Archive for Devar Malchut

SOZINHO COM D-US


Arte by Alex Levin

Em Yom Kipur um judeu jejua. Sabe que não vai ser atingido por um raio se comer, mas não está nem aí para recompensa e castigo. Não come porque entende que é isso que D-us quer. Sabe que um judeu não come em Yom Kipur.

Um dia antes, pode não ter se sentido assim. Pode ter deixado de cumprir uma mitsvá ou outra. Mas em Yom Kipur, sente que tem de fazer o que um judeu deve fazer.

Por que? Porque há algo de especial nesse dia. Nossos Sábios explicam essa ideia utilizando a guematria (a numerologia da Torá). A palavra em hebraico para o perverso Satan tem o valor numérico de 364. Durante 364 dias no ano, o Satan tem o poder de tentar o judeu. Em um dia, em Yom Kipur, não tem poder algum. Um judeu, simplesmente, não está interessado no que ele tem para oferecer. Yom Kipur é um dia para ser judeu.

O que acontecia em Yom Kipur? O Kohen Gadol entrava no Kôdesh Hakdoshim e ficava sozinho com D-us. Nenhum ser humano ou ente espiritual podia se intrometer em sua ligação com Ele.

Anualmente, essa sequência é repetida em nosso coração. A essência da alma judaica é uma com a essência de D-us. Esta ligação é constante, não é produto de nossos esforços. Consequentemente, nem nossos pensamentos nem nossos atos podem enfraquecê-la. Nesse nível de conexão fundamental, não há existência além da Divindade. Não existe  possibilidade de separação d’Ele.

Essa conexão existe acima do tempo. Mas dentro do tempo, é revelada em Yom Kipur. Nesse dia, cada um de nós entra no “Kôdesh Hakdoshim” e passa um tempo “sozinho com D-us”.

Esta é a base da Neilá, as últimas orações de Yom Kipur. Neilá significa “fechamento”. Geralmente esse nome é interpretado com o fechamento dos portões do Céu, sobrando, apenas alguns instantes em que nossas preces podem entrar. O pensamento Chassídico, porém, o interpreta como as portas sendo fechadas atrás de nós. Cada um de nós é “trancado dentro”, sozinho com D-us.

Nesse nível de ligação essencial, não há existência além de D-us, não existe possibilidade de a alma ser afetada por pecado.

A revelação desse nível de conexão remove todas as manchas causadas por pecado. Essa limpeza, tipo, é um processo natural, pois a revelação de nossa ligação íntima com D-us renova nossa conexão com Ele em todos os níveis.

É esse o significado do dito de nossos Sábios que “a essência do dia expia”. Em Yom Kipur, a ligação essencial com D-us é revelada, e no processo, cada elemento de nosso potencial espiritual é revitalizado.

Isso também afeta nossa vida na esfera material, nos concedendo bênção, para um ano bom e doce em todos os nossos interesses.

Adaptado por R. Eli Touger das obras do Rebe de Lubavitch.

Traduzido de:  http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5765/838.htm#caption2

(Inglês)

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

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O GERAL E OS DETALHES

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Chai Elul, aniversário das duas grandes luminárias, o Báal Shem Tov e o Alter Rebe, sempre cai perto do Shabat Parashat Ki Tavô (ou no próprio Shabat). São conhecidas as palavras do Shelá que todas as festas estão aludidas nas parashiot da semana em que caem. Há, portanto, uma ligação entre Chai Elul Parashat Ki Tavô.

A palavra ‘tavô’ significa entrar inteiramente. Como dizem nossos Sábios: “Entrar parcialmente não é entrar.” Esta é a lei para a imersão de um utensílio no mikvê, de que foi dito: “Será introduzido (iuvá) na água … e será purificado.” Daí se aprende que uma pessoa também tem de imergir totalmente na água. Se um fio de cabelo ficar boiando, a pessoa não ficou pura.

