Archive for fevereiro, 2025

PERCEBER OS MILAGRES

BS’D

Recebi o texto abaixo (em inglês, e traduzi para o português) por Whatsapp, na sexta-feira 21 de fevereiro de 2025. Foi escrito por Hillel Fuld. Vale a pena ler.

Desde o primeiro dia, vivo dizendo a todos os que quiserem ouvir, que desde 7 de outubro presenciamos tantos milagres, que é difícil de contar.

Alguns desses milagres são fáceis de reconhecer, por exemplo: como a operação dos beepers aconteceu, ou como tivemos tanto sucesso interceptando e explodindo aquelas centenas de drones e mísseis balísticos que foram lançados do Iran contra nós. Duas vezes.

Outros milagres foram mais difíceis de admitir.

E temos a noite de ontem.

Ontem à noite houve um milagre na dimensão da abertura do mar.

Refiro-me a um milagre revelado, que poderia e devia ter acabado muito diferente.

Não me pergunte qual minha fonte. E se isso significa que você não acredita no que vou dizer, que seja. Você pode continuar procurando. Mas se você conhece meu trabalho, sabe que sou muito cuidadoso com o que compartilho. Portanto, se estou compartilhando isto, pode confiar em mim: é baseado em fonte confiável.

Ontem à noite, uma moça notou um objeto suspeito num ônibus no centro de Israel. Avisou ao motorista, que parou o ônibus numa estação, fez com que todos descessem, e logo depois, o ônibus explodiu e foi totalmente destruído.

Mas a história não acaba por aí. Ainda tem muito mais.

Nas horas que se seguiram, quatro outras bombas foram descobertas em ônibus, algumas explodiram e outras foram desarmadas antes que explodissem. Outras não funcionaram.

De acordo com minha fonte, e isso era novidade para mim, nada menos de 15 ônibus deveriam explodir hoje de manhã. De acordo com os relatos, os terroristas marcaram o timer para as 9 da noite, em vez de 9 da manhã.

E isso é o pior? Não. Nem de perto.

Além dos 15 ônibus, 5 terroristas suicidas deveriam explodir, simultaneamente,  bombas, na trilha do trem leve. Todas no centro de Israel.

E isso é o pior? Não. Isso é a parte boa.

De onde se originou esse ataque? Gaza? Não. Yehuda e Shomron (Judeia e Samaria).  Em outras palavras, esses terroristas vieram de dentro de Israel.

E o principal, e volto a dizer que que não estou revelando onde escutei isso: tudo isso não passaria de distração, como os foguetes do 7 de outubro. Apenas uma distração para a verdadeira invasão.

Minha fonte diz que quando os ônibus explodissem, forças de emergência massivas deveriam correr para a cena, causando uma grande brecha na cerca de segurança, e muitos terroristas de Judeia e Samaria invadiriam Israel e executariam um segundo 7 de outubro. Só que dessa vez não seria de Gaza, de modo que seria uma invasão em praticamente todas as grandes cidades de Israel.

Digo pela terceira vez: essa não é uma informação que está ao alcance do público. E não posso dar um link e não divulgarei a fonte. Pode acreditar em mim, ou não. Você decide.

É importante salientar que há décadas, não tínhamos explosões de ônibus em Israel. Fazemos esse acordo e soltamos terroristas, alguns deles os arquitetos por trás das bombas nos ônibus, durante a intifada, e de repente, temos de volta ônibus explodindo.

Não posso imaginar que alguém ache que isso é simples coincidência.

Tudo isso era para acontecer durante as horas de rush e teria causado centenas, talvez milhares de mortes de israelenses.

Mesmo se o resto não for verdade, múltiplas explosões de ônibus assim, durante a hora de rush? Não posso nem imaginar.

Ontem de manhã foi um dos piores dias da história de Israel. Talvez o pior. Todos nós nos sentimos impotentes, sem exceção.

Quando nós sofremos, D-us sofre conosco.

Quanto a você, não sei, mas ontem de manhã, quando vi os caixões dos anjos Bibas, olhei para cima, para Hashem e perguntei: por quê? Por que ele nos daria tanto sofrimento ou deixaria Hamas fazer isso conosco??

