A “INJUSTIÇA” DOS RABINOS

EfAm10002370

Conta o Rebe:

Lembro-me que quando eu estava no cheder, contava-se uma anedota sobre dinei Torá (julgamentos rabínicos).

Perguntava-se:

“Por que será que quando judeus fazem uma pergunta a um rabino sobre se determinada coisa é permitida ou proibida pela Halachá (Lei Judaica), e o rabino fala que é proibida, sua decisão é aceita sem queixas, mesmo que acarrete grande perda. Mas quando dois judeus estão envolvidos num din Torá (um litígio rabínico) um contra o outro – mesmo em se tratando de uma quantia mínina, e não de grande prejuízo – o perdedor se queixa em altos brados contra a injustiça cometida pelo rabino, e declara que vai procurar outro rabino para julgar seu caso! Por que, no caso de grande prejuízo ele aceita a determinação do rabino sem reclamar, mas neste caso de perda mínima não consegue aceitar o veredicto do rabino?”

No cheder chegaram à seguinte conclusão:

“O perdedor não está se queixando do príoprio prejuízo e sim da vitória de seu rival!”

Do livro:

“Early Years” – R. Boruch Oberlander e R. Elkanah Shmotkin

(Inglês) – pág. 81

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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