Archive for junho, 2024

TODOS OS JUDEUS SÃO RELIGIOSOS

BS’D

Shmuel Blizinsky contou o seguinte:

Quando servi no Exército da Defesa de Israel, fui um dos 12, apenas, recrutas cumpridores da Torá, na Brigada Givati, que na época tinha uns três mil soldados.

Tínhamos alimentação kasher – porque de acordo com a lei israelense, toda a comida nas instituições nacionais tem de ser kasher – mas não tínhamos nada além disso. Não tínhamos uma sinagoga onde rezar (hoje em dia há uma em cada base), nem um Rolo de Torá de onde ler. Mas tentávamos nos virar do jeito que dava.

Certa sexta-feira, quando o Shabat estava para chegar, procurei os outros rapazes religiosos e lhes disse: “Venham hoje à noite à minha tenda e vamos rezar juntos. Vamos ter nosso próprio jantar de Shabat. Podemos cantar e comemorar, e vai parecer um Shabat de verdade.”

Eles gostaram da ideia. E foi isso o que fizemos. Pegamos comida do refeitório e a levamos para minha tenda, onde fizemos Shabat. Só nós doze. Rezamos, cantamos, comemos. Foi lindo. E ninguém nos atrapalhou.

Mas um novo comandante assumiu o comando de nossa base – o famoso general de brigada Abrashah Tamir. Circulava inspecionando tudo e, certa sexta-feira de noite, entrou na minha tenda e nos encontrou lá cantando.

“O que está havendo aqui?” – Perguntou. “Por que vocês não estão comendo junto com todos os outros rapazes no refeitório?”

Expliquei para ele que estávamos guardando o Shabat, e por isso estávamos comendo separados.

Ele não disse nada naquele instante mas, duas semanas depois, quando o Shabat estava entrando, fui chamado e avisado que o General Tamir queria que comêssemos junto com todos e – além disso – estava me pedindo para fazer Kidush para todos os soldados.

Fiquei satisfeito e me senti lisonjeado e disse: “Ótima ideia!” Mas quando fui chegando perto do refeitório, ouvi uma banda tocando lá dentro. Isso era uma violação do Shabat e parei. Não dava para entrar. De modo que eu disse para o oficial que estava me acompanhando, “Deixa prá lá.”

Poucos minutos depois, o oficial voltou dizendo que agora havia uma ordem oficial do General Tamir de que tínhamos de ir. Recusei-me a obedecer a ordem. Disse que eu tinha ordens de uma Autoridade Superior. Que eu não violaria o Shabat e não iria. Os demais concordaram comigo e ficamos onde estávamos.

O resultado foi que meus colegas foram presos e eu fui levado ao escritório do General Tamir. Quando entrei, ele tirou seu paletó com a insígnia de comandante e me disse: “Converse comigo como se eu não fosse seu comandante. E, por favor, explique por que fez isso! Por que me envergonhou diante de todos os soldados?”

Eu não estava entendendo aonde ele queria chegar. E disse: “O que lhe fiz? Você mesmo pode fazer o Kidush, por que eu tenho de fazer?”

E foi quando ele me contou o que aconteceu:

Depois que ele nos tinha visto pela primeira vez – quando estávamos cantando e comemorando o Shabat – achou que aquela experiência seria boa para todo o acampamento. E trouxe a banda para alegrar ainda mais o evento. Desconhecia totalmente que é proibido tocar instrumentos musicais no Shabat!

Quando entendi isso, disse: “Se você fizer a banda parar de tocar, podemos entrar sem problemas.”

Ele concordou e, cinco minutos mais tarde, nos juntamos aos outros. Eu fiz o Kidush e todo mundo ficou feliz.

Poucos dias depois, fui chamado pelo comandante do quartel general da divisão que – para grande espanto meu – pediu desculpas. Falou: “Peço desculpas em nome de toda a base pelo que aconteceu. Ninguém tem o direito de fazer vocês violarem o Shabat.” Foram essas suas palavras.

Em seguida perguntou: “De que vocês precisam?”