“E quando entrares na terra que Hashem teu D-us te dá… e a herdares e te fixares nela.” Entrar na terra é só quando entrar definitiva e inteiramente, após herdá-la e assentar-se nela.

Torá da Chassidut, revelada pelo Báal Shem Tov e pelo Alter Rebe, é o “tavô” – a entrada no Serviço Divino. Cumprir a Torá e as mitsvot de maneira penetrante – imersão completa no Serviço Divino, realizando-o com perfeição. Nem mesmo um detalhe pode ficar sem Torá mitsvot.

Do mesmo modo que na entrada em Êrets Yisrael há dois assuntos: entrar na terra, de modo geral – “tavô”, e os detalhes – “herdá-la e assentar-se nela”, em Chai Elul há também esses dois aspectos: a chassidut geral, fundada pelo Báal Shem Tov e a chassidut Chabad, fundada pelo Alter Rebe. O Báal Shem Tov mostrou como precisamos servir a D-us de modo geral – “tavô”. O Alter Rebe mostrou como cada um de nós pode ser alguém que serve a D-us, como chegar a um Serviço Divino de fato, nos detalhes – “herdar e assentar-se nela”.

A revelação dos ensinamentos da chassidut é uma preparação para a chegada de Mashiach. Quando o Báal Shem Tov perguntou a Mashiach: “Quando o senhor vai chegar?” Mashiach respondeu: “Quando tuas fontes se espalharem para fora.” – Quando os ensinamentos da chassidut, a parte íntima da Torá, forem divulgados em todo o mundo e chegar a todos.

Consta nos livros de kabalá que até a chegada de Mashiach, todas as revelações do mundo são superficiais. Portanto um judeu pode cumprir Torá mitsvot de modo que ele e a Torá sejam duas coisas separadas.

chassidut exige que o judeu revele seu íntimo, a chassidut mostra a todo judeu como revelar seu interior.  Todo judeu é, sem exceção, no íntimo, unificado com a Torá e as mitsvot, é esta sua vitalidade. Do mesmo modo que é impossível separar a vitalidade de um ser humano, é impossível separar um judeu da Torá e das mitsvot. chassidut revela o verdadeiro interior de um judeu.

Portanto, o estudo da chassidut é um preparativo para a chegada de Mashiach, quando tudo se revelará tal como é, no íntimo.

(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. 19, págs. 244-249)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol.10, págs.102-104.

Ketivá Vechatimá Tová!

Shaná Tová Umetuká!

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ERETS YISRAEL SHELANU!

BS’D

Um judeu não toca no que não lhe pertence.

Em Parashat Devarim, na quinta leitura, há uma prova de que toda a Terra de Israel pertence a cada judeu.

Na Parashah, D-us esclarece que o que Ele está dando para os judeus é totalmente deles. Porque o que não lhes pertence, um judeu tem o cuidado de não tocar.

Adaptado do vídeo diário do Rebe

BeightenmyDayRebbe

Dayly Rebbe Vídeo / Maor

Whatsapp: +1(718) 687-8900

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O ACENDER DAS LÂMPADAS

BS’D

Em Parashat Behaalotecha, Aharon, o kohen gadol (sumo sacerdote), recebe a ordem de acender a menorá: “Fale para Aharon… Quando você acender as lâmpadas.”

De acordo com a Lei judaica, qualquer judeu, até mesmo alguém que não é um kohen, pode acender a menorá e o acendimento será válido. Além disso, não é, necessariamente, o sumo sacerdote quem tem de aparar os pavios, qualquer kohen pode fazer essa tarefa. Por que, então, o mandamento de acender a menorá é direcionado especificamente a Aharon?

O fato de a Torá se dirigir a Aharon indica que embora outros tenham permissão para acender as lâmpadas, Aharon, o kohen gadol, é quem deve fazê-lo. Pois acender a menorá é uma atividade que é melhor que seja realizada por alguém com a posição espiritual de um kohen gadol.

