Archive for junho, 2020

A HISTÓRIA POR TRÁS DO TOFUTTI

BS’D

O Sr. David Mintz relata o seguinte:

Quando pedi ao Rebe uma bênção para abrir um restaurante kasher no Upper East Side de Manhattan, o bairro não tinha nada kasher. Só tinha “estilo kasher”. O único lugar kasher de verdade era o Meal Mart no West Side, e além dele, não havia nenhum outro lugar em que um judeu religioso pudesse comer.

O Rebe me deu uma linda bênção. Disse que eu teria sucesso se tivesse muito cuidado com os produtos kasher que usasse.

Mas quando abri o restaurante, Mintz’s Buffet, no final da década de 70, as pessoas viam o certificado de glatt kasher, e que eu estava de kipá, e diziam: “Jovem, está perdendo tempo e dinheiro aqui. Seu lugar é no East Side.” Mas eu dizia: “Obrigado por sua preocupação e conselho, mas o sucesso do negócio depende de D-us.”

O restaurante teve enorme sucesso. Fazia bastante refeições para levar, e comida para eventos. Muitas vezes as pessoas pediam sorvete, e eu tinha de responder: “Nossos pratos contêm carne portanto, não podemos comer sorvete na mesma refeição.” E respondiam: “Tá bom, então vamos comprar sorvete em outro lugar.”

Isso plantou uma semente na minha cabeça. Comecei a pesquisar e, finalmente, resolvi fazer um sorvete parve. Que não contivesse leite, que eu pudesse vender com uma refeição de carne. Quando li um artigo sobre tufu, fui a Chinatown comprar, embora, na época, eu nem soubesse o que era tofu.

Comecei a fazer experimentos, mas no início, não tive muito sucesso e tudo o que eu fazia acabava no lixo. Naquela época, sempre que eu visitava o Rebe, contava prá ele o que estava fazendo e ele me dizia: “Tem de ter fé. Se tiver fé em D-us, pode fazer maravilhas.” Portanto, continuei tentando.

Enquanto isso, meu negócio de restaurante ampliou-se. Eu tinha um Mintz’s Buffet na Third Avenue, em Manhattan e outro em Flatbush, Brooklyn. Foi quando surgiu uma oportunidade de abrir um na Madison Avenue. Perguntei ao Rebe se devia fazê-lo e sua resposta foi: “Tenha cuidado.” Não entendi o que ele queria dizer; Madison Avenue parecia uma ótima oportunidade. Abri lá, mas a clientela local não era compatível com o tipo de negócio que eu tinha e não tive sucesso. E nessa época, meu restaurante da Third Avenue teve de ser fechado porque Donald Trump comprou todo o quarteirão e demoliu todos os prédios.

Foi quando o Rabino Shlomo Riskin, fundador da Lincoln Square Synagogue, no Upper West Side, procurou-me. Disse: “Sei que teve de sair de onde estava por causa de Donald Trump. Queremos você aqui no West Side. Abra um Mintz’s Buffet e vamos lhe dar todo o apoio. Minha comunidade inteira vai frequentar seu restaurante.

Fiquei muito empolgado, principalmente quando um amigo do Rabino Riskin encontrou o ponto ideal na 72 com a Broadway. Uma verdadeira oportunidade!

Como sempre, pedi o conselho do Rebe, e poucas horas depois que mandei a pergunta, o secretário do Rebe, Rabino Leibel Groner me telefonou. “Escute atentamente”, disse. “Pegue um lápis e papel. Isto é muito importante.”

Fiquei muito emocionado. Era a resposta que eu estava esperando. Aí ele me ditou: “O Rebe está dizendo: ‘B’Shum oifen nisht. De jeito nenhum. B’Shum oifen nisht. De jeito nenhum.” Disse duas vezes.

Fui pego de surpresa. “Por que o Rebe  está dizendo de jeito nenhum?” 

O Rabino Groner explicou: “O Rebe está dizendo que você deve continuar suas experiências com o sorvete parve e D-us vai lhe ajudar a ter muito sucesso. Seus produtos vão se tornar tão populares e vão ser tão procurados que vão ser vendidos no mundo todo.”

