Archive for Depoimento

Quer uma berachá completa?

BS’D

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Alguém contou o seguinte ao Rabino Shmuel Butman:

– Minha mãe, me contou que antes de casar, teve uma yechidut com o Rebe. O Rebe lhe perguntou se ela iria usar peruca (após o casamento). Ela respondeu ao Rebe que usaria “meia-peruca”. O Rebe falou para ela o seguinte:

“Meia peruca, meia berachá. Uma peruca inteira, uma berachá inteira.”

Adaptado de:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=44151&alias=rebbes-comment-about-sheitels

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Salvar uma Alma – Salvar um Mundo

BS’DPaul Guy Gantner

O Rabino Dovid Schochet relata o seguinte:

Em 1952, quando me matriculei na Lubavitcher Yeshivah em Crown Hights, tive minha primeira audiência com o Rebe. O que me lembro claramente daquela primeira yechidut foi a lição que ele me deu sobre dar valor à vida. “Não tome a vida por garantida”, disse. “De manhã, ao acordar, agradeça a D-us por tudo o que você tem.”

E prosseguiu dizendo que muitas pessoas vão dormir, à noite, achando que seus sapatos têm de estar perto da cama exatamente onde foram colocados na noite anterior. Enquanto estão se vestindo, queixam-se de que está fazendo muito frio ou muito calor. De fato, estão criticando D-us – pois quem faz o tempo e a temperatura? Em vez disso, deveriam ficar agradecidos por ainda estar vivos, por ainda estar de posse de seus bens, e que um novo dia está começando em que têm a oportunidade de fazer muitas coisas boas. Essa foi uma lição de que jamais me esqueci.

Naquela primeira audiência, o Rebe também me aconselhou a trabalhar em educação judaica. Meu plano era entrar para a universidade depois da yeshivá e me tornar engenheiro elétrico, mas o Rebe disse que eu encontraria muito mais satisfação trabalhando para alcançar judeus, pois “cada judeu é um diamante”.

Segui seu conselho e, um belo dia, fui convidado para dar uma palestra para estudantes universitários em Buffalo. Acontece que a platéia seria composta, em sua maioria, de não-judeus, e representantes de outras religiões também falariam. Minha primeira reação foi achar que deveria recusar. Mas mesmo assim, liguei para o escritório do Rebe para perguntar o que fazer.

A resposta que recebi foi de que valeria a pena influenciar não-judeus de modo positivo, especialmente quanto à mitsvá de dar caridade e que eu deveria contar uma história atribuída por muitos ao famoso rabino polonês do Século XVII, Yom Tov Limpann (de quem descendo, embora não soubesse disso na época).

E foi o que eu fiz. Fui à reunião e contei a história, que aconteceu na Cracóvia, na época do Rabino Yom Tov, que também é conhecido como Tosfot Yom Tov, que é o título de seu livro mais famoso.

É a história do avarento da cidade, chamado Yossele, o pão-duro. Era judeu, mas por se recusar, categoricamente a dar caridade, os judeus da Cracóvia o odiavam. A ponto de, quando ele faleceu, o terem enterrado na extremidade do cemitério, local reservado para as pessoas indignas. Pois acharam que ele não merecia mais do que isso.

Mas aconteceu que poucas semanas após o funeral, desencadeou-se um tumulto na cidade. Necessitados que dependiam de doações do açougueiro e do padeiro, deixaram de receber a ajuda a que estavam acostumados. E os fundos de empréstimo sem juros, de ajuda para casamentos e para emergências médicas também tinham todos secado.

Aflitas, as pessoas da comunidade foram bater à porta do Rabino Yom Tov, à procura de uma explicação. Quando ele investigou o assunto, descobriu que o benfeitor por trás de todas as instituições beneficentes da cidade fora, nada mais, nada menos que Yossele. Era ele quem reembolsava o açougueiro e o padeiro, bem como sustentava o fundo de empréstimos, só que não queria que ninguém soubesse.

