“Bendito é o homem que confia em Hashem e de quem Hashem é a segurança.”
(Da Haftará de Parashat Bechukotai, Yermiyahu 17:7)
Certa vez, o Báal Shem Tov estava viajando com o Rav Mendel de Bar. No caminho, o Rav Mendel ficou com muita sede. Disse-lhe o Báal Shem Tov:
– Se você tiver confiança (bitachon) verdadeira em D-us, com certeza vai conseguir água.
E assim foi. Um não-judeu foi ao encontro deles e lhes perguntou se tinham visto seus cavalos, pois há três dias os perdera, e já era o terceiro dia que estava à procura deles. Os rabinos lhe perguntaram se ele tinha água. Ele respondeu que sim, e deu de beber ao Rav Mendel.
Rav Mendel perguntou ao Báal Shem Tov:
– Já que esse gentio estava viajando só por minha causa, para aplacar minha sede, por que ele já estava viajando há três dias?
Ao que o Báal Shem Tov respondeu:
– Hashem já preparou com antecedência, para que se você tivesse confiança verdadeira, sua necessidade fosse satisfeita.
Do livro: Sipurei Chassidim
do Rav Shlomo Yossef Zevin
Torá, pág. 334
(Hebraico)
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Nos séculos XVIII e XIX, na Rússia, os Czares implementaram uma lei que obrigava os meninos judeus a servir no exército russo durante 25 anos, a fim de que fossem russificados. Lá, ensinavam-lhes a ser soldados cristãos ortodoxos russos orgulhosos, e a dedicarem a vida à pátria.
Dentre os convocados judeus, alguns meninos conseguiram manter seu judaísmo, apesar das torturas, espancamentos e pressão psicológica. Mas foram poucos. A maioria morreu ou se converteu.
Eli Leib Itzkovitz fez parte da maioria. Foi recrutado com 12 anos de idade. Fraco, solitário e amedrontado. O padre parecia tão caloroso e amigável ao falar sobre a igreja (e tão amedrontador quando falava sobre os que não aceitaram o deus cristão), que Eli se converteu facilmente.
Mudou seu nome para Sasha e foi subindo na hierarquia do exército. Quinze anos depois estava prestes a se tornar oficial. Em virtude se sua dedicação ímpar, ele e alguns outros receberam dez dias de folga.
Um dos soldados disse que iria visitar sua família, e os demais concordaram que era uma boa ideia. De repente, uma lembrança dos olhos de sua mãe, da voz de seu pai e de seu lar, passaram pela cabeça de Eli.
É claro que o exército era seu “verdadeiro” lar, e a Rússia e o Czar eram seus pais. Mas, afinal de contas, tinha uma semana pela frente, sem planos, e todos os demais estavam indo prá casa. Por que ele não?
Após uma viagem de trem de 10 horas, Eli encontrou-se diante da porta de sua velha casa, e bateu na porta. Uma mulher atendeu. Será que aquela era sua mãe? Mal a reconheceu. E ela, tampouco o reconheceu. Tratou-o como um soldado russo de visita, convidando-o a entrar e lhe preparando um copo de chá.
Contou-lhe que seu marido falecera de cólera e seu filho único tinha sido levado para o exército 15 anos antes. Agora estava só. Eli estremeceu, só de pensar que jamais tornaria a ver seu pai. Fazia muito tempo. Passara mais tempo no exército do que em casa. Mas, em algum lugar profundo dentro de si, a criança ainda existia. Finalmente, Eli olhou nos olhos de sua mãe e disse baixinho: “Mamãe, sou eu! Eli!”
Quando se acalmaram e enxugaram os olhos, Eli contou a sua mãe sobre o exército e tudo o que fizera nos últimos 15 anos, inclusive que tinha sido batizado. “O judaísmo é coisa do passado”, disse-lhe. “Os mandamentos são velhos.” Repetiu muito dos dogmas que aprendera com o padre.
Sua mãe lhe implorou para que fosse judeu. Contou-lhe sobre a dedicação de seu pai, sobre Avraham e os milhares de anos do auto-sacrifício dos judeus pela Torá. Mas de nada adiantou. Ela, portando, mudou de assunto.
Eli ficou com ela uma semana. Quando chegou a hora de voltar para a base, ela lhe implorou: “Por favor, não quero perde-lo de novo. Não quero que seja morto. Na cidade de Liadi há um grande rabino, com o nome de Rebe Shneur Zalman. Vá até ele e lhe entregue este bilhete e lhe peça uma bênção.”
Eli queria recusar, mas o olhar suplicante de sua mãe lhe derreteu o coração. Poucas horas depois estava na casa do Rebe, no final de uma fila. Os chassidim tinham ordens para não deixar os soldados esperando e ele foi passado na frente da fila.
A porta do escritório do Rebe abriu-se. Quando Eli entrou, foi envolto por um sentimento de temor e respeito que jamais antes sentira. Foi pego totalmente de surpresa. Olhou nos olhos do Rebe e sentiu o olhar penetrante do Rebe.
Entregou o bilhetinho de sua mãe. O Rebe lhe fez algumas perguntas sobre ele e sobre o exército e, finalmente, disse: “Que o Todo-Poderoso lhe dê sucesso em tudo o que você fizer.”
Eli conseguiu ter coragem de pedir uma moeda para ter consigo, para boa sorte e proteção, mas o Rebe respondeu: “D-us o protegerá sem moeda, e lhe dará entendimento para escolher o caminho certo.”
