Archive for fevereiro, 2024

O CHEQUE

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Pressburg era uma das cidades mais importantes do Império Austro-Húngaro, e sua yeshivá era uma das maiores e mais respeitadas de toda a Europa. Nos meados do Século XIX, lá viveu um rico mercador, que tinha uma grande loja no centro da cidade. Era respeitado e ativo na comunidade judaica, e era também conhecido por sua generosidade. Tinha um costume notável. Diariamente calculava os rendimentos de seu negócio, via qual tinha sido o lucro e disso separava 10% como dízimo, que entregava diariamente para a yeshivá.

Tragicamente, esse homem excepcional adoeceu de repente, e faleceu relativamente jovem, deixando uma viúva e cinco filhas jovens. Sua esposa era inteligente e ativa. Sempre ajudara o marido no negócio, que conhecia bem. Depois de seu falecimento, assumiu o controle e manteve seu sucesso. Também teve o cuidado de continuar o jeito generoso do marido e, diariamente, entregava o dízimo dos lucros ao Rosh Yeshivá, o ilustre Ktav Sofer.

Logo após o falecimento do marido, como não tinha filhos, pediu ao Rosh Yeshivá para organizar para que estudiosos da Torá dissessem o Kadish, a prece dos enlutados, pela a alma de seu marido, durante todos os onze meses, e também anualmente no yahrzeit. Também pediu que um segundo Kadish fosse dito diariamente, tendo em mente todas as almas que não tinham ninguém dizendo Kadish por elas.

Isso continuou durante cerca de dez anos. Às vezes os 10% chegavam a centenas de kroner por dia. Mas por mais que fossem, ela sempre perguntava se a yeshivá estava cumprindo sua parte do acordo.

Mas a roda virou. Em vez de lucros diários, começaram os prejuízos. Mesmo assim, a viúva seguia seu cronograma de aparecer diariamente na yeshivá, só que informava ao Rosh Yeshivah que hoje, infelizmente, nada tinha para dar. Mesmo assim, continuava perguntando se ainda estavam dizendo os Kadishim, embora ela já não pudesse contribuir financeiramente. Garantiam-lhe que, obviamente estavam, e que ela não se preocupasse.

Dia após dia, a situação foi piorando, até que ela teve de começar a vender algumas de suas joias e outros objetos de valor para poder pôr comida na mesa para suas filhas. Ninguém sabia de sua situação, exceto os estudantes mais velhos e os funcionários da yeshivá, que sabiam que seu negócio estava praticamente falido.

Certo dia, um casamenteiro foi à sua casa e, após algumas gentilezas, disse: “Minha cara senhora, suas filhas cresceram, e são muito bonitas. Talvez, devido a seu grande envolvimento nos negócios, a senhora não tenha percebido que já estão na hora de casar. Estou seguro de que posso encontrar muitos alunos de Yeshivá extraordinários que estariam interessados por elas, e a senhora poderia escolher. Basta me dizer quanto pretende dar de dote para cada uma.”

Sabiamente, ela resolveu não lhe revelar sua verdadeira situação. Em vez disso, falou apenas que pensaria no assunto e voltaria a falar com ele sobre sua oferta. Ele foi embora e ela caiu no choro.

Em seguida, vestiu-se e correu para a yeshivá. Desabafou para o Rosh Yeshivá. Chorando, disse: “Não entendo como minha situação piorou tanto.” Voltou a perguntar se os kadishim ainda estavam sendo ditos, e ele lhe assegurou que estavam.

De repente, a porta se abriu. Um senhor distinto entrou, voltou-se para a viúva, e lhe perguntou por que estava chorando. Disse-lhe que sabia de sua situação e estava disposto a ajudar. E pediu ao Rosh Yeshivá para que fossem para seu escritório e que dois estudantes da yeshivá se juntassem a eles. O Rosh Yshivá concordou e chamou dois dos seus cinco grandes discípulos daquele ano: seu filho, Rabi Shimon Sofer e Rabi Yossef Chaim Sonnenfeld.

Quando todos estavam reunidos, o visitante misterioso disse: “Sei que você tem cinco filhas em idade de casar. Vamos fazer as contas. Cada uma precisa de mil kroner para dote e mais outros mil kroner para as despesas do casamento e para comprar móveis e montar uma casa. De modo que são dois mil para cada uma, ou dez mil no total. Além disso, para levantar novamente seu negócio, vai precisar de mais outros dez mil kroner. Isso dá um total de vinte mil kroner.

