Archive for abril, 2025

CUIDADO COM O QUE BEBES

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No dia 2 de Iyar  (tiferet shebetiferetde 5694, nasceu em Lubavitch, o filho temporão do Rebe Tsemach Tsêdek, chamado Shmuel, o Rebe Maharash.

Certa vez, o Rebe Maharash (Rabi Shmuel, o quarto Rebe de Chabad) viajou a Paris. E com ele viajaram os gabaim R. Levik e R. Pinchas Leib. E os chassidim Rabi M. Monezson e Reb Yeshaya Berlin também foram. Quando lá chegaram, Reb Y. Berlin perguntou a seu tio, o Rebe Maharash para onde deviam ir. E o Rebe respondeu que deveriam ir para o Hotel Alexander, um dos mais luxuosos de Paris, frequentado pela nobreza. E acrescentou:

“Como você não sabe falar francês, deixe que eu falo.”

Quando chegaram ao hotel, o Rebe pediu vários quartos, e lhe disseram que havia quartos disponíveis por 200 francos a diária. O Rebe perguntou se havia quartos melhores, e se estavam no mesmo andar dos salões de jogos.

Responderam que havia tais quartos disponíveis, mas o preço era altíssimo. O Rebe pegou três quartos, apesar do preço: um para si, um para R. Levik e outro para R. Pinchas Leib. R. Yeshaya Berlin e R. Monezson ficaram em outro hotel, menos dispendioso.

Após algumas horas no hotel, o Rebe foi ao salão de jogos, onde jogavam dados. Sentou-se perto de um jovem que estava jogando e que, de vez em quando sorvia vinho. O Rebe pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse:

“Jovem, yáyin nessech (vinho não-kasher) é proibido beber.”

E repetiu:

Yáyin nessech embota a mente e o coração – seja um bom judeu. Boa noite.”

Em seguida o Rebe voltou para seu quarto muito emocionado. R. Y. Berlin disse que jamais vira seu tio tão impactado.

Naquele hotel, quando alguém queria ir de um andar a outro (ainda não existiam elevadores) havia cadeiras especiais em que os hospedes sentavam e eram carregados. Devido a seu estado emocional, o Rebe sentou-se em uma daquelas cadeiras e, quando pegaram a cadeira para levá-lo pelas escadas, lembrou-se de que seu quarto era naquele andar mesmo. Desculpou-se e voltou para seu quarto.

Algumas horas depois, o jovem perguntou onde estava o homem que tinha falado com ele, entrou no quarto do Rebe e lá ficou durante bastante tempo. No dia seguinte o Rebe deixou Paris.

Rebe explicou, depois, que há várias gerações não houvera uma alma tão pura, só que estava nas profundezas das klipot (do mal).

O jovem tornou-se báal teshuvá e o patriarca da família K. da França – uma família religiosa e temente a D-us.

Adaptado de:

“Sipurei Chabad”, R. Avraham Chanoch Glitsenstein,

Vol. VIII, págs. 44-45

(Hebraico)

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Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Efraim Kopl ben Eliyáhu

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FRITADA DE MATSÁ

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Ingredientes:

1 ½ matsá shemurá

3 ovos

Sal a gosto

Óleo para fritar

Modo de Fazer:

Quebre a matsá em pedacinhos.

Acrescente água para cobrir e aguarde uns 10 minutos até que a matsá absorva a água. Vire a tigela para que o excesso de água escorra, mas não aperte (não esprema) a matsá.

Acrescente os ovos e o sal e misture bem.

Aqueça umas duas colheres de sopa de óleo em uma frigideira de 20 cm de diâmetro e no mínimo 5 cm de altura. Quando o óleo estiver bem quente. Verta a mistura na frigideira, baixe o fogo BEM BAIXINHO MESMO e tampe a frigideira. Quando a parte inferior estiver dourada, vire a fritada, com o auxílio de um prato, e frite o outro lado.

Observação: se o fogo não estiver bem baixinho a fritada queima por fora e fica crua por dentro.

Variações:

Pode fazer fritada recheada: verte metade da massa na frigideira, espalha o recheio e despeja o restante da massa por cima.

Esta receita é boa para o último dia de Pessach e/ou paradepois de Pessach.

Lebriut!

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28 DE NISSAN

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Após a reza de Maariv, na noite de quinta-feira, véspera de 28 de Nissan de 5751, o Rebe começou a falar uma sichá que começou num estilo semelhante a centenas de sichot anteriores.

