“E gritamos para Hashem, D-us de nossos antepassados. D-us escutou nossa voz e viu nossa aflição, nosso trabalho duro (amalênu) e nossa opressão.” (Devarim 26:7)
E prossegue a Hagadá:
“Nosso trabalho duro – são os filhos, como consta: “Todo filho que nascer lancem no Nilo, e toda filha deixem viver.” (Shemot 1:22)
Daí aprendemos que é necessário investir trabalho e esforço na educação dos filhos e dos alunos, para que cresçam como devem.
(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. 1, págs. 113-115)
Pessach Matsá e Maror e seu Simbolismo na Educação Judaica
Falando de uma maneira geral, há três tipos de alimentos:
O alimento que é necessário para o desenvolvimento normal ou cuja necessidade é vital para preservar a vida.
Alimento que é prejudicial e deve ser evitado, ou até mesmo destruído.
Alimento que, embora não seja indispensável, é fonte de nutrição e prazer adicionais.
Há alusão a essas três categorias nas três comidas especiais de Pêssach:
Matsá é, obviamente, o pão não fermentado e “o pão sustenta a vida do Homem” (Salmos 104:15). Em termos mais amplos, a palavra “pão” refere-se a uma refeição completa, e a toda a nutrição diária (Vide Daniel 5:1; Rashi sobre Bereshit 31:54).
Maror – em nosso contexto – significa coisas indesejáveis que precisam ser consideradas amargas e, portanto, rejeitadas.
O sacrifício de Pêssach tinha de ser comido “al hassova”, quando a pessoa já estava satisfeita (Rambam, Leis do Sacrifício Pascal 8:3. Era como um “sobremesa”, fonte de prazer e nutrição adicionais. Por isto, o Pêssach tinha de ser comido luxuosamente, “como um festejo real” (Rashbam sobre Pessachim 119b).
Com base nisso, podemos perceber três tipos de “alimentos” espirituais que devem ser dados a uma criança no processo educacional:
A primeira necessidade vital de uma criança é receber uma dose diária de nutrição básica, ou seja, Torá e mitsvot, que são chamadas de “pão”. Além disso, deve-se cuidar para que o estudo da Torá e o cumprimento das mitsvot sejam humildes e achatados, como a matsá, sem nenhum traço de chamets (fermento) que faz com que a massa suba, cresça e inche arrogantemente (Likutê Torá, Tsav 13c).
Ao mesmo tempo, é preciso proteger a criança das influências indesejáveis (amargas) de fora – insinuadas pelo maror – por meio de disciplina e repreensão. Atualmente, a obrigação de comer maror não é tão forte quanto na época do Templo (atualmente é uma obrigação rabínica, não bíblica). Do mesmo modo, a abordagem à disciplina deve ser mais branda, hoje em dia, do que era no passado. Matsá, porém, permanece uma exigência bíblica total até hoje, exatamente como na época do Templo, o que nos ensina que devemos continuar a dar reforço positivo integral a nossas crianças em sua “dieta básica” de Torá e mitsvot.
Se seguirmos essas diretrizes na educação de nossos filhos (e de nós mesmos) passo a passo, ficaremos “saciados” com Torá e mitsvot de tal modo que a santidade que existe no coração de cada judeu virá à tona, causando um compromisso total com D-us. Deste modo estudaremos Torá com uma dedicação maior ainda e cumpriremos as mitsvot com o maior capricho, fazendo tudo com alegria verdadeira (“como num festejo real”) como está expresso no sacrifício de Pêssach.
(de uma carta do Rebe de 11 de Nissan de 5737)
(Adaptado de “The Kol Menachem Haggadah” págs.133-134
O lugar mais seguro do mundo é Êrets Yisrael. A Terra de Israel é o lugar escolhido por D-us.
“Os olhos de D-us estão sobre ela desde o início do ano até o final do ano.”
Isto é verdade, principalmente em virtude do grande mérito do povo judeu atualmente. Apesar de todas as dificuldades sofridas por nosso povo no exílio atual, “até mesmo o menos merecedor dos judeus possui tantas mitsvot quanto as sementes de uma romã.”
De fato,
“Todos os membros de Teu povo são tsadikim…”
D-us se orgulha muito de todo judeu. Nossa sabedoria humana não consegue captar o mérito imenso de cada judeu.
Três tsadikim têm uma ligação especial com a Festa de Shavuot: Moshê Rabênu, David Hamêlech e o Báal Shem Tov.