“Tudo bem,” disse, “vou fazer um cheque.” Tirou um talão de cheques e destacou um. Escreveu nele o nome da mulher, fez um cheque de vinte mil kroner e assinou! Mas antes de lhe dar, pediu aos dois jovens estudantes que assinassem no verso, como testemunhas da transação. Também lhes pediu que pegassem seus cadernos pessoais para que ele assinasse em cada um deles, caso a assinatura do cheque fosse questionada. Voltando-se, em seguida, novamente para a mulher, disse-lhe que deveria levar o cheque ao banco do governo, quando abrisse, às nove horas, e que eles descontariam o cheque. Em seguida, foi embora, tão de repente quanto tinha chegado.

Todos os presentes estavam chocados, ainda sem acreditar no que acontecera. Foi como se estivessem num sonho. Foi quando um dos rabinos de repente falou: “Um homem assim poderia, realmente, ajudar a yeshivá. Vamos falar com ele.” Os dois saíram correndo atrás dele, mas não conseguiram encontrá-lo, nem ninguém que o tivesse visto.

Às nove, na manhã seguinte, a viúva estava no banco. O guarda que estava na porta a mandou falar com um dos caixas, a quem ela mostrou o cheque. Ele procurou nos registros e lhe disse que a conta tinha fundos para cobrir o cheque, mas uma quantia tão elevada necessitava da autorização do diretor. Pediu que ela esperasse e foi até a administração. Lá, mostrou o cheque a o diretor do banco que, ao vê-lo, desmaiou!

Foi o maior pandemônio. Foi a maior correria. Chegou a polícia e, após questionar alguns funcionários, prenderam a mulher numa sala de segurança aguardando investigação adicional.

O médico que foi chamado fez com que o diretor do banco recuperasse os sentidos rapidamente. Assim que recuperou a consciência, o diretor pediu para que a portadora do cheque fosse levada até ele. Quando lhe disseram que a segurança a prendera, disse que precisava ir até ela e que prender uma mulher tão justa não passara de engano. Foi logo a seu encontro e, após desculpar-se, a convidou a acompanhá-lo até seu escritório.

“Diga-me, por gentileza, como conseguiu este cheque?”

Ela lhe relatou suas dificuldades e a aparição repentina de seu benfeitor desconhecido. Explicou sobre seu falecido marido e sua prática diária de maasser, e dos kadishim que ela tinha organizado, através da yeshivá, para ele e para as almas que não tinham ninguém para dizer Kadish por elas.

Ele lhe perguntou se ela reconheceria seu benfeitor pessoalmente ou em foto. Ela disse que sim. E acrescentou que dois rabinos da yeshivá tinham sido testemunhas oficiais do acontecimento e que suas assinaturas estavam no verso do cheque, e que o homem também tinha assinado em seus cadernos pessoais. O diretor ficou empolgado ao ouvir isso e, ao ver as assinaturas, entrou em contato com a yeshivá para pedir que o Rabino Sonnenfeld e o Rabino Shimon Sofer fossem até seu escritório.

Quando eles chegaram, confirmaram o que a mulher tinha relatado. O diretor do banco disse-lhes, então que ele próprio descontaria o cheque, pois a conta bancária pertencia a sua família, mas que sua esposa também tinha que endossá-lo. Mandou chamar a esposa, pedindo-lhe que viesse rápido, porque havia pessoas esperando; mas que primeiro deveria juntar todas as fotos da família que tinha em casa, e trazê-las.

Embora o diretor do banco fosse judeu, sua esposa não era. Quando ela chegou, ele pediu que a viúva e os dois rabinos esperassem em outra sala. Contou à esposa o que estava acontecendo e disse que eles deveriam ver se a mulher conseguiria identificar nas fotos, o homem que assinou o cheque. A esposa afirmou que se tudo aquilo fosse verdade, ela se converteria ao judaísmo.

O diretor, então, espalhou todas as fotos sobre sua mesa. Pediu a cada um dos três que entrasse separadamente e visse se o homem que deu o cheque aparecia em alguma das fotos. Cada um dos três identificou a mesma pessoa, sem vacilar.

