Archive for agosto, 2020

POIS CONTIGO ESTÁ O PERDÃO

BS’D

“Se Tu, D-us, preservasses as iniquidades, Hashem, quem poderia sobreviver? Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 3 e 4

Nos Dez Dias de Teshuvá falamos diariamente o Salmo 130 como parte da reza. Neste Salmo há algo que parece incompreensível:

“Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 4

Como é que o fato de ser perdoado nos leva a temer a D-us? Será que a perpétua bondade de D-us não teria o efeito contrário, uma vez que a pessoa sabe que sempre será perdoada?

Isso pode ser explicado da seguinte maneira:

Um pobre pegou emprestada uma grande quantia e só pode devolver metade do empréstimo, e mesmo assim, em muitas suaves prestações, em vários anos.

Se o credor aceitar esses termos, for gentil e compreensível, é mais provável que o devedor se esforce e tente devolver toda a quantia.

Mas se o credor for intransigente e insistir para que toda a dívida seja devolvida imediatamente à vista, o devedor vai desistir e vai achar que jamais conseguirá devolver o dinheiro. A bondade do credor, portanto, leva o devedor a temê-lo mais ainda.

O Rebe de Lubavitch

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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A FORÇA DE UMA MENININHA

BS’D

O Rebe contou que havia uma família que morava em Israel que tinha uma filhinha de seis anos. A família não cumpria Torá e mitsvot e a menina estudava em uma escola que não era religiosa. Certo dia, duas mocinhas foram visitar a escola e contaram às alunas pequenas que existe uma mitsvá importante que só mulheres e meninas podem cumprir – a mitsvá de acender velas de Shabat. As moças falaram para as meninas que elas também podiam cumprir essa mitsvá importante, e receber o Shabat.

“Queremos muito acender velas em honra do Shabat” – empolgaram-se as meninas. – Como podemos fazer isso?” – Perguntaram emocionadas.

“Muito simples”, as moças as orientaram. “Primeiro coloca-se uma moeda numa caixinha de tsedaká. Depois devem acender a vela e fazer a berachá, assim receberão o sagrado Shabat.” E deram a cada menina uma vela e um castiçal pequeno com uma folha bonita contendo a berachá.

Quando acabou a aula e a menina foi prá casa, correu para sua mãe para lhe mostrar a vela. “Ima, veja o que recebi”, contou com a empolgação característica da infância, e avisou a sua mãe que na próxima sexta-feira de tardezinha, ela pretendia acender a vela, em honra do Shabat.

A mãe não entendeu nada. Não tinha o mérito de cumprir mitsvot, e nunca tinha ouvido falar em velas de shabat. “Não!” – “Não vai acender esta vela.” E pensou: “Onde já se viu uma coisa dessas?! Uma menina pequena resolve fazer algo que seus pais jamais fizeram?! Não é possível que a menina comece a mudar as regras da casa!”

A menina, que o dia todo tinha planejado como acenderia a vela, caiu no choro. “Qual é o problema que eu acenda a vela?! Já tenho a vela e já sei a berachá. Está tudo escrito no papel que me deram na escola. Não estou lhe pedindo que me dê nada. Só estou pedindo que me deixe acender as vilas”, chorou a menina e bateu os pés em teimosia.

A mãe se espantou com a reação da filha. Respondeu carinhosa: “Tudo bem, filhinha. Se parar de chorar, deixo você acender a vela que recebeu.”

Assim que escutou isso, a menina parou de chorar, seus olhos se iluminaram e ficou muito feliz.

Ao chegar a hora do acendimento das velas, a menina achegou-se à mesa e, exatamente como lhe haviam ensinado na escola, pegou a vela e o castiçal, e os colocou cuidadosamente sobre a mesa grande. Pediu fósforos a sua mãe, acendeu a chama e, com grande respeito, aproximou o fósforo à vela, que brilhou com uma chama tremeluzente. A menina cobriu os olhos e fez a berachá do acendimento das velas.

Descobriu os olhos e olhou, encantada, para a vela acesa. De repente, lembrou-se de que as mocinhas disseram que é proibido tocar na vela e tirá-la do lugar no shabat. E com inocência infantil, falou para sua família: “No Shabat é proibido tocar na vela, tirá-la do lugar e até mesmo soprar na vela, para não apagá-la, pois é chilul Shabat (profanação do Shabat)…”

Os pais entenderam que aquilo não era tão mau assim, e que sua filha não modificou as regras da casa. Afinal de contas, tudo o que a menina fez foi acender uma vela. Inclusive, perceberam sua emoção na hora da cerimônia do acendimento da vela. E na sexta-feira seguinte, não esperaram até que a menina fizesse uma cena. Assim que pediu, deram-lhe permissão para acender sua vela.

