Archive for novembro, 2018

HASHEM ESTÁ COM VOCÊ

BS’D

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Em Parashat Vayeshev lemos a história da venda de Yossef. E lá há um detalhe aparentemente supérfluo. Consta lá que ele foi vendido como escravo a uma caravana de árabes, que levavam cera, bálsamo e goma odorífera. Ou seja, especiarias aromáticas.

Por que a Torá nos revela a carga da caravana? Rashi explica que não era costume das caravanas dos árabes transportar carga perfumada, e sim, querosene e piche, cujo odor é desagradável. Mas esta levava mercadorias aromáticas para que o tsadik não fosse prejudicado pelo mau cheiro.

Ora, um menino de 17 anos, cujos irmãos, que desejavam matá-lo, venderam-no como escravo, para longe do pai, longe da família. Estava numa situação totalmente desesperadora. Que importância faria o cheiro bom ou mau das mercadorias que iam junto com ele?

A verdade é que Hashem estava mandando para ele um recado: “Nem tudo está perdido. Estou com você.”

Quantas vezes na vida nos sentimos desencorajados, desesperançados? Mas se prestarmos atenção às mensagens que Hashem nos manda é provável que vejamos um sinal, um indício de que Hashem está conosco. Nem tudo está perdido. Há esperanças.

Baseado num shiur do R. Shneor Ashkenazi:

http://www.col.org.il/homepage.rtx?cat=113

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BOLO DE ÁGUA

BS’D

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Ingredientes:

4 ovos inteiros

2 copos de açúcar

1 copo de óleo

Baunilha a gosto

3 copos de farinha

1 copo de água

4 colherinhas de fermento para bolo

Passas a gosto

Modo de fazer:

Aqueça o forno.

Misture os ovos, o açúcar, o óleo e a baunilha.

Acrescente alternadamente a farinha e a água.

Mexendo sempre.

Em seguida, acrescente o fermento e as passas.

Misture tudo e asse em forma untada e polvilhada até que um palito saia seco.

Lebriut!

 

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A SHEELÁ

BS’D

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Na época do Alter Rebe (o Rav Schneur Zalman de Liadi, autor do Tanya e do Shulchan Aruch) houve uma mulher que durante mais de dois anos não conseguiu purificar-se. A sheeilá (“pergunta”), que ficou famosa, foi apresentada a muitos dos grandes rabinos da época e todos eles a consideraram impura.

Quando a sheeilá chegou diante do Alter Rebe ele disse:

“Embora de acordo com a Lei Judaica, atualmente não sejamos peritos em manchas de sangue, neste caso estou certo de que se trata de sangue de pombo.”

Alter Rebe aconselhou ao pai da mulher que quando chegassem seus dias de purificação ela fosse morar em outro lugar, distante da família. E deveria ficar fechada em seu quarto. Ninguém poderia visitá-la, exceto seus pais. E ninguém deveria saber de seu paradeiro. E quando fosse ao mikvê, deveria ir com sua mãe, e numa hora em que não houvesse lá nenhuma outra mulher.

O pai da mulher seguiu à risca as instruções do Alter Rebe. E para grande espanto da mulher e de sua mãe, quando chegou a época de sua purificação tudo estava normal e ela imergiu no dia certo. Como, porém, seu marido era muito especial em Torá e temor a D-us, ficou desconfiado e resolveu esperar até o mês seguinte.

Naquele verão, teve início uma epidemia de cólera nos arredores de Mohilev e os rabinos divulgaram medidas para evitar que a epidemia se alastrasse e, de passagem, despertaram a população para a teshuvá e o arrependimento por pecados entre o homem e D-us e entre o homem e seu semelhante. Muitos dos habitantes da cidade ficaram com medo. E eis que uma mulher foi procurar o rabino e contou-lhe, arrependida e chorando muito, sobre o pecado que cometera contra aquela mulher, fazendo-a sofrer durante dois anos sem conseguir purificar-se.

