Archive for maio, 2022

TRÊS TSADIKIM DE SHAVUOT

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Três tsadikim têm uma ligação especial com a Festa de Shavuot: Moshê Rabênu, David Hamêlech e o Báal Shem Tov.

Moshê Rabênu – foi através dele que a Torá foi outorgada em Shavuot.

David Hamêlech – “Em Atsêret David morreu” – faleceu em Shavuot.

O Báal Shem Tov – faleceu numa quarta-feira, 6 de Sivan – em Shavuot.

* Os três foram primeiros:

Moshê Rabênu – foi o primeiro líder do povo judeu.

David Hamêlech – foi o primeiro rei da dinastia de David.

        OBáal Shem Tov – foi o primeiro líder da linhagem da   Chassidut.

* Os três foram pastores:

Moshê Rabênu – pastoreava o rebanho de Yitrô.

David Hamêlech – pastoreava o rebanho de seu pai, Yishai.

Báal shem Tov – levava criancinhas ao “chêder”.

Se ao cuidarem de rebanhos e de crianças eram pacientes, piedosos e dedicados – Hashem tinha certeza de que também seriam capazes de cuidar do “rebanho” de Hashem (o povo judeu) e liderá-lo.

* Os três se auto-educaram desde crianças:

Moshê Rabênu – cresceu no palácio do Faraó e educou-se sozinho.

David Hamêlech – desde pequeno era pastor e, portanto, precisou educar a si mesmo.

Báal Shem Tov – ficou órfão de ambos os pais quando ainda era bem pequeno, e precisou educar-se sozinho.

Além dos aspectos comuns aos três tsadikim – cada um deles tem uma qualidade especial particular, dentre os três pilares sobre que o mundo se sustenta.

Moshê Rabênu – Torá – recebeu a Torá e a outorgou ao povo judeu.

David Hamêlech – avodá (tefilá, oração) – escreveu o livro dos Tehilim (Salmos).

O Báal Shem Tov – guemilut chassadim (atos de bondade) – por seus atos de bondade mereceu um “bom nome”.

Reforcemos nossa ligação com esses três tsadikim a partir de Shavuot, estabelecendo shiurim diários do legado deles.

Moshê Rabênu – estudemos diariamente a porção semanal do Chumash.

David Hamêlech – vamos dizer diariamente uma porção do Livro de Tehilim.

O Báal Shem Tov – estudemos Chassidut diariamente no livro Tanya, que explica os ensinamentos do Báal Shem Tov.

Esses shiurim são chamados de shiurim de Chitat – Chumash, Tehilim e Tanya, insinuados no passuk (versículo) (Vayishlach, 35, 5) “E deu-se o pavor (chitat) de D-us sobre as cidades”.

(Baseado em “Likutê Sichot”, Vol. 8, págs.249-251 e Vol. 18, págs. 35-36, “Hitvaaduiot – 5743”, págs. 1921-1922)

    Adaptado de “Maayan Chai”, Vol. 4, págs. 24-27)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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BOLO ULTRALEVE

BS’D

(Parve)

Ingredientes:

4 ovos

1 copo de óleo

3 colheres de sopa de açúcar de coco

½ copo de açúcar cristal

1 pitada de sal

5 gotas de baunilha

1 colher de sobremesa de canela em pó

2 colheres de sopa de techina

3 colheres de sopa de chocolate em pó

1 copo de leite de coco

3 copos de farinha de aveia

3 colherinhas de fermento para bolo

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Bata os ovos, o óleo, os açúcares, o sal, a baunilha, a canela, a techina e o chocolate em pó até obter uma mistura homogênea.

Vá acrescentando, alternadamente o leite de coco e a farinha de aveia, batendo sempre. Por fim, o fermento e bata mais um pouquinho.

Asse em assadeira untada com óleo até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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TRÊS RUBLOS POR UMA INCOMPATIBILIDADE

BS’D

Já era quinta-feira, e Yakel ainda não tinha um tostão para as despesas do Shabat. Estava disposto a aceitar qualquer trabalho para conseguir pelo menos dinheiro para vinho e chalot. Quando veio a sexta-feira e ele ainda estava sem trabalho, apesar de muito tentar, sua esposa teve uma ideia.

“Sabe, Yankel, há um grande rabino em nossa cidade que está precisando de um shiduch para um de seus filhos. Ouvi dizer que ele dá três rublos para qualquer pessoa que tenha uma proposta decente. Tenho certeza de que podemos pensar em alguém adequado. Aí você dá a sugestão para o rabino e, pelo menos, teremos três rublos com que honrar o Shabat.

Por não ver alternativa, Yankel deu tratos à bola e acabou tendo uma ideia interessante. Correu à casa do rabino e sugeriu o casamento.