A empolgação da menina foi igual à da semana anterior.

Algo começou a mudar no coração da família…

Numa sexta-feira algumas semanas depois, o pai disse, de repente para a mãe da menina, que não combina que a televisão esteja ligada enquanto a vela ainda está acesa. “Tem razão”, respondeu a esposa, “não consigo ver televisão enquanto nossa filhinha querida está cantando músicas de Shabat e a vela ainda está acesa…”

Os pais decidiram, simplesmente, que a partir daquele dia, enquanto a vela estivesse acessa, a televisão estaria desligada.

Na semana seguinte, os pais mantiveram sua decisão. Não tocaram na vela de Shabat que estava sobre a mesa, e quando a menina acendeu a vela, desligaram a televisão. Acontece que, logo em seguida, o telefone tocou…

A mãe se levantou para atender mas, imediatamente, recuou. “Como vou atender o telefone, e a vela de Shabat está acesa aqui sobre a mesa?” A partir daquela semana, os pais pararam de atender o telefone enquanto a vela de sua filhinha estava acesa…

Passou-se mais um Shabat e, de repente, a mãe percebeu algo estranho: Quando uma vizinha ou amiga entrava na casa, via a vela sobre a mesa. Inclusive notava como a menina estava feliz por ter aceso a vela de Shabat e contava a todos que era uma vela sagrada e um dia sagrado. Enquanto que a mãe se comportava como se fosse um dia comum, de semana… Isso era meio estranho e não dava para entender! Para a menina era um dia sagrado, enquanto para a mãe era simplesmente um dia de semana?!

A mãe resolveu começar a acender velas de Shabat!

Assim que acendeu suas velas, a mãe foi para a cozinha, como de costume, esquentar o jantar. Quase acendeu o forno quando se deu conta assustada: “Acabei de acender as velas do sagrado Shabat, inclusive fiz a berachá, dizendo que é Shabat Kôdesh, e logo depois vou profanar o Shabat?!”

A mãe, simplesmente, não tocou o forno! As velas que tinha acabado de acender não a permitiram ligar o forno.

Mas comer comida fria também não dá. Aí a mãe começou a preparar tsholent, tal qual uma família que cumpre mitsvot.

Deste modo a família foi, passo a passo, progredindo, e cada semana descobria mais uma ação que não se pode fazer no Shabat.

As semanas foram passando, e a família foi cada vez mais se aproximando do cumprimento das mitsvot. Até que agora (quando o Rebe contou esta história), todos os membros da família viraram baalei teshuvá.

E tudo começou porque uma menininha insistiu – com choro e muita bagunça – em acender uma vela cada véspera de Shabat. Isso fez com que, com o passar das semanas, toda a família deixou de profanar o Shabat  enquanto a vela estava acesa. E continuou com a mãe, ela própria, começando a acender velas de Shabat. Deste modo, toda a família fez teshuvá.

Do livro: “Má Shesiper li HaRabi

Vol III

Págs. 162-168.

Leilui Nishmat:

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ABRA OS OLHOS

BS’D

Neste Shabat abençoamos o novo mês de Elul, um mês auspicioso que tem uma dimensão singular. Pois durante este mês, D-us está mais próximo de nós e nos proporciona uma capacidade extraordinária para a teshuvá – “retorno”.

Como toda porção do Torá tem relação com a época do ano em que é lida, vamos examinar a ligação entre o mês de Elul e a porção daTorá que lemos neste Shabat.

Parashat Reê inicia-se com as palavras: “Veja! Este dia Eu dou a vocês uma bênção e uma maldição.” Cada uma das palavras desse versículo contém uma alusão à natureza especial do Serviço do mês de Elul, e à ajuda Divina que recebemos para realizá-lo.

“Veja!”: A primeira coisa que um judeu deve fazer é abrir os olhos. Nosso sentido da visão nos proporciona uma verificação dos fatos muito mais definitiva que o sentido da audição. Quando um indivíduo vê algo com os próprios olhos, não pode ser dissuadido. O Serviço Divino de um judeu deve ser realizado com o mesmo nível de confiança e convicção.

Mas como podemos nós, meros seres humanos vivendo num mundo material, chegar a esse nível? D-us nos dá a resposta na palavra seguinte do versículo:

“Eu” (Anochi): A palavra “Anochi”está relacionada com a Essência de D-us, um aspecto da Divindade que é mais elevado que Nomes. O motivo pelo qual conseguimos atingir essas alturas espirituais é que a capacidade para isso origina-se nessas Fontes altíssimas. A Torá prossegue:

“Dou”: D-us nos dá esta ajuda Divina de acordo com o princípio de “Ele que dá, dá generosamente”; Suas dádivas são concedidas de boa vontade e em grande abundância.