E foi esse o teor de sua confissão: quando ela era jovem, foi-lhe sugerido um shiduch com o marido daquela mulher. Por motivos diversos, o shiduch não se realizou e ela acabou casando com um homem muito simples. Desde então, ficou com ódio daquela mulher e resolveu vingar-se dela. Para isso, fingiu ser sua amiga e, quando chegavam seus dias de purificação, matava uma galinha ou um pombo e sujava de sangue as roupas da mulher.

Sêfer Toldot Admor Hazaken

(Baseado em “Leket Lakalá Velamadrichá”, pág. 87)

https://sites.google.com/site/nashimtsidkaniot/a-sheeila

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

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BOLO DE ABÓBORA

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Ingredientes:

¼ de abóbora japonesa

1 copo de óleo

1 copo de açúcar mascavo

4 ovos inteiros

2 colheres de chá de canela em pó

2 colheres de chá de fermento para bolo

1 colher de chá de baunilha

1 pitada de sal

1 copo de farinha de trigo integral

1 copo de farinha de trigo branca

Modo de Fazer:

Lave bem a abóbora, retirve as sementes, envolva a abóbora em alumínio e asse no forno até que fique macia. Quando esfriar um pouco, raspe a abóbora da casca e amasse com um garfo, até que vire um purê. Deixe esfriar completamente e reserve.

Aqueça o forno.

Numa tigela, vá misturando todos os ingredientes, inclusive o purê de abóbora, até obter uma massa homogênea.

Asse em forma untada e polvilhada até que um palito saia seco.

Opcional: decore com fatias de maçã, antes de levar ao forno.

Lebriut!

 

 

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“SOBRE MEUS OMBROS”

BS’D

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Rabi Peretz Chein era um grande estudioso da Torá e chassid do Rebe Dov Ber Shneuri, o segundo Rebe de Chabad-Lubavitch, conhecido como o Miteler Rebe. Reb Peretz foi enviado pelo Miteler Rebe para ser o rabino da cidade de Beshenkowitz.

Reb Peretz estava muito apreensivo quanto a assumir a posição em Beshenkowitz. Um homem chamado Reb Aharon tinha causado problemas para todos os rabinos chassídicos anteriores da cidade. Reb Aharon era um grande estudioso, e veemente opositor ao chassidismo. Usava sua genialidade para confundir os rabinos a ponto de conseguir livrar-se deles.

Reb Aharon agia da seguinte maneira: apresentava todo tipo de perguntas difíceis quando o rabino chegava em Beshenkowitz. Após o rabino dar sua decisão, Reb Aharon e seus amigos apresentavam um caso sólido para uma posição contrária. Se, em qualquer momento, o rabino admitisse ter errado, era ridicularizado por Reb Aharon e seus correligionários até que deixasse a cidade, humilhado.

Portanto, quando o Miteler Rebe nomeou Rabi Peretz para se tornar o rabino dessa cidade, não é de se admirar que ele tenha ficado ansioso. Falou pro Rebe de suas preocupações, dizendo que, diante das circunstâncias, não se sentia capaz de ir prá lá. O Rebe lhe disse que “no Céu tinham aprovado sua nomeação”, mas Rabi  Peretz continuava apreensivo. Até que o Rebe lhe disse, finalmente, que fosse prá lá “oif meina pleitzes” (sobre meus ombros). Ao ouvir isso, Rabi Peretz se alegrou e disse: “Rebe, eu vou! Se é sobre os ombros do Rebe, nada tenho a temer.”

Rabi Peretz chegou em Beshenkowitz e começou a liderar a cidade como rabino. Obviamente, Reb Aharon começou a mandar todo tipo de perguntas por meio de seus diversos emissários, mas Rabi Peretz sempre conseguia provar a validade de suas decisões legais.

Certa vez, Reb Aharon mandou uma questão especialmente complicada. Rabi Peretz examinou o item em questão e o declarou kasher. Reb Aharon imediatamente convocou seus amigos e estes atacaram a decisão do rabino com provas convincentes. Rabi Peretz trabalhou duro para justificar sua posição.