“Precisamos de uma sinagoga, um lugar adequado onde rezar. E de um rolo de Torá.”

“Não se preocupe.” Ele disse. “Vamos providenciar.”

E de fato, designaram para nós um lugar onde rezar e trouxeram uma Torá com escolta militar e uma banda do exército.

Aquilo foi simplesmente incrível, e escrevi para o Rebe contando toda a história.

A resposta do Rebe chegou dentro de pouco tempo. E foi uma resposta que transformou minha vida.

A carta do Rebe tinha a data do dia 16 do mês judaico de Elul de 5711 – 17 de setembro de 1951 – duas semanas antes de Rosh Hashaná. Dizia o seguinte:

“Gostei muito de receber sua carta… em que você descreve seu serviço militar e suas atividades fortalecendo o judaísmo entre seus camaradas… A grandeza do que você está fazendo não pode nem ser descrita em palavras… mas posso dizer, com certeza, que se você tivesse se alistado no exército apenas por isso, já teria sido suficiente.”

Aquilo me tocou tanto. E o Rebe me pediu para fazer algo para ele:

“Meu pedido sincero é que você transmita minha bênção para cada soldado, não apenas para os “religiosos” como você a eles se refere em sua carta.”

E prosseguiu explicando:

“Meu sogro, o Rebe [Anterior] costumava dizer: ‘Um judeu nem quer nem pode se separar da Divindade’ portanto, todos os seus camaradas são religiosos.”

Eu tinha a atitude de que havia doze soldados religiosos numa brigada de três mil homens. Mas para o Rebe, todos os três mil eram religiosos – só que eles não sabiam ainda.

Como o Rebe escreveu:

“É, simplesmente, que alguns deles não têm conhecimento suficiente de judaísmo. Mas não vão permanecer distantes, e vão perceber que eles também acreditam em D-us e em Sua Torá. Por favor, transmita a todos eles minha bênção – para que sejam inscritos e selados para um ano bom e doce.”

Disse-me para dizer a cada soldado que eu encontrasse  – todos eles – que o Rebe de Lubavitch os está abençoando para um ano bom e doce!

Essa mensagem foi uma perspectiva totalmente diferente sobre como olhar para um judeu. Até então, eu colocava as pessoas em categorias – religiosos e não religiosos – e obviamente eu me considerava parte do grupo religioso. Mas o Rebe me mostrou como eu estava errado, porque todos os judeus são religiosos – alguns, simplesmente, não sabem disso ainda.

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/4808768/jewish/Jews-Uncategorized.htm

***

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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BATATA DOCE NO FORNO

BS’D

Ingredientes:

Batatas doces cortadas em dedinhos

Sal a gosto

Canela a gosto

Bastante óleo

Modo de Fazer:

Misture as batatas com o sal e a canela.

Arrume-as numa assadeira.

Acrescente o óleo.

Asse em forno médio, cobertas com papel alumínio, durante cerca de 1 hora.

Lebriut!

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PEDIATRIA DIFERENTE

Arte by Alex Levin

BS’D

Quando ofereci uma quantia substancial para Chabad, recebi uma resposta impressionante do Rebe, que me esclareceu sobre sua visão de mundo e mudou minha vida.

Tudo começou no início da década de 80, quando meu sócio em advocacia e eu nos envolvemos num investimento na cidade de Melbourne, Austrália, onde moramos. Compramos dois pequenos imóveis no centro da cidade e, alguns anos depois, fomos procurados por uma grande empresa japonesa que desejava compra-los. Essa firma japonesa estava querendo construir uma loja enorme naquele lugar e nos fez uma oferta irrecusável. De modo que fizemos o negócio e tive um grande lucro.

Discuti o assunto com Sílvia, minha esposa, e achamos que seria boa ideia fazer algo por Chabad com aquele dinheiro. Após refletir bastante, resolvemos que construiríamos um hospital para crianças em Crown Heights, onde fica situado o quartel-general de Chabad e onde vive uma comunidade Chabad importante. Queríamos que o hospital funcionasse de acordo com a lei judaica e sob a orientação do Rebe.