O Rabino Yom Tov ficou tão comovido pelo altruísmo e pela humildade daquele homem que anunciou que queria ser enterrado na extremidade do cemitério, perto de Yossele.

Quando acabei de contar a história, que foi bem aceita, um jovem padre aproximou-se de mim e me pediu para repetir a história. Inicialmente, recusei, dizendo, meio que brincando: “Me esforcei, meu inglês não vai melhorar da próxima vez.” Mas ele foi tão insistente que acabei concordando e o convidei para ir até meu hotel, onde lhe contei a história pela segunda vez.

Enquanto eu falava, percebi que ele estava muito agitado. Andava para lá e para cá sem parar e quando acabei, pediu-me para contar a história uma terceira vez. Pensando que ele era desequilibrado mentalmente, perguntei por que ele estava com aquela obsessão por aquela história.

Ele disse: “Acho que aquele Yossele era meu bisavô.”

“Como pode ser?” Perguntei.
 Ele era judeu e você é um padre!”

Ele explicou que sua mãe era uma refugiada de guerra, da Polônia, e que quando casou com seu pai, que era um oficial do exército, teve de prometer que guardaria segredo de sua verdadeira identidade. Mas antes de morrer, ela confessou tudo a seu filho. Revelou sua descendência judaica e contou ao filho uma história semelhante sobre um de seus antepassados.

“Isso significa que você é judeu”, eu disse. “E sei você é judeu, tem a obrigação de cumprir a Torá e guardar seus mandamentos.”

Ele não disse mais nada e foi embora, e eu pensei que nunca mais teria notícias dele. Mas tive.

Anos depois, quando eu estava visitando Jerusalém, um homem de barba se aproximou de mim perto do Muro Ocidental. “Rabino Schochet, Shalom Aleichem”, disse.

“Eu te conheço?” Perguntei.

“O senhor conhece meu antigo eu. Sou o cara que conversou com o senhor em Buffalo… Depois da nossa conversa, pensei muito, e resolvi voltar para minhas raízes. Agora sou um Chassid Breslaver.

Quando ouvi aquilo, entendi por que o Rebe me dissera para dar aquela palestra e contar aquela história. Não foi coincidência. Eu precisava falar diante daquela audiência não-judaica em Buffalo porque havia um judeu lá que precisava ser salvo.

Portanto, digo a todos os emissários de Chabad – não se queixem de que o Rebe os mandou para o mundo onde a vida é difícil. Não pensem ‘eu não deveria estar aqui’ ou ‘não quero fazer isto ou aquilo’. Lembrem-se do que se trata – se você salvar uma pessoa, salva o mundo.

Adaptado de:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=41734&alias=message-to-all-chabad-shluchim

(Inglês)

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A Pedrinha no Lago

BS’D

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O Sr. Gordon Zacks (empresário e ativista em educação) relatou o seguinte:

Após um discurso que pronunciei numa assembléia geral anual do Council of Jewish Relations and Welfare Funds, em 1969, fui convidado para uma audiência particular com o Rebe. Ao que parece, o Rebe tinha lido sobre meu discurso e queria se encontrar comigo.

Fui conduzido ao escritório do Rebe, e jamais esquecerei aquele momento, nem que eu viva cem anos. Quando entrei, ele se levantou. Tinha olhos penetrantes, azuis, de um brilho extraordinário. Sua presença era muito intensa e, ao mesmo tempo, transmitia grande tranquilidade. O que quero dizer é que lá a gente sentia uma tremenda energia e, ao mesmo tempo, paz e serenidades imensas. Era uma combinação de fatores muito estranha e impressionante. A lembrança desse encontro permanece muito vívida, dentre as experiências de minha vida.

Ele não disse “bem vindo”, tampouco “olá”, não disse nenhuma palavra de saudação. Começou com: “Sr. Zacks, li seu discurso, e é óbvio para mim que você cuida bem de sua mente. Olho para você e é óbvio para mim que você cuida bem de seu corpo. O que você está fazendo por sua alma, Sr. Zacks?”

