Archive for Devar Malchut

SHAVUOT E CHITAS

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Arte by Michoel Muchnik

Três tsadikim têm uma ligação especial com a Festa de Shavuot: Moshê Rabênu, David Hamêlech e o Báal Shem Tov.

Moshê Rabênu – foi através dele que a Torá foi outorgada em Shavuot.

David Hamêlech – “Em Atsêret David morreu” – faleceu em Shavuot.

O Báal Shem Tov – faleceu numa quarta-feira, 6 de Sivan – em Shavuot.

* Os três foram primeiros:

Moshê Rabênu – foi o primeiro líder do povo judeu.

David Hamêlech – foi o primeiro rei da dinastia de David.

        OBáal Shem Tov – foi o primeiro líder da linhagem da   Chassidut.

* Os três foram pastores:

Moshê Rabênu – pastoreava o rebanho de Yitrô.

David Hamêlech – pastoreava o rebanho de seu pai, Yishai.

Báal shem Tov – levava criancinhas ao “chêder”.

Se ao cuidarem de rebanhos e de crianças eram pacientes, piedosos e dedicados – Hashem tinha certeza de que também seriam capazes de cuidar do “rebanho” de Hashem (o povo judeu) e liderá-lo.

* Os três se auto-educaram desde crianças:

Moshê Rabênu – cresceu no palácio do Faraó e educou-se sozinho.

David Hamêlech – desde pequeno era pastor e, portanto, precisou educar a si mesmo.

Báal Shem Tov – ficou órfão de ambos os pais quando ainda era bem pequeno, e precisou educar-se sozinho.

Além dos aspectos comuns aos três tsadikim – cada um deles tem uma qualidade especial particular, dentre os três pilares sobre que o mundo se sustenta.

Moshê Rabênu – Torá – recebeu a Torá e a outorgou ao povo judeu.

David Hamêlech – avodá (tefilá, oração) – escreveu o livro dos Tehilim (Salmos).

O Báal Shem Tov – guemilut chassadim (atos de bondade) – por seus atos de bondade mereceu um “bom nome”.

Reforcemos nossa ligação com esses três tsadikim a partir de Shavuot, estabelecendo shiurim diários do legado deles.

Moshê Rabênu – estudemos diariamente a porção semanal do Chumash.

David Hamêlech – vamos dizer diariamente uma porção do Livro de Tehilim.

O Báal Shem Tov – estudemos Chassidut diariamente no livro Tanya, que explica os ensinamentos do Báal Shem Tov.

Esses shiurim são chamados de shiurim de Chitat – Chumash, Tehilim e Tanya, insinuados no passuk (versículo) (Vayishlach, 35, 5) “E deu-se o pavor (chitat) de D-us sobre as cidades”.

(Baseado em “Likutê Sichot”, Vol. 8, págs.249-251 e Vol. 18, págs. 35-36, “Hitvaaduiot – 5743”, págs. 1921-1922)

    Adaptado de “Maayan Chai”, Vol. 4, págs. 24-27)

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Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Efraim Kopl ben Eliyáhu

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28 DE NISSAN

BS’D

Após a reza de Maariv, na noite de quinta-feira, véspera de 28 de Nissan de 5751, o Rebe começou a falar uma sichá que começou num estilo semelhante a centenas de sichot anteriores.

Em pouco tempo, porém, tudo mudou.

O Rebe falou do fundo do coração:

“O que mais posso fazer para motivar todo o povo judeu a clamar e bradar, causando deste modo a vinda de Mashiach de fato? Tudo o que foi feito até agora não adiantou. Pois ainda estamos no exílio… O que posso fazer é delegar o assunto a vocês. Agora façam o que puderem para trazer Mashiach, aqui e agora, imediatamente… Fiz tudo o que posso: de agora em diante, vocês precisam fazer o que podem…”  

No Shabat seguinte, Parashat Shemini, o Rebe explicou o que queria dizer: A responsabilidade de apressar a vinda de Mashiach é de cada indivíduo: aumentando seu estudo de Torá, tanto o nível revelado (Talmud, lei da Torá, etc.) quanto no nível místico de Pnimiyut haTorá (Chassidut), bem como aprimorando seu cumprimento de mitsvot – behidur, de maneira escrupulosa e bela.

A mensagem do Rebe está aí, alta e clara: cabe a nós escutá-la.

Baseado em:

chabad.org

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SUCESSO COM O TEMPO

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Num discurso que o Rebe proferiu em 1970, ele explicou:

“Há um conceito chamado ‘sucesso com o tempo’. Não podemos tornar mais longos nossos dias, tampouco podemos adicionar horas em nossas noites. Mas podemos otimizar nosso uso do tempo considerando cada segmento de tempo como se fosse um mundo, por si.

