Archive for junho, 2021

CASAMENTO DESFEITO NO CÉU

BS’D

Alguns casamentos são feitos no Céu, outros são desfeitos no Céu.

O Rabino Binyomin Zilberstrom relatou o seguinte:

Esta história aconteceu aproximadamente em 2004 ou 2005. Telefonei para um judeu que eu conhecia, perguntei-lhe: “Como vai você? Como está a família?”

Eu sabia que ele tinha uma questão familiar complicada: infelizmente, estava casado com uma mulher não-judia. Ele era um judeu que dava tsedaká, tinha uma fé simples e verdadeira. Levava tudo a sério. Recentemente começara a pôr Tefilin. Não sei se todos os dias. Hoje, é possível que coloque Tefilin diariamente, mas na época não sei se diariamente. Em todo caso, era um judeu que tinha entusiasmo em cumprir uma mitsvá.

Naquela conversa telefônica, ele me disse:

“Quero lhe pedir que peça ao Lubavitcher Rebe uma berachá para mim: para que eu tenha sucesso nos negócios.”

Respondi:

“Assim que eu desligar o telefone, vou sentar e escrever uma carta para o Rebe, pedindo uma berachá para você.”

Enviei para o Rebe, em seguida coloquei a carta no Igrot Kôdesh. Quando abri o Igrot Kôdesh, me espantei ao ver uma carta curta, mas muito, muito forte.

“Assustei-me ao escutar sobre alguém que mora com uma mulher não-judia. Tente se encontrar com ele assim que possível, e diga-lhe que vivendo com uma mulher não-judia ele está trazendo uma calamidade sobre si e também sobre a mulher que não é judia.”

Quando li isso, perguntei a meu amigo, o Rabino Havlin, o que eu deveria fazer: deveria telefonar-lhe?

Ele me disse que aquele não era um assunto a ser discutido por telefone. É preciso viajar e lhe dizer isso. Surgiu a ideia de perguntar ao Rabino Mordechai Eliyahu, de abençoada memória, que na época era o Rabino-Chefe, e morava em Yerushalayim. O Rebe o respeitava muito, de diversas maneiras. “Vale a pena se encontrar com ele e pedir sua opinião.”

Fui me encontrar com ele, e levei comigo este volume de Igrot Kôdesh. Contei-lhe toda a história. E ele me disse:

“Esta é uma shlichut divina, do Céu. Você precisa ir até ele, e lhe transmitir as palavras do Rebe. E quando você lhe transmitir as palavras do Rebe, peça-lhe que fique de pé. Como consta no Tanach a respeito de Ehud e a respeito de Yechezkel. ‘Fique de pé.’”

Obviamente não foi fácil telefonar para ele. Mas liguei, e lhe disse que queria me encontrar com ele. Ele me perguntou qual era o assunto. Eu lhe disse: “Tenho uma shlichut do Rebe.” Ele me disse: “Não dá para falar por telefone?” Respondi que não. “Precisamos nos encontrar.” “Tem certeza?” – Perguntou.

Respondi: “Sim. Vamos marcar.”

Marcamos ao meio dia e meia, poucos dias depois.

Quando cheguei ao seu escritório, nos cumprimentamos muito calorosamente com Shalom Aleichem.

Ele me perguntou se deveria colocar Tefilin. Respondi: “Claro!” De modo que o ajudei a pôr Tefilin. Quando ele acabou de colocar Tefilin e acabou de rezar Shemá Yisrael, perguntou se deveria ficar com os Tefilin ou retirá-los. Naquele momento pensei: “Estou prestes a lhe transmitir uma mensagem nada fácil de receber. De modo que lhe disse: “Sim, fique de pé, com os Tefilin.” Ele ficou de pé, com os Tefilin.

Eu tinha preparado uma tradução em inglês, e lhe disse: vou ler para você uma tradução no inglês, palavra por palavra, do que o Rebe está lhe dizendo.

