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COMO TEVE UMA IDÉIA TÃO BOA?

BS’D

COMO TEVE UMA IDÉIA TÃO BOA?

Gershon Ber Jacobson era um jornalista famoso, alguns até o consideravam o jornalista dos jornalistas. Escrevia para vários jornais importantes do mundo, e era fluente em muitas línguas, inclusive francês, inglês, yidish, russo, georgiano e hebraico. Tinha um estilo polêmico e enxergava detalhes, muitas vezes, delicados, e tinha uma energia inesgotável para furos perigosos.

Mas além de tudo isso, ou talvez devamos dizer principalmente, era um judeu totalmente observante e um chassid dedicado do Rebe.

E foi o que salvou sua vida, no mínimo uma vez.

Aconteceu logo depois da Guerra dos Seis Dias. Israel tinha destruído os exércitos combinados do Egito, da Síria e dos demais países árabes a sua volta. E Gershon Ber, que na época era o principal correspondente em Nova York para o jornal israelense “Yediot Acharonot” o maior jornal diário de Israel, teve a ideia de conseguir uma reportagem realmente quente.

Resolveu que o maior furo de jornalismo seria ir até o Egito e conseguir uma entrevista com nada mais nada menos que o próprio primeiro ministro, Gamal Abdel Nasser!

Gershon Ber começou a obter os papéis necessários, quando recebeu uma ligação telefônica de outro personagem importante do “outro lado” da moeda – Isser Harel, o chefe do Mossad (o “serviço secreto” israelense).

“Jacobson, você está maluco?” Gritou. “Escute aqui, temos informação de que se você fizer isso, não vai voltar nunca. Vão prender você como espião e você não vai sair mais! E não vamos ter condições de ajudar você! Não está entendendo? Não vá! E se você for, não vamos nos responsabilizar! ”

Gershon Ber agradeceu a Harel, desligou o telefone e telefonou para o quartel general do Rebe de Lubavitch. Explicou toda a situação e perguntou ao Rebe o que fazer. Não demorou muito, e obteve resposta.

O Rebe disse que você deve ir, sim mas deve fazer o seguinte:

  1. Leve vários pares de Tefilin.
  2. Leve uma faca de shechitá nova para abate de aves.
  3. Hospede-se no melhor quarto do hotel mais caro.
  4. Antes de sair dos Estados Unidos escreva cartas curtas para todos os seus amigos e conhecidos importantes dizendo que está no Egito e as coloque no correio assim que chegar no Egito.
  5. Assim que chegar no hotel, telefone para todos os embaixadores estrangeiros que moram no Egito.
  6. Na primeira oportunidade visite a comunidade judaica de lá.

Gershon Ber fez exatamente o que o Rebe lhe disse e uma ou duas semanas depois aterrissou no Cairo. Disse ao motorista que o levasse ao melhor hotel e no caminho parou nos Correios e enviou as cartas que tinha escrito.

Depois, fez o check-in no seu quarto e imediatamente começou a telefonar para todos os representantes estrangeiros no Egito, como o Rebe tinha orientado.

E a reação foi fantástica! De fato, um dos embaixadores ficou tão impressionado (disse que nos 15 anos que estava no Egito ninguém jamais tinha ligado para ele) que fez questão em ir visita-lo e quando chegou, fez questão de ser o motorista pessoal de Jacobson.

“Ótimo!” Respondeu. “Então vamos visitar a comunidade judaica daqui.” Com o embaixador de motorista, foram até a casa do líder da comunidade judaica. Jacobson lhe transmitiu lembranças do Rebe e começou a perguntar perguntas jornalísticas. Como era a vida no Egito? Havia antissemitismo? Alguma coisa foi abalada pela Guerra dos Seis Dias? Etc.

O líder da comunidade respondeu que embora não houvesse antissemitismo abertamente, era difícil se virar e impossível contatar o mundo lá fora. Por exemplo, estavam realmente precisando de alguns pares de Tefilin porque vários tinham ficado inadequados para o uso, e uma faca de shechitá para abater galinhas, porque a única que tinham tinha se quebrado e não dava para consertar. Mas não podiam sair do Egito para conseguir substitutos.

