Archive for agosto, 2024

ONDE PODE ESTAR A RESPOSTA?

BS’D

O Rabino Tsvi Hersh Weinreb relata o seguinte:

Embora tenha morado em Crown Hights durante um tempo depois que casei, eu não era Chabad. De vez em quando ia aos farbrenguens do Rebe, mas minha relação sempre fora mantendo certa distância.

Estou contando isso por causa de algo que aconteceu algum tempo depois.

Três anos depois de nosso casamento, minha esposa e eu nos mudamos para Silver Spring, onde estudei na Universidade de Maryland. Obtive um doutorado em psicologia e comecei a trabalhar como psicólogo no sistema escolar de lá. Além disso, eu dava aulas de Talmud – uma no Shabat de tarde, para o público geral, e uma terça-feira à noite, para um grupo menor de pessoas que queriam se aprofundar mais.

Estava com trinta e poucos anos, e imagino que estava meio cedo para ter a crise da meia idade – ou talvez eu tenha chegado a essa crise mais cedo que a maioria das pessoas – mas nessa época eu me debatia com uma série de questões urgentes:

Deveria ficar no estudo da Torá ou prosseguir com a psicologia? E se fosse esse o caso, como avançar na carreira – passar para psicoterapia particular ou aceitar uma oferta de uma das organizações de serviço social do município? Também estava em dúvida sobre qual seria a melhor escolha, para meus filhos, em termos de opções educacionais em Silver Spring.

Além de todos esses dilemas eu tinha minhas próprias dúvidas nas áreas de fé e confiança em D-us, bem como algumas questões filosóficas. Encontrava-me numa situação de incerteza.

Tudo isso me deixava muito deprimido, e eu não sabia o que fazer nem prá onde ir. Conversei com vários amigos íntimos, e um deles, um Chassid Chabad – sugeriu que eu visitasse o Rebe.

Portanto, em fevereiro de 1971 telefonei para o Rebe.

O secretário do Rebe atendeu o telefone em inglês, e me perguntou o que eu estava precisando.

Enquanto eu conversava com o secretário, ouvi uma voz, no fundo – voz essa que reconheci dos farbrenguens. Rebe estava perguntando em yídish: “Quem está falando?”

Respondi: “Um judeu de Maryland.”

Eu disse ao secretário que estava com muitas questões que gostaria de discutir com o Rebe – questões sobre a direção que minha vida deveria tomar, minha carreira, fé. Expliquei que estava numa fase muito incerta e não sabia prá que lado ir.

Eu ia falando em inglês e, à medida que eu falava, o secretário do Rebe ia repetindo e parafraseando minhas palavras em yídish – imagino que ele estava fazendo isso para o Rebe, que devia estar lá perto.

E foi quando ouvi o Rebe falar, no fundo, em yídish: “Diga a ele que há um judeu que mora em Maryland com quem ele pode conversar. Seu nome é Weinreb.”

O secretário me perguntou: “Você ouviu o que o Rebe disse?”

Eu não podia acreditar nos meus ouvidos. Tinha certeza de que não tinha dado meu nome, mas o Rebe acabara de falar meu nome! Fui pego de surpresa e quis ouvir novamente. Portanto, quando o secretário me perguntou se eu tinha escutado, falei que não.

O secretário repetiu as palavras do Rebe para mim: “Há um judeu em Maryland com quem ele deve falar. Seu nome é Weinreb.”

“Mas meu nome é Weinreb!” Protestei.

Foi quando ouvi o Rebe dizer: “Se é assim, então ele deve saber que às vezes é preciso conversar consigo mesmo.”

O secretário também parecia atordoado com o que estava acontecendo. Parou, e eu só ouvia sua respiração. Então ele me disse: “O Rebe disse que às vezes é melhor conversar consigo mesmo. Seu nome não é Weinreb?”

“Sim, meu nome é Weinreb, mas talvez o Rebe esteja se referindo a outro Weinreb.”

“Não, o Rebe está dizendo ‘converse com Weinreb’, e explicou que você precisa conversar consigo mesmo.”

Agradeci muito, e a conversa acabou ali.

Acho que entendi o que o Rebe estava querendo me dizer. Se eu pudesse pôr palavras em sua boca, ele estava dizendo: “Você está procurando as respostas fora de si mesmo. Não é mais criança, é um homem. Tem trinta anos, é pai, é professor de Torá. Precisa ter mais autoconfiança. Está na hora de crescer e escutar a si mesmo. Não seja tão dependente dos outros. Confie em si mesmo.”