Aquilo me pareceu mera fantasia. Enquanto isso, eu estava sentindo como se estivesse perdendo uma oportunidade de ouro na 72 com a Broadway. Mas é óbvio que obedeci ao Rebe; para mim não havia a menor dúvida sobre isso.

Outra pessoa aproveitou aquela oportunidade no Upper West Side e só teve problemas – problemas com a Secretaria da Construção Civil, problemas com a Secretaria da Saúde – o homem jamais conseguiu chegar a abrir o negócio, apesar do enorme investimento feito.

Resolvi me dedicar em tempo integral à experimentação. Vendi o restaurante do Brooklyn, porque a população do bairro tinha mudado e me dediquei a fazer o sorvete parve de tofu. Primeiro chamei-o de Tofu Time e depois de Tofutti.

Em 1981 estava distribuindo amostras. Foi quando tive minha primeira oportunidade. Havia uma loja de alimentos saudáveis em Manhattan chamada Health Nuts, e o dono me ligou dizendo: “Ouvi falar do produto que você está fabricando – sorvete de tofu. Queria provar.”

Levei prá ele um pote de cinco galões (quase 19 litros). Quando cheguei de volta no Brooklyn, vindo de Manhattan, aquele cara da Health Nuts me telefonou: “Senhor Mintz, Senhor Mintz, precisa trazer mais. Por favor, traga mais.”

Ele foi meu primeiro grande freguês e depois veio Zabar’s, epítome das lojas gourmet de Nova York. Depois Bloomingdale ligou. Acabaram distribuindo para as pessoas que entravam na loja e vendendo na lanchonete.

Foi quando vi que não poderia fabricar a quantidade necessária no lugarzinho onde estava trabalhando. Tinha que ampliar meu negócio e torná-lo profissional.

Mais uma vez, fui ter com o Rebe e disse: “Achei uma fábrica que está disposta a fabricá-lo. Por favor, dê-me sua bênção.” O Rebe respondeu: “Vai ser difícil, no começo, mas tem de ter fé em D-us.”

Foi difícil. No meu laboratório, no Brooklyn, fazíamos o produto em chaleirinhas. Na fábrica, os caldeirões eram de 400 ou 800 litros. Tive de reformular. Mas consegui, e Tofutti deslanchou. Acabamos produzindo quase quarenta mil litros de Tofutty por semana, em cooperação com a Wells Farms.

Nessa época, o Rebe me disse: “Vai ter gente que vai oferecer muito dinheiro para comprar seu negócio. Não se deixe levar por suas ofertas e tenha muito cuidado. Continue fazendo o que já está fazendo.”

Foi isso, exatamente o que aconteceu, e quando aconteceu, segui o conselho do Rebe. Mas algum tempo depois, perguntei-lhe se deveria começar a vender ações na bolsa de valores. Era uma firma particular, e achei que isso seria lucrativo. A resposta do Rebe foi: “Ótima idéia.”

E foi o que fiz. Dei esse passo. Pus Tofutti no mapa e começamos a trabalhar com as maiores companhias como a Haagen-Dazs e outras. E tudo isso foi porque o Rebe me deu uma bênção para eu ter sucesso, e porque sua orientação me salvou todas as vezes.

O Senhor David Mintz é o fundador e presidente da Tofutti, que produz uma grande variedade de alimentos à base de soja, sem leite e derivados.

Do livro:

One by One – Stories of the Lubavitcher Rebbe.

Págs. 164-168

(Inglês)

LTeilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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CONVERSAR COMIGO MESMO

BS’D

O Rabino Tsvi Hersh Weinreb relata o seguinte:

Embora tenha morado em Crown Hights durante um tempo depois que casei, eu não era Chabad. De vez em quando ia aos farbrenguens do Rebe, mas minha relação sempre fora mantendo certa distância.

Estou contando isso por causa de algo que aconteceu algum tempo depois.