Os olhos do rabino se iluminaram. “Este shiduch é digno de consideração”, disse. “Venha após o Shabat e lhe direi se quero ir atrás.”

O coitado do Yankel ficou arrasado. Apesar de envergonhado, não conseguiu conter a decepção. “Mas… não vou ganhar os três rublos como pagamento pela sugestão?” Gaguejou.

“Meu bom homem”, respondeu o rabino. “Minha resposta depende da solução de dois textos contraditórios no Talmud. Em um deles, nossos Sábios dizem (Talmud Sotá 2 a) que quarenta dias antes da concepção de uma criança, a Corte Celestial anuncia: ‘A filha de Fulano se casará com o filho de Sicrano.’ Por outro lado, mais adiante na mesma página também afirmam: ‘Encontrar a alma gêmea é tão difícil quanto a abertura do Mar Vermelho.’ Essa afirmação é problemática. Se o casamento já tinha sido anunciado, qual é a grande dificuldade?

“A dificuldade vem das más interpretações feitas pelos anjos que têm a função de juntar o casal. Infelizmente, há muitos anjos defeituosos. Foram criados a partir de mitsvot  cumpridas indevidamente, bênçãos pronunciadas sem o devido cuidado e preces desprovidas de pensamento concentrado. Esses anjos imperfeitos saem surdos, mudos ou mancos. Por isso não podem transmitir direito o nome do verdadeiro par de uma pessoa.

“Consequentemente, casamenteiros aparecem com muitas sugestões. As diversas ideias que eles têm são os nomes mal interpretados pelos anjos aleijados. Quando essas sugestões me são apresentadas, sinto que não são a alma gêmea. Contudo, sinto-me obrigado a pagar esses rublos pelo esforço e a boa vontade.

“Sua sugestão, porém, parece ser a correta, anunciada no Céu. Depois do Shabat, discutiremos como proceder com esse shiduch e você ganhará bons honorários pelo seu esforço – muito mais do que três rublos.”

[Lightly edited by Yrachmiel Tilles from “From My Father’s Shabbos Table” (pp. 110-111), Eliyahu Touger’s excellent selection and translation from the first two volumes of Rabbi Yehuda Chitrik’s 4-volume series, Reshimat Devorim.]

Adaptado de:

Ascent of Safed

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=394-37

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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SOPA DE LENTILHAS VERMELHAS

BS’D

SOPA DE LENTILHAS VERMELHAS

(Parve)

Ingredientes:

½ copo de lentilhas vermelhas

1 batata doce

2 dentes de alho

2 colheres de sopa de óleo

1 colher de chá de sal

1 colher de chá de cominho

4  copos de água

Modo de Fazer:

Frite o alho no óleo até dourar.

Acrescente a lentilha vermelha, o sal e o cominho e refogue um pouco.

Acrescente a água e, por fim, a batata doce descascada e cortada em cubos.

Cozinhe em fogo brando até que as lentilhas se desmanchem e a batata doce fique molinha.

Lebriut!

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A PARADA DO BESH’T

BS’D

Duas semanas antes de Rosh Hashaná de 1734, em seu trigésimo sexto aniversário, Rabi Yisrael Báal Shem Tov foi revelado como o mais sagrado homem do planeta e líder do movimento Chassídico,que ainda estava em seus primórdios.

Antes disso, fazia de tudo para esconder suas qualidades especiais. Vestia-se, falava e se comportava como qualquer judeu ignorante e pobre da Ucrânia.

Para sustentar-se, labutava como simples trabalhador. Suas preces intensas, sua meditação, seu profundo estudo da Torá eram feitos em segredo. Ao conversar com outros judeus, costumava inspirá-los com ensinamentos e histórias do Midrash e Talmud que acentuavam o valor de servir a D-us com simplicidade, mas com sinceridade. Empenhava-se para neles estimular um amor por D-us, pela Torá e por todo o povo judeu. Mas o fazia numa linguagem de gente simples. Ninguém suspeitava de que fosse mais do que aparentava. Apenas sua esposa sabia quem ele realmente era.

Por vezes acontecia de ter de utilizar seus poderes extraordinários para salvar judeus, e até mesmo comunidades inteiras, de perigo. Quando assim fazia, tão logo se esgotasse a necessidade, mudava-se para um lugar distante, onde ninguém o conhecia. Uma dessas ocasiões aconteceu em Lag BaOmer.

Naquela época, as comunidades do Leste Europeu sofriam ataques frequentes de bandos de cossacos violentos e outros antissemitas grosseiros. Eles espancavam e até matavam os homens judeus, estupravam as mulheres e saqueavam e destruíam todos os bens dos judeus que viessem a cair em suas mãos.