Moshê Rabênu – foi através dele que a Torá foi outorgada em Shavuot.
David Hamêlech – “Em Atsêret David morreu” – faleceu em Shavuot.
O Báal Shem Tov – faleceu numa quarta-feira, 6 de Sivan – em Shavuot.
* Os três foram primeiros:
Moshê Rabênu – foi o primeiro líder do povo judeu.
David Hamêlech – foi o primeiro rei da dinastia de David.
OBáal Shem Tov – foi o primeiro líder da linhagem da Chassidut.
* Os três foram pastores:
Moshê Rabênu – pastoreava o rebanho de Yitrô.
David Hamêlech – pastoreava o rebanho de seu pai, Yishai.
O Báal shem Tov – levava criancinhas ao “chêder”.
Se ao cuidarem de rebanhos e de crianças eram pacientes, piedosos e dedicados – Hashem tinha certeza de que também seriam capazes de cuidar do “rebanho” de Hashem (o povo judeu) e liderá-lo.
* Os três se auto-educaram desde crianças:
Moshê Rabênu – cresceu no palácio do Faraó e educou-se sozinho.
David Hamêlech – desde pequeno era pastor e, portanto, precisou educar a si mesmo.
O Báal Shem Tov – ficou órfão de ambos os pais quando ainda era bem pequeno, e precisou educar-se sozinho.
Além dos aspectos comuns aos três tsadikim – cada um deles tem uma qualidade especial particular, dentre os três pilares sobre que o mundo se sustenta.
Moshê Rabênu – Torá – recebeu a Torá e a outorgou ao povo judeu.
David Hamêlech – avodá (tefilá, oração) – escreveu o livro dos Tehilim (Salmos).
O Báal Shem Tov – guemilut chassadim (atos de bondade) – por seus atos de bondade mereceu um “bom nome”.
Reforcemos nossa ligação com esses três tsadikim a partir de Shavuot, estabelecendo shiurim diários do legado deles.
Moshê Rabênu – estudemos diariamente a porção semanal do Chumash.
David Hamêlech – vamos dizer diariamente uma porção do Livro de Tehilim.
O Báal Shem Tov – estudemos Chassidut diariamente no livro Tanya, que explica os ensinamentos do Báal Shem Tov.
Esses shiurim são chamados de shiurim de Chitat – Chumash, Tehilim e Tanya, insinuados no passuk (versículo) (Vayishlach, 35, 5) “E deu-se o pavor (chitat) de D-us sobre as cidades”.
(Baseado em “Likutê Sichot”, Vol. 8, págs.249-251 e Vol. 18, págs. 35-36, “Hitvaaduiot – 5743”, págs. 1921-1922)
Após a reza de Maariv, na noite de quinta-feira, véspera de 28 de Nissan de 5751, o Rebe começou a falar uma sichá que começou num estilo semelhante a centenas de sichot anteriores.
Em pouco tempo, porém, tudo mudou.
O Rebe falou do fundo do coração:
“O que mais posso fazer para motivar todo o povo judeu a clamar e bradar, causando deste modo a vinda de Mashiach de fato? Tudo o que foi feito até agora não adiantou. Pois ainda estamos no exílio… O que posso fazer é delegar o assunto a vocês. Agora façam o que puderem para trazer Mashiach, aqui e agora, imediatamente… Fiz tudo o que posso: de agora em diante, vocês precisam fazer o que podem…”
No Shabat seguinte, ParashatShemini, o Rebe explicou o que queria dizer: A responsabilidade de apressar a vinda de Mashiach é de cada indivíduo: aumentando seu estudo de Torá, tanto o nível revelado (Talmud, lei da Torá, etc.) quanto no nível místico de Pnimiyut haTorá (Chassidut), bem como aprimorando seu cumprimento de mitsvot – behidur, de maneira escrupulosa e bela.
A mensagem do Rebe está aí, alta e clara: cabe a nós escutá-la.
Num discurso que o Rebe proferiu em 1970, ele explicou:
“Há um conceito chamado ‘sucesso com o tempo’. Não podemos tornar mais longos nossos dias, tampouco podemos adicionar horas em nossas noites. Mas podemos otimizar nosso uso do tempo considerando cada segmento de tempo como se fosse um mundo, por si.
“Quando dedicamos uma porção de tempo – seja uma hora, um dia, ou um minuto – a determinada tarefa, devemos nos dedicar totalmente ao que estamos fazendo, como se não existisse nada mais no mundo.
