Archive for janeiro, 2018

CONTINUA CONOSCO

BS’D

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No Talmud consta, a respeito de Moshê Rabênu, que ele continua seu trabalho mesmo agora, quando subiu para as alturas.

Também está na conhecida carta que o Rebe Rashab escreveu sobre o passamento de seu pai, o Rebe Maharash:

“TSADIKIM, PASTORES DO POVO JUDEU, NÃO ABANDONAM SEU “REBANHO” NEM MESMO QUANDO JÁ SUBIRAM PARA O CÉU.

CONTINUAM DESPERTANDO MISERICÓRDIA, E TRANSMITEM BÊNÇÃOS E SUCESSO PARA SEU REBANHO AQUI EM BAIXO.

E O DIA DA HISTALKUT DE TSADIKIM É UM DIA QUE ATRAI BÊNÇÃOS. PRINCIPALMENTE, QUANDO SE TRATA DO LÍDER DA GERAÇÃO, QUE CONTINUA FIRME, REALIZANDO SEU TRABALHO.

E ELE PEDE PARA CADA JUDEU, E PARA TODOS OS JUDEUS DE TODA A GERAÇÃO, TODAS AS BRACHOT E HATSLACHOT, EM TUDO O QUE FOR NECESSÁRIO.”  

(O Rebe)

Adaptado de: Maor: +1 718 687 8900

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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“… e despojaram o Egito.” (Shemot 12:36)

BS’D

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Após 210 anos de um exílio extremamente duro no Egito, o povo judeu recebeu “compensações” na forma de “recipientes de prata, recipientes de ouro e roupas.”

Mais tarde, na abertura do Mar, recebeu cinco vezes mais riquezas – pedras preciosas e pérolas.

Em nossa geração, estamos prestes a deixar um exílio mais duro e mais prolongado que o de nossos antepassados.

Portanto, as “compensações” que receberemos de D-us serão infinitamente maiores. Ter isso em mente deverá fazer com que sejamos ainda mais generosos em dar tsedaká.

(O Rebe, Parashat Vayechi, 5752)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5777/1458.htm#caption8

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BOLO QUE NÃO SOBRA

BS’D

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Ingredientes:

3 ovos inteiros

1 ¼ copos de açúcar

1 copo de óleo

Baunilha a gosto

Uma pitada de sal

3 colherinhas de fermento em pó

1 vidrinho de leite de coco

½ copo de fubá ou sêmola de milho

2 ½ copos de farinha de trigo

2 punhados de passas escuras

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Ponha as passas de molho em água.

Numa tigela, misture o óleo, os ovos, o açúcar, a baunilha e o sal.

Em seguida, vá acrescentando, alternadamente, as farinhas e o leite de coco.

Por fim, o fermento, misture bem, e acrescente as passas (escorridas) e misture.

Asse os primeiros 10 minutos em forno médio e em seguida baixe o forno até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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PARA ONDE VAI O DINHEIRO?

BS’D

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Trecho de uma carta do Rebe para o farmacêutico Morris Milstein de Crown Heights:

“Quanto à questão da parnassá e a repercussão imediata no lucro da loja, quando ela ficar fechada no Shabat e Yom Tov, o que importa… não é a quantia de dinheiro ganha e sim como ele será utilizado. Pois qualquer pessoa sensata preferiria ganhar menos, mas usar os rendimentos para coisas saudáveis e felizes, em vez de ganhar mais e gastá-lo, que D-us nos livre, para médicos e coisas assim, quando além da despesa há a aflição e a dor, que D-us nos livre. A conclusão é que se deve levar em conta que dinheiro ganho de um jeito que contraria a Lei Divina não pode ter uma finalidade útil, e o ganho aparente não passa de ilusão, ou coisa pior. Portanto qualquer que seja o aspecto considerado, religioso, moral, econômico, nada justifica manter sua loja aberta no Shabat e no Yom Tov, tampouco pode servir a seus melhores interesses. Por outro lado, respeitar a Lei Divina lhe trará mais bênçãos Divinas para boa saúde e prosperidade, materiais e espirituais.