Como éramos de Melbourne e não conhecíamos muita gente em Crown Heights, procuramos o Rabino Yudel Krinsky, secretário do Rebe. Fomos a Nova York, nos encontramos com o Rabino Krinsky, demos-lhe o cheque e voltamos para casa para esperar a resposta do Rebe.

Ela chegou pouco depois: uma carta de 3 páginas, datada de 15 de Tamuz de 5746 (22 de julho de 1986).

O Rebe iniciou a carta com uma citação de nossos Sábios: “A recompensa de uma mitsvá é a própria mitsvá”, e continuava:

O que pode um “obrigado” de um ser humano acrescentar à recompensa Divina em que tudo está incluído? Mas não deixa de ser correto expressar meu prazer interior ao ver outro bem conhecido dito de nossos Sábios tão eloquentemente confirmado em ação concreta, ou seja, a afirmação de que “um coração judeu está sempre acordado” – acordado e responsivo às mitsvot de Hashem, especialmente em seu caso, que responde à necessidade de divulgar Torá e mitsvot para benefício de muitos.

E continuava referindo-se à questão de como utilizar a doação da melhor maneira possível “de acordo com sua intenção”. E a continuação era uma longa explicação sobre a relação entre a ciência médica e a lei judaica.

Nossos Sábios dizem: “a Torá traz refuah (cura) para o mundo”. Isso não significa que a Torá invalida a ciência médica de algum modo. Pelo contrário, a Torá afirma que, em assuntos de saúde, é preciso consultar um médico e seguir suas instruções – ao mesmo tempo sem esquecer … que o médico não passa de um agente de D-us.

Em seguida, o Rebe analisou a abordagem atual da ciência médica – o que ele chamou de abordagem “terapêutica” e abordagem “preventiva”. A abordagem terapêutica trata as doenças, ao passo que a abordagem preventiva busca eliminá-las. E continuou:

É óbvio que atualmente, a medicina terapêutica é inevitável, mas, a medicina preventiva é um método preferível… Para que a medicina preventiva tenha mais sucesso e melhores resultados, é preciso começar na primeira infância – a começar com vacinação, escovar os dentes para evitar cáries, uma dieta equilibrada, etc. No que se refere a crianças judias, é indispensável o cumprimento rigoroso das leis de kashrut dos alimentos e bebidas, e sabe-se como isso afeta o desenvolvimento mental e físico.

Passando para nosso desejo de que nossa doação fosse destinada a um hospital infantil administrado de acordo com a lei judaica, o Rebe afirmou: “A Torá é a medicina preventiva mais eficaz que existe”, e continuou expressando a opinião de que “a melhor maneira de implementar sua intenção e obter resultados incomparavelmente maiores do que os imaginados é aplicar sua contribuição na área da chinuch (educação) de Torá para crianças.”

O Rebe citou as várias atividades de Chabad que iam desde administrar berçários kasher até ajudar os idosos, e concluiu:

Diante de tudo isso, acho que se sua tsedaká for utilizada deste modo, vai ser no verdadeiro espírito de sua ideia e intenção. Pois, usada desta maneira ajudará a assegurar crianças saudáveis física, mental e espiritualmente, para que não haja necessidade de se criar um hospital infantil de acordo com a halachá (lei judaica), pois serão criadas totalmente de acordo com a halachá.

Entendi. Tanto as necessidades físicas quanto as espirituais podem ser satisfeitas seguindo-se a Torá. Se a gente seguir a Torá,ela será nossa cura. E, portanto, a educação de Torá é o modo principal e básico de prevenir qualquer doença.

No fim, não sei exatamente para onde foi o dinheiro que doamos, mas deixamos para o Rebe fazer essa decisão. Sentimos que nossa conexão com o Rebe foi muito fortalecida com isso e, embora nunca tenhamos tido o privilégio de encontra-lo em audiência particular, fomos quase todos os anos a seus farbrenguens em Simchat Torá. Bem como nos conectávamos com ele quando estava distribuindo dólares para caridade.