Dá para imaginar a alegria e o espanto do líder da comunidade quando Gershon Ber lhe deu exatamente aqueles itens, dizendo que o Rebe de Lubavitch tinha lhe dito para leva-los.

Gershon Ber conseguiu a entrevista com o Primeiro Ministro Nasser. Quando chegou em Nova York são e salvo, recebeu outra ligação de Isser Harel. “Escute Jacobson. Sabemos COM CERTEZA que estavam planejando prendê-lo por espionagem. Mas quando você fez todo esse auê com aquelas cartas e telefonemas, eles não quiseram causar opinião pública adversa. Me diga uma coisa: de onde você teve essa ideia das cartas e telefonemas?

Adaptado de: Rabino Tuvia Bolton

De: ohrtmimim.org


http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5770/1114.htm#caption9

http://www.lchaimweekly.org/

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Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Efraim Kopl ben Eliyáhu

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UM GESTO

BS’D

Estava a dirigindo, rumo a meu trabalho sagrado de balanit. Fim de ano, trânsito impossível! Um calor!

No aperto do movimento, uma moto, em sua pressa, me cortou e bateu em meu espelho retrovisor do lado do passageiro. E o virou. Eu, só no carro, no assento do motorista, no meio do movimento, não tinha como reposicionar o espelho.

Vindo do nada, outro motoqueiro passou pela mesma trilha. Delicadamente, recolocou o meu espelho na posição e seguiu seu caminho. Ainda consegui gritar para ele: “obrigada!” E ele desapareceu no meio do tráfego.

Sabe o que senti, naquele momento? Fiquei tão feliz com aquele gesto tão pequeno, mas que mostrou cuidado, empatia, consideração por outro ser humano. Senti que Hashem estava comigo. Estava cuidando de mim, através daquele mensageiro.

Será que sempre aproveitamos as oportunidades que nos aparecem para ajudar outra criatura de D-us? Há gestos pequenos que podem ser muito preciosos.

& & &

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Miriam bat Yaakov

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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UM YID

BS’D

Massada

Recentemente, os jornais publicaram a notícia de um judeu israelense, residente na Turquia, que, por muito dinheiro, havia sido recrutado pelo Irã para ajudar o Irã em sua luta contra Israel.

Baruch Hashem ele foi pego antes de conseguir causar qualquer mal.

O interessante é que, ao ser pego ele desabafou:

“Que sorte que vocês me pegaram!”

Vejam: o homem ia cometer um crime/pecado grave, que poderia ter nos prejudicado muito e com isso ganharia muito dinheiro. Mas na verdade, ficou feliz por não ter conseguido fazer isso. Ele estava, simplesmente dominado pelo Yêtser Hará. Mas sua essência estava pura e cristalina.  

Consta no livro sagrado Tanya, escrito pelo primeiro Rebe de Chabad, que um judeu só peca quando é dominado por um espírito de insensatez.

Foi o que aconteceu com aquele judeu, e é o que acontece com cada um de nós, quando não nos comportamos como devemos.

Hashem sabe disso e, por isso mesmo, com certeza nos abençoará com um ano bom e doce. Um ano de Mashiach e redenção.

***

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

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Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Beile (Berta) bat Refael

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Libe bat Tzipora

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Tzipora bat Zalman

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ENXERGAR LONGE

BS’D

O dia 10, do mês judaico Shevat (Yud Shevat) é o aniverisário de  falecimento do Rebe Anterior, o Rebe RayatsRebe Yossef Yitschak Schneerson, sogro do Rebe. Marcando também o aniversário da liderança do nosso RebeRebe Menachem Mendel Schneerson, MH’M.

Simon Jacobson, autor de “Rumo a uma Vida Significativa”, baseado nos ensinamentos do Rebe, relata o seguinte a respeito da liderança do Rebe:

Certa vez, recebi uma carta de uma senhora idosa que morava na Pensilvânia. Na carta, contava a seguinte história:

Na década de 40 ela vivia em Crown Heights, no Brooklyn. Seu avô lhe mostrou o Rebe dizendo:

“Este é um grande rabino, genro do Rebe. Seria bom que você lhe pedisse uma bênção.”