Três anos depois de nosso casamento, minha esposa e eu nos mudamos para Silver Spring, onde estudei na Universidade de Maryland. Obtive um doutorado em psicologia e comecei a trabalhar como psicólogo no sistema escolar de lá. Além disso, eu dava aulas de Talmud – uma no Shabat de tarde, para o público geral, e uma terça-feira à noite, para um grupo menor de pessoas que queriam se aprofundar mais.

Estava com trinta e poucos anos, e imagino que estava meio cedo para ter a crise da meia idade – ou talvez eu tenha chegado a essa crise mais cedo que a maioria das pessoas – mas nessa época eu me debatia com uma série de questões urgentes:

Deveria ficar no estudo da Torá ou prosseguir com a psicologia? E se fosse esse o caso, como avançar na carreira – passar para psicoterapia particular ou aceitar uma oferta de uma das organizações de serviço social do município? Também estava em dúvida sobre qual seria a melhor escolha, para meus filhos, em termos de opções educacionais em Silver Spring.

Além de todos esses dilemas eu tinha minhas próprias dúvidas nas áreas de fé e confiança em D-us, bem como algumas questões filosóficas. Encontrava-me numa situação de incerteza.

Tudo isso me deixava muito deprimido, e eu não sabia o que fazer nem prá onde ir. Conversei com vários amigos íntimos, e um deles, um Chassid Chabad – sugeriu que eu visitasse o Rebe.

Portanto, em fevereiro de 1971 telefonei para o Rebe.

O secretário do Rebe atendeu o telefone em inglês, e me perguntou o que eu estava precisando.

Enquanto eu conversava com o secretário, ouvi uma voz, no fundo – voz essa que reconheci dos farbrenguens. O Rebe estava perguntando em yídish: “Quem está falando?”

Respondi: “Um judeu de Maryland.”

Eu disse ao secretário que estava com muitas questões que gostaria de discutir com o Rebe – questões sobre a direção que minha vida deveria tomar, minha carreira, fé. Expliquei que estava numa fase muito incerta e não sabia prá que lado ir.

Eu ia falando em inglês e, à medida que eu falava, o secretário do Rebe ia repetindo e parafraseando minhas palavras em yídish – imagino que ele estava fazendo isso para o Rebe, que devia estar lá perto.

E foi quando ouvi o Rebe falar, no fundo, em yídish: “Diga a ele que há um judeu que mora em Maryland com quem ele pode conversar. Seu nome é Weinreb.”

O secretário me perguntou: “Você ouviu o que o Rebe disse?”

Eu não podia acreditar nos meus ouvidos. Tinha certeza de que não tinha dado meu nome, mas o Rebe acabara de falar meu nome! Fui pego de surpresa e quis ouvir novamente. Portanto, quando o secretário me perguntou se eu tinha escutado, falei que não.

O secretário repetiu as palavras do Rebe para mim: “Há um judeu em Maryland com quem ele deve falar. Seu nome é Weinreb.”

“Mas meu nome é Weinreb!” Protestei.

Foi quando ouvi o Rebe dizer: “Se é assim, então ele deve saber que às vezes é preciso conversar consigo mesmo.”

O secretário também parecia atordoado com o que estava acontecendo. Parou, e eu só ouvia sua respiração. Então ele me disse: “O Rebe disse que às vezes é melhor conversar consigo mesmo. Seu nome não é Weinreb?”

“Sim, meu nome é Weinreb, mas talvez o Rebe esteja se referindo a outro Weinreb.”

“Não, o Rebe está dizendo ‘converse com Weinreb’, e explicou que você precisa conversar consigo mesmo.”

Agradeci muito, e a conversa acabou ali.

Acho que entendi o que o Rebe estava querendo me dizer. Se eu pudesse pôr palavras em sua boca, ele estava dizendo: “Você está procurando as respostas fora de si mesmo. Não é mais criança, é um homem. Tem trinta anos, é pai, é professor de Torá. Precisa ter mais autoconfiança. Está na hora de crescer e escutar a si mesmo. Não seja tão dependente dos outros. Confie em si mesmo.”

E dali por diante, tornei-me mais determinado. Acho que até então eu tinha a tendência de ser muito ambivalente. Não me arriscava. Quando precisava tomar uma decisão, era um procrastinador. Mas a partir de então, mudei.