Obviamente não olhei para ele enquanto lia que ele deveria modificar sua vida e se separar da mulher não-judia. Quando acabei de ler, percebi que ele estava muito pálido. É óbvio: receber uma mensagem dessas…

Ele me disse: “Gostaria de me sentar com você em um dos restaurantes kasher e conversar.” Conversamos durante cerca de duas horas. Ele me disse: “Acho que o Rebe tem razão a respeito de tudo isso. A verdade é que eu também não estou satisfeito com ela. Talvez algum dia eu faça isso.”

Voltei para Israel e, pouco tempo depois, ele me disse que tinha se separado. O que houve? O Rebe  resolveu o assunto. O que aconteceu foi que ela processou o judeu. E disse para o juiz que queria se separar dele. Mostrou ao juiz uma foto do Rebe e disse: “Sei que ele tem ligações com este homem – o Rebe – e por causa disso não quero ficar com ele.”

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

PANQUECAS AMERICANAS

BS’D

Ingredientes:

½ copo de farinha de trigo

2 colheres de sopa de açúcar

1 pitada de sal

1 ovo

½ copo de água

2 colheres de sopa de óleo

¼ de colher de chá de fermento em pó

1 colher de chá bem cheia de canela em pó

Modo de Fazer:

Misture todos os ingredientes.

Aqueça uma frigideira pequena não aderente com um pouco de óleo.

Frite as panquecas até dourar em ambos os lados.

(Rende aproximadamente 5 panquecas pequenas)

O recheio pode ser mel, doce, etc.

Lebriut!

Leave a comment »

TRASNCENDENDO O CONFLITO

BS’D

O Rabino Menachem Porush era representante do Agudat Yisrael no primeiro Knesset em 1948. Permaneceu no posto durante quase 35 anos, durante dez Knessets. Um mês antes de falecer, em fevereiro de 2010, aos 93 anos de idade, relatou, numa entrevista, o seguinte acontecimento, que ocorreu durante o primeiro mandato do Knesset.

Logo após o estabelecimento do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948, as disputas entre as diversas facções judaicas se intensificaram. Uma delas era particularmente acirrada: o estado decretara que a educação seria compulsória até certa idade e se negava a reconhecer que as escolas primárias ashkenazi-charedi na língua yidish atendiam a essa exigência, alegando que a carga horária de matérias seculares, como matemática, inglês, história e geografia era insuficiente. Os administradores das escolas religiosas afirmavam que seus alunos aprendiam o programa necessário dessas matérias em menos tempo.

As discussões presenciais, conversas telefônicas e correspondências escritas foram se tornando mais acaloradas por ambos os lados. Ninguém queria ceder.

Quando as coisas estavam nesse pé, o Rabino Porush estava de partida para uma visita aos Estados Unidos. Pouco antes de partir, recebeu um telefonema particular de outro  jerusalemita, o Rabino Yitschak-Zev (“Velvyl”) Soloveitchik, Rosh Yeshiva de Brisk.

– “Rabino Porush, como o senhor está sabendo, essa polêmica sobre as escolas pode chegar a dividir o país. Quando estiver em Nova York, precisa ir visitar o Lubavitcher Rebe  [Rabi Yossef Yitschak Schneersohn – o Rebe anterior].”

– “O Brisker Rav quer que eu vá ter com o Lubavitcher Rebe em seu nome?” Interrompi espantado. [Brisk é uma das mais importantes yeshivot dos judeus lituanos, que são considerados opositores ao método dos Chassidim, especialmente chassidim Lubavitch].

– “Sim! Vá visitá-lo e diga-lhe que ele tem de mandar Shazar legalizar nossas escolas de língua yidish.

Na época, explicou o Rabino Purush, Zalman Shazar era o Ministro da Educação. E como ele vinha de uma família Lubavitch da Rússia, o Brisker Rav tinha esperanças de que, embora Shazar já não vivesse no modo de vida chassídico, o Lubavitcher Rebe ainda pudesse ter influência sobre ele.

De modo que, quando o Rabino Porush chegou a Nova York, marcou um encontro com o Rebe Rayats de Lubavitch. O secretário do Rebe acompanhou o visitante politicamente importante até o escritório do Rebe, e disse: “Este é o Rabino Porush, de Israel.”