“Quando dedicamos uma porção de tempo – seja uma hora, um dia, ou um minuto – a determinada tarefa, devemos nos dedicar totalmente ao que estamos fazendo, como se não existisse nada mais no mundo.

“É óbvio que temos de ter consciência das diferenças entre coisas de maior e menor importância, entre meios e fins, entre jornadas e destinos. Mas seja lá o que esteja fazendo, concentre-se totalmente.”

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Eliyahu ben Aba

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ABENÇOAR É PRECISO

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Quando se escreve uma carta durante o mês de Elul é costume judaico desejar que o destinatário seja inscrito e selado para um ano bom e doce. Alguns começam a abençoar o próximo desta maneira ainda a partir do dia 15 do mês de Av. E isto mesmo se a carta tratar de outros assuntos que não têm nada a ver com este.

Torá nos ensina que todos os que abençoam são abençoados e que se deve evitar o oposto, principalmente no mês de Elul, deve-se ter o cuidado de usar apenas palavras de bênção. Obtemos assim da Torá o conselho, bem como a força para modificar o passado.

Devemos acabar com essa prática de criticar judeus e Elul deve ser uma época em que cada judeu abençoa cada judeu (e todos os judeus) com o bem revelado e perceptível. E essas bênçãos devem ser expressadas verbalmente

Baseado nas palavras do Rebe.

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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O GUARDIÃO DE ISRAEL NÃO COCHILA NEM DORME

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O Rebe de Lubavitch falou há 50 anos,  num Farbrenguen  de surpresa em Erev Rosh Chodesh Menachem Av, no ano de 5734, palavras que são totalmente relevantes para a situação em que nos encontramos hoje.

O Rebe pediu que essa mensagem fosse publicada para todos os judeus, em todos os lugares, especialmente para as crianças, que todos fossem incentivados a dar tsedaká  em todos os dias (de semana) dos nove dias, e que dessem em dobro na sexta-feira…

Estamos agora diante dos Nove Dias, de Rosh Chodesh a Tishá Beav.

O objetivo e a realização desses dias é transformá-los rapidamente em dias de felicidade e júbilo.

Embora seja uma época de muita escuridão – pois estamos no final da galut e pouco antes da chegada de Mashiach – agora é uma época propícia para divulgar para todos os membros do povo judeu que fortaleçam sua emuná (fé) e bitachon (confiança) em Hashem.

É importante que nos lembremos que consta: mipnei chataeinu galínu miartseinu (devido a nossos pecados fomos exilados de nossa terra). O único motivo por que Bnei Yisrael foram exilados de nossa terra foi nossas aveirot.

Os impérios Romano e Babilônio podem ter sido grandiosos e poderosos, com uma quantidade imensa de munição, ao passo que os yiden eram tão poucos. Contudo, se os yiden não tivessem pecado, os goyim não teriam conseguido nos exilar, uma vez que um não-judeu não tem controle sobre o povo judeu.

Esta é a lição para nós AGORA. Embora sejamos como um cordeiro entre 70 lobos, não há motivo para medo, chas veshalom. Não há motivo para pensar: “Como posso continuar a dormir e trabalhar em paz, quando estou rodeado por 70 lobos?”

Porque uma das berachot que Am Yisrael recebeu é am levadad ishkon, um povo que mora só, ubagoyim lo itchashev – os yiden não são contados entre os povos do mundo.

Os yiden são separados do restante do mundo e suas nações. É como se não houvesse mundo em volta deles, e os yiden estão acima de todas a leis da natureza. É, portanto, impossível para qualquer pessoa atingir até mesmo um membro do povo judeu.

Sim, é verdade que as outras nações nos desprezam e nos excluem. Entretanto, se fizermos a coisa certa – se estivermos alinhados com a vontade de Hashem – ninguém pode nos machucar.

Quando estamos sob a proteção Divina, o desprezo, a força e o número de nossos inimigos não tem o menor impacto ou relevância.

NOSSAS ROCHAS E MONTANHAS

Precisamos nos lembrar de onde viemos. Nos originamos de fortes “rochas”, nossos Avot (Patriarcas) e “montanhas” magníficas, nossas Imaot (Matriarcas).

Quando lembramos quem eram nossos antepassados, e seguimos seu caminho, não há o menor motivo para temer. Avançamos com confiança em todas as áreas.