Adaptado de:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=48789&alias=the-pharmacist-s-son

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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ALMÔNDEGAS AO MOLHO

BS’D

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Fiz estas almôndegas e usei apenas um pirex e uma panela. Todos curtiram!

Ingredientes:

½ kg de carne moída especial

Óleo para fritar

1 cebola média

1 dente de alho

Cheiro verde picado, pimenta, canela, cúrcuma, sal, cominho – a gosto, para os bolinhos

1 ovo

1 colher de sopa de farinha de trigo

1 lata de extrato de tomate com um pouco de sal e orégano  – para o molho

Modo de Fazer:

Corte a cebola bem miudinha e frite no óleo numa caçarola de tamanho médio a grande.

Quando a cebola frita esfriar, retire do óleo com uma escumadeira e misture à carne, juntamente com os demais temperos (exceto o alho), e também o ovo e a farinha de trigo.

Faça bolinhos e frite, ligeiramente, de todos os lados, no óleo em que fritou a cebola.

Acrescente o dente de alho inteiro, e deixe dourar um pouco. Acrescente o extrato de tomate temperado, baixe o fogo, e cozinhe tudo na panela coberta até ficar com gosto e cara de pronto.

É só.

Lebriut!

 

 

 

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Machmud, o judeu

BS’D

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Na saída da sinagoga, em Jerusalém, Dan abordou um jovem de macacão, mochila nas costas, moreno, cabelo preto cacheado – parecia sefaradi, talvez marroquino.

Shabat Shalom. Meu nome é Dan Eisenblatt. Gostaria de comer na minha casa hoje à noite?

O rosto do jovem, que tinha um ar preocupado, num instante abriu um sorriso.

“Sim, obrigado. Meu nome é Machi.”

Saíram juntos do shul. Poucos minutos depois estavam em volta da mesa de Shabat de Dan. Dan percebeu que seu convidado estava folheando o livro de canções, como se estivesse à procura de algo. E perguntou com um sorriso. “Tem uma canção que quer cantar? Posso ajudar, se tiver dúvidas sobre a melodia.

O rosto do hóspede se iluminou. “Tem uma canção que eu gostaria de cantar, mas não estou encontrando aqui. Gostei muito daquela que cantamos na sinagoga hoje à noite. Como era mesmo? Tinha alguma coisa de ‘dodi’”

Dan quase ia dizendo que não se costuma cantá-la na mesa, mas controlou-se e pensou: “Se isto é o que o menino quer, qual é o problema?” E disse: “Lechá Dodi, vou pegar o sidur.

Quando acabaram de cantar Lechá Dodi, o jovem calou-se até o final da sopa, quando Dan lhe perguntou: “E agora, que canção?” O convidado pareceu um tanto constrangido, mas após um pouco de estímulo, disse com convicção: “Eu, na verdade, gostaria de cantar de novo Lechá Dodi

Dan nem se surpreendeu quando, ao perguntar o que cantar, depois do prato de frango, sua visita pediu Lechá Dodi. Por pouco Dan não pediu para cantarem um pouco mais baixo para que os vizinhos não pensassem que ele estava maluco. Mas disse: “Não quer cantar outra coisa?”

O hóspede enrubesceu e baixou o olhar. “É que gostei muito daquela música, murmurou.

Devem tem cantado umas oito ou nove vezes “a música”. Dan já tinha perdido a conta.

Mais tarde, Dan perguntou: “De onde você é?”

O rapaz ficou triste, olhou para o chão e disse baixinho: “Ramala.”

Dan não tinha certeza de que o rapaz tinha dito ‘Ramala’. Mas rapidamente chegou à conclusão de que deveria ter dito ‘Ramle’. E disse: “Ah, tenho um primo lá. Conhece Efraim Warner? Ele mora na Rua Herzl.

O jovem balançou a cabeça tristemente. “Não há judeus em Ramala.”