O Rebe poderia ter pegado o telefone e me dito o que fazer, mas não sei se eu seguiria seu conselho do jeito que aceitei este. Tal qual muita gente, acho que eu tinha uma resistência natural a fazer o que os outros mandavam, e acho que o Rebe teve o discernimento de saber que para mim, seria melhor descobrir sozinho a resposta, do que ouvi-la dele.

Acho que o Rebe ter entendido isso foi parte de sua grande sabedoria.

Poucos meses depois daquele telefonema que transformou minha vida, tive a oportunidade de agradecer pessoalmente ao Rebe. Fui visitar meus sogros em Brooklyn e meu sogro me incentivou a ir agradecer ao Rebe. Ele estava recebendo as pessoas numa pequena audiência pública, e fui até ele e disse: “Meu nome é Weinreb e sou de Maryland.” E ele me deu um grande sorriso de reconhecimento.

Vi o Rebe muitas vezes, e também muitas fotos suas, mas aquele sorriso especial significou muito para mim.

Mudei-me de Silver Spring e acabei mudando de carreira: de psicólogo em tempo integral passei a rabino de uma sinagoga. Fui o rabino de Shomrei Emunah, uma congregação maravilhosa em Baltimore. Numa fase posterior, aceitei o cargo de Vice Presidente Executivo da Orthodox Union, embora tenha sido difícil a decisão de deixar meu cargo em Baltimore.

Desde 1971, houve épocas em que estive diante de questões difíceis na vida e, antes de buscar conselho de outra pessoa, escutava minha voz interior. Primeiro, dedicava algum tempo para estudar alguns dos ensinamentos do Rebe – como Likutei Sichot – para me conectar de novo, e depois seguia o conselho que ele tinha me dado: de conversar comigo mesmo. E incentivo outras pessoas a fazer o mesmo.

Antes de sair por aí perguntando isso e aquilo a outra pessoa, converse consigo mesmo e escute o que você tem a dizer sobre o assunto – às vezes seu próprio conselho é o melhor.

O Rabino Dr. Tsvi Hersh Weinreb é o vice-presidente executivo emérito da Orthodox Union desde 2002.

Do livro:

One by One – Stories of the Lubavitcher Rebbe.

Págs. 25-29

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

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BOLINHOS DE ATUM

BS’D

Ingredientes:

1 lata de atum

3 batatas

1 ovo

2 colheres de sopa de farinha

2 dentes de alho

Óleo ou azeite

Sal a gosto

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Frite os dois dentes de alho (inteiros sem a casca) em aproximadamente 2 colheres de sopa de azeite. Reserve.

Descasque e corte as batatas. Coloque-as na panela com o alho frito e o azeite com água suficiente para cobrir as batatas. Cozinhe (com sal) até que fiquem macias e a água toda evapore.

Retire os alhos e amasse-os bem. Acrescente ao alho o atum drenado e amasse junto. Amasse as batatas e misture ao atum. Acrescente o ovo e a farinha e misture tudo muito bem.

Forre uma assadeira com papel manteiga. Unte o papel manteiga com óleo e vá moldando e arrumando os bolinhos na assadeira. Por cima, verta um filete de óleo e polvilhe com cominho (opcional). Asse em forno alto até dourar.

Lebriut!

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CAUTELA

BS’D

“Raban Gamliel, filho do Rabi Yehudá Hanassi, disse: ‘Seja cauteloso com os que estão no poder, pois eles só fazem amizade com uma pessoa por seus próprios interesses…’”

(Ética dos Pais 2:2)

Embora o sentido literal seja, realmente, um conselho sensato, também existe uma interpretação não literal. O Rebe explica que “os que estão no poder” refere-se a nosso ego, nossos pensamentos e sentimentos. Embora dependamos deles para funcionar, precisamos estar conscientes de seu interesse próprio básico e de que só estão preocupados com seu próprio benefício. Porém, a alma – a essência da pessoa – só está preocupada em se aproximar de D-us e cumprir Sua Torá e Suas mitsvot.