Os Avot e as Imaot começaram como uma pequena família, sós, cercados de vizinhos hostis. Contudo, com o passar do tempo, a mensagem deles, que é a mensagem de Hashem, espalhou-se por toda parte. Finalmente, seus descendentes, o povo judeu, venceu seus inimigos.

Já foi falado várias vezes que, especialmente nestes dias, devemos acrescentar em Torá e Tsedaká.

Além de divulgar para todos, inclusive para as crianças, o conceito de Am levadad ishkon, o que é um acréscimo no estudo da Torá. Devemos também acrescentar em tsedaká em cada dia de semana dos Nove Dias, no início do dia; e na sexta-feira, dar uma quantia dupla.

Esta é uma mensagem importante para cada membro do povo judeu, esteja onde estiver. É importante divulgar isso ao máximo, de modo que chegue a todos os judeus.

UMA MENSAGEM PARA CADA CRIANÇA

Consta em Tehilim: “Mipi olelim veyonkim yissadta oz lehashbit oiev umitnakem”. Da boca de bebês e criancinhas o inimigo será destruído. Portanto, é importante explicar essa mensagem para as crianças, num formato que seja adequada para elas. Como é importante transmitir esta mensagem para todos, em todos os lugares onde possam estar (e já que, por outros motivos, não é necessário reunir todos em um único lugar), devemos visitar vários lugares onde os meninos e as meninas estejam, principalmente as escolas e colônias de férias, e lhes  explicar a mensagem acima. Quando alguém fala palavras que saem do coração, elas penetrarão o coração [de quem ouve], e com certeza surtirão o efeito desejado de fortalecer o bitachon em Hashem de que “Hinê lo yanum velo yishan shomer Yisrael” – Eis que não cochila nem dorme o Guardião de Yisrael em todo lugar e em todos os tempos.

Adaptado de: collive.com

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

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PURO X IMPURO

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Kosher Farm in Maui, Havaí

Parashat Shemini  principia com a descrição do oitavo dia da consagração do Santurário, o dia em que a Presença Divina repousou lá pela primeira vez. O nome da Parashá – Shemini – significa “oitavo” e é uma alusão ao significado especial do número oito. Oito significa o que está acima das leis da natureza e das limitações de nosso mundo físico.

Apesar disso, encontramos na Parashá as diferenças entre os animais kasher e os não-kasher. Qual o motivo de um assunto tão mundano se encontrar numa porção da Torá que deveria tratar de um nível tão elevado de santidade?

Em muitos casos, existe uma linha muito fina que separa o kasher do proibido. A lei judaica prescreve que a traquéia e o esôfago de um animal kasher devem ser cortados mais que a metade com um só movimento da faca. Uma diferença de uma fração de centímetro pode determinar se a carne do animal é kasher ou não.

Na vida também acontece de termos de tomar decisões “da espessura de um fio de cabelo”. Para tais decisões, ajuda do Alto é necessária. O Yêtser Hará (a Má Inclinação) pode até fazer um pecado parecer uma mitsvá.

Como tomar as decisões certas? Aprendendo uma lição que é ensinada em Parashat Shemini. Os seres humanos são limitados. Mas quando nos entregamos a D-us e pedimos Sua ajuda para “distinguir o puro do impuro” podemos vencer o Yêtser Hará.

Quando um judeu faz uma mitsvá (mandamento) – liga-se a D-us. Mitsvá vem da palavra em hebraico que significa “conectar-se” e ao cumprir uma mitsvá o judeu se une com D-us, com uma força sobrenatural. Ele pode, assim, ver através da máscara da Má Inclinação, nos casos em que a decisão é muito delicada.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

(inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

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Pela cura dos feridos.

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LEMBRAR

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Parashat Zachor é o preparo para Purim. Antes de Purim lemos sobre Amalek e apagamos sua memória.

“Que te esfriou (karchá) no caminho”.

Amalek ataca aquele judeu que anda no caminho da Torá, comporta-se como deve. É ele que Amalek tenta esfriar. Karchá – convence-o a servir a D-us com frieza, distância e indiferença. A palavra karchá também está ligada a mikrê (acaso, conicidência). Amalek cega os olhos da pessoa que reflete, para que não perceba a hashgachá pratit (Providência Divina). Atinge os que se encontram em situação inferior, “hanecheshalim achareichá” (os fracos que se desgarraram atrás de ti).

Apagamos a lembrança de Amalek. Negamos toda sua essência. “Al tishkach” (não te esqueças!). Não se esquecer de quem é nem o que é Amalek, tomar cuidado com ele em todas as situações. Juntamente com isso, precisamos “zachor” (lembrar) e “lô lishkoach” (não esquecer) também no sentido positivo: a ligação de todo judeu com D-us está acima da compreensão e tem de estar gravada em sua memória sempre, de modo que nenhum esquecimento a atinja. Tal lembrança fará com que se comporte sempre como deve.

