Archive for maio, 2021

JUDEUS, SEM ROTULAÇÃO

BS’D

Shmuel Blizinsky contou o seguinte:

Quando servi no Exército da Defesa de Israel, fui um dos 12, apenas, recrutas cumpridores da Torá, na Brigada Givati, que na época tinha uns três mil soldados.

Tínhamos alimentação kasher – porque de acordo com a lei israelense, toda a comida nas instituições nacionais tem de ser kasher – mas não tínhamos nada além disso. Não tínhamos uma sinagoga onde rezar (hoje em dia há uma em cada base), nem um Rolo de Torá de onde ler. Mas tentávamos nos virar do jeito que dava.

Certa sexta-feira, quando o Shabat estava para chegar, procurei os outros rapazes religiosos e lhes disse: “Venham hoje à noite à minha tenda e vamos rezar juntos. Vamos ter nosso próprio jantar de Shabat. Podemos cantar e comemorar, e vai parecer um Shabat de verdade.”

Eles gostaram da ideia. E foi isso o que fizemos. Pegamos comida do refeitório e a levamos para minha tenda, onde fizemos Shabat. Só nós doze. Rezamos, cantamos, comemos. Foi lindo. E ninguém nos atrapalhou.

Mas um novo comandante assumiu o comando de nossa base – o famoso general de brigada Abrashah Tamir. Circulava inspecionando tudo e, certa sexta-feira de noite, entrou na minha tenda e nos encontrou lá cantando.

“O que está havendo aqui?” – Perguntou. “Por que vocês não estão comendo junto com todos os outros rapazes no refeitório?”

Expliquei para ele que estávamos guardando o Shabat, e por isso estávamos comendo separados.

Ele não disse nada naquele instante mas, duas semanas depois, quando o Shabat estava entrando, fui chamado e avisado que o General Tamir queria que comêssemos junto com todos e – além disso – estava me pedindo para fazer Kidush para todos os soldados.

Fiquei satisfeito e me senti lisonjeado e disse: “Ótima ideia!” Mas quando fui chegando perto do refeitório, ouvi uma banda tocando lá dentro. Isso era uma violação do Shabat e parei. Não dava para entrar. De modo que eu disse para o oficial que estava me acompanhando, “Deixa prá lá.”

Poucos minutos depois, o oficial voltou dizendo que agora havia uma ordem oficial do General Tamir de que tínhamos de ir. Recusei-me a obedecer a ordem. Disse que eu tinha ordens de uma Autoridade Superior. Que eu não violaria o Shabat e não iria. Os demais concordaram comigo e ficamos onde estávamos.

O resultado foi que meus colegas foram presos e eu fui levado ao escritório do General Tamir. Quando entrei, ele tirou seu paletó com a insígnia de comandante e me disse: “Converse comigo como se eu não fosse seu comandante. E, por favor, explique por que fez isso! Por que me envergonhou diante de todos os soldados?”

Eu não estava entendendo aonde ele queria chegar. E disse: “O que lhe fiz? Você mesmo pode fazer o Kidush, por que eu tenho de fazer?”

E foi quando ele me contou o que aconteceu:

Depois que ele nos tinha visto pela primeira vez – quando estávamos cantando e comemorando o Shabat – achou que aquela experiência seria boa para todo o acampamento. E trouxe a banda para alegrar ainda mais o evento. Desconhecia totalmente que é proibido tocar instrumentos musicais no Shabat!

Quando entendi isso, disse: “Se você fizer a banda parar de tocar, podemos entrar sem problemas.”

Ele concordou e, cinco minutos mais tarde, nos juntamos aos outros. Eu fiz o Kidush e todo mundo ficou feliz.

Poucos dias depois, fui chamado pelo comandante do quartel general da divisão que – para grande espanto meu – pediu desculpas. Falou: “Peço desculpas em nome de toda a base pelo que aconteceu. Ninguém tem o direito de fazer vocês violarem o Shabat.” Foram essas suas palavras.

Em seguida perguntou: “O que vocês precisam?”

“Precisamos de uma sinagoga, um lugar adequado onde rezar. E de um rolo de Torá.”

“Não se preocupe.” Ele disse. “Vamos providenciar.”

E de fato, designaram para nós um lugar onde rezar e trouxeram uma Torá com escolta militar e uma banda do exército.

Aquilo foi simplesmente incrível, e escrevi para o Rebe contando toda a história.

A resposta do Rebe chegou dentro de pouco tempo. E foi uma resposta que transformou minha vida.

A carta do Rebe tinha a data do dia 16 do mês judaico de Elul de 5711 – 17 de setembro de 1951 – duas semanas antes de Rosh Hashaná. Dizia o seguinte:

“Gostei muito de receber sua carta… em que você descreve seu serviço militar e suas atividades fortalecendo o judaísmo entre seus camaradas… A grandeza do que você está fazendo não pode nem ser descrita em palavras… mas posso dizer com certeza que se você tivesse se alistado no exército apenas por isso, já teria sido suficiente.”

