Archive for fevereiro, 2020

QUANTIDADE X QUALIDADE

BS’D

CAYMN12-AG300

“… e separem para Mim uma contribuição…”

(Shemot 25:2)

Sobre a prece diz-se:

“É melhor um pouco com as intenções corretas do que muito sem as intenções adequadas.”

Porém, sobre a tsedaká (“caridade”):

“Muito sem as intenções apropriadas” também é bom!

O principal objetivo em dar tsedaká é ajudar ao próximo. A motivação por trás do ato é secundária.

Falando em termos simples, quanto mais dinheiro for doado, melhor o resultado.

(Báal HaTanya)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5759/557.htm#caption8

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DEBBY’S COFFEE CAKE

BS’D

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Ingredientes:

4 ovos inteiros

1 copo de óleo

¼ copo de café solúvel dissolvido em ¾ de copo de água fervendo

2 copos de açúcar

1 colher de chá de baunilha

2 copos de farinha

¼ de copo de chocolate em pó

2 colheres de chá de fermento em pó

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Misture bem os ovos, o óleo, o café pronto, o açúcar e a baunilha.

Em seguida, vá acrescentando, aos poucos, a farinha, o chocolate e o fermento, mexendo bem até formar uma massa uniforme.

Asse os primeiros 10 minutos em forno médio e em seguida baixe o forno e asse até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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ATENÇÃO PLENA

BS’D

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Um dos problemas mais comuns de nossa geração é o problema da concentração e atenção. A agitação, e até mesmo a turbulência, da vida, nos distrai ininterruptamente.

Esse problema, comum em crianças, atinge atualmente cada vez mais adultos. A verdade é que todos nós temos áreas em que sofremos de déficit de atenção, em maior ou menor grau.

A vida é tão intensa e rápida e há tanta distração tecnológica que é difícil, muito difícil mesmo, hoje em dia, manter a concentração. Mas até mesmo nessas épocas de desafios, precisamos concentrar nossas energias e atenção. Chabad exige pnimiut. Chitson é um termo depreciativo para os Chassidim.

Contam que os Chassidim do Rebe Rashab estavam, certa vez, num farbrenguen e entre uma sichá e um maamar cantaram o Nigun de Hachaná. Mas cantaram apressados, pensando que quanto mais rápido acabassem de cantar, mais rápido escutariam o maamar.

Mas o Rebe não gostou disso, e se queixou a seu filho, o Rebe Rayats, que na época era o reitor da Yeshivá. Disse que era um comportamento de um chitson. Um Chassid pnimi precisa mergulhar totalmente no que está fazendo naquele momento, sem pensar no instante seguinte. Se estão cantando, toda a atenção tem de estar focada no nigun.

Esta é uma idéia fundamental para chinuch. A pessoa precisa se acostumar a se concentrar totalmente no que está fazendo e não deixar sua mente divagar.

Na nossa geração isso é muito mais difícil.

Alguém se queixou ao Rebe de não ter tempo para estudar, pois era constantemente perturbado por telefonemas. O Rebe lhe disse que quando se sentasse para estudar deveria tratar o telefone como se fosse Shabat!

O Shabat é uma ilha de normalidade na turbulência da vida material. As halachot do Shabat nos ensinam a neutralizar e remover todas as coisas que nos afastam do ponto central de nossa existência e elas nos levam a nos concentrar no que é realmente importante.

As pessoas que tiveram o privilégio de visitar a Rebetsin Chaya Mushka, esposa do Rebe de Lubavitch, elogiaram sua hospitalidade calorosa, em que a Rebetsin fazia suas visitas se sentirem como se fossem a coisa mais importante daquele momento. Isso era comunicado em cada detalhe de como ela recebia: desde o cuidadoso planejamento com que o lanche era servido à atenção que dava aos convidados, conversando com eles, escutando de verdade, tendo empatia e com eles se identificando.

Quando a Rebetsin conversava com alguém, estava completamente presente.

Dr. Weiss, o cardiologista que foi chamado de Chicago para tratar o Rebe após o ataque cardíaco em 1977, disse: “Quando cheguei, a Rebetsin me recebeu. Insistiu para que eu fizesse kidush e comesse alguma coisa antes de examinar o Rebe. Eu disse que tinha vindo para cuidar do Rebe. Ela respondeu: ‘Seu colega, Dr. Tishholtz está com o Rebe agora, e tudo está sob controle. Por favor, primeiro faça kidush e coma alguma coisa e só depois vá ver o Rebe.

“Por falta de opção, concordei. Aquele foi meu primeiro encontro com a Rebetsin Schneersohn, a esposa do Rebe, gentil e impressionante, que sempre me tratou com interesse e cuidado.