O diretor do banco pediu que todos entrassem. “Sabem quem é esse homem que deu o cheque?” – Perguntou. “É meu pai, que foi o diretor deste banco antes de mim… Mas ele faleceu há dez anos! Confesso que jamais falei Kadish  por ele. Ontem à noite, ele me apareceu em sonho. Disse que tinha sido salvo do Guehinom (purgatório) pelos Kadishim que ela arranjou para que os estudantes da yeshivá dissessem pelas almas por quem não estavam falando Kadish, e agora, que ela estava em apuros, tínhamos que ajudá-la. Disse que lhe daria um cheque de vinte mil kroner, e se eu não o descontasse, ele me estrangularia enquanto eu dormisse. Acordei assustado. De manhã, contei o sonho a minha esposa, e ela também ficou perturbada. Quando vi o cheque, desmaiei. Soube, então, que o sonho era verdadeiro. Pagarei os vinte mil que meu pai prometeu, pois é muito merecido. Mas além disso, acrescentarei outros vinte mil por minha conta, porque você cumpriu uma obrigação que era minha e ajudou a alma de meu pai com os Kadishim que organizou.”

Voltou-se, novamente para os três. “Muito me arrependo de meu afastamento do judaísmo. Vejo agora que nosso D-us é o único, verdadeiro D-us, e Ele dá a todos sua justa recompensa. De agora em diante, vou seguir Seus mandamentos, conforme revelados em nossa Torá. Minha esposa também confirmou sua promessa de se converter e viver de acordo com a Lei Judaica. Por favor, nos orientem, para que possamos entender o que precisamos fazer.”

Falou para o caixa dar à mulher quarenta mil Kroner. A primeira coisa que ela fez foi dar dez por cento para a yeshivá. Logo depois, seu negócio recomeçou a prosperar, e suas cinco filhas casaram muito bem, com jovens eruditos da Torá, tementes a D-us.

[Traduzido e adaptado do Hebraico para o inglês por Yrachmiel Tilles, de Otsar Hamaasiyot, Vol. I, Págs. 42-47, em nome do Rabino Y. Shapira de Jerusalém, que a escutou do próprio Rabino Sonnenfeld.]

http://ascentofsafed.com

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=145-45

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

BOLO DE MARACUJÁ E CHOCOLATE

BS’D

Ingredientes:

3 ovos inteiros

1 pitada de sal

1 gota de baunilha

1 colher de sobremesa de sêmola de milho

1 colher de sobremesa de farelo de aveia

1 colher de chá de techina

1 copo de óleo

1 copo de açúcar

1 copo de suco de maracujá bem concentrado

3 copos de farinha

3 colheres de chá de fermento para bolo

1 copo de chocolate meio amargo picado

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Bata os ovos, o sal, a baunilha, a sêmola de milho, o farelo de aveia e a techina, o óleo e o açúcar  até obter um creme homogêneo.

Continue batendo e acrescente, aos poucos, alternando, o suco e a farinha.

Por fim o fermento e no final o chocolate.

Asse em forma untada e polvilhada até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

Leave a comment »

FAZ O BEM… A QUEM?

BS’D

“Porque se calares agora, de outra parte se levantarão para os judeus socorro e auxílio, mas tu e a casa de teu pai perecerão…”

(Meguilat Ester 4:14)

Em uma das viagens do Rebe Rayats, seu pai, o Rebe Rashab, mandou que ele se esforçasse para fazer um favor para um dos chassidim empresários. Quando o Rebe Rayats regressou, falou para seu pai:

“Fiz tudo o que o senhor mandou, e caprichei no favor que fiz a fulano.

Rebe Rashab respondeu:

“Você está enganado. O favor, você fez para você mesmo, e não para fulano. Foi Hashem quem fez o favor para fulano, fazendo com que houvesse mensageiros por meio de quem a intenção Divina fosse realizada.