No auge do debate, os antagonistas perguntavam repetidamente, “Qual sua fonte? De onde você tirou sua decisão?” Finalmente, Rabi Peretz apontou para uma estante abarrotada de livros e disse: “Dali.”

O que ele queria dizer era que, em geral, sua decisão era baseada nos livros sagrados que estavam naquela estante. Mas um de seus oponentes entendeu que ele estava se referindo a um determinado livro. Portanto, pegou aquele livro, e o abriu, para ver o que dizia.

E eis que aquele era um livro de responsa legal judaica e, por incrível Providência Divina, ele abriu o livro exatamente no assunto em discussão! Lá, o autor mencionava as fontes que os antagonistas estavam citando na tentativa de desmentir Rabi Peretz, e explicava como cada tópico tinha sido retirado do contexto. No livro de responsa, a decisão final estava de acordo com a opinião de Rabi Peretz.

Quando Reb Aharon e seu grupo viram a prova com seus próprios olhos, preto no branco, saíram da casa humildemente e nunca mais perseguiram Rabi Peretz.

“Foi quando eu vi”, disse depois Rabi Peretz, “que o Rebe tinha, realmente me levado sobre seus santos ombros.”

Adaptado de uma história de Beis Moshiach Magazine.

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/744.htm

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PRÁ TUDO HÁ MOTIVO

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“Yitschak envelheceu e sua visão estava enfraquecendo…”

(Bereshit 27:1)

Rashi explicou que a vista de Yitschak estava falhando para que Yaakov pudesse receber a bênção.

E era necessário que a visão de Yitschak falhasse para que Yaakov recebesse a bênção? Não teria sido “mais fácil” para D-us revelar a Yitschak que Essav era perverso e que, portanto, não merecia a berachá?

D-us, porém, não queria falar mal de Essav.

Se é assim no que diz respeito ao perverso Essav, devemos ser muito mais cuidadosos para não fofocar a respeito de nenhum judeu, tampouco difamá-lo.

http://lchaimweekly.org

http://lchaimweekly.org/lchaim/#caption8

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PATÊ DE CHOCOLATE

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Ingredientes;

1 copo de chocolate em pó

1 copo de água

1 copo de açúcar

Modo de Fazer:

Junte todos os ingredientes numa panelinha e leve ao fogo mexendo sempre até engrossar um pouco.

Pode ser usado para cobertura de bolos, ou sobre pão, bolachas de arroz, sorvetes ou frutas.

Lebriút!

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“E Sara viveu… E Sara morreu.”

BS’D

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“E Sara viveu… E Sara morreu.”

(Bereshit 23:1-2)

Parashat Chayê Sara principia com o falecimento e o enterro de Sara. Por que, então, a Parashá é chamada de “Chayê Sara”, “a vida de Sara”, e não “a morte de Sara?”

Chayê Sara”, “a vida de Sara” era focada em um objetivo e ideal: que seu filho, Yitschak, atingisse grandeza espiritual. A Parashá fala sobre a vida de Yistchak, que era a realização do sonho espiritual de Sara.

Embora esta Parashá relate o falecimento e o enterro de Sara, seus ideais foram realizados através de Yitschak. Ela continuou vivendo através dele.

“A vida de Sara” foi, de fato, a vida correta de Yitschak.

(O Rebe)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5778/1496.htm#caption8

Em homenagem ao Kinus Hashluchim

Leilui nishmat as vítimas do atentado em Pittsburg

Leilui Nishmat:

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BISCOITOS DE MAIZENA

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Ingredientes:

1 ovo

1/3 de copo de óleo

1 pitada de sal

3 gotas de baunilha

½ colher de chá de bicarbonato de sódio

1 ½ copo de maizena

1 copo de farinha de trigo

1 copo de açúcar

Modo de Fazer:

Misture todos os ingredientes, molde os biscoitos e asse até dourar.

Obs.: Usei copos descartáveis de 180 ml.

Berachá mezonot.

Lebriut!

 

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