Aquele foi o início da conversa, durante a qual ele me incentivou a abrir minha mente e meu coração para aprender a me comportar como judeu. E disse algo muito profundo e muito real:

“Lembre-se Sr. Zacks, se quiser modificar o mundo, tem de se modificar primeiro. Quando você se transforma, é como jogar uma pedrinha num lago. E ondas se formam a partir do ponto de contato, que influenciam todos os que se encontram a sua volta. Se você se transformar e se ligar a D-us em sua alma, comportando-se, consequentemente, do jeito que D-us quer, isso repercutirá nas pessoas à sua volta. E a força dessa repercussão é o primeiro e mais importante passo para tornar o mundo um lugar melhor. Portanto, lembre-se de manter o foco em si mesmo, inicialmente.”

Foi uma conversa que durou uma hora e meia, mas foi isso o que ele falou, em resumo. Lembro-me que me disse: “Também quero que você pense no que precisa ser feito para salvar o povo judeu dos fogos da assimilação.”

Quando saí de lá, estava profundamente emocionado. E até hoje, o Rebe continua sendo uma das pessoas mais extraordinárias que conheci na vida. Teve uma influência profunda nas decisões que fiz na vida a partir daquele dia.

Passaram-se uns dezessete ou dezoito anos. Minha filha mais nova, que hoje é casada e mora em Israel, quis ir a Crown Hights num dos dias em que o Rebe estava distribuindo dólares. E me pediu para ir com ela.

Não telefonei tentando obter uma consideração especial. Simplesmente, pegamos um táxi para Crown Hights e esperamos na fila, como todos os demais. Lembro-me que a fila era interminável. Acho que esperamos uma hora e meia.

Minha filha estava na minha frente, e recebeu uma bênção do Rebe, juntamente com um dólar que deveria ser doado para caridade. Eu estava logo atrás dela. E o Rebe me perguntou: “O que você está fazendo para o povo judeu e para a educação judaica?” Como se eu tivesse acabado de sair de seu escritório há poucos minutos e todos aqueles anos não tivessem passado. Espantadíssimo, olhei para ele e exclamei: “Rebe, o senhor é extraordinário!”

E ele disse: “De que adianta eu ser extraordinário? Como você vai ajudar o povo judeu? O que você está fazendo pela educação judaica?”

Foi como se nossa primeira conversa, muitos anos atrás, não tivesse sido interrompida pelo tempo.

Adaptado de:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=41461&alias=a-pebble-in-the-lake

(Inglês)

 

Para refuá shleimá bekarov de :

Chaia Mushka bat Margalit Sima Rachel

 

Leilui Nishmat:

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Ultrapassando Barreiras

BS’D

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Em 1961, o Rebe deu início à Campanha de Purim, para que todos os judeus, de todas as idades, onde quer que estivessem, pudessem cumprir duas das mais fáceis, porém negligenciadas, mitsvot (mandamentos) de Purim: Mishloach Manot – presentes de alimentos para amigos, e Matanot L’Evionim – presentes de dinheiro para os pobres.

Dez anos depois, em 1971, o Rebe fez uma convocação especial para se chegar aos soldados do Exército da Defesa de Israel durante o dia de Purim e ajudá-los com as mitsvot do dia. O Rebe também pediu que fossem dados Mishloach Manot em seu nome para as viúvas e órfãos dos soldados de Israel. O Rebe pagou de seu próprio bolso as despesas desses Mishloach Manot. O Rebe também acrescentou uma mensagem pessoal aos Mishloach Manot que os Chassidim estariam distribuindo:

“Para cada um de vocês: feliz Purim. Que o versículo (da Meguilá) se realize para nós: ‘Para os judeus houve luz e alegria, júbilo e glória.’”

Em 1976, o Rabino Yossef Yitschak Gurevitz, na época um aluno de yeshivá, foi enviado pelo Rebe como shaliach (emissário) para Israel, juntamente com outros estudantes e jovens casais. Alguns foram enviados a Jerusalém, enquanto outros, para Tsfat. R. Gurevitz, que atualmente mora em Migdal Haemek, no norte de Israel, foi um dos que foram enviados para Jerusalém.