E o Rebe Rashab contou um fato que havia acontecido:

No ano 5640 houve muito anti-semitismo em nosso país, e em muitos lugares os anti-semitas instigaram a população local a fazer pogroms contra os judeus. Meu pai – o Rebe Maharash – viajou a Petersburgo, para fazer o que pudesse para ajudar os judeus. Meu pai tinha conhecimentos e contatos com altos ministros, e logo nos primeiros dias já tinha encontrado meios de controlar os desordeiros. Porém, para tornar público o assunto, os altos ministros sugeriram que uma delegação importante fosse visitar o Ministro do Interior e o Presidente do Senado, e que nessa delegação participassem também pessoas abastadas e maskilim (pertencentes ao movimento Iluminista) famosos. Meu pai convocou para uma reunião em seu hotel alguns milionários e “iluminados”. E propôs que eles escolhessem uma comissão dentre suas fileiras para participar dessa delegação. E como, em geral, meu pai não os levava em consideração nos assuntos comunitários, eles não gostaram muito da ideia. Quando ouviram a proposta de meu pai, um dos líderes dos convidados disse:

“Não somos fantoches, para que joguem conosco como se fôssemos peças de xadrez. Se somos pessoas importantes, é preciso nos levar sempre em consideração. Caso contrário, podem se virar sozinhos, agora.

Meu pai lhes respondeu:

“Na Meguilá está escrito: ‘se calares agora, de outra parte se levantarão para os judeus socorro e auxílio, mas tu e a casa de teu pai perecerão’. Está claro para mim que ‘socorro e auxílio se levantarão para os judeus’ e se vocês não quiserem participar, será ‘de outra parte’, mas aí: ‘tu e a casa de teu pai perecerão’ ou seja, vocês perderão a oportunidade.”

Quando o Rebe Rashab acabou a história acrescentou:

“É preciso lembrar sempre que com toda boa ação fazemos o bem para nós mesmos. É preciso lembrar com fé simples e confiança total que ‘socorro e auxílio se levantarão para os judeus’, e se não através de nós, ‘de outra parte’. Mas nesse caso, ‘tu e a casa de teu pai perecerão’. Pela Cabalá ‘tu’ é a luz da neshamá (alma) no corpo, e ‘a casa de seu pai’ é a raiz e origem da neshamá. A verdadeira elevação de ambas – a luz da alma e a essência da alma – depende do trabalho prático justamente aqui embaixo, e é necessário cuidar para que nenhum dos dois, ‘você e a casa de seu pai’, não perca o grande mérito de ser o mensageiro de D-us para fazer uma bondade para um judeu.

Adaptado de:

“Sipurei Chassidim”, Moadim, págs. 255-256.

R. Shlomo Yossef Zevin

(Hebraico)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

ABÓBORA COM CEBOLINHA

BS’D

Ingredientes:

½ abóbora japonesa em pedaços

2 dentes de alho

Cebolinha picada

Sal a gosto

2 colheres de sopa de óleo

Modo de Fazer:

Frite o alho no óleo até dourar.

Acrescente os demais ingredientes e refogue um pouco.

Acrescente água para cobrir e cozinhe em fogo baixo, em panela tampada.

Está pronta quando a abóbora está macia e a água secou.

Lebriut!

Leave a comment »

 “E façam uma arca de madeira de acácia…”

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

BS’D

 “E façam uma arca de madeira de acácia…”

(Shemot  25:10)

A arca não ocupava espaço. (Yomá 21A)

Na época do Maguid de Mezeritch, vivia em Mezeritch um pai de família que era rico e erudito. Durante toda a vida dedicara-se ao estudo da Torá e às preces. Sua esposa era quem cuidava da loja que eles possuíam. Ele só ia à loja durante duas horas por dia. O resto dia ficava na casa de estudos. Era um mitnagued,e jamais se dera ao trabalho de ir ver o Maguid.

Certa sexta-feira foi, bem cedinho de manhã, ao Beit Hamidrash, e lá encontrou alguns jovens pais de família que não eram moradores da cidade. Eles estavam lá sentados, estudando. O homem lhes perguntou: “De onde são vocês e o que vieram fazer aqui?” Responderam-lhe que tinham vindo para ver o Rebe. O homem mudou de ideia: “Ora, pessoas vêm de longe para ver o Maguid, e eu, que moro aqui, ainda não o vi nenhuma vez! É óbvio que não vou desperdiçar meu tempo de estudo de Torá, mas vou deixar de ir à loja uma vez e irei vê-lo.”

Quando chegou ao Maguid ficou tão impressionado com o brilho da Shechiná e o esplendor sagrado que pairava sobre sua face, que passou também a abrir mão de suas aulas de Torá a fim de abrigar-se à sombra do Maguid, e a ele ligou-se como um dos chassidim.