E dali por diante, tornei-me mais determinado. Acho que até então eu tinha a tendência de ser muito ambivalente. Não me arriscava. Quando precisava tomar uma decisão, era um procrastinador. Mas a partir de então, mudei.

Rebe poderia ter pegado o telefone e me dito o que fazer, mas não sei se eu seguiria seu conselho do jeito que aceitei este. Tal qual muita gente, acho que eu tinha uma resistência natural a fazer o que os outros mandavam, e acho que o Rebe teve o discernimento de saber que para mim, seria melhor descobrir sozinho a resposta, do que ouvi-la dele.

Acho que o Rebe ter entendido isso foi parte de sua grande sabedoria.

Poucos meses depois daquele telefonema que transformou minha vida, tive a oportunidade de agradecer pessoalmente ao Rebe. Fui visitar meus sogros em Brooklyn e meu sogro me incentivou a ir agradecer ao Rebe. Ele estava recebendo as pessoas numa pequena audiência pública, e fui até ele e disse: “Meu nome é Weinreb e sou de Maryland.” E ele me deu um grande sorriso de reconhecimento.

Vi o Rebe muitas vezes, e também muitas fotos suas, mas aquele sorriso especial significou muito para mim.

Mudei-me de Silver Spring e acabei mudando de carreira: de psicólogo em tempo integral passei a rabino de uma sinagoga. Fui o rabino de Shomrei Emunah, uma congregação maravilhosa em Baltimore. Numa fase posterior, aceitei o cargo de Vice Presidente Executivo da Orthodox Union, embora tenha sido difícil a decisão de deixar meu cargo em Baltimore.

Desde 1971, houve épocas em que estive diante de questões difíceis na vida e, antes de buscar conselho de outra pessoa, escutava minha voz interior. Primeiro, dedicava algum tempo para estudar alguns dos ensinamentos do Rebe – como Likutei Sichot – para me conectar de novo, e depois seguia o conselho que ele tinha me dado: de conversar comigo mesmo. E incentivo outras pessoas a fazer o mesmo.

Antes de sair por aí perguntando isso e aquilo a outra pessoa, converse consigo mesmo e escute o que você tem a dizer sobre o assunto – às vezes seu próprio conselho é o melhor.

O Rabino Dr. Tsvi Hersh Weinreb é o vice-presidente executivo emérito da Orthodox Union desde 2002.

Do livro:

One by One – Stories of the Lubavitcher Rebbe.

Págs. 25-29

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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QUADRADINHOS DE CHOCOLATE

BS’D

Ingredientes:

Chocolate meio-amargo triturado

Nozes, castanhas e frutas secas trituradas

Modo de Fazer:

Forre uma forma com papel manteiga e o unte com óleo

Nela coloque a mistura de nozes trituradas e o chocolate

Ponha no forno na temperatura mais baixa.

Quando o chocolate começar a amolecer, retire do forno e misture com um garfo.

Ponha na geladeira até endurecer e corte quadradinhos.

Guarde na geladeira

Lebriut!

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KASHER BY GOVERNO SOVIÉTICO

BS’D

O pai do Rebe, Rabi Levi Yitschak Schneerson, era rabino-chefe da cidade de Yekatrinoslav (hoje Dnepropetrovsk), região grande produtora de trigo da antiga União Soviética. Anualmente, judeus do país inteiro compravam de lá o trigo para as matsot de Pêssach.

Quando o governo comunista nacionalizou a economia, sabia muito bem que os judeus só comprariam farinha para Pêssach, se estivesse sob a supervisão de um rabino reconhecido. De modo que exigiu que o Rabino Levi Yitschak desse o certificado de kashrut para a farinha.

Rabi Levi Yitschak lhes disse que daria o certificado, mas seria responsabilidade do governo cumprir a lei judaica: cuidar para que o trigo não entrasse em contato com água, contratar supervisores para que a farinha fosse kasher para Pêssach, e lhes conferir toda a liberdade de ação.

As autoridades, inicialmente, falaram que tais exigências eram impraticáveis, pois causariam grande prejuízo financeiro, uma vez que o volume do trigo aumentava consideravelmente quando se lhe acrescentava água na hora de moer.

Rabi Levi Yitschak respondeu firmemente: “De acordo com a constituição e com minha própria consciência, não posso dizer a ninguém que a farinha é kasher para Pêssach, se ela não o for, de fato.”

Acabou viajando até Moscow, onde se encontrou com oficiais de alto escalão, e lhes explicou seu ponto de vista. Por incrível que pareça, eles concordaram com todas as exigências do Rebi Levi Yitschak Schneerson.

