Archive for Devar Malchut

ASSIM DIRÁS À CASA DE YAAKOV

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

Homenagem ao aniversário de falecimento da Rebetsin Chaya Mushka, esposa do Rebe de Lubavitch, 22 de Shevat

“Assim dirás à casa de Yaakov e anunciarás aos filhos de Yisrael.”

(Shemot XIX, 3)

Antes da Outorga da Torá, no Monte Sinai, D-us falou a Moshê Rabênu: “Assim dirás à casa de Yaakov e anunciarás aos filhos de Yisrael.” Quem é bet Yaakov (a casa de Yaakov)? Consta no Midrash: “São as mulheres.” E o Midrash explica que na ordem para os homens, a palavra usada foi “tagueid” – uma linguagem severa, no comando para as mulheres, porém, consta “tomar” – um linguajar brando.

Essa não é a única diferença entre as maneiras de transmitir as ordens Divinas aos homens e às mulheres. Na Mechilta é enfatizada mais uma diferença: Moshê foi instruído para transmitir às mulheres “apenas roshê devarim (os fundamentos)”. Aos homens, porém, deveria comunicar “dikdukê devarim (os detalhes)”, ou seja todos os detalhes e pormenores.

As Bases e as Normas

À primeira vista, parece haver, aqui, um desprezo pelas mulheres – fala-se para elas as palavras da Torá em uma linguagem branda, além de lhes transmitir apenas assuntos fáceis e resumidos, assumindo-se que elas possuem inteligência limitada e que lhes será difícil entender e assimilar todos os detalhes da Torá.

Ao atentar às palavras da Mechilta, porém, surge uma abordagem totalmente diversa. “Roshê devarim” não significa assuntos fáceis e sim, as bases e as normas. Ou seja, D-us ordenou a Moshê Rabênu transmitir às mulheres os fundamentos e as bases da Torá, de onde se originam todos os pormenores das halachot (leis), que foram detalhadas para os homens.

O Mérito das Mulheres

Os fundamentos e as bases são a essência da Torá. Foi essa, também, a ordem da revelação dos Dez Mandamentos – inicialmente foram pronunciados os dois primeiros Mandamentos, “Anochi (Eu sou)” e “Lô ihiê lechá (Não terás)”, que são “os fundamentos de toda a Torá”, uma vez que “Anochi” contém todas as 248 mitsvot positivas, e “Lô ihiê lechá” contém todas as 365 mitsvot negativas. Vemos, portanto, que os fundamentos incluem a essência e o âmago de toda a Torá.

As mulheres receberam a essência da Torá, por lhes ter sido transmitidas as bases e fundamentos da Torá. Os homens, porém, receberam os detalhes e pormenores, que são de um nível inferior. Vemos daí que essas palavras enfatizam, justamente, a vantagem das mulheres.

A Fé Ilumina

O motivo disso é que nas mulheres brilha a fé simples e o temor a D-us de uma forma mais revelada. D-us criou as mulheres de tal forma que o intelecto não domina sua personalidade e, obviamente, não atinge nem enfraquece a força da fé sincera que possuem. Estão, portanto, mais ligadas à essência da Torá, e por isso a pertinência ao povo judeu é determinada, justamente pela mãe, e não pelo pai (quem é filho de mãe judia – é judeu, e quem tem mãe não-judia, mesmo se tiver o pai judeu – não é judeu).

Tal qualidade das mulheres também está ligada à Redenção: Do mesmo modo que o povo judeu foi redimido do Egito pelo mérito das mulheres justas daquela geração, de acordo com nossos Sábios, igualmente “como nos dias de tua saída do Egito, lhe mostrarei maravilhas” – a futura Redenção  também ocorrerá pelo mérito das mulheres justas (nashim tsidkaniot), e teremos o mérito de aprender a Torá de Mashiach, que revelará para todos nós a “a grande regra” da Torá – o âmago da parte íntima da Torá, imediatamente mamash (mesmo).

