Archive for maio, 2019

A ALIANÇA

BS’D

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“Se andardes segundo os Meus estatutos… darei vossas chuvas no tempo certo…” (Vayikrá 26:3,4) O Estudo da Torá e o cumprimento das mitsvot são a aliança de casamento com a qual D-us santificou e desposou Israel (o povo judeu), assumindo o compromisso de alimentá-lo e sustentá-lo.

 Hayom Yom – 28 de Tishrei

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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UM SHABAT PARA D-US

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farm

Em Parashat Behar lemos: “Seis anos semearás teu campo, e seis anos podarás teu vinhedo e colherás seus frutos. Mas no sétimo ano haverá um Shabat de repouso para a terra, um Shabat para D-us.” Este sétimo ano Sabático é chamado, em hebraico de “shemitá”.

Ao comentar este versículo, Rashi explica que “Shabat  para D-us” significa “por causa de D-us” (ou por amor a D-us). Em outras palavras, deixar a terra de pousio no sétimo ano deve ser praticado única e exclusivamente por ser uma mitsvá ordenada por D-us.

À primeira vista, proporcionar um repouso periódico à terra parece ser um método natural de rejuvenescer o solo. Sabe-se que evitar o cultivo durante um ano inteiro serve para enriquecer o solo e melhorar a qualidade da produção futura.

Contudo, a Torá ordena que o cumprimento da shemitá seja praticado não com o objetivo de melhorar a qualidade do solo e sim “por causa de D-us”, pelo fato de D-us assim haver ordenado.

Quando os judeus se abstêm de trabalhar a terra no sétimo ano, estão confirmando a supremacia de D-us sobre o Universo. Cumprir shemitá comprova abertamente que nossa ocupação à busca de sustento não faz com que nos esqueçamos do Criador.

A mitsvá de shemitá é um treinamento para que nos lembremos de que não importa o que estejamos fazendo, tudo na vida é “por causa de D-us”. Até mesmo as coisas consideradas “naturais”, como comer, beber, dormir e trabalhar, devem ser feitas puramente por causa do Céu.

Quando um judeu come, deve fazê-lo “por causa de D-us”. Consome alimentos para ficar forte e saudável para poder cumprir mais mitsvot.

Quando um judeu dorme, dorme “por causa de D-us”. Sabe que o corpo precisa de repouso para recuperar as forças, para ficar totalmente alerta e capaz de cumprir os mandamentos.

Tal deve ser a atitude para com cada detalhe da vida: Devemos lembrar sempre que todos os aspectos da existência são “por causa de D-us”.

Agir assim atrai bênçãos de D-us, como consta: “E Eu ordenarei minha bênção sobre você”, e garante que D-us nos dará só coisas boas de Sua mão repleta, aberta e santa.

Adaptado de Maayan Chai, de Likutêi Sichot, Vol. 7

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5774/1320.htm#caption9

Leilui Nishmat:

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Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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“Diga Amen!”

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O rabino Alter Bukiet de Lexington, Massachusetts, contou a seguinte história:

Lag Baômer 1984.

Devido aos preparativos para a parada a ao grande movimento em frente ao 770, decidiu-se que os casais que quisessem receber bênçãos do Rebe não deveriam ficar na frente do 770 como de costume. Em vez disso, deveriam esperar às 10h da manhã na porta da residência do Rebe no número 1304 da President Street, onde haveria mais tranqüilidade e privacidade.

Como muita gente aguardaria lá, uma comissão foi nomeada para manter a ordem. Essa comissão era controlada pelos jovens do Kolel, de que eu fazia parte.

Como não era do meu temperamento mandar nas pessoas nem empurrá-las, pedi para ficar encarregado da área ao lado da porta do carro do Rebe para abri-la assim que o Rebe chegasse e fechá-la assim que o Rebe estivesse sentado, para que o motorista pudesse dar partida sem atraso. Jamais me esquecerei daquela cena.

Havia muitos casais. Pessoas de Chabad e aquelas que não eram Chabad. Também havia vários casais Satmar esperando que o Rebe saísse de casa.

O Rebe saiu às 10 da manhã e só chegou ao carro às 10:20. Levou 20 minutos para chegar até o carro. Havia choros e gritaria. Houve quem o Rebe abençoou, e os que o Rebe “não escutou”. A cena era de arrepiar.

O Rebe chegou ao carro e sentou-se, e eu comecei a fechar a porta quando, de repente, alguém enfiou a cabeça no carro e disse ao Rebe que estava casado há vários anos e não tinha filhos e deu ao Rebe seu nome e o nome de sua esposa. Percebi que esse homem era um chassid Satmar. A pressão na porta aumentava e eu tentava, com toda a força, manter a porta aberta, para que o homem não fosse esmagado.

O Rebe lhe deu uma berachá e, de repente, ouvi o Rebe usar uma expressão muito incomum.