Ele relata o seguinte:

“Poucas semanas antes de nossa partida, o Rebe falou num farbrenguen sobre os shluchim que iriam, dentro de pouco tempo, para a Terra de Israel. O Rebe disse: ‘Assumo a responsabilidade pela viagem deles.’

“Quando chegou Purim, Tseirei Agudat Chabad (a Organização da Juventude Lubavitch) de Israel coordenou uma campanha massiva de Purim para os soldados, com os chassidim se dividindo para chegar às bases do exército em toda a Terra de Israel.

“Fui enviado a uma base próxima a Shechem. Entramos num caminhão do exército: um grupo de Lubavitchers, um motorista do Exército de Israel e mais um soldado. E começamos nosso percurso através das estradas tortuosas rumo a nosso destino. De repente, o caminhão brecou com um barulho estridente. Após um instante de silêncio mortal, ouviu-se lá de fora uma cacofonia de vozes ameaçadoras. O cheiro de fogo encheu o ar, e uma fumaça preta começou a penetrar no caminhão. Estávamos sentados atrás, e não sabíamos o que estava acontecendo do lado de fora.

“Uma barreira estava bloqueando a passagem e multidões de jovens árabes com pedras nas mãos estavam nas proximidades. ‘Não temos escolha, temos que voltar’, disse o motorista, pálido como giz. Voltei-me para o motorista e disse: ‘Não vamos voltar, temos de continuar!’ O motorista olhou para minha cara, como se eu tivesse caído da lua. ‘Vamos voltar’, repetiu. ‘Sou responsável pela segurança de vocês!’ Mas eu não me submeti. ‘Se você der meia-volta, vou descer aqui mesmo!’ O soldado não estava entendendo. Por que eu queria continuar diante de um perigo óbvio?

“‘Sou shaliach do Rebe’, eu disse. ‘O Rebe disse que a responsabilidade pelos shluchim está sobre seus ombros. Não temos motivo para temer.’

“‘Você acredita mesmo tanto no seu Rebe?’- perguntou-me o motorista.

“‘Sim’, respondi. ‘Não temos por que ter medo.’ Finalmente, ele cedeu, ao ouvir minha resposta firme. O motorista deu marcha a ré e, em seguida, acelerou a toda velocidade, direto na barreira de pedras, madeira e objetos queimando. O caminhão balançou prá lá e prá cá e quase virou. Passamos direto pela multidão de árabes, que atiravam rochas pesadas no caminhão. O soldado deu um tiro de advertência no ar, mas os árabes não se dispersaram. Finalmente, saímos para o descampado, o perigo passara.

“Quando chegamos à base militar, o comandante já sabia da história e da coragem que tínhamos demonstrado. Disse que havia 300 soldados na base e ele queria que eu lhes contasse minha história. ‘Quero que eles ouçam sobre a garantia do Rebe. E de como ela lhe deu coragem para continuar e não dar meia-volta.’

“Lembro-me de como os soldados ficaram empolgados quando contei a história. Demos-lhes Mishloach Manot e dançamos com eles. Eles vibraram. Muitos levantaram a manga para colocar tefilin.

“Naquela noite, quando voltamos para Jerusalém, alguém me disse que eu tinha de contar ao Rebe sobre o que acontecera. Telefonei imediatamente para um dos secretários do Rebe, R. Binyomin Klein, e lhe contei os detalhes da história, e ele as transmitiu para o Rebe.