Eu disse para mim mesmo que ficaremos bem, mas não tinha muita certeza. Será que D-us ainda estava cuidando de nós? Ou tinha nos abandonado? Voltou as costas para nós?

Depois, quando os sequestrados estavam sendo entregues, um lindo arco-íris apareceu nos céus de Israel, um sinal, da época de Noach, que D-us jamais destruirá o mundo, tampouco permitirá que ele seja destruído. Um arco-íris, de acordo com a escritura judaica, é o jeito de D-us nos dizer: “Não se  preocupem. Estou com vocês.”

Mas mesmo assim, eu estava tão triste e tão irado.

Aí, as notícias começaram a chegar.

Um ônibus explodiu. Ninguém se  machucou.

Hum, “Como é que isso acontece?” Perguntei-me.

Depois, outro ônibus explodiu. Ninguém se machucou. E um terceiro. Ninguém se machucou.

Voltei a sentir a presença de D-us. Consegui voltar a respirar.

E as notícias continuaram a chegar. Mais bombas descobertas. Mais informações. Esse seria o maior ataque desde 7 de outubro. Talvez ainda maior.

Totalmente fracassado.

Por quem? Pelo exército de Israel? Não.

Shabak? Não.

Mossad? Não.

Foi um ataque massivo impedido 100% pelo Próprio D-us. E por uma moça muito atenta que percebeu um objeto suspeito.

Seja lá o que Hamas tinha planejado ou não planejado para esta manhã, eu não estaria escrevendo estas palavras se seu plano tivesse dado certo. Mas D-us tinha outros planos, e depois de toda a dor que os filhos de D-us tinham sofrido ontem, Ele achou que precisávamos ser lembrados de Sua presença. Ele sentiu que precisávamos ser lembrados de que Ele nos protege, agora e sempre. Ele tinha razão. Estávamos precisando disso.

Esse acontecimento poderá entrar para a história como um dos maiores milagres que aconteceu para o povo judeu desde os tempos bíblicos.

“Há duas maneiras de se viver a vida. Uma é que nada é milagre. A outra é que tudo é milagre.”

Alguns explicarão que o Iron Dome funciona, e chegarão à conclusão que não é milagre. O mesmo quanto ao estilingue de David e o sistema de Arrow.

Alguns explicarão como todos esses foguetes e drones não interceptados por Israel caíram em lugares vazios. Podem não acreditar que isso também foi milagre.

E os beepers? Os walkie talkies? Pegar Nasrallah? Haniyeh? Deif? Vão atribuir tudo à espionagem de Israel.

Mas isso? O que aconteceu ontem à noite? Israel não teve nada a ver com aquilo. Se você não considera esse acontecimento um milagre, só há uma explicação. Você não quer vê-lo como milagre.

Abra os olhos. Limpe suas lentes. Hashem está aqui conosco em nossa dor, e a cada dia que passa, estamos mais próximo de que Ele, finalmente, Se revele para nós, explicando por que tudo isso tinha de acontecer, e finalmente traga Mashiach.

Por enquanto, só quero reconhecer a grandeza de Hashem e, em nome das centenas, talvez milhares de israelenses que estariam mortos agora, simplesmente agradecer.

Hodu leHashem ki tov ki leolam chasdô!

Agradeçam a Hashem, pois Ele é bom: pois sua bondade é eterna.

Baruch atá Hashem Elokeinu melech haolam hagomel lachaivim tovot, shegmalani kol tov.

Abençoado sejas Tu, Oh D-us, nosso D-us, Rei do Universo, que recompensa boas ações e me recompensa por toda coisa boa.

Dizemos essa bênção quando somos salvos de tragédia. Hoje, o povo judeu foi salvo de tragédia.

Obrigado, Hashem!

& & &

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Hershel ben Moishe

Moishe ben Aba

Miriam bat Yaakov

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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COMO VENCI MEU VÍCIO

BS’D

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Acho que meu vício não era dos piores. Mas era um vício, que foi ficando mais grave, com o passar do tempo. Meu   vício era … chocolate.