Baseado em Likutê Sichot, Vol.XXXI, pág. 93.

(Traduzido de “Shulchan Shabat”, Shemot)

(Reimpresso com permissão do

“Likrat Shabat on line”

da Yeshivá Tomchei Tmimim

Parashat Yitrô 5764)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e  de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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SHALOM SHALOM VEEIN SHALOM

BS’D


Arte by Baruch Nachshon

Nas Leis de ShabatOrach Chaim, cap. 329, parágrafo 6, consta:

“Quando não-judeus sitiam cidades judias, se vierem por motivos financeiros, não profanamos o Shabat por causa deles [lutando contra eles]. Mas se vierem com a intenção de tirar vidas, ou até mesmo se vierem sem anunciar seu objetivo, e haja motivo para suspeitar de que, talvez, estejam vindo para tirar vidas; mesmo se não tiverem chegado ainda, saímos contra eles com armas e profanamos o Shabat por causa deles. Quando se trata de uma cidade próxima à fronteira, mesmo se sua intenção for apenas [pegar] palha e restolho, devemos profanar o Shabat por causa deles; pois [se não impedirmos que cheguem] podem conquistar a cidade, e de lá será fácil para eles conquistar [o restante de] o país [uma vez que é uma cidade de fronteira].

Esta é a Lei Judaica.

É só olhar o mapa de Israel para perceber claramente que, devido ao tamanho, todo o país está na categoria de cidade próxima à fronteira.

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“É óbvio que Israel não vai ganhar nada se abrir mão de territórios, como vimos no passado.”

(De uma carta do Rebe do mês de Kislev de 5729 – 1969)

>><< 

“O motivo pelo qual os árabes estão se recusando a sentar-se na mesa de negociação é que D-us está endurecendo o coração deles”

(O Rebe, Shabat Parashat Matot-Massê, 5729)

Baseado em:

https://www.sie.org/

(Inglês)

Em homenagem ao aniversário do Rebe Rashab (20 de Cheshvan)

Em homenagem ao aniversário de Avraham Wolf ben Julie Orit (20 de Cheshvan)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e  de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

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Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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ACIMA DA NATUREZA NA NATUREZA

BS’D

Arte by Baruch Nachshon

Parashat Lech Lechá concentra-se na vida de Avraham e sua família. Molda a base, e reflete o futuro do povo judeu. O auge dos acontecimentos desta Parashá  gira em torno da educação dos dois filhos de Avraham: Yishmael e Yitschak.

Nossa matriarca, Sara, não tinha filhos. Num ato de supremo altruísmo, incentivou Avraham a casar-se com sua empregada, Hagar, na esperança de que, por meio dela, D-us realizasse Sua promessa a Avraham de que seus descendentes seriam Seu povo escolhido. Quando nasceu um filho para Avraham e Hagar, Avraham expressou sua satisfação com Yishmael. De fato, quando D-us prometeu a Avraham um filho de Sara, Avraham suplicou a D-us: “Tomara que Yishmael viva diante de Ti.” (Berehsit 17:18) insinuando que Yishmael lhe era suficiente. Contudo, D-us disse a Avraham que Seu pacto seria estabelecido através de Yitschak.

Qual a diferença entre Yishmael e Yitschak, para que D-us insistisse em criar Seu pacto exclusivamente através de Yistschak? Tudo o que se refere ao nascimento, educação e vida de Yishmael baseava-se na ordem natural e no processo lógico. Nasceu quando Hagar ainda era jovem. Aceitou seu pacto com D-us (circuncisão) com a idade de 13 anos, quando pode tomar uma decisão racional de aceitar a crença no D-us único.

O nascimento de Yitschak, por outro lado, foi todo rodeado de eventos sobrenaturais. Nasceu, miraculosamente, quando Sara tinha 90 anos de idade. Foi levado para o pacto de D-us quando era um bebezinho de 8 dias, antes de poder se comportar de modo racional ou intelectual. Além disso, D-us participou na educação de Yitschak: ordenou a Avraham que atendesse ao pedido de Sara para que Yishmael fosse mandado embora, porque ele era uma má influência para Yitschak.