“É óbvio que temos de ter consciência das diferenças entre coisas de maior e menor importância, entre meios e fins, entre jornadas e destinos. Mas seja lá o que esteja fazendo, concentre-se totalmente.”
Quando se escreve uma carta durante o mês de Elul é costume judaico desejar que o destinatário seja inscrito e selado para um ano bom e doce. Alguns começam a abençoar o próximo desta maneira ainda a partir do dia 15 do mês de Av. E isto mesmo se a carta tratar de outros assuntos que não têm nada a ver com este.
A Torá nos ensina que todos os que abençoam são abençoados e que se deve evitar o oposto, principalmente no mês de Elul, deve-se ter o cuidado de usar apenas palavras de bênção. Obtemos assim da Torá o conselho, bem como a força para modificar o passado.
Devemos acabar com essa prática de criticar judeus e Elul deve ser uma época em que cada judeu abençoa cada judeu (e todos os judeus) com o bem revelado e perceptível. E essas bênçãos devem ser expressadas verbalmente
Baseado nas palavras do Rebe.
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
O Rebe de Lubavitch falou há 50 anos, num Farbrenguen de surpresa em Erev Rosh Chodesh Menachem Av, no ano de 5734, palavras que são totalmente relevantes para a situação em que nos encontramos hoje.
O Rebe pediu que essa mensagem fosse publicada para todos os judeus, em todos os lugares, especialmente para as crianças, que todos fossem incentivados a dar tsedaká em todos os dias (de semana) dos nove dias, e que dessem em dobro na sexta-feira…
Estamos agora diante dos Nove Dias, de Rosh Chodesh a Tishá Beav.
O objetivo e a realização desses dias é transformá-los rapidamente em dias de felicidade e júbilo.
Embora seja uma época de muita escuridão – pois estamos no final da galut e pouco antes da chegada de Mashiach – agora é uma época propícia para divulgar para todos os membros do povo judeu que fortaleçam sua emuná (fé) e bitachon (confiança) em Hashem.
É importante que nos lembremos que consta: mipnei chataeinu galínu miartseinu (devido a nossos pecados fomos exilados de nossa terra). O único motivo por que Bnei Yisrael foram exilados de nossa terra foi nossas aveirot.
Os impérios Romano e Babilônio podem ter sido grandiosos e poderosos, com uma quantidade imensa de munição, ao passo que os yiden eram tão poucos. Contudo, se os yiden não tivessem pecado, os goyim não teriam conseguido nos exilar, uma vez que um não-judeu não tem controle sobre o povo judeu.
Esta é a lição para nós AGORA. Embora sejamos como um cordeiro entre 70 lobos, não há motivo para medo, chas veshalom. Não há motivo para pensar: “Como posso continuar a dormir e trabalhar em paz, quando estou rodeado por 70 lobos?”
Porque uma das berachot que Am Yisrael recebeu é am levadad ishkon, um povo que mora só, ubagoyim lo itchashev – os yiden não são contados entre os povos do mundo.
Os yiden são separados do restante do mundo e suas nações. É como se não houvesse mundo em volta deles, e os yiden estão acima de todas a leis da natureza. É, portanto, impossível para qualquer pessoa atingir até mesmo um membro do povo judeu.
Sim, é verdade que as outras nações nos desprezam e nos excluem. Entretanto, se fizermos a coisa certa – se estivermos alinhados com a vontade de Hashem – ninguém pode nos machucar.
Quando estamos sob a proteção Divina, o desprezo, a força e o número de nossos inimigos não tem o menor impacto ou relevância.
NOSSAS ROCHAS E MONTANHAS
Precisamos nos lembrar de onde viemos. Nos originamos de fortes “rochas”, nossos Avot (Patriarcas) e “montanhas” magníficas, nossas Imaot (Matriarcas).
Quando lembramos quem eram nossos antepassados, e seguimos seu caminho, não há o menor motivo para temer. Avançamos com confiança em todas as áreas.
Os Avot e as Imaot começaram como uma pequena família, sós, cercados de vizinhos hostis. Contudo, com o passar do tempo, a mensagem deles, que é a mensagem de Hashem, espalhou-se por toda parte. Finalmente, seus descendentes, o povo judeu, venceu seus inimigos.
Já foi falado várias vezes que, especialmente nestes dias, devemos acrescentar em Torá e Tsedaká.