Mas a roda do sucesso virou para ele, desde então, e seus negócios começaram a descer e descer até que chegaram lá embaixo. O homem não conseguiu se conter e perguntou a seu mestre, o Maguid: “Por que depois que me aproximei do sagrado minha situação desmoronou?”

Respondeu-lhe o Maguid:

– Ora, você é estudioso e, obviamente, conhece o dito de nossos Sábios, de abençoada memória (Baba Batra 25, 2): “Quem quer ficar sábio, volta-se para o sul, e quem quer enriquecer, para o norte, pois a Mesa fica localizada no norte, e a Menorá, no sul”. O que deve fazer quem deseja ser tanto sábio quanto rico, uma vez que a distância entre o norte e o sul é imensa?

O homem não respondeu.

Disse-lhe o Maguid:

– Se a pessoa se considera insignificante, torna-se espiritual, e o espiritual não ocupa espaço, podendo, portanto, estar tanto lá como cá.

Essas palavras penetraram nas profundezas do coração do homem, e desde então, tornou-se humilde, e seu sucesso voltou.

Do livro: Sipurei Chassidim – Torá

Do Rabino Shlomo Yossef Zevin

(Hebraico)

Págs. 232-233

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

BLONDIES DE CHOCOLATE E TECHINA

BS’D

Ingredientes:

1 copo de óleo

2 copos de açúcar

5 ovos

5 gotas de baunilha

1 pitada de sal

3 copos de farinha

3 colheres de chá de fermento

1 copo de techina

1 punhado de chocolate picado

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Numa tigela, misture o óleo, o açúcar, os ovos, a baunilha, a techina e o sal.

Vá acrescentando a farinha aos poucos, mexendo sempre. Acrescente o fermento e continue misturando, e por fim, o chocolate picado.

Obs.: a massa fica meio durinha.

Asse em assadeira forrada de papel manteiga untado com óleo. 10 minutos em forno médio e, em seguida, baixe o forno e asse até que um palito saia sequinho.

Delicioso!

Lebriut!

Comments (1) »

O BÁAL SHEM TOV E A AGUNÁ

BS’D

Arte by Yoram Raanan

“… e suas esposas serão viúvas…”

(Shemot 22:23)

E suas esposas serão viúvas – atadas como viúvas de marido vivo, de cuja morte não houve testemunhas, e estarão proibidas de se casar novamente, ou seja, agunot.

(Rashi)

Um chassid, que era shochet em Odessa, viajou, certa vez, com sua esposa a um local onde havia fontes de águas medicinais. No caminho, pararam num hotel numa aldeia, e viram que a dona do hotel era muito idosa, e no hotel também moravam seus filhos e netos, que também eram bem idosos. E espantaram-se.

A velhinha, percebendo que o hóspede era um chassid, contou-lhe sua história, dizendo:

“Quando eu tinha 25 anos, fiquei aguná. O Báal Shem Tov ainda era vivo, na época.  Eu queria muito viajar até ele, para que me ajudasse em minha aflição. E com muito esforço consegui chegar até ele. Contei-lhe que tinha ficado aguná. Meu marido tinha desaparecido e eu não sabia onde ele estava, e eu tinha dele um filho pequeno.

“O Báal Shem Tovo apoiou a cabeça em suas mãos. Em seguida, levantou a cabeça e me disse, muito triste:

“ ‘Minha filha, não posso ajuda-la: seu marido morreu, e não há nenhuma testemunha do fato. Terá, portanto, de ficar aguná pro resto da vida.’

“Em seguida acrescentou:

“ ‘Minha filha, se me garantir que será uma mulher direita (ksherá) a vida inteira, vou abençoá-la para que veja muitas gerações deste filho, e você também será rica.’

“Garanti para ele e, veja, agora tenho 105 anos de idade, e 5 gerações de descendentes estão aqui comigo.”

Do livro: “Sipurei ChassidimTorá

Rabino Shlomo Yossef Zevin

Págs. 221-222

(Hebraico)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

ABACATE COM MEL

BS’D

Chalavi – de leite

Ingredientes:

Abacate maduro

Leite

Mel

Canela

Modo de Fazer:

Bata tudo no liquidificador e…

Lebriut!

Leave a comment »