Aquilo me tocou tanto. E o Rebe me pediu para fazer algo para ele:

“Meu pedido sincero é que você transmita minha bênção para cada soldado, não apenas para os “religiosos” como você a eles se refere em sua carta.”

E prosseguiu explicando:

“Meu sogro, o Rebe [Anterior] costumava dizer: ‘Um judeu nem quer nem pode se separar da Divindade’ portanto, todos os seus camaradas são religiosos.”

Eu tinha a atitude de que havia doze soldados religiosos numa brigada de três mil homens. Mas para o Rebe, todos os três mil eram religiosos – só que eles não sabiam ainda.

Como o Rebe escreveu:

“É, simplesmente, que alguns deles não têm conhecimento suficiente de judaísmo. Mas não vão permanecer distantes, e vão perceber que eles também acreditam em D-us e em Sua Torá. Por favor, transmita a todos eles minha bênção – para que sejam inscritos e selados para um ano bom e doce.”

Disse-me para dizer a cada soldado que eu encontrasse  – todos eles – que o Rebe de Lubavitch os está abençoando para um ano bom e doce!

Essa mensagem foi uma perspectiva totalmente diferente sobre como olhar para um judeu. Até então, eu colocava as pessoas em categorias – religiosos e não religiosos – e obviamente eu me considerava parte do grupo religioso. Mas o Rebe me mostrou como eu estava errado, porque todos os judeus são religiosos – alguns, simplesmente, não sabem disso ainda.

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/4808768/jewish/Jews-Uncategorized.htm

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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GREEN KUGEL

BS’D

Parve

Ingredientes:

½ pacote de macarrão

4 cebolas

Um maço de coentro ou salsinha

Sal, pimenta, óleo

5 ovos

Um bom punhado de nozes picadas.

Modo de Fazer:

Pique as cebolas e frite-as até dourar. Reserve.

Cozinhe o macarrão em água com sal.

Escorra e reserve.

Lave e examine o coentro (ou a salsinha) e corte em pedacinhos pequenos.

Aqueça o forno.

Numa tigela, misture tudo, juntamente com os ovos e sal e pimenta a gosto. Despeje numa forma untada com óleo. Verta um filete de óleo por cima e asse em forno médio até dourar e um palito sair limpinho.

Lebriut!

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REBETSIN RIVKA

BS’D

A MÃE DE LUBAVITCH

A casa da Rebetsin Rivka, esposa do Rebe Maharash de Lubavitch, estava sempre aberta para todos que precisassem. Necessitados e doentes sabiam que daquela casa lhes viria a ajuda, que lhes seria dada sempre com um semblante agradável e com boa vontade.

A Rebetsin era responsável pelo fundo de tsedaká central de Lubavitch, de onde repassava, mensalmente, quantias generosas para as famílias necessitadas ou que estivessem passando por dificuldades.

Toda a distribuição de dinheiro era realizada de maneira discreta. Só a Rebetsin sabia quem recebia o dinheiro e cuidava para lhes dar a ajuda de modo que ninguém mais soubesse – para que não se envergonhassem por estar recebendo dinheiro de tsedaká.

Para o Shabat, ela distribuía chalot e alimentos prontos para as casas dos pobres. Uma parte, ela mesma cozinhava. E delegava a outras pessoas para que preparassem outra parte.

Antes das festas judaicas a Rebetsin também fornecia alimentos para as famílias pobres e tudo isso de modo sigiloso, sem que outras pessoas chegassem a saber.

Todos os habitantes da cidadezinha de Lubavitch e redondezas respeitavam muito a Rebetsin, por suas virtudes e seu bom coração.

Muitos a chamavam “a mãe da cidade”, pelo fato de ela cuidar de todos os moradores de Lubavitch como se fosse, de fato, uma mãe.

VINTE PARA UM

A tefilá da Rebetsin era “uma coisa”! Prolongava sua reza como os “ovdim” – aqueles chassidim que estudam Chassidut e rezam demoradamente.

Certa vez, um dos chassidim foi visitar a Rebetsin, e viu que ela ainda estava no meio da reza. Foi para a sala ao lado e lá ficou esperando que a Rebetsin concluísse suas orações.

Da sala ao lado, dava para ouvir, um pouco, a reza da Rebetsin. De modo que ele percebeu que quando ela chegou no “Shemá”, ficou meditando sobre a palavra “echad” (Um) durante vinte minutos!

Do livro:

Harabaniot – Harabanit Rivka

Sifriat Eshel – Kfar Chabad

Págs. 90 e 108

(Hebraico)

Leilui Nishmat de todos os assassinados pelo ódio de Yishmael, e de todos os falecidos nas tragédias recentes, e pela refuá shleimá de todos os feridos.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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BOLO DE QUEIJO

BS’D

Chalavi

Berachá: Shehakol

Ingredientes:

500 gramas de queijo ricota

3 ovos inteiros

½ copo de amido de milho

½ copo de açúcar

½ copo de doce de leite

1 pitada de sal

3 gotas de baunilha

Óleo para untar

Modo de Fazer:

Aqueça o forno

Amasse a ricota com o garfo.

Acrescente os demais ingredientes e misture tudo.

