Estas barrinhas de chocolate com frutas e nozes são facílimas de fazer e não sujam nada!
Ingredientes:
Chocolate meio amargo parve em pedaços.
Nozes, castanhas e frutas secas a sua escolha.
Modo de Fazer:
Forre uma forma com papel manteiga.
Arrume as frutas secas, as nozes e castanhas. Se forem grandinhas, corte em pedacinhos.
Cubra com pedaços de chocolate.
Ponha no forno (bem baixinho) até que o chocolate fique macio. Retire do forno, misture bem com um garfo, alise a superfície e deixe esfriar. Ponha na geladeira. Quando endurecer, corte no formato que quiser.
Deve haver uma caixinha de tsedaká na cozinha, fixa na parede.
Antes de cozinhar para a própria família, a mulher deve colocar algumas moedas na pushka, a fim de prover as necessidades de outras pessoas.
Isso traz bênçãos celestiais para que o alimento saia kasher e gostoso, além de atrair muitas bênçãos para o lar e a família. Bênçãos de sucesso em parnassá, diretamente da “Mão cheia, aberta, sagrada e ampla” de Hashem.
A vinda de Mashiach, que é a missão de nossa geração, está ligada com descida em corpos físicos de todas as almas que ainda precisam descer.
Além de (e isto é o principal) esta ser a primeira mitsvá da Torá. E o fato de ela aparecer em primeiro lugar também é um ensinamento para nós.
A primeira mitsvá é “frutifiquem-se e multipliquem-se” até “e preencham a Terra” inclusive “e a conquistem”, que também se refere a que tenhamos a força espiritual de dominar e conquistar os conceitos “terrenos” e os cálculos. Precisamos fazer a contabilidade certa e entender que “é Hashem quem nos dá riquezas”.
E quando uma mulher e um homem judeus fazem um recipiente maior para as berachot, fazendo tudo o que está a seu alcance para trazer ao mundo filhos e filhas que se ocupam com a Torá e suas mitsvot, e andam no caminho certo e bom aos olhos de D-us e dos homens, “a berachá de Hashem enriquecerá”.
Essa bênção vai além de obter o que precisam para viver: terão todo o necessário para criar mais um filho e mais uma filha com fartura.
Embora seja muito mais caro pagar Yeshivá do que mandar os filhos para a escola pública vão pagar. Embora o alimento kasher seja mais caro, vão alimentá-los no mais alto nível de kasrut!
Pois a “berachá D-us trará riquezas” e não apenas satisfará as necessidades básicas.
Adaptado de:
Maor
myMaor.org
+1718-687-8900
BrightenmyDayRebe
Rebbe Daily/1965
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Neche bat Shlomo
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Descasque as batatas doces e corte-as em tirinhas.
Unte com óleo uma forma que deve ser grande o suficiente para que as tirinhas de batatas fiquem todas em uma camada só. Jogue por cima uns fios de óleo, um pouquinho de água e canela em pó a gosto. Cubra com uma folha de alumínio e asse, em forno médio até amolecer.
Em seguida, descubra as batatas doces e deixe assar mais um pouco para dourá-las.
De manhã, quando nos levantamos, somos como uma nova criatura para servir a D-us, e precisamos santificar as mãos utilizando água de um recipiente, tal qual um kohen, que santificava suas mãos todos os dias com a água do kior antes de seu serviço.
E há mais um motivo para essa lavagem ritual das mãos: durante o sono, quando a alma sagrada se vai, há um espírito de impureza sobre nosso corpo. Quando acordamos, o espírito de impureza se vai de todo o corpo, menos dos dedos, de onde se vai só após vertermos sobre eles água três vezes, alternadamente. E é proibido andar 4 amot sem netilat yadayim, a não ser em caso de grande necessidade.
Adaptado do Kitsur Shulchan Aruch do Admor Hazaken 2:1
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Lave e corte a abóbora ao meio. Retire as sementes com uma colher.
Asse em forno médio a metade da abóbora até ficar macia. Deixe esfriar e retire da casca, com o auxílio de uma colher. Amasse com o garfo, até obter um purê.
Aqueça o forno.
Misture à abóbora o sal, os ovos e a farinha.
Numa forma pequena untada com óleo, espalhe metade da mistura de abóbora. Arrume sobre ela as fatias de queijo e cubra com o restante da massa de abóbora. Asse em forno médio durante cerca de 30 minutos. Sirva quente ou frio.