O Rebe olhou para o Satmar e disse algo como: “A criança vai precisar ter alguém com quem brincar.” O cara não entendeu nada do que o Rebe estava tentando dizer. O Rebe lhe disse: “Diga Amen!” finalmente, caiu a ficha e o homem gritou bem alto: “Amen!” e se afastou do veículo. Fechei a porta e o carro do Rebe se afastou.

Passaram-se anos. Mudei-me para Boston, em shelichut e a vida continuou.

A história continua:

24 de Menachem Av, 6 de agosto de 1999.

24 de Menachem Av é o aniversário do pai do R. Alter, o Rav Hachassid, R. Chaim Meir Bukiet, A”H. Nesse dia, em 5759, R. Alter resolveu visitar seu túmulo, que fica próximo ao Ohel, no Cemitério Montefiore,. Decidiu sair de Boston após a meia noite, para chegar entre 4 e 5 da manhã, para visitar seu pai, bem como o Ohel do Rebe, e estar de volta em Boston às 9 da manhã para começar seu dia de trabalho normal.

5h da manhã.

Alter Bukiet estava no Ohel lendo Maanê Lashon, quando viu um chassid Satmar entrar com dois meninos. Achou estranho que estivessem lá naquela hora. Ficou mais espantado ainda quando, após todos eles terem lido o Maanê Lashon, o pai falou para os meninos “tirarem o maamar”. Foi quando eles tiraram folhas do maamar que é tradicionalmente falado pelos meninos Chabad quando chegam à idade de Bar Mitsvá, e os dois meninos leram todo o maamar no Ohel. Ao sair do Ohel, R. Alter os encontrou de novo na tenda, perto bancada do café. Não conseguiu se segurar e abordou o homem para matar sua curiosidade. R. Alter perguntou o que o trouxera lá naquela hora. O chassid Satmar respondeu: “Estes são filhos do Rebe. Nasceram de uma berachá do Rebe.” E contou que estava casado há vários anos e não tinha tido filhos, e um dia foi pedir uma berachá ao Rebe e “o Rebe me abeçoou. E em seguida me disse: ‘a criança precisa ter alguém com quem brincar… Diga Amen!’ E por esse mérito minha esposa deu à luz estes gêmeos, como você pode ver.”

Bukiet, todo emocionado, perguntou: “Diga-me, quando, exatamente isso aconteceu? Será que foi em Lag Baômer de 5744, na frente da casa do Rebe?”

– “Sim, sim. Em Lag Baômer em 5744, na frente da casa do Rebe em President Street, no carro do Rebe!” – Exclamou o chassid Satmar.

– “Não acredito”… – disse R. Bukiet. – “Foi eu quem segurou a porta aberta com toda a força para que a porta não fechasse em cima de você.”

“Sim, claro!” – Disse o chassid Satmar olhando bem para ele, para ver se conseguia se lembrar de seu rosto após tantos anos. – “E agora você está vendo o circuito completo, pois estes são meus gêmeos, que nasceram pelo mérito da berachá do Rebe, dois anos após aquele Lag Baômer. E hoje é o Bar Mitsvá deles. São os únicos filhos que tenho. Não temos outros. São filhos do Rebe.

Adaptado de um WhatsApp do grupo de Tanya.

Leilui Nishmat:

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REVELAÇÃO

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images (1)

“Não andarás com mexericos entre o teu povo…”

(Vayikrá 19:16)

Nada no mundo revela tanto quanto quando uma pessoa abre a boca; isso divulga para todos o que ela realmente é.

(Zohar)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/667.htm#caption8

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LONGEVIDADE NO SERVIÇO DIVINO

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Grand-Central-Terminal-NYC

O Rebe Rashab esteve em yechidut com seu pai, o Rebe Maharash, e no desenrolar da conversa, disse-lhe o Rebe Maharash:

 

Quando um minuto é tempo, o tempo passa com sucesso. Sucesso do tempo é através da vigilância do tempo, e a vigilância do tempo é quando se cuida dos minutos, e a vigilância dos minutos é só através da calma.

O Rashba era tranqüilo e tinha tempo para tudo. Escreveu muitas respostas e dava três aulas diariamente. Duas aulas eram com alunos excelentes, uma das aulas sobre o Sha’s em sua ordem, e na outra, conversava com os alunos sobre as respostas que dera para as perguntas que lhe faziam. E a terceira aula era quando ensinava uma Massechet fixa. O Rashba era também médico famoso e um excelente pesquisador nas ciências, e grandes sábios judeus e (lehavdil) sábios não-judeus a ele dirigiam suas perguntas, e diariamente dava uma caminhada.

Para quem cuida do tempo, um momento é tempo, um dia é um ano e esta é a questão do conceito de longevidade (prolongamento dos dias) no serviço Divino.

(Sêfer Hasichot 5700, págs. 113-114)

Adaptado do livro:

Otsar Sipurei Chabad

  1. Avraham Chanoch Glitsenshtein

Vol. VIII, págs.104-105

(Hebraico)

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