Embora na época, o Rebe Rayats tivesse dificuldades para falar, resultado indireto da tortura que sofrera nas mãos dos guardas e interrogadores da prisão comunista, respondeu de modo claro e preciso:

“Para Porush há muitos peirushim (significados). Pode significar Purush de Agudat Yisrael, Purush do Partido Nacional Religioso, ou Porush de Naturei Karta. Que tipo de Purush é você?”

Obviamente, o Rabino Porush poderia ter respondido, simplesmente que era de Agudat Yisrael, mas preferiu uma resposta mais íntima: “Sou o filho do Porush que foi a primeira pessoa a visitar o Rebe em Riga.” [Capital da Letônia, primeira parada do Rebe Rayats ao ser deportado da Rússia em 1927].

“Neste caso”, disse o Rebe com um largo sorriso, “Shalom Aleichem. Bem vindo.”

O Rabino Porush explicou a missão que o Brisker Rav lhe confiara. O Rebe Rayats ficou visivelmente espantado. “O Brisker Rav o mandou a mim? A mim? Foi mesmo?” E o Rabino Porush respondeu todas as vezes com sim ou com um aceno de cabeça.

O Rebe concentrou-se em seus pensamentos durante alguns minutos. “Bem, então, quando voltar para Êrets Yisrael, por favor, procure o Senhor Shazar  e lhe diga que ele deve atender ao pedido do Brisker Rav. Diga-lhe também que eu disse que o Senhor Shneur Zalman Shazar-Rubashov não deve envergonhar a família Lubavitch Shazar-Rubashov da Rússia. E o Todo Poderoso o abençoará.”

Quando regressou a Jerusalém, o Rabino Porush foi, logo no dia seguinte, para o Knesset, que na época era em Tel Aviv, para falar com Shazar. Quando o encontrou, David Ben-Gurion, o Primeiro Ministro, estava no outro lado da sala.

Quando o Rabino Purush acabou de dizer a Shazar o que o Rebe Rayats tinha lhe dito para dizer, Shazar, empolgado, chamou Ben-Gurion. “Escute isto! Porush nos trouxe uma mensagem do Lubavitch Rebe, do Brooklyn.”

“É mesmo?!” – Exclamou Ben-Gurion, aproximando-se rapidamente. “Você viu o Lubavitch Rebe? Esteve em sua corte? Ele mandou mesmo um pedido para Shazar aqui?”

E o Rabino Porush concluiu suas reminiscências de mais de 60 anos antes: “E aquele foi o fim do conflito.” O Ministro da Educação, Shazar, com a aprovação tácita do Primeiro Ministro Ben-Gurion, rapidamente reconheceu todas as escolas charedi e yeshivot do país. As brigas e divergências acabaram!” Tudo em virtude do tremendo respeito que tinham pelo Lubavitcher Rebe anterior.”

Source: Transcribed and adapted and changed to third-person perspective by Yerachmiel Tilles from the JEM (Jewish Educational Media) weekly “Living Torah” video, which was distributed for the week of Yud-Beit Tammuz, 2009 (2010?), the anniversary of the miraculous liberation in 1927 of the Rebbe Rayatz at age 47. (To the best of my knowledge, JEM has not [yet] published its own transcript of its interview with Rabbi Porush.)

Adaptado de:

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=656-41

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

COMPOT

BS’D

Parve

Ingredientes:

1 maçã descascada, cortada em cubinhos

1 punhado de passas

½ cenoura cortada em metades de rodelas finas

5 ameixas secas

½ copo de açúcar cristal

Suco de ½ limão

5 cravos

3 pedaços de canela

3 vargens de cardamomo

Água passado 4 dedos (na panela) dos ingredientes sólidos

Modo de Fazer:

Junte tudo numa panela, misture um pouquinho e deixe ferver em fogo baixo durante 1 hora.

Sirva quente ou frio.

Lebriut!

Leave a comment »

ESTUDOS DIÁRIOS

BS’D

Escutei, certa vez, num Shiur:

Antes de dormir, falamos:

Bayadchá afkid ruchi…

(“Em Tua mão confio meu espírito…”

A Yad – a mão – tem 5 dedos.