Despeje a mistura em duas forminhas descartáveis de 500g cada.

Asse em forno médio durante cerca de 1 hora.

Lebriut!

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NOSSA FORÇA>NOSSA PAZ

BS’D

“O D-us de Israel não cochila nem dorme.”

“Hashem dará força a Seu povo, Hashem abençoará seu povo com shalom (paz)”

“Israel é a terra sobre a qual os olhos de D-us estão desde o início do ano até o final do ano.”

Nossa união, nossos atos de bondade, nossas mitsvot e nossas preces ajudarão Israel a vencer mais este desafio, com a ajuda de D-us.

Tenhamos fé nas palavras do Rebe em outras situações semelhantes.

Como diz o Rebe:

Que possamos receber a Torá com alegria e sentimento íntimo!

Chag Sameach!

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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BUREKONA DE QUEIJO

BS’D

Chalavi

MASSA

Ingredientes:

1 copo de óleo de girassol

1 copo menos 1 dedo de água

1 colher de sobremesa de vinagre

1 colher de chá de sal

Aproximadamente 4 copos de farinha de trigo

Modo de Fazer:

Numa tigela, misture o óleo, a água, o vinagre e o sal.

Vá acrescentando a farinha aos poucos, mexendo sempre, até dar o ponto. A massa é um pouco oleosa.

RECHEIO

Ingredientes:

3 batatas inglesas

250 g de queijo mussarela ralado

1 ovo

½ colherinha de sal

Modo de fazer:

Cozinhe as batatas (fatiadas) em um pouco de água com o sal, até que as batatas fiquem macias e a água seque. Amasse enquanto quente.

Reserve.

Quando amornar, acrescente o queijo ralado e o ovo. Misture bem.

MONTAGEM:

Aqueça o forno.

Use duas formas de pizza de 30 cm de diâmetro.

Divida o recheio em duas metades.

Divida a massa em quatro bolas: duas maiores e duas um pouco menores, para cobrir.

Abra uma das massas maiores, espalhe na assadeira. Não precisa untar, pois a massa é bem oleosa.

Espalhe a metade do recheio.

Abra uma das bolas menores e cubra o recheio.

Ambas as massas (superior e inferior) devem ser bem fininhas.

Faça vários furos com um garfo, alcançando, inclusive, a massa inferior, para que a burekona não fique com bolhas.

Repita a operação com o restante do material, enchendo a segunda assadeira.

Asse em forno moderado durante cerca de 1 hora. A massa fica ligeiramente dourada.

Lebriut!

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ABÓBORA COM YOGURT

BS’D

Chalavi

Ingredientes:

½ abóbora japonesa

¼ de copo de açúcar mascavo

1 colher de chá de canela

500 ml de yogurt natural

Modo de Fazer:

Cozinhe a abóbora com o açúcar e a canela em um pouco de água, até que fique macia e a água seque.

Deixe esfriar ou guarde na geladeira.

Na hora de servir, guarneça com o yogurt.

Lebriut!

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TEHILIM BESHOFI

BS’D

No início do mês de Nissan de 5640, o Rebe Maharash voltou de Petersburgo envolto em aflição. O motivo disso era que um dos altos ministros estava tentando fazer aprovar um novo decreto prejudicial aos judeus, relativo a limitações nos negócios e mais rigor na proibição de os judeus morarem fora do Território de Assentamento (Techum Hamoshav, região limitada onde os judeus tinham permissão de residir).

O Rebe Maharash ficou em Petersburgo durante algum tempo, tentando resolver o assunto. Chegou quase a conseguir algumas melhorias, sendo a principal, o adiamento da votação no Senado até o ano seguinte.

Acontece que um dos senadores, amigo do ministro antissemita que propusera os decretos, fincou o pé e convenceu também alguns dos seus colegas a exigir que todas as propostas do ministro antissemita fossem aprovadas.

O Rebe Maharash continuou seus esforços mesmo após voltar para casa. Isso, por meio de shluchim e cartas a ativistas comunitários conhecidos de seus chassidim.

Na terça-feira, 2 de Yiar, o Rebe Maharash chamou seu filho, o Rebe Rashab, e lhe disse:

– Desde que estive em Petersburgo para tratar do assunto dos decretos, comecei a falar Tehilim Beshofi (seu filho, o Rebe Rashab, explicou: além dos Tehilim da divisão mensal, costumeira, também falava a porção da divisão semanal). E hoje, quando estava falando o passuk “De toda angústia Ele me livrou e meu olho viu (a queda de) meus inimigos” (Tehilim 54,9), Ben Tsion (um dos atendentes) entrou e me trouxe um telegrama com a notícia de que o ministro antissemita teve um ataque súbito e morreu. Mas mesmo assim – concluiu o Rebe  Maharash – concluí toda a porção dos Salmos.

Do livro:

“Sipurei Chassidim”, Moadim.

Do Rav Slomo Yossef Zevin

Pág. 363

(Hebraico)

Dedicado à cura completa de todos os feridos, e para Ilui nishmat de todos os falecidos, na terrível tragédia de Lag Baomer em Meron.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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