(O Rebe, Tazria-Metsorá, 5739)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5774/1325.htm#caption8

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

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MANDIOQUINHA COM COUVE

BS’D

Ingredientes:

1 dente de alho

3 colheres de sopa de óleo de girassol

4 folhas de couve cortadas fininho

3 mandioquinhas médias descascadas e fatiadas.

½ colherinha de sal ou a gosto

Aproximadamente ½ copo de água

Modo de Fazer:

Frete o dente de alho inteiro no óleo.

Quando dourar, acrescente a couve, a mandioquinha e o sal. Refogue um pouco, misturando. Em seguida, acrescente a água e cozinhe em fogo baixo, até a mandioquinha ficar macia. Se precisar, acrescente mais água. Se estiver macia com muita água, cozinhe mais um pouco.

Lebriut!

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QUEM DÁ… TERÁ

BS’D

“E toda oferenda de todas as coisas sagradas… que eles trazem para o kohen, será dele”, diz a Torá em Parashat Nassô. O grande comentarista, Rashi, explica: “Isto se refere aos bikurim (primeiras frutas).”

As primeiras frutas que amadurecem devem ser levadas para o Beit Mamikdash em Yerushalayim e dadas ao kohen, a quem devem ser outorgadas por direito.

Os produtos agrícolas não crescem sozinhos. Demandam horas sem conta de trabalho árduo: arar, semear e cuidar dos campos. E a Torá exige que o judeu leve os primeiros resultados concretos de seu labor para Jerusalém e os dê de presente a um estranho!

Disso aprendemos que a primeira e melhor parte do que possuímos devemos usar para tsedaká (caridade).

Muitas pessoas não têm muita dificuldade para aceitar esse princípio quando se trata de apoiar instituições religiosas. Doam com a maior boa vontade quando solicitados a contribuir para uma sinagoga ou yeshivá.

Mas algo estranho acontece quando se trata de dar tsedaká para um indivíduo necessitado: “Por que haveria eu de abrir mão de meu dinheiro suado para sustentá-lo?” Instiga o Yêtser Hará (a Má Inclinação). “Por que suas necessidades devem vir antes das minhas? Por que devo abrir mão do melhor que possuo? Algo de segunda categoria não serve? É melhor eu cuidar primeiro de mim mesmo e só depois ajudar os outros com o que sobrar.”

Da mitsvá de Bikurim aprendemos que não é esse o jeito judaico. Temos o mandamento de dar os primeiros frutos para o kohen, um indivíduo, para seu uso pessoal. Só após isso ter sido feito temos permissão de curtir as bênçãos que D-us nos deu.

Não é à toa que a Torá nos ordena levar as primícias para o Templo Sagrado, “a casa de D-us teu Du-s” em Jerusalém antes de presenteá-las ao kohen. Um judeu tem de entender, primeiro, que toda a riqueza que lhe é outorgada de Cima não é realmente sua, apesar do esforço que possa ter investido para ganhá-la.

Quando um judeu entende que tudo, na realidade pertence a D-us, os protestos da Má Inclinação são silenciados, e é muito mais fácil abrir mão dos “primeiros frutos” de seus ganhos até mesmo para outro indivíduo.

Quando um judeu age assim, pode ter certeza de que suas serão as bênçãos de que Rashi fala no versículo: “Quem dá ao kohen ‘os presentes que vêm para ele… será abençoado com grande riqueza.’”

Baseado em Likutei Sichot, Vol. VII

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5773/1271.htm#caption2

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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BOLO DE (CASCAS DE) MAÇÃ

BS’D

Ingredientes:

3 maçãs

3 ovos

1 copo de óleo

1 copo de açúcar

1 copo de farinha

Baunilha e canela a gosto

1 colher de chá de fermento para bolo

Modo de Fazer:

Bata no liquidificador: as cascas das maçãs, os  ovos, o óleo e o açúcar e despeje numa tigela.

Vá acrescentando aos poucos, batendo sempre: a farinha, a baunilha, a canela, o fermento e por vim, as maçãs descascadas picadas.

Asse em forno moderado.

Lebriut!

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