Algum tempo depois ela conseguiu coragem para ir até aquele rabino de aspecto tão digno. Rebe lhe perguntou:

“O que você está estudando?”

Ela respondeu:

“Asimov.”

Ao que o Rebe lhe explicou:

“Asimov, quando escreve ciência para crianças utiliza um exemplo chamado ‘Fundação’, em que no futuro, todos os planetas serão civilizados por serem conectados a uma fonte na Terra. Tenho uma visão parecida: em que um dia, haverá postos avançados judaicos em todo o mundo, todos ligados a uma fonte.”

Isso foi apenas uns poucos anos após a Segunda Guerra Mundial – após o Holocausto – e essa era a visão do Rebe. Em retrospecto, podemos ver que foi isso exatamente o que aconteceu. Em 1960 talvez houvesse cinco emissários do Rebe no mundo todo. Em 1970, havia cerca de 100. Hoje há mais de 5000 emissários, sheichiú, todos eles participando de uma missão unificada.

É óbvio que o Rebe já tinha pensado nisso antes de aceitar o cargo de liderança. No primeiro discurso público do Rebe ao aceitar a liderança de Chabad-Lubavitch, o Rebe expôs seu projeto. Fez isso no discurso Chassídico Bati LeGani. Neste discurso está claramente explicado que nossa geração trará Mashiach:

“Isto, que nos encontramos na sétima geração não é, simplesmente, um slogan abstrato, mas sim algo que nos deve impulsionar a trazer Mashiach aqui prá baixo.”

Que possamos presenciar muito em breve a realização da visão do Rebe, com o início da Redenção e a revelação de Mashiach.

Adaptado de um artigo do R. Shmuel M. Butman em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5776/1405.htm

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

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Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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A FESTA DOS LIVROS

BS’D

Foto by Pinchas Margolis

He Tevet, o dia 5 do mês judaico de Tevet, é um dia de comemoração e júbilo, conhecido como “Didan Notsach!”- “Vitória é Nossa”.

Foi nesse dia, no ano 1987, que o juiz Charles Sifton, deu seu veredicto sobre a posse da enorme e valiosa biblioteca do Rebe Anterior, Rabi Yossef Yitschak Schneerson.

Durante três semanas, durante o inverno anterior, o juiz escutara depoimentos, sobre se a biblioteca do Rebe era posse pessoal do Rebe, sujeita às lei de herança, ou se pertencia ao “Movimento Chabad”.

O juiz Sifton ficou profundamente impressionado pela declaração da Rebetsin Chaya Mushka, filha do Rebe Anterior e esposa do Rebe. Ela afirmou:

– “Meu pai e os livros, pertencem aos Chassidim.

Uma das lições que podemos tirar dessa vitória é que devemos intensificar a divulgação dos ensinamentos de nossos Rebes, estudando-os com alegria e entusiasmo, pois o júbilo rompe todas as barreiras.

Mashiach Now!

Adaptado de um artigo do Rabino Shmuel M. Butman.

http://lchaimweekly.org/lchaim/5772/1202.htm#caption7

http://lchaimweekly.org/

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VACINA

BS’D

Na semana passada fui tomar a terceira dose da vacina contra a Corona.

Fui no posto de saúde próximo a minha casa.

Quando me chamaram ao quartinho/cubículo onde é realizada a vacinação, a moça falou:

– “Vou encostar a porta, porque sei que a vai precisar tirar o casaco e sei que a senhora não quer expor seu braço.”

Gente, tomei lá a primeira dose em abril (estamos em dezembro)! (Para a segunda, precisei ir a outro lugar).

Alguém da equipe de vacinação do posto lembrou que oito meses atrás estive lá e, por ser judia religiosa e prezar minha privacidade e recato, pedi que, se fosse possível, gostaria de evitar que alguém que, por acaso estivesse passando, avistasse meu braço.

Olha, Kol Hakavod para a equipe de vacinação: tem sensibilidade, consideração e respeito!

Leilui Nishmat:

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