Eu, pessoalmente, comecei a estudar ensinamentos chassídicos aplicadamente – isso foi meu primeiro passo – sempre tendo em mente as sábias palavras do Rebe. Elas transformaram minha vida, bem como a vida de minha esposa e filhos, e elas nos guiam até hoje.

By Michael Goldhirsch.

Mr. Michael Goldhirsch mora em Melbourne, Austrália, onde trabalhou como advogado durante mais de cinquenta anos. Foi entrevistado em julho de 2016 e novembro de 2019.

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/4755643/jewish/A-Different-Kind-of-Pediatrics.htm

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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

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Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

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Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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David ben Avraham (Curico)

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Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

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ABÓBORA NO FORNO

BS’D

Ingredientes:

½ abóbora japonesa cortada em cubos

½ colherinha de sal

½ colherinha de cominho

Óleo

Modo de Fazer:

Misture os pedacinhos da abóbora com o sal e o cominho.

Aqueça o forno.

Unte uma assadeira pequena com bastante óleo.

Espalhe por cima a abóbora temperada.

Espalhe óleo por cima da abóbora.

Asse em forno médio durante cerda de 1 hora.

A abóbora deve ficar macia por dentro e crocante por fora.

Lebriut!

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SHELICHUT DIVINA

BS’D

Alguns casamentos são feitos no Céu, outros são desfeitos no Céu.

O Rabino Binyomin Zilberstrom relatou o seguinte:

Esta história aconteceu aproximadamente em 2004 ou 2005. Telefonei para um judeu que eu conhecia, perguntei-lhe: “Como vai você? Como está a família?”

Eu sabia que ele tinha uma questão familiar complicada: infelizmente, estava casado com uma mulher não-judia. Ele era um judeu que dava tsedaká, tinha uma fé simples e verdadeira. Levava tudo a sério. Recentemente começara a pôr Tefilin. Não sei se todos os dias. Hoje, é possível que coloque Tefilin diariamente, mas na época não sei se diariamente. Em todo caso, era um judeu que tinha entusiasmo em cumprir uma mitsvá.

Naquela conversa telefônica, ele me disse:

“Quero lhe pedir que peça ao Lubavitcher Rebe uma berachá para mim: para que eu tenha sucesso nos negócios.”

Respondi:

“Assim que eu desligar o telefone, vou sentar e escrever uma carta para o Rebe, pedindo uma berachá para você.”

Enviei para o Rebe, em seguida coloquei a carta no Igrot Kôdesh. Quando abri o Igrot Kôdesh, me espantei ao ver uma carta curta, mas muito, muito forte.

“Assustei-me ao escutar sobre alguém que mora com uma mulher não-judia. Tente se encontrar com ele assim que possível, e diga-lhe que vivendo com uma mulher não-judia ele está trazendo uma calamidade sobre si e também sobre a mulher que não é judia.”

Quando li isso, perguntei a meu amigo, o Rabino Havlin, o que eu deveria fazer: deveria telefonar-lhe?

Ele me disse que aquele não era um assunto a ser discutido por telefone. É preciso viajar e lhe dizer isso. Surgiu a ideia de perguntar ao Rabino Mordechai Eliyahu, de abençoada memória, que na época era o Rabino-Chefe, e morava em Yerushalayim. O Rebe o respeitava muito, de diversas maneiras. “Vale a pena se encontrar com ele e pedir sua opinião.”

Fui me encontrar com ele, e levei comigo este volume de Igrot Kôdesh. Contei-lhe toda a história. E ele me disse:

“Esta é uma shlichut divina, do Céu. Você precisa ir até ele, e lhe transmitir as palavras do Rebe. E quando você lhe transmitir as palavras do Rebe, peça-lhe que fique de pé. Como consta no Tanach a respeito de Ehud e a respeito de Yechezkel. ‘Fique de pé.’”

Obviamente não foi fácil telefonar para ele. Mas liguei, e lhe disse que queria me encontrar com ele. Ele me perguntou qual era o assunto. Eu lhe disse: “Tenho uma shlichut do Rebe.” Ele me disse: “Não dá para falar por telefone?” Respondi que não. “Precisamos nos encontrar.” “Tem certeza?” – Perguntou.