“Às 4:30 da manhã, hora de Israel, o farbrenguen de Purim do Rebe começou no Brooklyn. Durante o farbrenguen o Rebe contou: ‘Eu gostaria de compartilhar algo que aconteceu há pouco. Chegou uma mensagem de Israel sobre um episódio que demonstra que quando um judeu fica firme pelo judaísmo, e não vacila sobre ele – e faz o que tem de fazer –  tem sucesso, sem se machucar nem machucar outras pessoas. Havia um pedido de levar Mishloach Manot e levantar os ânimos dos judeus que têm o privilégio de guardar a Terra de Israel. Eu fui avisado de que um grupo de emissários foi visitar os soldados perto da cidade de Shechem. Quando se aproximaram de Shechem, encontraram a estrada bloqueada. Mas não foram dissuadidos. ‘Fomos incumbidos com a missão de animar outros judeus para que se alegrassem nas comemorações de Purim’, explicaram… Embora os árabes tenham atirado pedras, ninguém se machucou, nem judeus nem árabes. Isso aconteceu agora, em Purim de 1976.’

“O Rebe concluiu com uma importante lição de que não é preciso ficar intimidado pelos não-judeus à sua volta e sim, erguer-se com orgulho de seu judaísmo.”

Adaptado de: Der Chassidishe Derher Derher.org

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/ (inglês)

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Entaladas? Empacadas? Emperradas?

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A senhora Miryam Swerdlov contou o seguinte:

Em 1967 fui a uma reunião de Neshei Chabad em Detroit. Quando a reunião acabou, eu e mais 20 mulheres estávamos esperando para pegar o avião de volta para casa, onde nossos maridos nos esperavam ansiosamente, quando soubemos que o vôo fora cancelado. Havia uma tempestade de neve e nenhum avião podia voar.
Corremos para um orelhão – os celulares ainda não existiam – e ligamos para o Quartel General de Chabad em Nova York, para perguntar ao Rebe o que fazer. A líder do grupo, a Sra. Miriam Popack, falou com o secretário do Rebe, Rabino Binyomin Klein, e lhe disse que estávamos empacadas em Detroit. Ele nos disse para esperar e um minuto depois voltou ao telefone. “O Rebe não entende a palavra ‘empacadas.’” [stuck em inglês]. A Sra. Popack tentou, então, explicar o que significa “empacada” – enquanto colocava, sem parar, mais moedas no orelhão, para que a ligação não caísse – ao que Rabino Klein respondeu:
“O Rebe sabe o que significa empacada. O Rebe está dizendo que um judeu jamais está empacado.”
Entendemos o recado e nos pusemos em ação. Começamos e percorrer o aeroporto distribuindo velas de Shabat. E agora há mulheres em todos os Estados Unidos que acendem velas de Shabat porque ficamos “empacadas” em Detroit.
Para o Rebe, não existe “empacado”. Onde quer que você esteja, é lá que você deve estar.

Adaptado de:
By Jem’s Here’s My Story
http://myencounterblog.com/?p=1917

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Um Rebe já nasce Rebe

BS’D

The-Rebbe

O Rebe Rashab (o quinto Rebe de Lubavitch) escreveu que um rei já é rei ao nascer; mas como dois reis não podem reinar simultaneamente, ele não assume a coroa enquanto seu predecessor estiver presente.

O mesmo pode ser dito sobre um Rebe. Ele sempre é Rebe, mesmo antes de assumir a liderança.

O rabino Zalman Posner contou a seguinte história que aconteceu quando ele era adolescente:

Aconteceu no ano de 5703/1942, aproximadamente. Era Rosh Hashaná. A comunidade Chabad em Crown Hights era pequena, comparada ao que seria anos depois. Na época era composta de umas 150 pessoas.

Estávamos nos preparando para caminhar pela Eastern Parkway rumo aos Botanical Gardens, onde faríamos o Tashlich às margens do lago. Queríamos atirar nossos pecados aos peixes e dar prazer espiritual ao sexto Rebe de Lubavitch, o Rebe Yossef Yitschak, conhecido como o Rebe Rayats.

O genro do Rebe Rayats (nosso Rebe atual), que estava tranquilamente no meio do grupo, comentou: “Não é assim que se vai para Tashlich.” Gesticulando, acrescentou: “Para Tashlich, vai-se em linha dupla, cantando.”

Sair marchando na Eastern Parkway? Cantar? Quem tinha ouvido falar em tal coisa?