Portanto, um chassid Chabad não deve ir dormir, à noite, sem ter feito os 5 estudos diários:

Chumash

Tehilim

Tanya

Rambam

Hayom Yom

Esses estudos podem ser encontrados na internet:

Daily Torah Study

https://www.chabad.org/dailystudy/default_cdo/jewish/Daily-Study.htm

https://pt.chabad.org/dailystudy/default_cdo/jewish/Estudos-Dirios.htm

 Pode-se baixar um app no celular, também:

Chabad.org Daily Torah Study – app no Google Play

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

NA RETA FINAL

BS’D

No final do verão (no hemisfério norte) de 1990, o Rebe anunciou claramente, e de modo inequívoco:

“A época de sua Redenção chegou”.

O Rebe explicou que essa afirmação deveria ser difundida para o mundo inteiro. O mundo já estava pronto para a Redenção.

E quanto a nós? Qual é nossa missão? Isso o Rebe também falou claramente. Nossa tarefa principal, disse ele, é estudar e ensinar sobre Mashiach, viver com a ideia de Mashiach, fazer mudanças fundamentais em nosso modo de encarar a vida, e publicar a profecia de que a Redenção é iminente e que todos devem se preparar ativamente para receber Mashiach.

 Os discursos mais recentes transmitiam, de modo consistente, a notícia de que a época da Redenção chegara e que cada indivíduo pode, e deve, desempenhar um papel ativo para agilizá-la. Um dos modos de fazer isso, o Rebe explicou, é impregnar nossa vida com a consciência da Redenção iminente.

Frequentando aulas no Beit Chabad de sua localidade, ouvindo aulas de Torá pela internet ou telefone, estudando e lendo os discursos e ensaios do Rebe (disponíveis em muitos idiomas) – são meios para você se conectar ao Rebe e a tudo o que ele personifica.

Guimel Tamuz se aproxima, e sabemos que a cada momento que passa, estamos um momento mais próximos de ver, de modo revelado que, citando o Rebe, “Mashiach está chegando”, e “ele já chegou”. Estamos um momento mais próximos de perceber que “o mundo está pronto para Mashiach” e que “a época da Redenção chegou”. Estamos um momento mais próximos de nos reencontrar com o Rebe e “ele nos redimirá”.

Por: Rabino Shmuel M. Butman

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5779/1579.htm#caption7

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

PRIORIDADES

BS’D

[“…ele chegou a Chevron…”]

(Bamidbar 13:22)

[Calev foi lá para rezar nos túmulos dos Patriarcas – Rashi.]

Um jovem e honesto negociante precisou, certa vez viajar de sua cidade, Vilkomir, para comprar estoque de tabaco em Niezhin. Embora não fosse um chassid, era muito amigo do famoso chassid, Reb Yaakov Kaidaner. De modo que, antes de partir, visitou Reb Yaakov, que lhe disse:

“Meu amigo, embora você não pertença à comunidade chassídica, gostaria de lhe pedir para visitar o túmulo de um tsadik  ilustre, que está enterrado em Niezhin: Rebe Dov Ber de Lubavitch, filho do Rebe Shneur Zalman de Liadi.”

O jovem deu sua palavra, despediu-se, e partiu numa viagem que deveria durar seis meses, pois naquela época ainda não havia nenhum trem que percorresse toda a distância de Vilkomir, na Lituânia até Niezhin, na Rússia Branca.

Enquanto ele estava distante, tentando fazer negócios, sua esposa adoeceu tão gravemente, que os médicos já tinham até perdido as esperanças de conseguir salvá-la. Certa noite, ela perdeu a consciência e, embora três especialistas estivessem à sua cabeceira a noite inteira, nada puderam fazer para ajudá-la. Até que, às dez da manhã, sua enfermidade abrandou, e ela começou a recuperar as forças. Dentro de um mês, sem ajuda nem de médicos nem de remédios, estava totalmente recuperada. Seus amigos estavam espantados, mas os médicos estavam mais surpresos ainda.

Quando, finalmente, o marido voltou, mal pôs a cara na porta, e saiu correndo para a casa de seu amigo, Reb Yaakov, sem nem ao menos tirar o casacão.