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/2671928/jewish/The-Soviet-Governments-Kosher-Certification.htm

By Mendy Kaminker

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

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O CHASSID E O PAI DO REBE

BS’D

chassid, Reb Ozer Winikorsky za’l, precisava passar pelas sete fogueiras do Guehenom, por onde tinham de passar todos os que se apresentavam para o serviço militar na Rússia comunista. Apresentou-se cinco vezes diante das autoridades de convocação, e cada vez que precisava aparecer diante do departamento médico, ficava tenso e apavorado.

Procurou o Rabi Levi Yitschak (pai do Rebe) e pediu sua bênção e orientação, para salvar-se das garras dos que conspiravam contra ele. Percebendo a aflição e o sofrimento do chassid, Rabi Levi Yitschak deu-lhe uma orientação detalhada do que deveria fazer a fim livrar-se de seus problemas. Falou-lhe o dia exato em que devia apresentar-se, a hora, e a rua por onde deveria chegar, que capítulos de Tehilim deveria dizer antes de ir, e quantas moedas deveria dar para tsedaká. Disse-lhe, inclusive, que ao chegar à porta do escritório do Serviço Militar, pensasse no Nome de D-us, e só depois se apresentasse. Deu-lhe sua bênção e sua promessa de nada de mal lhe ocorreria. Pediu-lhe também que depois voltasse a vê-lo, para contar tudo o que ocorrera.

“Quando lá cheguei” – relatou Reb Ozer – “após fazer tudo conforme a orientação do Rabi Levi Yitschak, entrei na grande sala onde havia várias mesas ordenadas. Ao lado de cada mesa estava sentado um médico, cada médico tinha sua especialidade, e sua função era examinar o candidato, única e exclusivamente na área de sua especialização. Cada médico estava encarregado de uma área da medicina, de modo que o candidato deveria passar por todos aqueles doutores, para que não pudesse enganar quanto a seu verdadeiro estado de saúde.”

“Fui cuidadosamente examinado por todos aqueles médicos, e cada um escreveu seu relatório. Quando, finalmente, cheguei ao funcionário que deveria me dar o resultado final – fiquei surpreso quando ele me olhou penalizado e perguntou: ‘O que há com você, infeliz? Cada um dos médicos encontrou uma doença!’”

“Deste modo saí de lá como inapto, e fui dispensado do Serviço Militar!” –Reb Ozer concluiu seu relato do milagre pessoal que lhe ocorreu pela berachá de Rabi Levi Yitschak.

(Do livro “Toledot Levi Yitschak”, Vol. I)

Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line” da Yeshivá Tomchei Tmimim

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Eliyahu ben Aba

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Moshe Haim ben Kaila z’l

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Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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BOLINHO

BS’D

Ingredientes:

1 ovo

3 colheres de sopa de aveia

1 colher de sopa de farinha de trigo

1 colher de sopa de açúcar de coco

2 colheres de sopa de açúcar branco

¼ de copo de óleo

1 colher de sopa generosa de techina

I colherinha de fermento para bolo

3 colheres de sopa de chocolate picado

1 maçã picada

3 colheres de sopa de nozes e castanhas trituradas

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Unte e polvilhe uma forma pequena de bolo inglês.

Misture todos os ingredientes, e verta na forma.

Asse durante cerca de 1 hora.

Lebriut!

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O GUARDIÃO DE ISRAEL NÃO COCHILA NEM DORME

BS’D

O Rebe de Lubavitch falou há 50 anos,  num Farbrenguen  de surpresa em Erev Rosh Chodesh Menachem Av, no ano de 5734, palavras que são totalmente relevantes para a situação em que nos encontramos hoje.

O Rebe pediu que essa mensagem fosse publicada para todos os judeus, em todos os lugares, especialmente para as crianças, que todos fossem incentivados a dar tsedaká  em todos os dias (de semana) dos nove dias, e que dessem em dobro na sexta-feira…

Estamos agora diante dos Nove Dias, de Rosh Chodesh a Tishá Beav.

O objetivo e a realização desses dias é transformá-los rapidamente em dias de felicidade e júbilo.

Embora seja uma época de muita escuridão – pois estamos no final da galut e pouco antes da chegada de Mashiach – agora é uma época propícia para divulgar para todos os membros do povo judeu que fortaleçam sua emuná (fé) e bitachon (confiança) em Hashem.

É importante que nos lembremos que consta: mipnei chataeinu galínu miartseinu (devido a nossos pecados fomos exilados de nossa terra). O único motivo por que Bnei Yisrael foram exilados de nossa terra foi nossas aveirot.