O mandamento de acender a menorá simboliza a obrigação de cada judeu de se ocupar com outros e exercer uma influência positiva sobre todos com quem tem contato. Todos nós temos a obrigação de acender a faísca Divina em nossos irmãos judeus e iluminar o ambiente a nossa volta.

Como exercemos essa influência? Seguindo o exemplo de Aharon, o sumo sacerdote, que é a personificação do mais alto nível de santidade. Também não devemos nos contentar em apresentar a nossos irmãos judeus uma versão diluída da Torá e das mitsvot. São necessários os mais altos níveis de santidade!

O que havia de tão especial sobre o kohen gadol? Um dia por ano, em Yom Kipur, o sumo sacerdote entrava no kôdesh hakedoshim, o lugar mais sagrado da Terra. A não ser pelas Tábuas de Lei, os Dez Mandamentos, esse aposento era vazio. De fato, é essa a essência do sumo sacerdote: a Torá em seu formato mais puro.

Os Dez Mandamentos estavam esculpidos na pedra, suas letras eram parte inseparável das próprias tábuas, inseparáveis do material em que estavam esculpidas. Mais uma vez, isso expressa a natureza do sumo sacerdote: alguém cuja própria essência é a Torá.

O mandamento de acender a menorá é dever e privilégio de cada judeu. Todos nós precisamos acender nossa própria “lâmapada”, nossa alma Divina, e acender a faísca de D-us que habita nos outros. E embora qualquer judeu possa e deva acender a “menorá”, sua própria alma Divina e seu ambiente, isso precisa ser feito de modo consistente com o sumo sacerdote, que era inteiramente sinônimo com os mais elevados níveis de santidade.

Adaptado de Likutei Sichot, Vol. II

http://lchaimweekly.org/lchaim/5758/522.htm#caption2

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(Inglês)

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SARA TSIVIA BAT MENACHEM MENDEL

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SUBIDA E CONSTÂNCIA

BS’D

Foto by Pinchas Margolis

Behar-Bechukotai

Behar” – que literalmente significa “sobre a montanha” – simboliza crescimento, acréscimo e subida.

Bechukotai” – que literalmente significa “em Meus estatutos” – origina-se da palavra que significa “gravar” ou “esculpir”, que simboliza permanência e regularidade, coisas que não estão sujeitas a mudanças.

O fato de essas duas porções serem lidas juntas nos ensina que é necessário combinar esses dois atributos:

Jamais devemos ficar condescendentes quanto a nossa observância religiosa, e devemos sempre nos esforçar para nos elevar. Ao mesmo tempo, nosso crescimento espiritual tem de ser constante e permanente.

(O Rebe de Lubavitch)

http://lchaimweekly.org/lchaim/5754/316.htm#caption8

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A CABALÁ DA IMPERFEIÇÃO

BS’D

Parasht Tazria contém a mitsvá de circuncisão, Brit Milá, “E no oitavo dia a carne de seu prepúcio será circuncidada.”

Conta o Midrash que nossos Sábios fizeram a seguinte pergunta: Se D-us quer que os judeus sejam circuncidados, porque não os cria assim? É óbvio que o Criador Onipotente poderia fazê-lo.

O motivo, explicam, é o princípio do tikun, ou correção. D-us, deliberadamente, cria muitas coisas no mundo em estado incompleto ou parcial, com o objetivo de que o judeu as aperfeiçoe. De fato, esta é a missão Divino do judeu: levar a criação de D-us à perfeição por meio de Torá e mitsvot.

É óbvio que D-us não precisa de nossa ajuda. Ele podia muito bem ter criado tudo no auge da perfeição. Porém, ao nos nomear seus “sócios”, nos permite ganhar mérito e, de fato, “trabalhar” pelas bênçãos que recebemos na vida.

Quando o judeu cumpre sua missão ordenada por D-us, e preenche o mundo com santidade, toda a bondade que D-us lhe concede – vida, filhos e sustento – transforma-se de “doação de caridade” para seu devido direito.

D-us não está lhe dando um presente. Ele merece todas essas bênçãos porque trabalhou por elas.