“Percebi de imediato que era uma personalidade singular, de qualidades marcantes. Levava muito a sério seu papel de anfitriã.

“Além dos três secretários do Rebe, que me mantinham informados sobre a situação do Rebe, minha maior aliada era a Rebetsin. Conversávamos quase toda noite, para que eu pudesse estar atualizado sobre a saúde do Rebe, pois ainda estávamos antes da era da internet. Ela era tão sábia, tão perceptiva, de modo que eu sempre sabia o que estava acontecendo.

“Ao mesmo tempo, a Rebetsin estava por dentro do que estava acontecendo do outro lado da linha telefônica. Quase sempre sabia dos resultados da última partida do Chicago Cubs. Ela sabia que eu era um fã muito entusiasta desse time de baseball e ela sabia quando eles tinham perdido ou ganhado. Conseguia me compreender no outro lado do telefone.

“A Rebetsin amava o Rebe com todo o seu coração e o Rebe estava ligado à Rebetsin com todo o seu coração.

“O Rebe tinha muita consideração e cuidado para com a Rebetsin. Sempre me falava, após cada consulta, para lhe fazer a gentileza de dizer à Rebetsin que tudo estava bem, para que ela não ficasse tão preocupada.

“A Rebetsin tinha grande respeito e admiração pelo Rebe e o Rebe dava muito valor ao tempo que dedicava a tomar chá com a Rebetsin. Disse-me, certa vez, que considerava aquele encontro diário para tomar chá tão importante quanto pôr tefilin, e estava falando sério! A Rebetsin lhe era muito preciosa.”

 

Nossa Rebetsin era assim: perceptiva, recatada, sábia e pnimiutdik, totalmente focada no que estava fazendo com seriedade, responsabilidade e cuidado.

Certa vez, perguntaram à Rebetsin: “Qual foi o momento mais feliz de sua vida?” E ela respondeu: “Este é o momento mais feliz.”

Esta é a resposta de um pnimi, alguém que vive o presente com chayut e intensidade completas, com a compreensão e, além disso, a internalização de que  este é o instante mais feliz e mais significativo. Estar realmente aqui e agora é um nível muito elevado. Que possamos todos alcançar muitos momentos assim felizes em nossa vida.

Adaptado de:

http://beismoshiachmagazine.org/articles/the-happiest-moment-in-the-rebbetzins-life.html

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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QUE CONSOGROS!

BS’D

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Reb Arieh, chassid  do Alter Rebe (Rabi Shneur Zalman, fundador do chassidismo Chabad), tinha sido nomeado, pelas autoridades, como “burgomestre” de sua cidade. Como juiz supremo e tabelião oficial, Reb Arieh era o responsável pelo cartório onde eram registrados todos os casamentos, nascimentos e mortes (que D-us nos livre) da comunidade judaica.

Certa vez, houve um caso em que um não-judeu da cidade se converteu ao judaísmo. Naquela época e lugar isso era um grave delito. Qualquer suspeita, por menor que fosse, de colaboração no processo de conversão estava sujeita a duras penas. Por isso, pediram a Reb Arieh para que desse um jeitinho de “esquecer” de registrar o óbito de certo judeu que falecera recentemente. O convertido tinha aproximadamente a mesma idade do falecido e assumiria legalmente a identidade dele.

Era um plano astuto, e teria dado certo, não fosse pelo dedo-duro que levou o caso à tona. O burgomestre foi pego e foi marcada uma data para o julgamento.

Reb Arieh estava realmente em apuros. Como era um chassid de verdade, foi ter com o Alter Rebe e lhe expôs seu dilema. O Rebe o aconselhou a adiar o julgamento, e ele foi reagendado para uma data posterior.

Quando a segunda data do julgamento foi se aproximando, Reb Arieh voltou a procurar o Alter Rebe. Mais uma vez, o Rebe o aconselhou a adiá-lo de novo. Isso aconteceu várias vezes, até que chegou uma hora em que Reb Arieh já não conseguiu mais adiá-lo. Finalmente o burgomestre seria julgado por seu “crime”. O chassid pediu ao Alter Rebe que o salvasse.

Por estranho que pareça, a resposta do Alter Rebe foi convidar Reb Arieh para o casamento de sua neta, que seria na cidade de Zlobin. Seria uma união entre duas dinastias rabínicas. Uma neta do Alter Rebe ia se casar com um neto do Rabi Levi Yitschak de Berditchev. “Por que não vai e conta seu problema ao Rabi Levi Yitschak?” Sugeriu o Alter Rebe. “Tenho certeza de que ele pode ajudá-lo.”