Nossos Sábios nos dizem que as “ações de nossos ancestrais são um sinal para nós” de como conduzir nossa vida. O fato de D-us ter escolhido Yitschak para com ele estabelecer Seu pacto é uma indicação clara para nós. Mesmo quando parece ser correta uma abordagem analítica e sistemática ao judaísmo e à fé, a Torá enfatiza algo diferente. Para assegurar nossa ligação contínua e ininterrupta com D-us, precisamos conduzir nossa vida no reino supernatural e supra racional. Também temos de ter uma posição firme, como  fez Sara, e educar nossos filhos como Yitschak. Nossos filhos precisam ser criados e imbuídos com os milagres e elementos sobrenaturais do judaísmo, num ambiente desprovido de influências negativas.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5766/894.htm#caption2

http://www.lchaimweekly.org/

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa,  de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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SOZINHO COM D-US


Arte by Alex Levin

Em Yom Kipur um judeu jejua. Sabe que não vai ser atingido por um raio se comer, mas não está nem aí para recompensa e castigo. Não come porque entende que é isso que D-us quer. Sabe que um judeu não come em Yom Kipur.

Um dia antes, pode não ter se sentido assim. Pode ter deixado de cumprir uma mitsvá ou outra. Mas em Yom Kipur, sente que tem de fazer o que um judeu deve fazer.

Por que? Porque há algo de especial nesse dia. Nossos Sábios explicam essa ideia utilizando a guematria (a numerologia da Torá). A palavra em hebraico para o perverso Satan tem o valor numérico de 364. Durante 364 dias no ano, o Satan tem o poder de tentar o judeu. Em um dia, em Yom Kipur, não tem poder algum. Um judeu, simplesmente, não está interessado no que ele tem para oferecer. Yom Kipur é um dia para ser judeu.

O que acontecia em Yom Kipur? O Kohen Gadol entrava no Kôdesh Hakdoshim e ficava sozinho com D-us. Nenhum ser humano ou ente espiritual podia se intrometer em sua ligação com Ele.

Anualmente, essa sequência é repetida em nosso coração. A essência da alma judaica é uma com a essência de D-us. Esta ligação é constante, não é produto de nossos esforços. Consequentemente, nem nossos pensamentos nem nossos atos podem enfraquecê-la. Nesse nível de conexão fundamental, não há existência além da Divindade. Não existe  possibilidade de separação d’Ele.

Essa conexão existe acima do tempo. Mas dentro do tempo, é revelada em Yom Kipur. Nesse dia, cada um de nós entra no “Kôdesh Hakdoshim” e passa um tempo “sozinho com D-us”.

Esta é a base da Neilá, as últimas orações de Yom Kipur. Neilá significa “fechamento”. Geralmente esse nome é interpretado com o fechamento dos portões do Céu, sobrando, apenas alguns instantes em que nossas preces podem entrar. O pensamento Chassídico, porém, o interpreta como as portas sendo fechadas atrás de nós. Cada um de nós é “trancado dentro”, sozinho com D-us.

Nesse nível de ligação essencial, não há existência além de D-us, não existe possibilidade de a alma ser afetada por pecado.

A revelação desse nível de conexão remove todas as manchas causadas por pecado. Essa limpeza, tipo, é um processo natural, pois a revelação de nossa ligação íntima com D-us renova nossa conexão com Ele em todos os níveis.

É esse o significado do dito de nossos Sábios que “a essência do dia expia”. Em Yom Kipur, a ligação essencial com D-us é revelada, e no processo, cada elemento de nosso potencial espiritual é revitalizado.

Isso também afeta nossa vida na esfera material, nos concedendo bênção, para um ano bom e doce em todos os nossos interesses.

Adaptado por R. Eli Touger das obras do Rebe de Lubavitch.