“Para vocês” (“lifneichem”): Esta palavra está relacionada com a palavra em hebraico “penimiyut”, que significa “dentro” e “no interior”. O impulso especial que recebemos de D-us em Elul não é superficial, abrange a totalidade e a essência do judeu e o capacita a ligar-se com D-us no mais profundo dos níveis.

“Este dia”: Para que ninguém pense que essa assistência Divina só é concedida uma vez, a Torá nos diz que a ajuda de D-us é contínua, possibilitando-nos servi-Lo com forças renovadas em cada um dos dias do mês.

E como devemos utilizar adequadamente essa dimensão maior em nosso Serviço?

“Uma bênção e uma maldição”: Isso se refere ao cumprimento dos mandamentos positivos da Torá e evitar suas proibições.

Direcionar nossa maior capacidade de retornar a nossa fonte nessas duas direções trará, como resultado, um ano bom e doce e uma boa inscrição no Livro da Vida.

Adaptado de LIcutê Sichot, Vol. II.

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5767/982.htm#caption2

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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ABÓBORA SAUTÉE

BS’D

Ingredientes:

½ abóbora japonesa

Sal, pimenta, cominho e canela a gosto

Um pouco de óleo

Modo de Fazer:

Coloque a metade da abóbora (sem as sementes, mas inteira, sem cortar), em forno alto, até que fique mole o suficiente para tirar da casca sem dificuldade, ou seja, cozida, mas não mole demais.

Quando amornar, retire a polpa da casca com uma colher de sopa. Corte em cubinhos. E refogue, com os temperos, até dourar um pouco.

Lebriut!

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O QUE HÁ COM VOCÊ, INFELIZ?

chassid, Reb Ozer Winikorsky za’l, precisava passar pelas sete fogueiras do Guehenom, por onde tinham de passar todos os que se apresentavam para o serviço militar. Apresentou-se cinco vezes diante das autoridades de convocação, e cada vez que precisava aparecer diante do departamento médico, ficava tenso e apavorado.

Procurou o Rabi Levi Yitschak (pai do Rebe) e pediu sua bênção e orientação, para salvar-se das garras dos que conspiravam contra ele. Percebendo a aflição e o sofrimento do chassid, Rabi Levi Yitschak deu-lhe uma orientação detalhada do que deveria fazer a fim livrar-se de seus problemas. Falou-lhe o dia exato em que devia apresentar-se, a hora, e a rua por onde deveria chegar, que capítulos de Tehilim deveria dizer antes de ir, e quantas moedas deveria dar para tsedaká. Disse-lhe, inclusive, que ao chegar à porta do escritório do Serviço Militar, pensasse no Nome de D-us, e só depois se apresentasse. Deu-lhe sua bênção e sua promessa de nada de mal lhe ocorreria. Pediu-lhe também que depois voltasse a vê-lo, para contar tudo o que ocorrera.

“Quando lá cheguei” – relatou Reb Ozer – “após fazer tudo conforme a orientação do Rabi Levi Yitschak, entrei na grande sala onde havia várias mesas ordenadas. Ao lado de cada mesa estava sentado um médico, cada médico tinha sua especialidade, e sua função era examinar o candidato, única e exclusivamente na área de sua especialização. Cada médico estava encarregado de uma área da medicina, de modo que o candidato deveria passar por todos aqueles doutores, para que não pudesse enganar quanto a seu verdadeiro estado de saúde.”

“Fui cuidadosamente examinado por todos aqueles médicos, e cada um escreveu seu relatório. Quando, finalmente, cheguei ao funcionário que deveria me dar o resultado final – fiquei surpreso quando ele me olhou penalizado e perguntou: ‘O que há com você, infeliz? Cada um dos médicos encontrou uma doença!’”

“Deste modo saí de lá como inapto, e fui dispensado do Serviço Militar!” –Reb Ozer concluiu seu relato do milagre pessoal que lhe ocorreu pela berachá de Rabi Levi Yitschak.

(Do livro “Toledot Levi Yitschak”, Vol. I)

Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line” da Yeshivá Tomchei Tmimim

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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BOLINHOS DE CENOURA

BS’D

Ingredientes:

3 cenouras

1 dente de alho

Sal e pimenta a gosto

1 ovo

1 colher de sopa de farinha

Óleo para refogar e para fritar

Modo de Fazer:

Descasque e rale as cenouras

Frite o dente de alho até dourar. Acrescente as cenouras raladas e os temperos e refogue, mexendo de vez em quando até que as cenouras fiquem macias.

Amasse bem o dente de alho e misture às cenouras. Deixe esfriar e misture com o ovo e a farinha.

Frite às colheradas, dos dois lados.

Lebriut

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