Além de divulgar para todos, inclusive para as crianças, o conceito de Am levadad ishkon, o que é um acréscimo no estudo da Torá. Devemos também acrescentar em tsedaká em cada dia de semana dos Nove Dias, no início do dia; e na sexta-feira, dar uma quantia dupla.
Esta é uma mensagem importante para cada membro do povo judeu, esteja onde estiver. É importante divulgar isso ao máximo, de modo que chegue a todos os judeus.
UMA MENSAGEM PARA CADA CRIANÇA
Consta em Tehilim: “Mipi olelim veyonkim yissadta oz lehashbit oiev umitnakem”. Da boca de bebês e criancinhas o inimigo será destruído. Portanto, é importante explicar essa mensagem para as crianças, num formato que seja adequada para elas. Como é importante transmitir esta mensagem para todos, em todos os lugares onde possam estar (e já que, por outros motivos, não é necessário reunir todos em um único lugar), devemos visitar vários lugares onde os meninos e as meninas estejam, principalmente as escolas e colônias de férias, e lhes explicar a mensagem acima. Quando alguém fala palavras que saem do coração, elas penetrarão o coração [de quem ouve], e com certeza surtirão o efeito desejado de fortalecer o bitachon em Hashem de que “Hinê loyanum velo yishan shomer Yisrael” – Eis que não cochila nem dorme o Guardião de Yisrael em todo lugar e em todos os tempos.
Adaptado de: collive.com
(Inglês)
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Parashat Shemini principia com a descrição do oitavo dia da consagração do Santurário, o dia em que a Presença Divina repousou lá pela primeira vez. O nome da Parashá – Shemini – significa “oitavo” e é uma alusão ao significado especial do número oito. Oito significa o que está acima das leis da natureza e das limitações de nosso mundo físico.
Apesar disso, encontramos na Parashá as diferenças entre os animais kasher e os não-kasher. Qual o motivo de um assunto tão mundano se encontrar numa porção da Torá que deveria tratar de um nível tão elevado de santidade?
Em muitos casos, existe uma linha muito fina que separa o kasher do proibido. A lei judaica prescreve que a traquéia e o esôfago de um animal kasher devem ser cortados mais que a metade com um só movimento da faca. Uma diferença de uma fração de centímetro pode determinar se a carne do animal é kasher ou não.
Na vida também acontece de termos de tomar decisões “da espessura de um fio de cabelo”. Para tais decisões, ajuda do Alto é necessária. O Yêtser Hará (a Má Inclinação) pode até fazer um pecado parecer uma mitsvá.
Como tomar as decisões certas? Aprendendo uma lição que é ensinada em Parashat Shemini. Os seres humanos são limitados. Mas quando nos entregamos a D-us e pedimos Sua ajuda para “distinguir o puro do impuro” podemos vencer o Yêtser Hará.
Quando um judeu faz uma mitsvá (mandamento) – liga-se a D-us. Mitsvá vem da palavra em hebraico que significa “conectar-se” e ao cumprir uma mitsvá o judeu se une com D-us, com uma força sobrenatural. Ele pode, assim, ver através da máscara da Má Inclinação, nos casos em que a decisão é muito delicada.
Parashat Zachor é o preparo para Purim. Antes de Purim lemos sobre Amalek e apagamos sua memória.
“Que te esfriou (karchá) no caminho”.
Amalek ataca aquele judeu que anda no caminho da Torá, comporta-se como deve. É ele que Amalek tenta esfriar. Karchá – convence-o a servir a D-us com frieza, distância e indiferença. A palavra karchá também está ligada a mikrê (acaso, conicidência). Amalek cega os olhos da pessoa que reflete, para que não perceba a hashgachá pratit (Providência Divina). Atinge os que se encontram em situação inferior, “hanecheshalim achareichá” (os fracos que se desgarraram atrás de ti).
Apagamos a lembrança de Amalek. Negamos toda sua essência. “Al tishkach” (não te esqueças!). Não se esquecer de quem é nem o que é Amalek, tomar cuidado com ele em todas as situações. Juntamente com isso, precisamos “zachor” (lembrar) e “lô lishkoach” (não esquecer) também no sentido positivo: a ligação de todo judeu com D-us está acima da compreensão e tem de estar gravada em sua memória sempre, de modo que nenhum esquecimento a atinja. Tal lembrança fará com que se comporte sempre como deve.
(Adaptado de “Likutê Sichot”,
5749, págs. 327-331)
Baseado em Maayan Chai, Vol. VII, págs. 110-111.
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
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Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
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Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
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Libe bat Tzipora
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Tzipora bat Zalman
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