Na década de 40, o bairro de Crown Heights tinha uma população predominantemente judaica, rica, assimilada e não muito religiosa. Todas as janelas daqueles apartamentos elegantes de frente para a Parkway estariam cheias de gente olhando nossa parada – centenas, talvez milhares de pessoas. E para quem estariam olhando? É óbvio que para mim.

Eu estava todo encolhido. Eu era jovem e muito tímido.

Mas fizemos exatamente o que o genro do Rebe Rayats tinha dito – marchamos em fila dupla, cantando.

Eu implorei a D-us que me poupasse de ter que passar por tanto constrangimento de novo.

No ano seguinte, minha prece foi ouvida.

Quando todos estavam se preparando para ir novamente para o Tashlich em fila dupla, cantando (desta vez o genro do Rebe Rayats não precisou falar de novo), Reb Shemuel Levitin, o respeitado chassid conselheiro da Yeshivá Tomchei Tmimim, chamou-me.

“Não consigo acompanhar a marcha”, explicou desculpando-se. “Será que dava para você me fazer o favor de ir andando comigo, atrás dos outros?”

Fiquei felicíssimo. Obrigado, D-us, por atender a meu pedido!

Outros homens, a maioria idosos, ao ouvir o pedido de Reb Shemuel, foram junto com ele, no final da parada. E eu os acompanhei, como ele me pedira.

Caminhávamos a uma distância de aproximadamente meio quarteirão do grupo principal. Chegamos um pouco atrasados, quando o grupo já estava indo embora da lagoa do Jardim Botânico. Quando acabamos o Tashlich, fomos atrás deles, a certa distância.

Na volta, nossa parada subiu pela Union Street. Passamos por um prédio em cuja calçada havia casais conversando, crianças correndo e bebês dormindo em carrinhos. Todos muito bem vestidos, para Rosh Hashaná.

Um homem, em particular, me chamou a atenção. Estava com uma camisa branca de colarinho engomado, e o cabelo cuidadosamente penteado para trás.

Quando passamos por eles. Esse homem elegante aproximou-se de mim e segurou meu braço.

“Por que eles estão cantando? Por que eles estão cantando?”

Eu, jovem e tímido, gaguejei: “Rosh Hashaná. Tashlich.

Ainda segurando meu braço, ele apontou para seu próprio coração. “Aqui bem no fundo”, disse muito sério, “tenho uma centelha. Quando vi judeus marchando pela rua cantando, ‘eba, sou judeu!’ Aquela faísca explodiu numa chama.” E ele se afastou de mim.

Sem dúvida, aquele cavalheiro estivera em uma das sinagogas naquela manhã. Com certeza escutara um sermão inspirador, um chazan emocionante, e um coral melodioso. Mas sua centelha ainda estava adormecida.

Uma parada de Tashlich e pessoas cantando – isso tinha feito toda a diferença.

Naquela época ninguém imaginava que o jovem genro seria o Rebe, um dia. Mas só ele “sabia” que precisávamos fazer uma parada e cantar indo para o Tashlich porque uma neshamá, uma alma, com uma centelha silenciosa e adormecida, que pertencia a um homem que não estava nem de kipá em Rosh Hashaná, seria despertada daquele jeito.

Será que isso foi um milagre? Talvez.

Mas houve mais um milagre, um que aconteceu com o homem que seria o Rebe, e os chassidim, jovens e velhos. Não passou pela cabeça de ninguém a possibilidade de não escutá-lo.

Baseado em:  The Avner Institute Rebbebook@gmail.com

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Emuná e Bitachon

BS’D

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“As pessoas pensam que bitachon, confiança em D-us, é uma forma mais elevada de emuná, fé, mas não é. Bitachon é um jeito totalmente diverso de se relacionar com D-us. Se alguém está diante de um problema e tem emuná, tem fé de que D-us o ajudará a superar seus problemas. Mas se a pessoa tiver bitachon, não vai achar que tem problema algum, pois entende que D-us não manda problemas, só desafios.”

O Rebe

               Relatado por Bentzion Rader.

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=33863&alias=the-rebbes-stock-exchange-advice

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