Ao mesmo tempo, ter consciência dessa relação estimula o judeu a querer fazer mais ainda para cumprir sua parte do acordo, pois a natureza humana é tal que a pessoa detesta ser sustentada pelo “pão da vergonha”. Circuncisão é apenas um exemplo de como adquirimos esse mérito.

Pode-se fazer uma pergunta semelhante sobre a distribuição aparentemente desigual de riqueza no mundo. Por que D-us dá tanto dinheiro para alguns e tão pouco para outros? Por que o pobre não pode receber seu sustento diretamente de D-us, em vez de depender da generosidade dos outros? A resposta é que D-us quer que o rico adquira um mérito adicional dando tsedaká para o pobre. Na verdade, nem todo o dinheiro que está em sua posse lhe pertence. D-us simplesmente o coloca em suas mãos para que possa ser redistribuído de modo mais igualitário.

Sim, a pessoa mais abastada enfrenta um teste mais difícil, pois sua Má Inclinação se eleva em protesto. Mas o fato é que quando ele vence sua Inclinação e dá para o necessitado, além de não perder sua riqueza, D-us lhe dá mais ainda, como pagamento por sua boa ação.

Adaptado de “Likutei Sichot” do Rebe, Vol. 27

http://lchaimweekly.org/lchaim/5756/414.htm#caption2

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“QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?”

BS’D

Há uma história sobre um chassid Chabad idoso que passara a vida inteira estudando Torá e servindo a D-us. E não estava lá muito interessado no que acontecia no mundo.

Certa vez, alguém lhe disse que Nicolau acabara de ser coroado como czar da Rússia. O chassid ficou muito surpreso e disse: “Mas ele já foi coroado. Prá que ele precisa de mais uma coroação?”

O chassid se lembrava muito bem de que era ainda criança quando o czar Nicolau tinha sido coroado (na época do Tsêmach Tsêdek, o terceiro Rebe de Chabad). Mas ignorava totalmente o fato de aquele Nicolau ter morrido muitos anos antes, e que houvera vários outros czares nesse meio-tempo. E o czar que estava sendo coroado agora era Nocolau II.

Era assim que os judeus viviam antigamente: vida boa e longa, e tranquila. Não havia psiquiatras nem psicoanalistas, e ninguém tomava tranquilizantes.

Por que estou falando disso?

Há quem pense que já que devemos tirar uma lição para o Serviço Divino de tudo o que acontece (como o Báal Shem Tov ensinou) é preciso saber de tudo o que está acontecendo no mundo, com todos os detalhes. Têm de ler o jornal e ouvir o rádio, para poder mostrar como são bem informados, quando vão à sinagoga no Shabat . Para que as pessoas não pensem que ele é ignorante ou algo pior…

Mas a intenção do Báal Shem Tov não era que o judeu deve se interessar pelos acontecimentos mundiais para poder tirar uma lição. E sim que, se acontecer de ele ouvir sobre algum acontecimento, nesse caso ele deve tentar tirar uma lição dele.

(O Rebe – de um discurso no Shabat Parashat Vayigash 5729, não revisado)

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/663s.htm#caption15

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TUDO DARÁ CERTO!