Dan suspirou. Ele dissera Ramala, mesmo! Seus pensamentos dispararam. Será que tinha acabado de passar o Shabat com um árabe? Falou para o jovem: “Desculpe, estou um pouco confuso. E agora me dei conta de que nem perguntei seu nome completo. Como é seu nome, por favor?

Durante um instante, o rapaz pareceu nervoso. Em seguida, endireitou os ombros e disse calmamente: “Machmud Ibn-esh-Sharif.”

Dan ficou mudo. O que poderia ele dizer?

Machmud rompeu o silêncio timidamente: “Nasci e cresci em Ramala. Me ensinaram a odiar os judeus e a pensar que matá-los era heroísmo. Mas sempre tive minhas dúvidas. Quero dizer, aprendemos que a Suna, tradição, diz: ‘Deve-se desejar para seu irmão o que se deseja para si.’ E eu me perguntava se os yahud (judeus) não eram gente, também. Será que não tinham o mesmo direito de viver que nós temos? Se devemos ser bons para com todos, por que ninguém inclui nisso os judeus? Quando perguntei a meu pai, ele me expulsou de casa. Decidi que ia fugir e viver com os yahud, até conseguir descobrir como eles são, de fato. Naquela noite, entrei em casa sorrateiramente para pegar minhas coisas e minha mochila.

Minha mãe me viu e eu lhe disse que queria ir morar com os judeus, por um tempo e descobrir como eles realmente são e talvez até eu quisesse me converter.

À medida que eu ia falando, ela foi empalidecendo. Pensei que ela estava brava, mas não estava. O que a afligia era outra coisa. E ela falou baixinho: ‘Você não precisa se converter. Você já é judeu.’

“Fiquei chocado. Minha cabeça começou a girar e, fiquei mudo por um instante, sem conseguir falar. Depois gaguejei: ‘Não estou entendendo.’

‘No judaísmo,’ ela me disse, ‘a religião passa através da mãe. Sou judia portanto, você é judeu.’

“Eu não tinha a menor idéia de que minha mãe era judia. Acho que ela não queria que ninguém soubesse. Aí ela sussurrou: ‘Cometi um erro ao me casar com um árabe. Meu erro será redimido em você.’

“Ela tinha esse jeito poético de falar. Desenterrou uns documentos velhos e me deu: coisas como minha certidão de nascimento, sua velha carteira de identidade israelense, para que eu pudesse provar que sou judeu. Estou com tudo aqui, mas não sei o que fazer com eles.

“Minha mãe hesitou sobre um pedaço de papel. Depois me disse: ‘Pode levar isto também. É uma velha foto de meus avós, que foi tirada quando foram visitar o túmulo de um grande antepassado nosso.’

“Agora estou aqui, tentando descobrir aonde pertenço.”

Dan colocou, gentilmente a mão sobre o ombro de Machmud. Machmud levantou os olhos, assustado e esperançoso ao mesmo tempo. Dan perguntou: “Está com a foto?”

O rosto do garoto se iluminou. “Claro! Sempre a trago comigo. Tirou da mochila um envelope velho e rasgado.

Quando Dan leu o que estava escrito na lápide, quase deixou cair a foto.

Esfregou os olhos para ter certeza. Não havia dúvida. Era um túmulo no cemitério antigo de Tsfat, e a inscrição o identificava como o túmulo do grande Kabalista e tsadik Rabi Shelomô Alkabets.

A voz de Dan tremia de emoção quando explicou a Machmud quem era seu ancestral. “Ele foi um amigo do Arizal, um grande erudito da Torá, um tsadik, místico. E, Machmud, seu ancestral escreveu aquela música que cantamos o Shabat inteiro: Lechá Dodi!”

Agora foi a vez de Machmud ficar impressionado.

Dan lhe estendeu a mão trêmula e disse: “Bem vindo para casa, Machmud!”

Adaptado de:

http://rabbicandybox.blogspot.com.br/2009/09/machmud-jew.html

Do Rabino Avi Rapoport

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Chaim Shemuel ben Aba

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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