Minha situação era a daquele rashá (perverso) do Tanya, que em vez de ter controle sobre seus desejos, seus desejos o dominam por completo. Estão “sob o domínio do coração”. Um beinoni (pessoa mediana) tem a capacidade de dominar seu coração, embora nem sempre exerça essa capacidade.

Mas hoje em dia há muitas pessoas viciadas em todo tipo de coisa e comportamentos. Celular, mídia social inclusive, joguinhos, são vícios muito comuns. Ou mesmo, ficar dezenas, centenas de vezes por dia olhando as notícias. Essas coisas consomem nosso bem mais precioso: o tempo.

Vou contar como consegui me livrar de meu vício em chocolate, pois talvez isso ajude outras pessoas a livrarem-se de seus pequenos e grandes vícios. Esse método pode ser utilizado para quase tudo, embora não seja indicado para certas drogas e similares, que precisam de ajuda profissional e, muitas vezes, internamento em clínica.

O que fiz:

30 dias: ZERO chocolate.

E assim para muitos vícios. De acordo com a neurociência, 30 dias é o tempo necessário para resetar o cérebro. Os primeiros 15 são de muito sofrimento, mesmo. Como detox de álcool e drogas. É um detox de dopamina.

Depois dos quinze dias iniciais, as sensações desagradáveis vão melhorando. Mas o tempo que a ciência dá para o reset do cérebro é, realmente, trinta dias.

Mas mesmo depois de resetado, o cérebro guarda impressões que podem ser facilmente reativadas. Devemos, portanto, ter muito cuidado para não ter recaídas que nos levam de volta à estaca zero.

No caso de celular: a gente precisa, mesmo, de todos aqueles aplicativos e similares? Depois dos 30 dias totalmente sem, devemos tomar decisões. Se o prejuízo é maior que o lucro, será que não posso abrir mão de muitos deles? Quantas vezes por dia preciso olhar as notícias? Uma vez ao dia? Ou talvez duas vezes por semana? E assim por diante.

O alcoólatra não pode beber a primeira gota, mas nem todas as substâncias e comportamentos são assim. Temos de ter discernimento para decidir. E voltar a ter controle sobre nossa própria vida. Mas aqueles 30 dias de detox são, mesmo muito importantes.

Boa sorte! Hatslachá!~

& & &

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

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Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

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BOLO DE FUBÁ

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Ingredientes:

4 ovos inteiros

1 copo de óleo

1 copo de açúcar

¼ de copo de água

1 copo de farinha de trigo

1 copo de fubá

3 colheres de chá de fermento

4 gotas de baunilha

1 pitada de sal

1 colher de chá de cravo triturado

1 colher de chá de canela em pó

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Numa tigela, misture os ovos, o açúcar, o óleo, o cravo, a canela, a baunilha e o sal.

Em seguida, acrescente, alternando, as farinhas e a água. Por último, o fermento.

Asse em forma de buraco, untada e polvilhada com fubá.

Lebriut

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SENSIBILIDADE

BS’D

Em 1978, depois de voltar para o judaísmo, Devora estudava no Machon Chana em Crown Heights. Aqui está seu relato de seu encontro com a Rebetsin e das lições de vida que dele obteve.

“Certo dia, eu estava no dormitório de Machon Chana sentindo-me deprimida. Pensei: meus amigos deixaram de falar comigo e minha família não está feliz comigo. Estou aqui em Crown Heights, então por que não ir lá para o topo e tentar falar com a Rebetsin? Pedi a duas amigas do dormitório que se juntassem a mim e, juntas, escrevemos uma carta para a Rebetsin perguntando se poderíamos nos encontrar com ela. Pegamos a carta, fomos até a casa da Rebetsin e a colocamos na caixa do correio. Em seguida, fomos embora rapidamente, sem saber o que aconteceria.

“Poucos dias depois, a Sra. Galperin, que era a cozinheira do Machon Chana, foi falar comigo e, baixinho, perguntou: ‘Você escreveu uma carta para a Rebetsin?’ Meu coração disparou quando respondi: ‘Sim.’ Ela me disse: ‘A Rebetsin gostaria de conhece-la.’