Traduzido de:  http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5765/838.htm#caption2

(Inglês)

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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O GERAL E OS DETALHES

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Chai Elul, aniversário das duas grandes luminárias, o Báal Shem Tov e o Alter Rebe, sempre cai perto do Shabat Parashat Ki Tavô (ou no próprio Shabat). São conhecidas as palavras do Shelá que todas as festas estão aludidas nas parashiot da semana em que caem. Há, portanto, uma ligação entre Chai Elul Parashat Ki Tavô.

A palavra ‘tavô’ significa entrar inteiramente. Como dizem nossos Sábios: “Entrar parcialmente não é entrar.” Esta é a lei para a imersão de um utensílio no mikvê, de que foi dito: “Será introduzido (iuvá) na água … e será purificado.” Daí se aprende que uma pessoa também tem de imergir totalmente na água. Se um fio de cabelo ficar boiando, a pessoa não ficou pura.

“E quando entrares na terra que Hashem teu D-us te dá… e a herdares e te fixares nela.” Entrar na terra é só quando entrar definitiva e inteiramente, após herdá-la e assentar-se nela.

Torá da Chassidut, revelada pelo Báal Shem Tov e pelo Alter Rebe, é o “tavô” – a entrada no Serviço Divino. Cumprir a Torá e as mitsvot de maneira penetrante – imersão completa no Serviço Divino, realizando-o com perfeição. Nem mesmo um detalhe pode ficar sem Torá mitsvot.

Do mesmo modo que na entrada em Êrets Yisrael há dois assuntos: entrar na terra, de modo geral – “tavô”, e os detalhes – “herdá-la e assentar-se nela”, em Chai Elul há também esses dois aspectos: a chassidut geral, fundada pelo Báal Shem Tov e a chassidut Chabad, fundada pelo Alter Rebe. O Báal Shem Tov mostrou como precisamos servir a D-us de modo geral – “tavô”. O Alter Rebe mostrou como cada um de nós pode ser alguém que serve a D-us, como chegar a um Serviço Divino de fato, nos detalhes – “herdar e assentar-se nela”.

A revelação dos ensinamentos da chassidut é uma preparação para a chegada de Mashiach. Quando o Báal Shem Tov perguntou a Mashiach: “Quando o senhor vai chegar?” Mashiach respondeu: “Quando tuas fontes se espalharem para fora.” – Quando os ensinamentos da chassidut, a parte íntima da Torá, forem divulgados em todo o mundo e chegar a todos.

Consta nos livros de kabalá que até a chegada de Mashiach, todas as revelações do mundo são superficiais. Portanto um judeu pode cumprir Torá mitsvot de modo que ele e a Torá sejam duas coisas separadas.

chassidut exige que o judeu revele seu íntimo, a chassidut mostra a todo judeu como revelar seu interior.  Todo judeu é, sem exceção, no íntimo, unificado com a Torá e as mitsvot, é esta sua vitalidade. Do mesmo modo que é impossível separar a vitalidade de um ser humano, é impossível separar um judeu da Torá e das mitsvot. chassidut revela o verdadeiro interior de um judeu.

Portanto, o estudo da chassidut é um preparativo para a chegada de Mashiach, quando tudo se revelará tal como é, no íntimo.

(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. 19, págs. 244-249)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol.10, págs.102-104.

Ketivá Vechatimá Tová!

Shaná Tová Umetuká!

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ERETS YISRAEL SHELANU!

BS’D

Um judeu não toca no que não lhe pertence.

Em Parashat Devarim, na quinta leitura, há uma prova de que toda a Terra de Israel pertence a cada judeu.

Na Parashah, D-us esclarece que o que Ele está dando para os judeus é totalmente deles. Porque o que não lhes pertence, um judeu tem o cuidado de não tocar.

Adaptado do vídeo diário do Rebe

BeightenmyDayRebbe

Dayly Rebbe Vídeo / Maor

Whatsapp: +1(718) 687-8900

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O ACENDER DAS LÂMPADAS

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Em Parashat Behaalotecha, Aharon, o kohen gadol (sumo sacerdote), recebe a ordem de acender a menorá: “Fale para Aharon… Quando você acender as lâmpadas.”