Os impérios Romano e Babilônio podem ter sido grandiosos e poderosos, com uma quantidade imensa de munição, ao passo que os yiden eram tão poucos. Contudo, se os yiden não tivessem pecado, os goyim não teriam conseguido nos exilar, uma vez que um não-judeu não tem controle sobre o povo judeu.

Esta é a lição para nós AGORA. Embora sejamos como um cordeiro entre 70 lobos, não há motivo para medo, chas veshalom. Não há motivo para pensar: “Como posso continuar a dormir e trabalhar em paz, quando estou rodeado por 70 lobos?”

Porque uma das berachot que Am Yisrael recebeu é am levadad ishkon, um povo que mora só, ubagoyim lo itchashev – os yiden não são contados entre os povos do mundo.

Os yiden são separados do restante do mundo e suas nações. É como se não houvesse mundo em volta deles, e os yiden estão acima de todas a leis da natureza. É, portanto, impossível para qualquer pessoa atingir até mesmo um membro do povo judeu.

Sim, é verdade que as outras nações nos desprezam e nos excluem. Entretanto, se fizermos a coisa certa – se estivermos alinhados com a vontade de Hashem – ninguém pode nos machucar.

Quando estamos sob a proteção Divina, o desprezo, a força e o número de nossos inimigos não tem o menor impacto ou relevância.

NOSSAS ROCHAS E MONTANHAS

Precisamos nos lembrar de onde viemos. Nos originamos de fortes “rochas”, nossos Avot (Patriarcas) e “montanhas” magníficas, nossas Imaot (Matriarcas).

Quando lembramos quem eram nossos antepassados, e seguimos seu caminho, não há o menor motivo para temer. Avançamos com confiança em todas as áreas.

Os Avot e as Imaot começaram como uma pequena família, sós, cercados de vizinhos hostis. Contudo, com o passar do tempo, a mensagem deles, que é a mensagem de Hashem, espalhou-se por toda parte. Finalmente, seus descendentes, o povo judeu, venceu seus inimigos.

Já foi falado várias vezes que, especialmente nestes dias, devemos acrescentar em Torá e Tsedaká.

Além de divulgar para todos, inclusive para as crianças, o conceito de Am levadad ishkon, o que é um acréscimo no estudo da Torá. Devemos também acrescentar em tsedaká em cada dia de semana dos Nove Dias, no início do dia; e na sexta-feira, dar uma quantia dupla.

Esta é uma mensagem importante para cada membro do povo judeu, esteja onde estiver. É importante divulgar isso ao máximo, de modo que chegue a todos os judeus.

UMA MENSAGEM PARA CADA CRIANÇA

Consta em Tehilim: “Mipi olelim veyonkim yissadta oz lehashbit oiev umitnakem”. Da boca de bebês e criancinhas o inimigo será destruído. Portanto, é importante explicar essa mensagem para as crianças, num formato que seja adequada para elas. Como é importante transmitir esta mensagem para todos, em todos os lugares onde possam estar (e já que, por outros motivos, não é necessário reunir todos em um único lugar), devemos visitar vários lugares onde os meninos e as meninas estejam, principalmente as escolas e colônias de férias, e lhes  explicar a mensagem acima. Quando alguém fala palavras que saem do coração, elas penetrarão o coração [de quem ouve], e com certeza surtirão o efeito desejado de fortalecer o bitachon em Hashem de que “Hinê lo yanum velo yishan shomer Yisrael” – Eis que não cochila nem dorme o Guardião de Yisrael em todo lugar e em todos os tempos.

Adaptado de: collive.com

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

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“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

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Chaim Shemuel ben Aba

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Beile (Berta) bat Refael

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MOSHÊ DA GERAÇÃO

BS’D

“E o povo acreditou em D-us e em Moshê, Seu servo.”

(Shemot 14:31)

Uma pessoa que acredita no líder da geração tem fé “Naquele que falou e o mundo foi criado”.

Cada judeu, seja lá qual for seu nível de realizações espirituais, precisa se ligar ao Moshê que existe em cada geração, pois através dele se liga ao Próprio D-us.

Likutê Torá

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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LENTILHADA VEGANA

BS’D

Ingredientes:

1 dente de alho

2 colheres de sopa de óleo

½ cenoura picada

1/3 de abobrinha picada

1 batata doce pequena picada

½ copo de lentilhas

2 colheres de sopa de arroz

3 copos de água

1 colherinha de sal

Modo de Fazer:

Frite o alho no óleo até dourar.

Acrescente os demais ingredientes secos e refogue um pouco.

Acrescente a água e cozinhe em fogo baixo até que todos os ingredientes fiquem macios e a água seque quase toda.

Lebriut!

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