(Adaptado de “Likutê Sichot”,

5749, págs. 327-331)

Baseado em Maayan Chai, Vol. VII, págs. 110-111.

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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ASSIM DIRÁS À CASA DE YAAKOV

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Arte by Michoel Muchnik

Homenagem ao aniversário de falecimento da Rebetsin Chaya Mushka, esposa do Rebe de Lubavitch, 22 de Shevat

“Assim dirás à casa de Yaakov e anunciarás aos filhos de Yisrael.”

(Shemot XIX, 3)

Antes da Outorga da Torá, no Monte Sinai, D-us falou a Moshê Rabênu: “Assim dirás à casa de Yaakov e anunciarás aos filhos de Yisrael.” Quem é bet Yaakov (a casa de Yaakov)? Consta no Midrash: “São as mulheres.” E o Midrash explica que na ordem para os homens, a palavra usada foi “tagueid” – uma linguagem severa, no comando para as mulheres, porém, consta “tomar” – um linguajar brando.

Essa não é a única diferença entre as maneiras de transmitir as ordens Divinas aos homens e às mulheres. Na Mechilta é enfatizada mais uma diferença: Moshê foi instruído para transmitir às mulheres “apenas roshê devarim (os fundamentos)”. Aos homens, porém, deveria comunicar “dikdukê devarim (os detalhes)”, ou seja todos os detalhes e pormenores.

As Bases e as Normas

À primeira vista, parece haver, aqui, um desprezo pelas mulheres – fala-se para elas as palavras da Torá em uma linguagem branda, além de lhes transmitir apenas assuntos fáceis e resumidos, assumindo-se que elas possuem inteligência limitada e que lhes será difícil entender e assimilar todos os detalhes da Torá.

Ao atentar às palavras da Mechilta, porém, surge uma abordagem totalmente diversa. “Roshê devarim” não significa assuntos fáceis e sim, as bases e as normas. Ou seja, D-us ordenou a Moshê Rabênu transmitir às mulheres os fundamentos e as bases da Torá, de onde se originam todos os pormenores das halachot (leis), que foram detalhadas para os homens.

O Mérito das Mulheres

Os fundamentos e as bases são a essência da Torá. Foi essa, também, a ordem da revelação dos Dez Mandamentos – inicialmente foram pronunciados os dois primeiros Mandamentos, “Anochi (Eu sou)” e “Lô ihiê lechá (Não terás)”, que são “os fundamentos de toda a Torá”, uma vez que “Anochi” contém todas as 248 mitsvot positivas, e “Lô ihiê lechá” contém todas as 365 mitsvot negativas. Vemos, portanto, que os fundamentos incluem a essência e o âmago de toda a Torá.

As mulheres receberam a essência da Torá, por lhes ter sido transmitidas as bases e fundamentos da Torá. Os homens, porém, receberam os detalhes e pormenores, que são de um nível inferior. Vemos daí que essas palavras enfatizam, justamente, a vantagem das mulheres.

A Fé Ilumina

O motivo disso é que nas mulheres brilha a fé simples e o temor a D-us de uma forma mais revelada. D-us criou as mulheres de tal forma que o intelecto não domina sua personalidade e, obviamente, não atinge nem enfraquece a força da fé sincera que possuem. Estão, portanto, mais ligadas à essência da Torá, e por isso a pertinência ao povo judeu é determinada, justamente pela mãe, e não pelo pai (quem é filho de mãe judia – é judeu, e quem tem mãe não-judia, mesmo se tiver o pai judeu – não é judeu).

Tal qualidade das mulheres também está ligada à Redenção: Do mesmo modo que o povo judeu foi redimido do Egito pelo mérito das mulheres justas daquela geração, de acordo com nossos Sábios, igualmente “como nos dias de tua saída do Egito, lhe mostrarei maravilhas” – a futura Redenção  também ocorrerá pelo mérito das mulheres justas (nashim tsidkaniot), e teremos o mérito de aprender a Torá de Mashiach, que revelará para todos nós a “a grande regra” da Torá – o âmago da parte íntima da Torá, imediatamente mamash (mesmo).

Baseado em Likutê Sichot, Vol.XXXI, pág. 93.

(Traduzido de “Shulchan Shabat”, Shemot)

(Reimpresso com permissão do

“Likrat Shabat on line”

da Yeshivá Tomchei Tmimim

Parashat Yitrô 5764)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

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Pela cura dos feridos.

