia sobreviver? Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 3 e 4

 

Nos Dez Dias de Teshuvá falamos diariamente o Salmo 130 como parte da reza. Neste Salmo há algo que parece incompreensível:

“Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 4

Como é que o fato de ser perdoado nos leva a temer a D-us? Será que a perpétua bondade de D-us não teria o efeito contrário, uma vez que a pessoa sabe que sempre será perdoada?

Isso pode ser explicado da seguinte maneira:

Um pobre pegou emprestada uma grande quantia e só pode devolver metade do empréstimo, e mesmo assim, em muitas suaves prestações, em vários anos.

Se o credor aceitar esses termos, for gentil e compreensível, é mais provável que o devedor se esforce e tente devolver toda a quantia.

Mas se o credor for intransigente e insistir para que toda a dívida seja devolvida imediatamente à vista, o devedor vai desistir e vai achar que jamais conseguirá devolver o dinheiro. A bondade do credor, portanto, leva o devedor a temê-lo mais ainda.

O Rebe de Lubavitch

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5772/1191.htm#caption8

(Inglês)

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