“Na semana seguinte fomos com a Sra. Galperin, que era muito próxima da Rebetsin, até sua casa. A Sra. Galperin tocou a campainha e quem abriu a porta foi a mulher mais majestosa, nobre e elegante que jamais tínhamos visto. Percebemos que ela era a Rebetsin. Ela nos convidou a entrar. Pegou nossos casacos e nos convidou para a sala de jantar. A mesa estava posta como se fosse para a nobreza, com copos belíssimos e talheres esplêndidos. Sobre a mesa havia biscoitinhos e suco de fruta. Dava para ver que ela tinha investido muita reflexão e muito esforço para fazer com que nos sentíssemos bem-vindas. E que tinha tido muito trabalho. E nos sentamos à mesa.

“A Rebetsin perguntou nossos nomes. Depois que respondemos, a Sra. Galperin lhe mostrou fotos de uma moça de Machon Chana que tinha se casado recentemente. Dava para perceber, no rosto da Rebetsin, que era como se fosse sua própria filha. Ficou tão feliz, olhando atentamente para cada fotografia. Dava para ver que ela estava, simplesmente, emocionada que aquela moça tinha casado. Ela teve muita nachas olhando as fotos.

“Em seguida ela perguntou a cada uma de nós o que gostávamos de fazer, quais eram nossos hobbies. Cada uma de nós falou o que gostava de fazer no tempo livre. Depois ela nos perguntou de que música gostávamos. Ela era muito prática e realista.

“Perguntou se falávamos Yidish e nos disse que é muito importante estudar Yidish e falar Yidish. Quando a visita acabou, ela foi buscar o Sidur e pudemos falar a bênção de depois de comer do Sidur. Era o Sidur do pai delao Sidur do Rebe Anterior!

“Foi uma visita muito especial. Depois, refleti bastante sobre aquela visita.

“Quando eu estava em Crown Heights, estava me sentido muito só. Depois daquele encontro com a Rebetsin, passei a me sentir muito especial.

“Éramos três moças que tínhamos ido para o Machon Chana para aprender mais sobre nossa herança.

“Em geral, quando se é convidado para a casa de alguém, perguntam coisas pessoais, como: como você ficou religiosa, como veio para Crown Heights?

“Mas a Rebetsin nos perguntou o que gostávamos de fazer e de que música gostávamos. Foi brilhante. Nos tratou com tanto respeito. Sabia exatamente o que perguntar e nos tratou com tanta sensibilidade.

“A lição que me ensinou foi como lidar com as pessoas. Penso muito sobre isso, e uso isso em minha Shlichut  até hoje, quando lido com pessoas!”

Devorah Caytak é shlucha e dirige a Jewish Youth Library em Ottawa, Canadá. Atualmente, seus filhos são também são Shluchim em suas respectivas comunidades, e ela e seu marido têm muito Chassidishe Nachas da família.

De vídeo de Living Torah de JEM

Rebetsin Chaya Mushka – 25 de Adar de 1901 – 22 de Shevat de 1988

Adaptado de:

(Inglês)

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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

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Moshe Haim ben Kaila z’l

Hershel ben Moishe

Moishe ben Aba

Miriam bat Yaakov

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

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Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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SALADA DIVINA ROTINA

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Ingredientes:

Alface americana, abacate, sementes de girassol, azeite e sal

Modo de Fazer:

É só juntar tudo.

Lebriut!

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UM SHUL É UM SHUL

BS’D

Rav Michoel Vishetzky era um jovem que emigrara da Rússia para os Estados Unidos. Na Rússia, Rav Michoel atuara secretamente, esforçando-se muito para difundir o judaísmo. Ao chegar aos Estados Unidos, não se esqueceu das muitas pessoas com quem estivera em contato. Mandava pacotes de alimentos e roupas, para melhorar a precária situação econômica dos judeus russos. Para levantar fundos, ia de shul (sinagoga) em shul falar sobre as dificuldades dos judeus que ainda cumpriam a Torá e as mitsvot na Rússia. E em seguida pedia doações de alimentos e roupas.