Em pouco tempo, porém, tudo mudou.

O Rebe falou do fundo do coração:

“O que mais posso fazer para motivar todo o povo judeu a clamar e bradar, causando deste modo a vinda de Mashiach de fato? Tudo o que foi feito até agora não adiantou. Pois ainda estamos no exílio… O que posso fazer é delegar o assunto a vocês. Agora façam o que puderem para trazer Mashiach, aqui e agora, imediatamente… Fiz tudo o que posso: de agora em diante, vocês precisam fazer o que podem…”  

No Shabat seguinte, Parashat Shemini, o Rebe explicou o que queria dizer: A responsabilidade de apressar a vinda de Mashiach é de cada indivíduo: aumentando seu estudo de Torá, tanto o nível revelado (Talmud, lei da Torá, etc.) quanto no nível místico de Pnimiyut haTorá (Chassidut), bem como aprimorando seu cumprimento de mitsvot – behidur, de maneira escrupulosa e bela.

A mensagem do Rebe está aí, alta e clara: cabe a nós escutá-la.

Baseado em:

chabad.org

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COMO TEVE UMA IDÉIA TÃO BOA?

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COMO TEVE UMA IDÉIA TÃO BOA?

Gershon Ber Jacobson era um jornalista famoso, alguns até o consideravam o jornalista dos jornalistas. Escrevia para vários jornais importantes do mundo, e era fluente em muitas línguas, inclusive francês, inglês, yidish, russo, georgiano e hebraico. Tinha um estilo polêmico e enxergava detalhes, muitas vezes, delicados, e tinha uma energia inesgotável para furos perigosos.

Mas além de tudo isso, ou talvez devamos dizer principalmente, era um judeu totalmente observante e um chassid dedicado do Rebe.

E foi o que salvou sua vida, no mínimo uma vez.

Aconteceu logo depois da Guerra dos Seis Dias. Israel tinha destruído os exércitos combinados do Egito, da Síria e dos demais países árabes a sua volta. E Gershon Ber, que na época era o principal correspondente em Nova York para o jornal israelense “Yediot Acharonot” o maior jornal diário de Israel, teve a ideia de conseguir uma reportagem realmente quente.

Resolveu que o maior furo de jornalismo seria ir até o Egito e conseguir uma entrevista com nada mais nada menos que o próprio primeiro ministro, Gamal Abdel Nasser!

Gershon Ber começou a obter os papéis necessários, quando recebeu uma ligação telefônica de outro personagem importante do “outro lado” da moeda – Isser Harel, o chefe do Mossad (o “serviço secreto” israelense).

“Jacobson, você está maluco?” Gritou. “Escute aqui, temos informação de que se você fizer isso, não vai voltar nunca. Vão prender você como espião e você não vai sair mais! E não vamos ter condições de ajudar você! Não está entendendo? Não vá! E se você for, não vamos nos responsabilizar! ”

Gershon Ber agradeceu a Harel, desligou o telefone e telefonou para o quartel general do Rebe de Lubavitch. Explicou toda a situação e perguntou ao Rebe o que fazer. Não demorou muito, e obteve resposta.

O Rebe disse que você deve ir, sim mas deve fazer o seguinte:

  1. Leve vários pares de Tefilin.
  2. Leve uma faca de shechitá nova para abate de aves.
  3. Hospede-se no melhor quarto do hotel mais caro.
  4. Antes de sair dos Estados Unidos escreva cartas curtas para todos os seus amigos e conhecidos importantes dizendo que está no Egito e as coloque no correio assim que chegar no Egito.
  5. Assim que chegar no hotel, telefone para todos os embaixadores estrangeiros que moram no Egito.
  6. Na primeira oportunidade visite a comunidade judaica de lá.

Gershon Ber fez exatamente o que o Rebe lhe disse e uma ou duas semanas depois aterrissou no Cairo. Disse ao motorista que o levasse ao melhor hotel e no caminho parou nos Correios e enviou as cartas que tinha escrito.

Depois, fez o check-in no seu quarto e imediatamente começou a telefonar para todos os representantes estrangeiros no Egito, como o Rebe tinha orientado.

E a reação foi fantástica! De fato, um dos embaixadores ficou tão impressionado (disse que nos 15 anos que estava no Egito ninguém jamais tinha ligado para ele) que fez questão em ir visita-lo e quando chegou, fez questão de ser o motorista pessoal de Jacobson.