Um negociante, que já fora bem de vida, empobreceu e, tendo uma filha em idade de casar, foi procurar o Apter Rebbe (o Rav de Apta) za’l para que rezasse por ele, e para pedir-lhe um conselho. O Rav perguntou-lhe quanto dinheiro precisava para o casamento da filha e quanto tinha. Respondeu que precisava de mil rublos e que seu bolso estava vazio. Possuía um rublo, apenas. Disse-lhe o Rav:
– Vá em paz, e faça o primeiro negócio que surgir, e D-us lhe dará sucesso. O homem ficou espantado: que negócio poderia fazer sem dinheiro? Mas acreditou nas palavras do tsadik e seguiu seu caminho.
Chegou a um hotel onde encontrou um grupo de negociantes de pedras preciosas. Aproximou-se da mesa onde estavam e começou a contemplar os diamantes lá expostos. Um dos mercantes perguntou-lhe:
– O que está olhando aqui? Quer comprar um diamante?
– Sim. – Respondeu o homem.
O negociante perguntou-lhe quanto dinheiro ele tinha e ele respondeu que tinha um rublo. Os empresários caíram na gargalhada ao ouvir sua resposta, e o dono dos diamantes lhe disse:
– Tenho um negócio de um rublo para você: compre meu Mundo Vindouro.
– Concordo – respondeu o homem – desde que você documente a venda por escrito. O negociante concordou e, ao som das risadas dos presentes, escreveu e assinou o contrato da venda, recebeu o rublo e deu-lhe o documento. Ele recebeu o documento e, por falta de mais o que fazer, tirou de sua mochila uma Guemará, foi sentar-se num canto e começou a estudar.
Os negociantes ainda estavam rindo daquele incompetente que gastara sua última moeda para comprar algo totalmente abstrato, quando entrou a esposa daquele negociante. Na verdade, a maior parte dos diamantes lhe pertenciam, uma vez que toda a riqueza do mercador originara-se da herança da esposa. Quando ela perguntou sobre o motivo das risadas, contou-lhe o ocorrido. Ficou chocadíssima e disse para o marido:
– Se, por acaso, você tinha alguma porção no Mundo Vindouro, vendeu-a e ficou assim, “desnudo”? Não quero morar com uma pessoa assim. Venha comigo ao rabino e me dê divórcio.
O negociante começou a gaguejar, dizendo que a venda não passara de uma brincadeira, mas ela insistiu que não queria viver com alguém que não tem porção no Mundo Vindouro.
O mercante mandou um dos empregados do hotel procurar o judeu e chamá-lo.
– Escute, Reb Yid – disse o negociante – entenda que o que houve entre nós não passou de brincadeira. Pegue seu rublo e devolva-me o papel.
– Não – respondeu o homem – negócio é negócio. Para mim não foi brincadeira.
– Já que é assim – disse o negociante – vou lhe dar um lucro de alguns rublos e você me vende de volta o que me pertence.
– Quero mil rublos de lucro.
– O quê? – Gritou o negociante – Por um pedacinho de papel que lhe dei você quer tanto dinheiro?
E a mulher falou:
– Até se ele pedir cinco mil, você tem de “resgatar” seu Mundo Vindouro.
O negociante sugeriu cem rublos, como lucro. Mas o homem recusou.
– Fique sabendo – disse – que não sou nenhum ocioso como você e seus amigos pensam. Também já fui negociante. Mas empobreci, e o Rav de Apta me aconselhou a fazer o primeiro negócio que me aparecesse, pois preciso de mil rublos para casar minha filha. E não vou dar desconto nenhum.
O negociante começou a barganhar e propor duzentos, trezentos, etc. Mas ele ficou firme: nada menos que mil.
Quando o negociante viu que aquele judeu era muito teimoso e que de nada adiantaria discutir, teve que lhe pagar toda a quantia que exigiu, e só então recebeu o papel de volta.
A mulher pediu ao judeu que a levasse ao tsadik de Apta.
– Claro. – Disse o homem.
Lá chegando, a mulher perguntou ao rabino:
– De fato, estou feliz de ter podido ajudar aquele pobre judeu, mas tenho uma pergunta: será que o Mundo Vindouro de meu marido vale mil rublos?
O Apter Rebe respondeu-lhe:
– No primeiro negócio, quando ele vendeu seu Mundo Vindouro por um rublo, ele não valia nem mesmo aquele rublo. No segundo negócio, porém, quando comprou o Mundo Vindouro por mil rublos, e ajudou um judeu pobre a casar sua filha, seu Mundo Vindouro passou a valer muito mais que mil rublos, e não pode ser avaliado em dinheiro.
Adaptado de
“Sipurei Chassidim”
R. Shlomô Yossef Zevin
Torá, pág. 517-519.
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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
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Eliyáhu ben Yaakov
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Isaac ben Luzer
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Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D