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Um jovem casado, que precisou deixar o lugar onde morava, foi para um país longínquo. Distante geograficamente, e também afastado de todos os assuntos de judaísmo. Depois de algum tempo, começaram a chegar cartas, de homens e mulheres, ao Rebe (Rabino Yossef Yitschak, o Rebe anterior). Por exemplo: uma mulher de negócios, a quem sugeriram alugar uma loja e um apartamento em uma parte ou outra da cidade, escreveu ao Rebe pedindo sua decisão em como proceder. Aquela senhora jamais vira o Rebe. Sabia que o Rebe jamais esteve em sua cidade, nem mesmo no país em que ela mora. Não pertence a uma família Chabad. Porém, quando ouviu daquele jovem palavras saídas do coração: que há um Rebe no povo judeu, que está acima das limitações da natureza, e o rapaz explicou que quem quiser andar por um caminho seguro, seja nos negócios, no lar e em todos os seus assuntos, não deve fazer nada sem antes perguntar ao Rebe; a mulher percebeu a sinceridade do rapaz (“percebe-se quando alguém fala a verdade”) – e escreveu ao Rebe, pedindo seu conselho. Assim aproximou-se do judaísmo e começou a cumprir mitsvot. Foi isso o que fez um rapaz simples. Esse jovem senhor não fez o que fez por auto-sacrifício nem por submissão. Entendia o assunto com simplicidade, como sua mente o percebia. Sabia que o que o Rebe diz está dito, e que uma berachá do Rebe é uma berachá. Percebe-se isso fisicamente. Tal percepção daquele rapaz não advinha de estudos profundos nem de abundantes consultas bibliográficas. Seu reconhecimento da força do Rebe baseava-se em sua experiência pessoal e na experiência de alguns de seus conhecidos. Viu que quando obedeceram ao Rebe deu certo. Do mesmo modo que tal rapaz não se envergonharia de indicar um bom médico a seus conhecidos, quando vê um judeu em apuros, diante de uma pergunta vital, diz-lhe: o povo judeu não ficou viúvo, que D-us nos livre. Tem a quem perguntar! Ainda mais: o jovem não espera que venham lhe perguntar sobre o Rebe, pois muitos nem sabem o que é um Rebe. Toma a iniciativa de explicar: não dependam de seu próprio entendimento, não confiem no próprio intelecto, nem no casamenteiro, médico ou cirurgião – seus conselhos são incertos. Há uma maneira segura de dirimir as dúvidas – perguntar ao Rebe! É assim que todo chassid deve se comportar. Quando souber que seu amigo precisa tomar uma decisão importante na vida, se houver esperança, por mais duvidosa e tênue que seja, de que o amigo escutará seu conselho, o chassid tem a obrigação (por humanismo, amor ao próximo e para salvar uma vida em perigo) de procurar o amigo e dizer-lhe: tenha piedade de si próprio, de sua família e de tudo o que é seu. Não confie em sua própria inteligência, ligue-se ao Rebe, estude chassidut, siga as orientações do Rebe, e tudo dará certo! É conhecida a berachá do Alter Rebe (o primeiro Rebe de Chabad): tudo o que os chassidim fizerem – dará certo.

Baseado em Likutê Sichot, Vol. XIV, págs. 238-240.

(Traduzido de Maayan Chai)

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ESCUTA A VOZ DE SARA

BS’D

Parashat Vayerá menciona um aspecto espiritual, e ao mesmo tempo mundano, do relacionamento de Avraham e Sara.

Nossos Sábios do Talmud ensinam: “Como uma mulher auxilia ao homem? … Se o homem traz trigo, ele consegue mastigá-lo? Se ele traz fibra de linho, consegue vesti-lo? Conseqüentemente, ela traz luz para os olhos dele e o firma sobre os próprios pés!”

A missão que a pessoa tem na vida é elevar e refinar os aspectos materiais do mundo, neles introduzindo conteúdo espiritual. Mas o homem só traz o trigo e a fibra de linho, preocupa-se com a matéria prima, com aspectos gerais. É um tanto afastado da realidade terrena, dos detalhes. É a mulher quem transforma o trigo em alimento e o linho em vestimenta, quem consegue realizar, de modo tangível, nossa missão na vida.

Avraham e Sara. Homem e mulher. Quando Avraham soube que sua esposa, Sara, teria um filho, rezou. Lá do alto de sua santidade imensa, de seu ponto de vista elevado e imparcial, pediu: “Tomara que Yishmael viva diante de Ti!” Esperava que Yishmael continuasse a viver uma vida de temor e dedicação a D-us. Avraham via em Yishmael, futuro patriarca dos povos árabes, o potencial para uma vida de temor a D-us.