Certa vez, Michoel viajou ao Bronx, em Nova York, para encontrar-se com o rabino de lá, Rabi Rabinowitz. O rabino combinou de encontrá-lo em um certo shul, mas quando Michoel chegou, encontrou lá apenas um homem baixinho, que estava sentado lendo um livro.

“Onde posso encontrar o Rabino Rabinowitz?” perguntou Michoel.

“Eu sou Rabi Rabinowitz”, respondeu o homem.

Michoel ficou curioso de saber por que o rabino estava sentado no canto direito da mesa, e não na cabeceira. Tampouco ele permitiu que Michoel sentasse na cabeceira da mesa. E foi muito firme quanto a isso.

“Ninguém se senta nesse lugar”, disse Rabi Rabinowitz. Ao notar o espanto de Michoel, disse:

“Quando você ouvir minha história, entenderá o motivo.

“Durante a Segunda Guerra Mundial, passei muitos anos difíceis, vagando de um lugar a outro, como tantos outros. A certa altura, na Rússia, encontrei alguns chassidim Chabad que me ajudaram muito. No verão de 5709 (1949), quando cheguei aos Estados Unidos, tive uma audiência particular com o Rebe Rayats (o Rebe Anterior, sogro do Rebe de Lubavitch). Relatei-lhe tudo o que me acontecera na Europa e perguntei-lhe aonde deveria ir e o que devia fazer com minha vida.

“O Rebe Rayats disse, ‘Como você é um erudito da Torá, deve procurar um emprego como rabino de uma comunidade.’

“Pouco tempo depois, fui indicado para um posto neste shul, aqui no Bronx. Visitei novamente o Rebe Rayats e pergunte-lhe se devia aceitar o emprego.

“O Rebe Rayats fechou os olhos durante alguns instantes e disse, ‘um shul é um shul, sendo, portanto, muito adequado, mas não gosto do shamash (ajudante da sinagoga).’

“Fiquei muito confuso com sua resposta. Perguntara ao Rebe Rayats sobre o posto de rabino, que não tinha nada a ver com o shamash. Por que ele chegara a mencioná-lo? O Rebe percebeu minha confusão, mas não mudou a resposta. Repetiu, ‘Um shul é um shul, mas eu não gosto do shamash.’

“As palavras do Rebe foram muito claras. Eu não podia perguntar mais nada. Quando eu já ia sair, disse-me para voltar dali a dois domingos. Voltei para casa e resolvi aceitar o emprego, e foi assim que me tornei o rabino do Bronx.

“Duas semanas depois, fui ver o Rebe, exatamente como ele me pedira. Quando cheguei ao 770 (Eastern Pankway, 770, Nova York, o quartel-general do movimento Chabad-Lubavitch),  uma enorme multidão estava na rua. Disseram-me que o Rebe Rayats falecera no Shabat, no dia anterior. Entendi que ele queria que eu estivesse presente no seu funeral.

“O tempo foi passando. Os membros da minha congregação estavam contentes comigo, e eu estava feliz com eles. Tudo parecia estar correndo bem, até que descobri que o shamash não estava satisfeito com meu trabalho.

“Após a morte do rabino anterior do shul, antes de minha chegada à comunidade, o shamash assumira muitas responsabilidades – tornara-se o rabino extra-oficial. Quando assumi meu papel, sentiu que eu o depusera, e começou a me causar problemas. De fato, tentava me fazer passar por um incompetente. No início, agia às escondidas, mas depois de certo tempo, começou a me sabotar abertamente. A situação acabou tornando-se insuportável.

“Quando não dava mais para agüentar, fui ver o Rebe de Lubavitch, que já assumira a liderança. Assim que entrei na sala, antes que eu conseguisse abrir a boca, o Rebe disse, ‘Meu sogro disse que um shul é um shul e que ele não gostava do shamash. Você deve continuar a ser o rabino do Bronx. Quanto às intrigas do shamash, dentro de pouco tempo ele vai ter de se preocupar com quanto tempo vai ficar no posto.’

