Um aluno de yeshivá, viu, certa vez, a Rebetsin Chaya Mushka Schneerson, esposa do Rebe de Lubavitch, levando sacolas. O rapaz pegou as sacolas e as levou para a casa da Rebetsin.
Quando ele lá chegou, a Rebetsin tentou lhe dar uma barra de chocolate.
Ele disse: “Cresci num lar chassídico e me ensinaram que se deve fazer uma mitsvá de modo completo, sem receber recompensa.”
A Rebetsin respondeu: “Eu também cresci num lar chassídico e me ensinaram que quando alguém nos dá algo, devemos aceitar, especialmente chocolate!”
Se deixar uma máquina parada, ela acaba enferrujando e se estragando. Por outro lado, também não se pode sobrecarregá-la, pois ultrapassar seus limites pode fazer com que queime.
O mesmo acontece com o ser humano. Inatividade provoca preguiça e debilidade.
Por outro lado, a pessoa precisa conhecer os limites de sua capacidade.
Deve, portanto, viver a vida de acordo com suas habilidades individuais.
Uma conhecida de minha esposa estava se mudando para outro apartamento. Procurou minha esposa e lhe pediu ajuda para escrever uma carta para o Rebe, pedindo-lhe uma berachá para a mudança. Como ela não sabia nem yidish nem hebraico, pediu a minha esposa para escrever a carta.
“Escreva a carta em inglês”, disse-lhe minha esposa. “O Rebe entende inglês.”
A mulher escreveu a carta e, em seguida a colocou num volume de Igrot Kôdesh que ela tinha retirado de nossa estante.
Minha esposa abriu o livro na página onde a carta havia sido colocada aleatoriamente, e traduziu a carta que havia naquela página.
Era uma carta para um casal que estava se mudando para um novo apartamento, abençoando-os para que tudo o que fosse relacionado com a mudança tivesse sucesso.
A mulher ficou satisfeita com a bênção, mas minha esposa notou que o livro que ela tinha retirado da estante era uma coletânea de cartas do Rebe Anterior, sogro do Rebe.
“É óbvio que o Rebe Anterior era um tsadik e um Rebe, mas eu ficaria mais segura tendo uma bênção do nosso Rebe, também”, disse a mulher.
Minha esposa lhe mostrou onde estavam os volumes de Igrot Kôdesh do Rebe, em outra prateleira.
A mulher escolheu um volume daquela prateleira e pôs sua carta aleatoriamente naquele livro. Entregou-o a minha esposa, e lhe pediu para traduzir a carta que estava naquela página.
Minha esposa leu:
“Estou surpreso que você está me consultando sobre um assunto que meu sogro já respondeu…”
O Rebe é o sétimo, a partir do Alter Rebe. E todos os sétimos são queridos. Nós, que pertencemos à sétima geração temos a grande responsabilidade de ajudar a trazer a Shechiná para este mundo, com a revelação de Mashiach agora, now!
Baseado em Bati Legani
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Neche bat Shlomo
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Um pai me contou que certo dia, o diretor da escola lhe telefonou e disse:
– Você tem um filho muito especial!
O pai sorriu e perguntou o que aconteceu.
Disse o diretor:
– O professor do menino (que tinha 6 anos e estava na primeira série) falou para o aluno: “Preste atenção na aula e pare de fazer outras coisas.” O garoto olhou para o professor e disse: “Não se meta na minha vida.” E voltou a se ocupar com outras coisas. O professor disse: “Olhe, sou o professor e estou pedindo para você parar de fazer outras coisas e prestar atenção na aula.” O menino olhou para o professor e disse: “Não estou nem aí prá você.” (um menininho de 6 anos) O professou não aguentou, sentiu que ia perder as estribeiras e disse: “Vá agorinha falar com o diretor.”
É óbvio que ninguém gosta de ser mandado para a sala do diretor, é amedrontador. O menino chegou lá e o diretor lhe disse: “O que foi que escutei? Que história é essa? Por que você se comportou dessa maneira?” O menino olhou para o diretor e disse: “Também não estou nem aí prá você.” O diretor ficou chocado. Foi a primeira vez em sua carreira que algo assim lhe aconteceu: um menino de 6 anos que não liga para o professor nem tampouco para o diretor! Tampouco tem medo dele! O diretor ligou para o pai, que ficou chocado ao ouvir aquilo. O diretor falou: “Veja, seu filho é muito especial. Precisamos corrigir este tipo de comportamento, não dá para continuar assim mas, imagine o menino daqui a vinte anos: se ele for pelo bom cominho, pelo lado positivo, sabe onde este menino pode chegar? Ele terá uma força! Vai transformar o mundo, vai transformar o Planeta! Com 6 anos não liga para o diretor! Se ele for pelo caminho positivo, será um líder, influenciará multidões! Este menino tem força. Bom, você só precisa corrigir esse comportamento e a gente conversa amanhã.”
O pai me contou (disse o Rabino Akrish): “Fui falar com o menino. Precisava colocá-lo no lugar. Mas cheguei com um sentimento totalmente diferente. Não vi apenas escuridão. Enxerguei, principalmente, a luz. Enxerguei, principalmente, o potencial. E pensei: “Como vou poder resguardar sua autoestima de modo que não deixe de acreditar em si mesmo; para que não se agarre demais à escuridão? Vamos cuidar da escuridão, mas ele precisa saber que é luz, que é especial!” E o pai conversou com ele, e, embora a mensagem clara tenha sido para que ele não se comportasse mais assim, no ar, nas palavras, na comunicação não verbal, havia consideração, luz, confiança, muita percepção do segredo que pode iluminar um ser humano.
Passaram-se vários anos desse acontecimento. E o pai me disse que esse menino tem muito sucesso. Estuda, avança, todos gostam dele. O atrevimento (a chutspá) desapareceu totalmente. Pelo contrário. O menino é educado, calmo, bom. E, principalmente, tem autoconfiança. Pois num momento de escuridão houve um educador sábio o suficiente para parar e, antes de resolver o problema, antes de cuidar da escuridão, perguntar-se: qual o segredo dela? Há um segredo nessa escuridão. Não há ninguém sem segredo. E se você conseguir descobrir seu próprio segredo, saberá descobrir o segredo das outras pessoas e para sempre se recusará a ver a escuridão e ver o mau comportamento. Pergunte-se: “Qual é a origem? O que está escondido aqui?” E se você for falar com alguém, com seus amigos ou filhos, com o mundo, em geral. Ou mesmo refletir sobre si mesmo, e vir escuridão. Saiba que há algo oculto dentro da escuridão. Há uma verdade oculta aqui.
Adaptado de um shiur em vídeo do Rabino Yoav Akrish.
(Hebraico)
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Neche bat Shlomo
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D