De acordo com a Lei judaica, qualquer judeu, até mesmo alguém que não é um kohen, pode acender a menorá e o acendimento será válido. Além disso, não é, necessariamente, o sumo sacerdote quem tem de aparar os pavios, qualquer kohen pode fazer essa tarefa. Por que, então, o mandamento de acender a menorá é direcionado especificamente a Aharon?

O fato de a Torá se dirigir a Aharon indica que embora outros tenham permissão para acender as lâmpadas, Aharon, o kohen gadol, é quem deve fazê-lo. Pois acender a menorá é uma atividade que é melhor que seja realizada por alguém com a posição espiritual de um kohen gadol.

O mandamento de acender a menorá simboliza a obrigação de cada judeu de se ocupar com outros e exercer uma influência positiva sobre todos com quem tem contato. Todos nós temos a obrigação de acender a faísca Divina em nossos irmãos judeus e iluminar o ambiente a nossa volta.

Como exercemos essa influência? Seguindo o exemplo de Aharon, o sumo sacerdote, que é a personificação do mais alto nível de santidade. Também não devemos nos contentar em apresentar a nossos irmãos judeus uma versão diluída da Torá e das mitsvot. São necessários os mais altos níveis de santidade!

O que havia de tão especial sobre o kohen gadol? Um dia por ano, em Yom Kipur, o sumo sacerdote entrava no kôdesh hakedoshim, o lugar mais sagrado da Terra. A não ser pelas Tábuas de Lei, os Dez Mandamentos, esse aposento era vazio. De fato, é essa a essência do sumo sacerdote: a Torá em seu formato mais puro.

Os Dez Mandamentos estavam esculpidos na pedra, suas letras eram parte inseparável das próprias tábuas, inseparáveis do material em que estavam esculpidas. Mais uma vez, isso expressa a natureza do sumo sacerdote: alguém cuja própria essência é a Torá.

O mandamento de acender a menorá é dever e privilégio de cada judeu. Todos nós precisamos acender nossa própria “lâmapada”, nossa alma Divina, e acender a faísca de D-us que habita nos outros. E embora qualquer judeu possa e deva acender a “menorá”, sua própria alma Divina e seu ambiente, isso precisa ser feito de modo consistente com o sumo sacerdote, que era inteiramente sinônimo com os mais elevados níveis de santidade.

Adaptado de Likutei Sichot, Vol. II

http://lchaimweekly.org/lchaim/5758/522.htm#caption2

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(Inglês)

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SARA TSIVIA BAT MENACHEM MENDEL

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SUBIDA E CONSTÂNCIA

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Foto by Pinchas Margolis

Behar-Bechukotai

Behar” – que literalmente significa “sobre a montanha” – simboliza crescimento, acréscimo e subida.

Bechukotai” – que literalmente significa “em Meus estatutos” – origina-se da palavra que significa “gravar” ou “esculpir”, que simboliza permanência e regularidade, coisas que não estão sujeitas a mudanças.

O fato de essas duas porções serem lidas juntas nos ensina que é necessário combinar esses dois atributos:

Jamais devemos ficar condescendentes quanto a nossa observância religiosa, e devemos sempre nos esforçar para nos elevar. Ao mesmo tempo, nosso crescimento espiritual tem de ser constante e permanente.

(O Rebe de Lubavitch)

http://lchaimweekly.org/lchaim/5754/316.htm#caption8

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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A CABALÁ DA IMPERFEIÇÃO

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Parasht Tazria contém a mitsvá de circuncisão, Brit Milá, “E no oitavo dia a carne de seu prepúcio será circuncidada.”

Conta o Midrash que nossos Sábios fizeram a seguinte pergunta: Se D-us quer que os judeus sejam circuncidados, porque não os cria assim? É óbvio que o Criador Onipotente poderia fazê-lo.

