Archive for junho, 2019

INSERIR EMUNÁ (FÉ)

BS’D

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Devemos iniciar a educação judaica (chinuch) das crianças com emuná (fé) e kabalat ol (submissão), não com o intelecto.

Até mesmo os assuntos de intelecto devem ser cumpridos com kabalat ol. …

As primeiras histórias que se deve ensinar às crianças devem ser as de milagres supra racionais.

É deste modo que se implanta emuná nas crianças.

Adaptado do livro:

“Teachings of the Rebbe on Chinuch”

(Inglês)

Pág.105

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PURÊ DE ABÓBORA

BS’D

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(Parve)

Ingredientes:

½ abóbora japonesa

Sal e azeite a gosto

Cominho ou canela (opcional)

Modo de Fazer:

Lave a metade da abóbora e retire as sementes com uma colher.

Envolva em papel alumínio e asse (com a casca) em fogo forte até que a abóbora fique macia (teste com um palito)

Quando esfriar um pouco, retire, com uma colher, a abóbora da casca. Acrescente o sal, o azeite e o cominho e vá amassando e misturando com um garfo.

Lebriut!

 

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CONECTAR e EDUCAR

BS’D

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Os Baalei batim chassídicos das gerações passadas implantavam nos seus filhos – meninos e meninas, sem distinção – uma ligação e uma dedicação intrínsecas ao Rebe.

Consequentemente, consultavam o Rebe sobre tudo o que os preocupava, questões familiares e assuntos de sustento. E seguiam suas orientações. E isso era bom tanto para eles quanto para sua família.

Adaptado de “Teachings of the Rebbe on Chinuch”

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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KIGLE DE ARROZ

BS’D

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Ingredientes:

1 copo de arroz (180 ml)

3 copos de água

½ colher de chá de sal

4 ovos

1 maçã ralada

1 punhado de passas

2 colheres de sopa de gergelim

2 colheres de sopa de amêndoas picadas

2 colheres de chá de canela em pó

1 copinho de açúcar

Um pouco de óleo

Modo de Fazer:

Coloque as passas de molho em água.

Cozinhe o arroz na água e sal e deixe esfriar.

Numa tigela, misture o arroz cozido, as passas drenadas e os demais ingredientes.

Asse em forma untada durante aproximadamente 1 hora.

Lebriut!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O PODER DO CHITAS

BS’D

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Aharon Denderowitz relata o seguinte:

Quando eu era bem pequeno e vivia em Londres, meu pai esteve muito doente e ficava a maior parte do tempo no hospital, de modo que minha mãe tinha de trabalhar e meus avós cuidavam de mim. Lembro-me que costumava perguntar a minha mãe: “Onde está Papai?” e ela respondia: “Em breve estará em casa”. E eu insistia: “Quando?” E ela respondia: “Não sei.”

Mas aproximadamente na época em que completei cinco anos, algo mudou. No início de 1958, meu pai teve alta e nos mudamos para Gateshead. Foi quando a vida voltou ao normal, fui para a escola e tudo estava bem.

Anos passaram, e quando meu pai estava com quase setenta anos, teve câncer e começou a definhar; entrou numa clínica e acabou falecendo. Na semana de shivá – os sete dias de luto – meu irmão mais novo, Simcha, alav hashalom, contou para mim e para meus outros irmãos uma história. Ele disse, “preciso contar para vocês o que aconteceu quando Papai estava na clínica. Não pude contar antes porque a pessoa que me contou pediu segredo.”

Simcha prosseguiu dizendo que em seus últimos dias, meu pai teve uma visita, Reb Yisrael Rudzinski, que estivera com ele nos campos durante a Segunda Guerra Mundial. Reb Yisrael era um chassid Bobov, alfaiate de profissão, e era um dos melhores amigos de meu pai, os sobreviventes que participavam de todas as comemorações de família conosco. Quando ele foi visitar meu pai pela última vez, meu irmão deixou que os dois conversassem em particular.

Reb Yisrael era especial, sincero e dedicado e, ao sair do quarto de meu pai, viu que meu irmão estava deprimido. De modo que, na tentativa de lhe dar coragem para o que viria pela frente, contou-lhe esta história.

“Você sabe que seu pai esteve muito doente quando jovem?” Reb Yisrael perguntou a meu irmão. Meu irmão disse que sabia, mas que isso fora antes de ele ter nascido.

Reb Yisrael continuou: “Quando seu pai estava muito doente, visitei sua mãe e seus avós. E eles me mostraram uma carta que tinham acabado de receber do hospital após uma junta médica sobre seu pai. Essa carta dizia que os médicos achavam que ele precisava ser operado mas havia um risco de essa intervenção fazer com que seu pai ficasse em estado vegetativo.”

Meus avós perguntaram a opinião de Reb Yisrael. “Quem sou eu para responder um pergunta dessas?” – Disse. E sugeriu que aquela era uma questão para um grande líder do mundo judaico. E se ofereceu para mandar uma carta, por eles, para todas as maiores autoridades rabínicas da época.

Acabou mandando vinte e três cartas, explicando a situação e perguntando se deviam permitir a operação ou não. Mandou tantas cartas porque não sabia quem iria responder. Após a guerra, havia muita tristeza e muitas questões de perda e mágoa com que os rabinos tinham que lidar.

Mas ele recebeu uma resposta.

O único que respondeu foi o Rebe de Lubavitch.

O Rebe respondeu que lhe doía o coração ouvir sobre tamanho sofrimento, mas ele sentia que não podia responder essa pergunta. Porém, gostaria de dar uma sugestão, que escutara de seu sogro, o Rebe Anterior, que uma pessoa que estuda Chitas diariamente verá salvação.