Certa vez, os  habitantes da cidade onde o Báal Shem Tov estava morando ficaram sabendo que um bando desses cruéis saqueadores estava se aproximando. Toda a comunidade judaica resolveu abandonar seus lares e se esconder nas montanhas durante alguns dias, até que os cossacos invasores se acalmassem e partissem. O Báal Shem Tov os acompanhou. As pessoas se abrigaram em cavernas.

Lá de seu esconderijo, viram o bando de cossacos chegando. Não encontrando judeus para atacar, lançaram toda sua ira e frustração nos bens dos judeus. Invadiram o depósito de vinho, embebedaram-se, arrebentaram o restante dos barris e atearam fogo ao prédio. Os judeus, que viam tudo à distância, tremiam de medo que os cruéis cossacos resolvessem procura-los nas colinas e os descobrissem.

Passaram-se alguns dias. Os invasores empilharam tudo o que saquearam das casas e lojas dos judeus. Os judeus ainda estavam com medo de ser descobertos quando, assustados, viram aquele discreto ‘Yisroelik’ juntando grupos de crianças fora das cavernas, em plena luz do dia!

Protestaram, ao que o Báal Shem Tov explicou que aquele era o dia sagrado de Lag BaOmer, um dia de ir para os campos e comemorar, com alegria, o dia de Rabi Shimon bar Yochai.

Assegurou-lhes de que não havia perigo e que o mérito de celebrar Lag BaOmer ajudaria a proteger e salvar toda a comunidade.

Seu entusiasmo e convicção influenciaram os pais, de modo que lhes deram permissão. O Báal Shem Tov foi de caverna em caverna e reuniu quase todas as crianças.

Muitos adultos ainda estavam ponderando sobre o espantoso acontecimento quando o Báal Shem Tov deu início a sua mini parada. As crianças marchavam, cantando alegremente, seguindo seu novo líder carismático.

A princípio, estavam um pouco receosas e cantavam aos cochichos, mas em pouco tempo, seu medo dissipou-se, fazendo com que aumentassem o volume, cantando as melodias contagiantes do dia, honrando Rabi Shimon Bar Yochai.

Os pais observavam os filhos com um misto de carinho e ansiedade. Mas sua atenção logo se voltou para o Báal Shem Tov. Era como se ele fosse uma pessoa que jamais tinham visto, seu rosto iluminado em Divino êxtase, dançando na roda das crianças. O simples Yisroelik que eles tinham conhecido transformara-se, diante de seus olhos, no mais sagrado dos homens. Sua voz, junto com a das crianças puras e inocentes, cantava como os anjos do Céu.

A parada e os cantos prolongaram-se durante bastante tempo. Depois, o Báal Shem Tov levou as crianças até um pequeno planalto, fez com que sentassem na grama e distribuiu para todas guloseimas que levara. Fez com que cada criança falasse alto e corretamente a bênção para o alimento que recebera. Em seguida, depois que acabaram de comer, contou-lhes histórias fascinantes do Talmud e do Midrash sobre Rabi Shimon bar Yochai e Rabi Akiva. As crianças ouviam, encantadas. Sentiam o grande amor que o Báal Shem Tov tinha por cada uma delas e retribuíam com grande afeto.

Os pais e demais adultos da vila ainda estavam muito preocupados. Como podia Yisroelik ficar tanto tempo ao ar livre com seus filhos? Olhavam alternadamente da vila abaixo para as fileiras de crianças sentadas diante do Báal Shem Tov. Sussurravam preces para que tudo acabasse bem e todos ficassem sãos e salvos.

De repente, viram que o bando de cossacos saiu correndo em todas as direções. Fugiram tão de repente que nem levaram nada do que tinham juntado.

Inicialmente, os judeus ficaram com medo de que os invasores enlouquecidos estivessem a sua procura, mas a velocidade com que desapareceram logo acalmou seus temores. O perigo passara!

Acabaram entendendo o que acontecera. Os bandidos souberam – ou pensaram – que um batalhão de soldados estava vindo em sua direção. Apavorados, fugiram abandonando tudo o que poderia atrapalhar sua fuga.

Os judeus voltaram rapidamente para casa, espantados com o milagre que acontecera. Tinham certeza de que o milagre ocorrera em mérito da alegre comemoração das crianças com o tsadik, anteriormente oculto, o Báal Shem Tov  (que já tinha se mudado para outro lugar!) em honra ao grande sábio Rabi Shimon bar Yochai, em seu dia de júbilo, Lag BaOmer.

[Traduzido para o inglês e adaptado por Yrachmiel Tilles, de Sichat Hashavua 176.]