Respondi: “Sim. Vamos marcar.”

Marcamos ao meio dia e meia, poucos dias depois.

Quando cheguei ao seu escritório, nos cumprimentamos muito calorosamente com Shalom Aleichem.

Ele me perguntou se deveria colocar Tefilin. Respondi: “Claro!” De modo que o ajudei a pôr Tefilin. Quando ele acabou de colocar Tefilin e acabou de rezar Shemá Yisrael, perguntou se deveria ficar com os Tefilin ou retirá-los. Naquele momento pensei: “Estou prestes a lhe transmitir uma mensagem nada fácil de receber. De modo que lhe disse: “Sim, fique de pé, com os Tefilin.” Ele ficou de pé, com os Tefilin.

Eu tinha preparado uma tradução em inglês, e lhe disse: vou ler para você uma tradução no inglês, palavra por palavra, do que o Rebe está lhe dizendo.

Obviamente não olhei para ele enquanto lia que ele deveria modificar sua vida e se separar da mulher não-judia. Quando acabei de ler, percebi que ele estava muito pálido. É óbvio: receber uma mensagem dessas…

Ele me disse: “Gostaria de me sentar com você em um dos restaurantes kasher e conversar.” Conversamos durante cerca de duas horas. Ele me disse: “Acho que o Rebe tem razão a respeito de tudo isso. A verdade é que eu também não estou satisfeito com ela. Talvez algum dia eu faça isso.”

Voltei para Israel e, pouco tempo depois, ele me disse que tinha se separado. O que houve? O Rebe  resolveu o assunto. O que aconteceu foi que ela processou o judeu. E disse para o juiz que queria se separar dele. Mostrou ao juiz uma foto do Rebe e disse: “Sei que ele tem ligações com este homem – o Rebe – e por causa disso não quero ficar com ele.”

*****

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CARNE NÃO PODE FALTAR!

BS’D

Depois de comer o kidush de laticínios no primeiro dia de Shavuot após a leitura dos Dez Mandamentos e as preces, esperamos uma hora (entre o leite e a carne) e comemos uma refeição de carne.

É mitsvá comer carne no Yom Tov.

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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

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TESHUVÁ FUNCIONA SEMPRE

Arte by Rivka lemberg

Carta do Rebe de Êrev Shavuot, 5716 (1956):

Em resposta a sua carta (não datada), deve ter em mente os seguintes pontos:

  1. Não há a menor dúvida de que a teshuvá funciona em todos os casos e seja qual for a transgressão, pois teshuvá é um dos mandamentos de D-us, e D-us não exige de nós o impossível.
  2. Também é verdade que qualquer tipo de depressão, desânimo ou tristeza é uma artimanha do Yêtser Hará (má inclinação) para desestimular a pessoa de servir a D-us, como está explicado em detalhes nos livros de Mussar, e nos livros de Chassidut. E você faria bem em consultar o Tanya, capítulo 26 e seguintes.
  3. Mesmo quando alguém recaiu, cometendo a mesma transgressão pela qual já fez teshuvá, e, além disso, mesmo enquanto está fazendo teshuvá não tem certeza de que poderia resistir à tentação, caso ela se repita, isso não deve impedi-lo, de modo algum, de estudar Torá e cumprir mitsvot, que incluem também a mitsvá da teshuvá, pois cada ação de um ser humano tem suas repercussões, tanto aqui embaixo quanto Acima, e com certeza você conhece o dito de nossos Sábios: “Nenhuma transgressão extingue uma mitsvá”, (apesar de extinguir a recompensa de uma mitsvá). Eu o encaminho novamente para Igueret Hateshuvá (terceira parte do Tanya), capítulo 11.

Aconselho-o a, de agora por diante, parar de ponderar e permanecer em coisas que não têm nenhum valor prático, e especialmente o tipo de pensamento que leva ao desânimo. E sim, concentrar-se em esforços sempre crescentes em Torá mitsvot…

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/lchaim/5758/508.htm#caption5

http://lchaimweekly.org/

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