O que é Chitas (Chitat) ? É um acrônimo para Chumash (os Cinco Livros de Moisés), Tehilim (o Livro dos Salmos) e Tanya (o livro básico do Alter Rebe, fundador do movimento Chabad). O Rebe estava recomendando que meu pai começasse a estudar porções diárias desses livros sagrados de acordo com um cronograma prescrito.

Como o Rebe tinha sido o único que respondera, Reb Yisrael resolveu telefonar para ele. Após muito esforço – pois naquela época as ligações internacionais não eram tão fáceis – conseguiu ligar para o escritório do Rebe e pediu ao secretário para fazer o favor de dizer ao Rebe que seu conselho não poderia ser seguido, pois meu pai estava tão doente que não tinha condições de estudar Chitas. “Neste caso”, veio a resposta, “que alguém da família o faça por ele.”

“Mas ele perdeu toda a família na guerra”, disse Reb Yisrael. “Ele não tem ninguém.”

“Neste caso, o Rebe recomenda que um amigo o faça”, disseram-lhe.

Embora ele não fosse um chassid Lubavitch, Reb Yisrael seguiu a orientação do Rebe de Lubavitch e tornou-se o amigo que estudava Chitas por meu pai. Foi isso o que ele disse a meu irmão.

Após seis semanas, meu pai começou a mostrar sinais de melhora, e os médicos começaram a falar em lhe dar alta do hospital. E após mais seis semanas lhe deram alta.

Quando isso aconteceu, meu pai seguiu o conselho do Rabino Moshê Schwab do Gateshead Talmudical College, que lhe disse para se mudar, de acordo com a máxima: “Meshanê makom meshanê mazal – uma mudança de lugar pode mudar a sorte da pessoa.” Foi por isso que nos mudamos para Gateshead quando eu tinha cinco anos de idade.

Desde aquela época, até a velhice, meu pai esteve bem – tinha um emprego, sustentava nossa família e era muito ativo na comunidade judaica local.

Naquela conversa marcante, Reb Yisrael disse a meu irmão algo impressionante – “Desde então, há quarenta anos, falo Chitas. E pretendo continuar.”

E Aharon Denderowitz concluiu:

Acho muito forte esta história porque ela mostra que não sabemos qual é o canal espiritual que nos sustenta. E ela me faz pensar em tudo o que o Rebe fez por todos nós e continua fazendo. Espero que esta história inspire todos os que a lerem.

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/4309327/jewish/The-Power-of-Chitas.htm

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

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Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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… QUE TE TIROU DO EGITO

BS’D

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Shavuot é a festa em que comemoramos a outorga da Torá, quando o Próprio D-us desceu sobre o Monte Sinai diante de todo o povo judeu. O mundo ficou quieto quando D-us proclamou o primeiro dos Dez Mandamentos: “Eu sou Hashem teu D-us que te tirou da terra do Egito.”

Nossos Sábios perguntam: o que houve de tão especial no êxodo do Egito, a ponto de D-us haver escolhido mencioná-lo no primeiro dos Mandamentos? Por que não “Eu sou Hashem teu D-us, que criou o Céu e a Terra”? Será que a criação do Mundo não é mais fundamental do que um fato histórico isolado que envolveu apenas alguns milhões de pessoas?

Além disso, o êxodo do Egito – embora seja um grande milagre – abrangeu apenas aquela geração. A existência do Universo físico, porém, é um fenômeno que todas as gerações podem apontar como evidência da grandeza de D-us. Por que, então, o Criador deu ao êxodo tamanha importância ao Se revelar à humanidade?

A filosofia Chassídica explica que em certos aspectos, a libertação do povo judeu da escravidão no Egito foi um acontecimento maior ainda que a criação do mundo. D-us criou o mundo ex-nihilo – a partir do nada – algo que nós, como seres criados, não podemos compreender. Embora a criação do mundo seja um evento maravilhoso, para um D-us todo poderoso, eterno e infinito não foi uma proeza tão especial.

Além disso, a Torá diz que o mundo foi criado pela fala de D-us. “Pela palavra de D-us os Céus foram criados, e por Seu sopro, todos os seus exércitos.” A fala é uma faculdade externa, produzida sem esforço. O Universo foi criado de modo a expressar, apenas a fração mais periférica do verdadeiro poder de D-us.

O êxodo do Egito, porém, foi um milagre totalmente diverso. Para que os judeus saíssem do Egito, D-us precisou modificar as leis da natureza que Ele já tinha criado para reger o mundo. O Próprio D-us (e não um anjo) liderou os judeus em sua partida. Revogar a lei natural para libertar os filhos de Israel envolveu um nível ainda mais elevado de intervenção Divina que a criação inicial do Universo! Foi por isso que o êxodo do Egito recebeu a merecida ênfase nos Dez Mandamentos.

O mesmo acontece em nossa vida. Por vezes, achamos mais difícil mudar hábitos profundamente arraigados do que iniciar um empreendimento totalmente novo. Quando D-us tirou nossos antepassados do Egito (Mitsrayim), deu a cada judeu a força para romper as fronteiras e as limitações (metsarim) que estão em seu caminho. Esta força congênita, concedida ao povo judeu quando a Torá foi revelada, dá-nos a capacidade de superar qualquer mau hábito e qualquer traço de caráter negativo que nos impede de servir a D-us com todo o coração.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/772.htm#caption2

(Inglês)

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Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

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Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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