BS’D

Um judeu procurou o Rav Yitschak Eizik de Zidichov e lhe contou que um nobre tinha uma estalagem para alugar. E a localização era boa, pois por lá passavam negociantes de gado. Só que tinha uma desvantagem: lá não havia água que os rebanhos pudessem beber. Por isso os mercadores de gado eram obrigados a fazer um desvio, e ir por um caminho mais longo, onde havia um poço. Se houvesse água perto da estalagem, os negociantes poderiam ir por aquele caminho, que era muito mais curto e a estalagem teria muito lucro.
– Alugue a estalagem e cave um poço. Depois que cavar alguns metros, venha passar um Shabat aqui comigo.
O judeu assim fez e, quando chegou para passar o Shabat com o tsadik, este lhe disse para cavar mais um pouco e pegar um papelzinho e escrever nele:
“Os servos de Yitschak cavaram um poço e foram lhe dizer: ‘encontramos água’”.
E que jogasse o bilhetinho dentro do poço.
O homem fez o que o tsadik mandou e no poço começou a subir água, até que encheu-se por completo. Os não-judeus da aldeia ficaram muito felizes, pois havia água para eles e para seus animais. Os negociantes começarem a passar por aquela aldeia com seus rebanhos. E o homem enriqueceu daquela estalagem que alugara. Pois o nobre a alugara barato, já que ninguém quisera alugá-la antes.
Outro judeu procurou o nobre da aldeia, e lhe disse que o aluguel da estalagem estava muito baixo, e o arrendatário estava enriquecendo. Portanto, ofereceu-lhe um aluguel bem mais alto, até que o nobre alugou a estalagem para ele, ficando o primeiro inquilino sem parnassá (sustento). Ele logo correu para Zidichov e contou ao tsadik seu problema. O tsadik lhe disse para escrever num papelzinho as seguintes palavras:
“E todos os poços que os servos de Avraham, seu pai, cavaram os plishtim tamparam e encheram de terra.”
E que jogasse o bilhetinho no poço.
O judeu fez o que o tsadik mandou, e o poço secou. Quando os não-judeus da aldeia viram que a água secara, foram se queixar ao nobre: eles tiveram água durante todo o tempo de permanência do primeiro inquilino, e agora, desde que alugara o negócio a outro, a água tinha secado. O nobre, então, chamou o primeiro arrendatário e lhe ofereceu a estalagem de volta. O judeu respondeu que primeiro precisava se aconselhar com seu rabino, o tsadik. Foi a Zidichov e o tsadik lhe disse que se o nobre lhe cobrasse o mesmíssimo aluguel, sem nenhum acréscimo: alugasse. E novamente jogasse um bilhetinho no poço, e escrevesse no bilhete:
“E cavou outro poço e por ele não brigaram, e o chamou Rechovot (espaços largos), querendo dizer que agora Hashem nos fez espaço e podemos ser frutíferos na terra.”
O nobre concordou em lhe alugar pelo preço anterior. O judeu jogou o bilhetinho no poço e a água voltou a subir, como antes. Naquela estalagem moraram o judeu, seus descendentes e os descendentes de seus descendentes. E não houve concorrentes, e se sustentaram com fartura e de modo honroso.
Baseado no livro: Sipurei Chassidim
Do Rabino Shlomo Yossef Zevin
Torá. Págs. 79-80
(Hebraico)
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
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