“Fiquei espantado com as palavras do Rebe. Quando eu falara com o Rebe Rayats, não havia ninguém mais na sala, e eu jamais discutira o assunto com o Rebe. Em todo caso, perguntei como resolver a questão. O shamash estava lá há muitos anos. Tinha muita experiência. Não parecia haver jeito de despedi-lo.

“‘Tenho certeza,’ disse o Rebe, ‘que ele fará algo que vai causar sua própria demissão. Se você pegá-lo em flagrante, poderá despedi-lo.’ As palavras do Rebe me tranqüilizaram. (Dentro de pouco tempo vi que ele parecia ter o dom da profecia.)

“Voltei para meu trabalho. Certa noite, eu me revirava na cama, sem conseguir adormecer. Não conseguia tirar o shamash da cabeça. Ao raiar do dia, resolvi ir ao shul um pouco mais cedo que de costume. No caminho, encontrei o presidente e o diretor do shul andando na mesma direção. Fiquei surpreso de vê-los na rua tão cedo, mas antes que eu pudesse perguntar por quê, o diretor apontou para uma luz brilhando através de uma das janelas do shul. Aquilo parecia muito suspeito. Depois de conversar durante alguns minutos para decidir o que fazer, chegamos à conclusão de que tínhamos de descobrir o que estava havendo. Silenciosamente, abrimos a porta do shul e entramos.

“Demos de cara com uma cena chocante. O shamash estava perto da bimá (púlpito), segurando as caixas de tsedaká. Ele as estava esvaziando, e pondo o dinheiro no bolso. Estava tão concentrado no que fazia, que nem percebeu que estávamos perto dele. É óbvio que o despedimos imediatamente.”

Rabi Rabinowitz parou um pouco, antes de continuar sua história. “Passaram-se alguns anos tranqüilos e depois, algo ainda mais incrível aconteceu. Atrás do shul havia um açougue. A parede de trás do shul era também a parede de trás do açougue. Os negócios iam muito bem para o açougueiro, e a lojinha, logo tornou-se pequena para ele. Quando encontrou uma loja bem maior, quis vender a lojinha que ficava atrás do shul. Os membros da diretoria do shul ficaram muito satisfeitos, pois a congregação já estava grande demais para o shul, principalmente em Shabat Yom Tov. Depois de negociações amigáveis, chegou-se a um acordo. A parede comum foi derrubada, e o shul foi ampliado. Toda a transação realizou-se sem contrato por escrito. O açougueiro parecia honesto e de confiança.

“Passaram-se alguns anos. O açougueiro prosperou, e seus negócios continuaram a crescer. Agora, sua nova loja já era pequena demais, e ele começou a procurar um depósito, ali por perto. Como não conseguiu encontrar nada, lembrou-se de que não fizera nenhum contrato legal com o shul. Não havia prova nenhuma de que vendera sua loja ao shul. De acordo com a lei, ele ainda era o proprietário do local.

“Sem o menor escrúpulo, esse açougueiro foi ter com a administração do shul, e pediu para que a loja lhe fosse devolvida! Os membros da diretoria ficaram horrorizados; haviam pago o preço combinado, integralmente. O açougueiro recusou-se a escutar seus argumentos. Contratou um advogado. Estava certo de que a justiça lhe daria ganho de causa, pois não havia contrato de venda.

“Depois de um julgamento breve, a diretoria do shul recebeu uma ordem de despejo, que teria de ser cumprida em um certo prazo. Se não obedecesse, a polícia seria acionada. A data se aproximava, e não sabíamos o que fazer. Resolvi ir ao Rebe, e pedir-lhe uma berachá. Eu achava que era a única solução.

“Quando descrevi a situação ao Rebe, ele disse: ‘Não sei o que você está perguntando. Meu sogro lhe disse claramente que um shul é um shul. Sendo assim, não se pode transformar um shul num açougue. Vá para casa tranqüilo e, se D-us quiser, tudo vai dar certo.’ Animado com a berachá, voltei para casa. Eu sabia, devido à experiência anterior, que as palavras do Rebe se realizariam.