Quando Eli saiu da casa do Rebe, sentiu-se diferente. Sentiu-se reconectado a algo vivo e infinito que havia perdido. No dia seguinte quando voltou a sua base, um anúncio foi afixado na porta do refeitório dizendo que por ordem do czar, quem quer que desejasse voltar para a religião de seus pais poderia fazê-lo.
Eli imediatamente apresentou-se a seu comandante. Pediu para que seu nome voltasse a ser Eli Leib e que fosse registrado como judeu. Em instantes, um padre e diversos comandantes o chamaram para uma conversa particular. Eli tinha sido um soldado destacado, com um futuro brilhante, e não queriam perde-lo. Deram-lhe todas as razões possíveis para que continuasse um gentio e não voltasse a ser judeu. O padre lhe explicou como ele estaria condenado, perderia a bênção eterna e a redenção. Os oficiais lhe disseram que perderia sua posição no exército, bem como seus amigos e seu futuro. Mas Eli olhara nos olhos do Rebe. Esperou que terminassem de falar e em seguida falou.
Disse calma mas firmemente: “O primeiro judeu, Avraham esteve só. O mundo inteiro estava contra ele, mas estou com ele.” Em seguida, voltou-se para o padre e disse: “Não posso debater com o senhor, mas tenho certeza de que o Rebe de Liadi conhece todos os seus argumentos e estou certo de que ele também está do lado de Avraham.”
Eli foi rebaixado a soldado e seus benefícios foram apagados. Quando acabou o serviço militar, voltou para sua mãe e a primeira bênção do Rebe, de que D-us lhe daria sucesso em tudo o que fizesse realizou-se: encontrou um bom trabalho e uma ótima esposa. Viveu para ver três gerações de descendentes. E, pelo menos, uma vez por ano, reunia sua família e repetia a história de como só de ver o rosto do Rebe lhe deu a vontade e a força para viver como judeu.
(Vai fazer chumus? Cozinhe o grão de bico em água com um pouco de sal, e aproveite a água do cozimento).
Aqueça o forno.
Descasque e corte as maçãs e as reserve em água com limão, para que não escureçam.
Numa tigela, misture os ovos, o açúcar, o óleo, a techina, a canela e a baunilha. Em seguida, vá alternando a farinha e a água do grão de bico (fria), misturando sempre. Acrescente o fermento e, por último, as maçãs.
Asse em forno moderado até que um palito saia sequinho.
Quando o holocausto começou, na Europa, o Rebe e a Rebetsin estavam na Europa. Seu sogro, o Rebe anterior, já estava nos Estados Unidos e revirou o mundo, nos esforços para conseguir retirar da Europa nazista sua filha e seu genro, o Rebe. Seus esforços chegaram até a Casa Branca. Os últimos navios estavam saindo da Europa, e quem de lá não conseguisse sair, provavelmente jamais sairia.
Havia um advogado que estava cuidando da papelada, para que os vistos chegassem da América. O Rebe o visitava de vez em quando e, certo dia, o advogado o recebeu muito empolgado, pois os vistos haviam chegado. Era como se fossem documentos de libertação do Guehenom. De fato, o Rebe chegou no último navio que conseguiu chegar da Europa, saiu de Portugal.
O advogado, muito emocionado, falou para o Rebe: Vamos correr até os Correios e enviar um aviso a seu sogro (o Rebe anterior) que os documentos chegaram, afinal de contas, ele não medira esforços para consegui-los. Só o fato de chegarem dos Estados Unidos até a Europa era muito complicado, naquela época de guerra.
O Rebe o interrompeu e disse:
“Parece-me, que de acordo com a Halachá (Lei Judaica), preciso avisar primeiro a minha esposa.”
De um shiur do Rabino Shneor Ashkenazi
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
No ano 1854, o Rei Nicolau I emitiu um decreto proibindo as mulheres judias de usarem um kissuirosh (cobertura para o cabelo) que usavam na época, chamado knupin. O Rei Nicolau I era um grande antissemita e estava sempre emitindo decretos perversos, principalmente em assuntos religiosos. E ele não gostava daquele kissui rosh.
Vinte anos depois, no ano de 1874, houve outro decreto chamado: “nova situação na convocação para o exército”: todos os rapazes, sem exceção, precisavam se apresentar ao Serviço Militar. Antes disso, cada cidade ou localidade deveria mandar certo número de convocados, anualmente.
E o Rebe Maharash concluiu: Os filhos das mulheres que vinte anos antes não tiraram a cobertura do cabelo foram dispensados do Serviço Militar. Todos, sem exceção. Mas quanto àquelas que não passaram no teste, bem sei os sofrimentos por que passaram.
A mitsvá da contagem do Ômer, em que contamos sete semanas completas, assemelha-se à mitsvá que a mulher tem, de contar sete dias a partir do final da menstruação a fim de se purificar. Só que a mitsvá da mulher é contar sete dias, apenas; ao passo que a contagem do Ômer é de 49 dias, a fim de purificar o povo judeu para a grande revelação da Outorga da Torá.
Em se tratando dos “sete dias limpos”, enquanto os “sete dias limpos” não foram concluídos e a mulher ainda não mergulhou no mikvê, ela ainda não está pura. Ela só sai do estado de impureza após a imersão completa num mikvê kasher. Só então pode se reunificar com seu marido de modo que sejam “uma só carne”. O mesmo ocorre com a contagem do Ômer. Durante os 49 dias da contagem, o trabalho é repelir os assuntos indesejáveis (sur merá) e só após a conclusão da contagem e da purificação vem a realização das coisas positivas (assê tov) – a outorga da Torá.
Adaptado do livro:
“El Neshei Ubnot Yisrael” (hebraico)
Pág. 341
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D