“Ótimo!” Respondeu. “Então vamos visitar a comunidade judaica daqui.” Com o embaixador de motorista, foram até a casa do líder da comunidade judaica. Jacobson lhe transmitiu lembranças do Rebe e começou a perguntar perguntas jornalísticas. Como era a vida no Egito? Havia antissemitismo? Alguma coisa foi abalada pela Guerra dos Seis Dias? Etc.

O líder da comunidade respondeu que embora não houvesse antissemitismo abertamente, era difícil se virar e impossível contatar o mundo lá fora. Por exemplo, estavam realmente precisando de alguns pares de Tefilin porque vários tinham ficado inadequados para o uso, e uma faca de shechitá para abater galinhas, porque a única que tinham tinha se quebrado e não dava para consertar. Mas não podiam sair do Egito para conseguir substitutos.

Dá para imaginar a alegria e o espanto do líder da comunidade quando Gershon Ber lhe deu exatamente aqueles itens, dizendo que o Rebe de Lubavitch tinha lhe dito para leva-los.

Gershon Ber conseguiu a entrevista com o Primeiro Ministro Nasser. Quando chegou em Nova York são e salvo, recebeu outra ligação de Isser Harel. “Escute Jacobson. Sabemos COM CERTEZA que estavam planejando prendê-lo por espionagem. Mas quando você fez todo esse auê com aquelas cartas e telefonemas, eles não quiseram causar opinião pública adversa. Me diga uma coisa: de onde você teve essa ideia das cartas e telefonemas?

Adaptado de: Rabino Tuvia Bolton

De: ohrtmimim.org


http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5770/1114.htm#caption9

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SUCESSO COM O TEMPO

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Num discurso que o Rebe proferiu em 1970, ele explicou:

“Há um conceito chamado ‘sucesso com o tempo’. Não podemos tornar mais longos nossos dias, tampouco podemos adicionar horas em nossas noites. Mas podemos otimizar nosso uso do tempo considerando cada segmento de tempo como se fosse um mundo, por si.

“Quando dedicamos uma porção de tempo – seja uma hora, um dia, ou um minuto – a determinada tarefa, devemos nos dedicar totalmente ao que estamos fazendo, como se não existisse nada mais no mundo.

“É óbvio que temos de ter consciência das diferenças entre coisas de maior e menor importância, entre meios e fins, entre jornadas e destinos. Mas seja lá o que esteja fazendo, concentre-se totalmente.”

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BOLO DE BATATA DOCE

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BOLO DE BATATA DOCE

Parve – Pessach

Ingredientes:

2 batatas doces médias

(descascadas e cortadas em pedacinhos)

¾ de copo de azeite

1 copo de açúcar

3 ovos

(Obs.: Usei copos descartáveis de 180 ml)

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Bata no liquidificador os ovos com o azeite.

Acrescente, aos poucos, os pedacinhos de batata doce, batendo sempre. No final, acrescente o açúcar, e bata mais um pouco.

Asse em assadeira untada com azeite e polvilhada com açúcar.

Lebriut!

Pessach Kasher VeSameach!

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SER SHELIACH

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Shelichut não é uma carreira.

Shelichut não se refere ao que você está fazendo, mas ao que você é.

É um estado de ser abrangente, 24 horas por dia de prontidão para servir. Qualquer hora e por qualquer coisa.

Quando, por vezes, sinto-me sobrecarregado simplesmente pelas tarefas sem fim que precisam ser feitas ontem, costumo lembrar uma frase genial de minha mãe, de abençoada memória.

Ela era uma imigrante da Rússia que teve 15 filhos em circunstâncias difíceis.

As pessoas lhe perguntavam como ela dividia o tempo entre todos os filhos e ainda encontrava tempo para atividades comunitárias.

No seu jeito modesto, respondia:

“Não sei. Na Rússia não me ensinaram divisão. Só me ensinaram multiplicação!”

Rabino Mordechai Avtzon, Chabad de Hong Kong

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5759/562b.htm

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FRANGO COM PALMITO E BATATA DOCE

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Ingredientes:

Frango prono desfiado

Batata doce fervida em pedaços

Palmito

Cebola

Óleo para fritar a cebola

Modo de Fazer:

Coorte a cebola ao comprido, bem fininho.

Frite até dourar.

Acrescente o frango, a batata doce, o palmito e um pouco de sal.

Refogue tudo e…

Lebriut!

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