Sara, por sua vez, via a realidade. Percebia a influência devastadora de Yishmael em casa, principalmente sobre seu filho, Yitschak. Exigiu que Avraham retirasse de casa a influência prejudicial de Yishmael.

Avraham não conseguia aceitar a idéia de expulsar seu filho mais velho. Embora D-us já tivesse dito a Avraham que cumpriria Seu pacto especificamente através de Yitschak, do ponto de vista de Avraham, paracia que Yishmael deveria ficar em casa. Só em casa Avraham poderia ter esperanças de poder exercer uma influência positiva sobre Yishmael.

Mas D-us disse a Avraham: “Tudo que Sara te disser, escuta sua voz, pois tua descendência virá de Yitschak.” O comentarista Rashi explica que essa declaração indica que o poder de profecia de Sara era superior ao de Avraham. Foi Sara, a mulher como os pés no chão, o alicerce do lar, quem percebeu a influência nefasta.

De “A Thought for the Week”, Detroit. Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

(Traduzido de “L’Chaim Weekly”, www.lchaimweekly.org)

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CONEXÃO FUNDAMENTAL

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Em Yom Kipur um judeu jejua. Sabe que não vai ser atingido por um raio se comer, mas não está nem aí para recompensa e castigo. Não come porque entende que é isso que D-us quer. Sabe que um judeu não come em Yom Kipur.

Um dia antes, pode não ter se sentido assim. Pode ter deixado de cumprir uma mitsvá ou outra. Mas em Yom Kipur, sente que tem de fazer o que um judeu deve fazer.

Por que? Porque há algo de especial nesse dia. Nossos Sábios explicam essa ideia utilizando a guematria (a numerologia da Torá). A palavra em hebraico para o perverso Satan tem o valor numérico de 364. Durante 364 dias no ano, o Satan tem o poder de tentar o judeu. Em um dia, em Yom Kipur, não tem poder algum. Um judeu, simplesmente, não está interessado no que ele tem para oferecer. Yom Kipur é um dia para ser judeu.

O que acontecia em Yom Kipur? O Kohen Gadol entrava no Kôdesh Hakdoshim e ficava sozinho com D-us. Nenhum ser humano ou ente espiritual podia se intrometer em sua ligação com Ele.

Anualmente, essa sequência é repetida em nosso coração. A essência da alma judaica é uma com a essência de D-us. Esta ligação é constante, não é produto de nossos esforços. Consequentemente, nem nossos pensamentos nem nossos atos podem enfraquecê-la. Nesse nível de conexão fundamental, não há existência além da Divindade. Não existe  possibilidade de separação d’Ele.

Essa conexão existe acima do tempo. Mas dentro do tempo, é revelada em Yom Kipur. Nesse dia, cada um de nós entra no “Kôdesh Hakdoshim” e passa um tempo “sozinho com D-us”.

Esta é a base da Neilá, as últimas orações de Yom Kipur. Neilá significa “fechamento”. Geralmente esse nome é interpretado com o fechamento dos portões do Céu, sobrando, apenas alguns instantes em que nossas preces podem entrar. O pensamento Chassídico, porém, o interpreta como as portas sendo fechadas atrás de nós. Cada um de nós é “trancado dentro”, sozinho com D-us.

Nesse nível de ligação essencial, não há existência além de D-us, não existe possibilidade de a alma ser afetada por pecado.

A revelação desse nível de conexão remove todas as manchas causadas por pecado. Essa limpeza, tipo, é um processo natural, pois a revelação de nossa ligação íntima com D-us renova nossa conexão com Ele em todos os níveis.

É esse o significado do dito de nossos Sábios que “a essência do dia expia”. Em Yom Kipur, a ligação essencial com D-us é revelada, e no processo, cada elemento de nosso potencial espiritual é revitalizado.

Isso também afeta nossa vida na esfera material, nos concedendo bênção, para um ano bom e doce em todos os nossos interesses.

Adaptado por R. Eli Touger das obras do Rebe de Lubavitch.

Traduzido de:  http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5765/838.htm#caption2

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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