Traduzido e adaptado de:

http://ascentofsafed.com/

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=186-33

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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POMME DE TERRE

BS’D

Ingredientes:

3 batatas inglesas cortadas em cubinhos

3 folhas de couve cortadas fininho

¼ de reponho cortado fininho

3 dentes de alho

½ colherinha de sal

2 colheres de sopa de óleo

Modo de Fazer:

Numa panela de pressão, frite o alho no óleo até dourar.

Acrescente os demais ingredientes e refogue um pouco.

Acrescente um pouquinho de água e cozinhe na pressão durante cerca de 10 minutos.

Lebriut!

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NÃO FOFOCARÁS

BS’D

“Não ande por aí fofocando por entre teu povo…”

(Vayikrá 19:16)

Não há nada mais revelador do que quando um indivíduo abre a boca. Isso mostra a todos quem ele realmente é.

(Zohar)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/667.htm#caption8

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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CAUSA E EFEITO

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

No dia 2 de Iyar  (tiferet shebetiferet) de 5694, nasceu em Lubavitch, o filho temporão do Rebe Tsemach Tsêdek, chamado Shmuel, o Rebe Maharash.

Certa vez, o Rebe Maharash (Rabi Shmuel, o quarto Rebe de Chabad) viajou a Paris. E com ele viajaram os gabaim R. Levik e R. Pinchas Leib. E os chassidim Rabi M. Monezson e Reb Yeshaya Berlin também foram. Quando lá chegaram, Reb Y. Berlin perguntou a seu tio, o Rebe Maharash para onde deviam ir. E o Rebe respondeu que deveriam ir para o Hotel Alexander, um dos mais luxuosos de Paris, frequentado pela nobreza. E acrescentou:

“Como você não sabe falar francês, deixe que eu falo.”

Quando chegaram ao hotel, o Rebe pediu vários quartos, e lhe disseram que havia quartos disponíveis por 200 francos a diária. O Rebe perguntou se havia quartos melhores, e se estavam no mesmo andar dos salões de jogos.

Responderam que havia tais quartos disponíveis, mas o preço era altíssimo. O Rebe pegou três quartos, apesar do preço: um para si, um para R. Levik e outro para R. Pinchas Leib. R. Yeshaya Berlin e R. Monezson ficaram em outro hotel, menos dispendioso.

Após algumas horas no hotel, o Rebe foi ao salão de jogos, onde jogavam dados. Sentou-se perto de um jovem que estava jogando e que, de vez em quando sorvia vinho. O Rebe pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse:

“Jovem, yáyin nessech (vinho não-kasher) é proibido beber.”

E repetiu:

Yáyin nessech embota a mente e o coração – seja um bom judeu. Boa noite.”

Em seguida o Rebe voltou para seu quarto muito emocionado. R. Y. Berlin disse que jamais vira seu tio tão impactado.

Naquele hotel, quando alguém queria ir de um andar a outro (ainda não existiam elevadores) havia cadeiras especiais em que os hospedes sentavam e eram carregados. Devido a seu estado emocional, o Rebe sentou-se em uma daquelas cadeiras e, quando pegaram a cadeira para levá-lo pelas escadas, lembrou-se de que seu quarto era naquele andar mesmo. Desculpou-se e voltou para seu quarto.

Algumas horas depois, o jovem perguntou onde estava o homem que tinha falado com ele, entrou no quarto do Rebe e lá ficou durante bastante tempo. No dia seguinte o Rebe deixou Paris.

Rebe explicou, depois, que há várias gerações não houvera uma alma tão pura, só que estava nas profundezas das klipot (do mal).

O jovem tornou-se báal teshuvá e o patriarca da família K. da França – uma família religiosa e temente a D-us.

Adaptado de:

“Sipurei Chabad”, R. Avraham Chanoch Glitsenstein,

Vol. VIII, págs. 44-45

(Hebraico)

Em homenagem ao Yom Huledet de Yisrael Arieh Leib ben Chaia

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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FRAPÊ DE ABÓBORA

BS’D

Chalavi (de leite)

Ingredientes:

½ abóbora japonesa

2 copos de leite

Canela em pó a gosto

 3 colheres de chá de maple syrup

2 colheres de chá de café instantâneo.

Modo de Fazer:

Com uma colher, retire as sementes da metade de abóbora, salpique sobre ela canela em pó e a embrulhe em papel alumínio.

Asse em uma assadeira em forno médio até que fique macia (teste com uma faca ou garfo). Cerca de 1 hora. Quando esfriar um pouco, retire a polpa da casca, com uma colher, e amasse com um garfo.

Numa panela, esquente o leite até quase ferver. Verta-o sobre o maple e o café. Misture. Acrescente o purê de abóbora e misture bem. (Se preferir use o liquidificador).

Salpique mais um pouco de canela e sirva frio, quente ou natural.

Lebriut!

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