O motivo, explicam, é o princípio do tikun, ou correção. D-us, deliberadamente, cria muitas coisas no mundo em estado incompleto ou parcial, com o objetivo de que o judeu as aperfeiçoe. De fato, esta é a missão Divino do judeu: levar a criação de D-us à perfeição por meio de Torá e mitsvot.

É óbvio que D-us não precisa de nossa ajuda. Ele podia muito bem ter criado tudo no auge da perfeição. Porém, ao nos nomear seus “sócios”, nos permite ganhar mérito e, de fato, “trabalhar” pelas bênçãos que recebemos na vida.

Quando o judeu cumpre sua missão ordenada por D-us, e preenche o mundo com santidade, toda a bondade que D-us lhe concede – vida, filhos e sustento – transforma-se de “doação de caridade” para seu devido direito.

D-us não está lhe dando um presente. Ele merece todas essas bênçãos porque trabalhou por elas.

Ao mesmo tempo, ter consciência dessa relação estimula o judeu a querer fazer mais ainda para cumprir sua parte do acordo, pois a natureza humana é tal que a pessoa detesta ser sustentada pelo “pão da vergonha”. Circuncisão é apenas um exemplo de como adquirimos esse mérito.

Pode-se fazer uma pergunta semelhante sobre a distribuição aparentemente desigual de riqueza no mundo. Por que D-us dá tanto dinheiro para alguns e tão pouco para outros? Por que o pobre não pode receber seu sustento diretamente de D-us, em vez de depender da generosidade dos outros? A resposta é que D-us quer que o rico adquira um mérito adicional dando tsedaká para o pobre. Na verdade, nem todo o dinheiro que está em sua posse lhe pertence. D-us simplesmente o coloca em suas mãos para que possa ser redistribuído de modo mais igualitário.

Sim, a pessoa mais abastada enfrenta um teste mais difícil, pois sua Má Inclinação se eleva em protesto. Mas o fato é que quando ele vence sua Inclinação e dá para o necessitado, além de não perder sua riqueza, D-us lhe dá mais ainda, como pagamento por sua boa ação.

Adaptado de “Likutei Sichot” do Rebe, Vol. 27

http://lchaimweekly.org/lchaim/5756/414.htm#caption2

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Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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“QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?”

BS’D

Há uma história sobre um chassid Chabad idoso que passara a vida inteira estudando Torá e servindo a D-us. E não estava lá muito interessado no que acontecia no mundo.

Certa vez, alguém lhe disse que Nicolau acabara de ser coroado como czar da Rússia. O chassid ficou muito surpreso e disse: “Mas ele já foi coroado. Prá que ele precisa de mais uma coroação?”

O chassid se lembrava muito bem de que era ainda criança quando o czar Nicolau tinha sido coroado (na época do Tsêmach Tsêdek, o terceiro Rebe de Chabad). Mas ignorava totalmente o fato de aquele Nicolau ter morrido muitos anos antes, e que houvera vários outros czares nesse meio-tempo. E o czar que estava sendo coroado agora era Nocolau II.

Era assim que os judeus viviam antigamente: vida boa e longa, e tranquila. Não havia psiquiatras nem psicoanalistas, e ninguém tomava tranquilizantes.

Por que estou falando disso?

Há quem pense que já que devemos tirar uma lição para o Serviço Divino de tudo o que acontece (como o Báal Shem Tov ensinou) é preciso saber de tudo o que está acontecendo no mundo, com todos os detalhes. Têm de ler o jornal e ouvir o rádio, para poder mostrar como são bem informados, quando vão à sinagoga no Shabat . Para que as pessoas não pensem que ele é ignorante ou algo pior…

Mas a intenção do Báal Shem Tov não era que o judeu deve se interessar pelos acontecimentos mundiais para poder tirar uma lição. E sim que, se acontecer de ele ouvir sobre algum acontecimento, nesse caso ele deve tentar tirar uma lição dele.

(O Rebe – de um discurso no Shabat Parashat Vayigash 5729, não revisado)

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/663s.htm#caption15

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