Reb Arieh viajou para Zlobin, mas era muito difícil conseguir se encontrar com o Rabi Levi Yitschak, pois milhares de pessoas tinham ido para lá com a mesma idéia. Reb Arieh foi persistente. Resolveu voltar no meio da noite e esperar na porta do Rabi Levi Yitschak. Deste modo, na manhã seguinte seria o primeiro da fila.

Naquela noite, Reb Arieh postou-se na porta do quarto do Rabi Levi Yitschak e deu uma espiadinha para dentro. Viu algo muito estranho! De um dos lados da cama do tsadik estava um gabai com um volume de Mishná; do outro lado estava um segundo gabai com o sagrado Zohar. Ambos estavam lendo alto – e ao mesmo tempo – e o Rabi Levi Yitschak parecia dormir. Mas quando um gabai errava alguma palavra, o tsadik se virava e reclamava, “Nu! Nu!” Umas duas horas depois, Rabi Levi Yitschak acordou de seu “cochilo” e Reb Arieh pode entrar.

A primeira coisa que o Rabi Levi Yitschak perguntou a Reb Arieh foi quem o tinha enviado.

“Meu Rebe”, respondeu Reb Arieh.

“E quem seria ele?”

“O Alter Rebe”, respondeu Reb Arieh.

“Ah, ele!” Exclamou Rabi Levi Yitschak. “Meu consogro é seu Rebe? Que tsadik e erudito que ele é, um homem sagrado de D-us!” E durante algum tempo continuou a falar assim, elogiando o Alter Rebe até as alturas. “Diga-me, então”, falou carinhosamente, “o que posso fazer por você?”

Reb Arieh explicou que era o burgomestre de sua cidade. “Um burgomestre?” Repetiu o tsadik. “O que é isso?”

O Chassid descreveu suas obrigações e responsabilidades.

“Quer dizer que um judeu é responsável por toda a cidade?” Rabi Levi Yitschak perguntou, impressionado. “Como pode ser?”

“Prá falar a verdade”, respondeu Reb Arieh, “só aceitei esse cargo porque o Alter Rebe insistiu que eu o fizesse.”

“Oh!” Declarou enfático o tsadik. “Meu consogro – o sábio, o santo, o erudito, o justo – o aconselhou a aceitar esse cargo. Neste caso, você não tem nada com que se preocupar. D-us vai ajudar e vai proteger você de todo o mal.”

Reb Arieh voltou pro Alter Rebe e contou a conversa que tivera com o Rabi Levi Yitschak. “O que acha?” Perguntou o Alter Rebe. “Não lhe dei um bom conselho?” E repetiu a pergunta. “Lhe dei um bom conselho, não?”

Na véspera do dia marcado para o início do julgamento, um incêndio irrompeu no tribunal. Todos os documentos importantes que estavam no prédio foram reduzidos a cinzas – inclusive a acusação oficial contra Reb Arieh. Por não haver outro registro, o caso foi descartado, e não houve mais acusação.

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5770/1106.htm#caption8

(Inglês)

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CADÊ A PAZ?

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Nas Leis de Shabat, Orach Chaim, cap. 329, parágrafo 6, consta:

“Quando não-judeus sitiam cidades judias, se vierem por motivos financeiros, não profanamos o Shabat por causa deles [lutando contra eles]. Mas se vierem com a intenção de tirar vidas, ou até mesmo se vierem sem anunciar seu objetivo, e haja motivo para suspeitar de que, talvez, estejam vindo para tirar vidas; mesmo se não tiverem chegado ainda, saímos contra eles com armas e profanamos o Shabat por causa deles. Quando se trata de uma cidade próxima à fronteira, mesmo se sua intenção for apenas [pegar] palha e restolho, devemos profanar o Shabat por causa deles; pois [se não impedirmos que cheguem] podem conquistar a cidade, e de lá será fácil para eles conquistar [o restante de] o país [uma vez que é uma cidade de fronteira].

Esta é a Lei Judaica.

É só olhar o mapa de Israel para perceber claramente que, devido ao tamanho, todo o país está na categoria de cidade próxima à fronteira.

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“É óbvio que Israel não vai ganhar nada se abrir mão de territórios, como vimos no passado.”

(De uma carta do Rebe do mês de Kislev de 5729 – 1969)

>><<

“O motivo pelo qual os árabes estão se recusando a sentar-se na mesa de negociação é que D-us está endurecendo o coração deles”

(O Rebe, Shabat Parashat Matot-Massê, 5729)

 

Baseado em:

https://www.sie.org/

(Inglês)

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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