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“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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SHALOM SHALOM VEEIN SHALOM

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Arte by Baruch Nachshon

Nas Leis de ShabatOrach Chaim, cap. 329, parágrafo 6, consta:

“Quando não-judeus sitiam cidades judias, se vierem por motivos financeiros, não profanamos o Shabat por causa deles [lutando contra eles]. Mas se vierem com a intenção de tirar vidas, ou até mesmo se vierem sem anunciar seu objetivo, e haja motivo para suspeitar de que, talvez, estejam vindo para tirar vidas; mesmo se não tiverem chegado ainda, saímos contra eles com armas e profanamos o Shabat por causa deles. Quando se trata de uma cidade próxima à fronteira, mesmo se sua intenção for apenas [pegar] palha e restolho, devemos profanar o Shabat por causa deles; pois [se não impedirmos que cheguem] podem conquistar a cidade, e de lá será fácil para eles conquistar [o restante de] o país [uma vez que é uma cidade de fronteira].

Esta é a Lei Judaica.

É só olhar o mapa de Israel para perceber claramente que, devido ao tamanho, todo o país está na categoria de cidade próxima à fronteira.

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“É óbvio que Israel não vai ganhar nada se abrir mão de territórios, como vimos no passado.”

(De uma carta do Rebe do mês de Kislev de 5729 – 1969)

>><< 

“O motivo pelo qual os árabes estão se recusando a sentar-se na mesa de negociação é que D-us está endurecendo o coração deles”

(O Rebe, Shabat Parashat Matot-Massê, 5729)

Baseado em:

https://www.sie.org/

(Inglês)

Em homenagem ao aniversário do Rebe Rashab (20 de Cheshvan)

Em homenagem ao aniversário de Avraham Wolf ben Julie Orit (20 de Cheshvan)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e  de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

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Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

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ACIMA DA NATUREZA NA NATUREZA

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Arte by Baruch Nachshon

Parashat Lech Lechá concentra-se na vida de Avraham e sua família. Molda a base, e reflete o futuro do povo judeu. O auge dos acontecimentos desta Parashá  gira em torno da educação dos dois filhos de Avraham: Yishmael e Yitschak.

Nossa matriarca, Sara, não tinha filhos. Num ato de supremo altruísmo, incentivou Avraham a casar-se com sua empregada, Hagar, na esperança de que, por meio dela, D-us realizasse Sua promessa a Avraham de que seus descendentes seriam Seu povo escolhido. Quando nasceu um filho para Avraham e Hagar, Avraham expressou sua satisfação com Yishmael. De fato, quando D-us prometeu a Avraham um filho de Sara, Avraham suplicou a D-us: “Tomara que Yishmael viva diante de Ti.” (Berehsit 17:18) insinuando que Yishmael lhe era suficiente. Contudo, D-us disse a Avraham que Seu pacto seria estabelecido através de Yitschak.

Qual a diferença entre Yishmael e Yitschak, para que D-us insistisse em criar Seu pacto exclusivamente através de Yistschak? Tudo o que se refere ao nascimento, educação e vida de Yishmael baseava-se na ordem natural e no processo lógico. Nasceu quando Hagar ainda era jovem. Aceitou seu pacto com D-us (circuncisão) com a idade de 13 anos, quando pode tomar uma decisão racional de aceitar a crença no D-us único.

O nascimento de Yitschak, por outro lado, foi todo rodeado de eventos sobrenaturais. Nasceu, miraculosamente, quando Sara tinha 90 anos de idade. Foi levado para o pacto de D-us quando era um bebezinho de 8 dias, antes de poder se comportar de modo racional ou intelectual. Além disso, D-us participou na educação de Yitschak: ordenou a Avraham que atendesse ao pedido de Sara para que Yishmael fosse mandado embora, porque ele era uma má influência para Yitschak.

Nossos Sábios nos dizem que as “ações de nossos ancestrais são um sinal para nós” de como conduzir nossa vida. O fato de D-us ter escolhido Yitschak para com ele estabelecer Seu pacto é uma indicação clara para nós. Mesmo quando parece ser correta uma abordagem analítica e sistemática ao judaísmo e à fé, a Torá enfatiza algo diferente. Para assegurar nossa ligação contínua e ininterrupta com D-us, precisamos conduzir nossa vida no reino supernatural e supra racional. Também temos de ter uma posição firme, como  fez Sara, e educar nossos filhos como Yitschak. Nossos filhos precisam ser criados e imbuídos com os milagres e elementos sobrenaturais do judaísmo, num ambiente desprovido de influências negativas.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5766/894.htm#caption2

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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa,  de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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