BS’D

Arte by Yoram Raanan
Um jovem casado, que precisou deixar o lugar onde morava, foi para um país longínquo. Distante geograficamente, e também afastado de todos os assuntos de judaísmo. Depois de algum tempo, começaram a chegar cartas, de homens e mulheres, ao Rebe (Rabino Yossef Yitschak, o Rebe anterior). Por exemplo: uma mulher de negócios, a quem sugeriram alugar uma loja e um apartamento em uma parte ou outra da cidade, escreveu ao Rebe pedindo sua decisão em como proceder. Aquela senhora jamais vira o Rebe. Sabia que o Rebe jamais esteve em sua cidade, nem mesmo no país em que ela mora. Não pertence a uma família Chabad. Porém, quando ouviu daquele jovem palavras saídas do coração: que há um Rebe no povo judeu, que está acima das limitações da natureza, e o rapaz explicou que quem quiser andar por um caminho seguro, seja nos negócios, no lar e em todos os seus assuntos, não deve fazer nada sem antes perguntar ao Rebe; a mulher percebeu a sinceridade do rapaz (“percebe-se quando alguém fala a verdade”) – e escreveu ao Rebe, pedindo seu conselho. Assim aproximou-se do judaísmo e começou a cumprir mitsvot. Foi isso o que fez um rapaz simples. Esse jovem senhor não fez o que fez por auto-sacrifício nem por submissão. Entendia o assunto com simplicidade, como sua mente o percebia. Sabia que o que o Rebe diz está dito, e que uma berachá do Rebe é uma berachá. Percebe-se isso fisicamente. Tal percepção daquele rapaz não advinha de estudos profundos nem de abundantes consultas bibliográficas. Seu reconhecimento da força do Rebe baseava-se em sua experiência pessoal e na experiência de alguns de seus conhecidos. Viu que quando obedeceram ao Rebe deu certo. Do mesmo modo que tal rapaz não se envergonharia de indicar um bom médico a seus conhecidos, quando vê um judeu em apuros, diante de uma pergunta vital, diz-lhe: o povo judeu não ficou viúvo, que D-us nos livre. Tem a quem perguntar! Ainda mais: o jovem não espera que venham lhe perguntar sobre o Rebe, pois muitos nem sabem o que é um Rebe. Toma a iniciativa de explicar: não dependam de seu próprio entendimento, não confiem no próprio intelecto, nem no casamenteiro, médico ou cirurgião – seus conselhos são incertos. Há uma maneira segura de dirimir as dúvidas – perguntar ao Rebe! É assim que todo chassid deve se comportar. Quando souber que seu amigo precisa tomar uma decisão importante na vida, se houver esperança, por mais duvidosa e tênue que seja, de que o amigo escutará seu conselho, o chassid tem a obrigação (por humanismo, amor ao próximo e para salvar uma vida em perigo) de procurar o amigo e dizer-lhe: tenha piedade de si próprio, de sua família e de tudo o que é seu. Não confie em sua própria inteligência, ligue-se ao Rebe, estude chassidut, siga as orientações do Rebe, e tudo dará certo! É conhecida a berachá do Alter Rebe (o primeiro Rebe de Chabad): tudo o que os chassidim fizerem – dará certo.
Baseado em Likutê Sichot, Vol. XIV, págs. 238-240.
(Traduzido de Maayan Chai)
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
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