“Os dias foram passando, e a data se aproximava. Parecia não haver a menor chance para nós. Na noite anterior à data estipulada, resolvi levantar-me muito cedo, na manhã seguinte, e ir ao shul. Antes de ir para a cama, eu disse o Shemá e rezei para Hashem ter pena de nós, a fim de que nada de mal nos acontecesse. E me deitei, mas não consegui dormir. Revirei-me na cama a noite toda, e só consegui cochilar algumas horas, de madrugada. E tive um sonho, que jamais esquecerei.

“No sonho, fui ao shul, e vi o Rebe Rayats, de abençoada memória, sentado na cadeira à cabeceira da mesa – a cadeira em que não deixo ninguém sentar. De pé, ao lado dele, estava o Rebe de Lubavitch. Ele disse, ‘Não se preocupe. Hashem vai fazer com que tudo dê certo.’ Em seguida ele apontou para o Rebe Rayats. ‘O Rebe lhe disse que um shul é um shul. Para que se preocupar? Não se preocupe. D-us vai cuidar para que tudo dê certo.’

“Levantei-me espantado. O Rebe Rayats estava lá, embora tivesse falecido dez anos antes! Eu ainda estava maravilhado com essa visão extraordinária, quando acordei. Vi a luz do sol, através da janela, e percebi que já era tarde. Vesti-me correndo, e poucos minutos depois, já estava na rua, correndo para o shul, o mais rápido que eu podia. Ouvi gritos, à distância. Uma multidão se juntara diante do shul, e as pessoas estavam discutindo, em altas vozes, com os policiais, que tinham bloqueado a entrada. Meus olhos encheram-se de lágrimas quando vi que já tinham começado a retirar os móveis. Parecia que estava tudo perdido. Foi quando algo dramático aconteceu.

“Numa rua próxima, na loja grande do açougueiro, um lustre soltou-se repentinamente do teto, caindo-lhe sobre a cabeça! Ele desmaiou. Chegou uma ambulância, com médicos e equipamentos. Cuidaram do açougueiro e, poucos minutos depois, ele recuperou a consciência. Quando conseguiu falar, suas primeiras palavras foram, ‘Por favor, parem de esvaziar o shul.’ Quando a polícia chegou ao local, o açougueiro admitiu que fizera acusações falsas contra a administração do shul. Ele tinha, de fato, recebido todo o pagamento pela antiga loja.

“‘Fiz algo muito errado, e fui castigado por isso,’ disse. A polícia parou imediatamente de esvaziar o shul, e foi embora.

“Agora você entende por que não deixo ninguém sentar na cadeira à cabeceira da mesa.” Disse Rabi Rabinowitz, ao finalizar sua história espantosa. “A imagem do Rebe Rayats sentado naquela cadeira ficará para sempre diante dos meus olhos.”

(Do livro “The Rebes” Rabbi Yosef Yitschak Schneersohn of Lubavitch, Mayanot/Chish, Kfar Chabad, Israel)

Reimpresso com permissão do

“Likrat Shabat on line”

da Yeshivá Tomchei Tmimim

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Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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BUREKONAS DE MAÇÃ

BS’D

RECHEIO:

Ingredientes:

7 maçãs gala

Canela em pó a gosto

Modo de Fazer:

Descasque as maçãs e as corte em cubinhos

Polvilhe com canela

Asse em temperatura média, misturando de vez em quando, até secar todo o caldo.

Deixe esfriar.

MASSA:

Ingredientes:

1 copo de óleo

1 copo faltando um dedo de água

1 colher de sopa de vinagre

1 colher de chá de sal

Aproximadamente 4 a 5 copos de farinha

Modo de Fazer:

Numa tigela, misture a água, o óleo, o sal e o vinagre.

Vá acrescentando farinha aos poucos e misturando.

A massa deve ficar soltando das mãos.

Deixe descansar uns 20 minutos e sove a massa novamente.

Montagem:

Divida a massa em 8 bolinhas

Abra cada uma em forma oval, recheie com as maçãs assadas e feche em forma de pastel longo.

Asse em forno moderado cerca de 1 hora e quinze ou a gosto

Lebriut!

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