“Eu lhe pergunto” – disse Reb Yaakov – “é assim que se faz? Esteve mais de meio ano fora de casa, e não ficou lá nem um pouquinho, para alegrar o coração de sua esposa e filhinhos. Saiu logo correndo para me cumprimentar. Deve haver algo por trás de seu comportamento, algo extraordinário.”

“De fato” – disse – “algo extraordinário e maravilhoso me trouxe aqui. Veja: meus negócios lá furaram e, além de perder tudo o que eu tinha, fiquei endividado, devido a todo tipo de acontecimentos infelizes no caminho. Prá piorar as coisas, durante todo o tempo, estive apreensivo: tinha a sensação de que minha esposa estava gravemente doente. Quando cheguei a Niezhin, lembrei-me da promessa que tinha feito a você. Fui para o mikvê de lá para imergir, em preparação para visitar o sagrado lugar de repouso do tsadik. Embora em todo o meu caminho até lá minhas roupas quentes tivessem me guardado do frio intenso, assim que me aproximei de onde ele se encontrava, fui tomado por um medo terrível, que jamais sentira antes. Fiquei de cabelo em pé e, apesar das roupas quentes, tremia descontroladamente. Pensei até em sair correndo daquele lugar medonho, mas refleti: ‘Nada de mal vai me acontecer em virtude do tsadik que está aqui. Por que deveria eu fugir da presença do tsadik?  

“Comecei, então, a ler as citações do Zôhar, e os capítulos dos Salmos, e outros trechos de Maavar Yabok, que estão inscritos num cartaz na parede que circunda o túmulo. E ao ler, chorei rios de lágrimas. Em seguida, escrevi dois bilhetes de “redenção de alma” contendo meu pedido especial – um, continha uma prece pelo bem estar de toda minha família e a outra, era para minha esposa, em particular, pois meu coração estava inquieto. No instante em que coloquei os dois bilhetes sobre o túmulo, fui possuído de uma alegria tremenda, que jamais sentira antes. Era como imagino que seja o sabor do Jardim do Êden. Era uma felicidade tão grande que só duas horas depois consegui sair de lá, alegre e em paz.

“Aquela alegria me acompanhou durante todo o caminho de volta para Vilkomir e, quando cheguei, soube de toda a história de tudo o que minha esposa passou, inclusive o que aconteceu naquela noite muito, muito longa, que só acabou às dez da manhã. Perguntei em que data foi. E soube que foi no mesmo dia em que eu, às dez horas da manhã, coloquei os bilhetinhos sobre o local de repouso do tsadik. Portanto, não precisa se admirar por eu ter vindo correndo lhe contar sobre os caminhos maravilhosos do Céu, antes mesmo de tirar o sobretudo.

“Só tenho uma coisa a acrescentar. Se seus Rebes são tão vivos e resplandecentes após terem partido deste mundo, devem ter sido maiores ainda durante a vida.”

“Não é bem assim” – respondeu Reb Yaakov. – “Pois nossos Sábios ensinaram: ‘Tsadikim são maiores após a morte do que em vida.’”

[From A Treasury of Chassidic Tales (Artscroll), as translated by the incomparable Uri Kaploun.]

Baseado em:

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=191-38

R. Yerachmiel Tilles

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

BOLO UAU!

BS’D

!

Parve

Ingredientes:

4 ovos inteiros

1 copo de óleo

2 copos de açúcar

¼ de colher de chá de sal

5 gotas de baunilha

½ copo de chocolate em pó

2 colheres de sopa generosas de techina

2 copos de farinha

1 copo de café pronto quente (bem forte) (1 copo de água quente e 2 colheres de chá de café solúvel)

2 colheres de chá de fermento

3 punhados generosos de nozes picadas

Óleo para untar e sêmola de milho para polvilhar a forma.

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Numa tigela, misture os ovos, o óleo, o açúcar, a baunilha, o sal, o chocolate, a techina.

Vá acrescentando a farinha e o café, alternando. Misturando bem.

Acrescente o fermento. Mexa.

E por fim, as nozes. E misture bem.

Asse em forma untada com óleo e polvilhada com sêmola de milho até que um palito saia quase sequinho. Deixe mais 5 minutos dentro do forno após desligá-lo.

Delicioso!

Lebriut!

Leave a comment »