Archive for Devar Malchut

APOSENTAR-SE?

BS’D

É prática comum no mundo (olam em hebraico, cuja raiz significa “ocultação”) que pessoas que atingem certa faixa etária são dispensadas do trabalho e obrigadas a “se aposentar”.

Isso se deve à falsa noção de que a idade avançada causa debilidade física e, consequentemente, os idosos são incapazes de ser criativos e eficazes.

Isso, obviamente, tem um efeito negativo sobre os idosos, causando sentimentos de desespero e depressão: já são “velhos” e não produtivos, são um “peso” (que D-us nos livre) para a família, etc. De modo que muitos idosos costumam se sentir entediados, e procuram maneiras de passar o tempo.

Porém, de acordo com a “Torá da Verdade”, a situação é exatamente o oposto. É justamente na velhice que se tem a vantagem de “muitos anos ensinarão sabedoria” (Job 32:7) e “os Sábios da Torá… quanto mais velhos ficam, mais afiados fica seu intelecto” (final do Tratado Kanim).

E até mesmo quem não é um erudito da Torá tem a superioridade de possuir sabedoria e conhecimentos que vêm da experiência.

Os jovens precisam do conselho dos mais velhos, com consta em Pirkei Avot: “Aos 50 [chega a qualificação para dar] conselho.”

Entende-se, portanto, que em assuntos que requerem sabedoria e entendimento, os velhos precisam ser mais ativos.

Também é óbvio que quando alguém chega a certa idade e é impedido de trabalhar, etc., seja meio período ou tempo integral, isso causa prejuízo, tanto para a empresa quanto para o idoso.

De uma Sichá do Rebe e, 20 de Av de 5740, e outras.

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/663s.htm#caption10

Feliz Aniversário, Rebe! 119

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

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QUAL FOI O MÉRITO DELAS?

BS’D

…E tal qual se fala sobre a geração que saiu do Egito (que foi a última geração do exílio egípcio, e a primeira geração da redenção do Egito): que foi pelo mérito das nashim tsidkaniot (mulheres virtuosas) daquela época que nossos antepassados saíram do Egito. Não apenas as mulheres com seus filhos e filhas, mas [também] nossos antepassados foram redimidos do Egito pelo mérito das mulheres justas.

E como acrescentam outros Midrashim:

Qual foi, exatamente, o mérito delas? É que foi pelo mérito delas que o povo judeu “foi fértil e se multiplicou.”

Os judeus “foram férteis e prolíficos, e sua população aumentou muito e ficaram muito muito fortes (paru veyishretsu vayirbu vayaatsmu bimeod meod) .”

Sabiam que estavam no exílio e à mercê do Faraó e de seus decretos – a ponto de até mesmo Amram ter pensado [em parar de ter filhos] e por isso tinha mandado Yocheved embora.

E foi uma menininha judia (a yidishe meidale) que veio, pediu e questionou:

“Como pode fazer isso?! Seu decreto é pior que o do Faraó!”

É óbvio que isso foi dito com o devido respeito a seu pai – tal qual Avraham demonstrou respeito por Térach. Miriam demonstrou mais respeito ainda para com Amram. De modo que ela, obviamente, comunicou seus sentimentos com o devido respeito. Mas a essência de sua reivindicação foi:

O que importam para um judeu os decretos do Faraó? Os únicos decretos que devem ser levados em conta são os de D-us Todo Poderoso! E quando D-us diz “sejam férteis e se multipliquem”, uma filha judia precisa cuidar para que o povo judeu “seja fértil e prolífico, e sua população aumente muito e seja muito muito forte (paru veyishretsu vayirbu vayaatsmu bimeod meod) .” Seis descrições, uma após a outra!

E foi isso o que com que fez o Faraó ficar “temeroso e com medo”, bem como todo o povo do Egito. O que fez com que começassem a tentar ser mais espertos que o povo judeu. Mas no fim, quem venceu? As mulheres judias!

Adaptado de:

Maor – Daily Rebbe Video

+1  (718) 687-8900

RebbeDaily #2018

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QUANTO ANTES MELHOR

BS’D

Tanto Mordechai quanto Ester contribuíram para o milagre de Purim.

É verdade que a ordem para que a Meguilá fosse escrita foi dada por Ester. Mas deveria, pelo menos, ter o nome de ambos: Meguilat Ester e Mordechai.

Como “a ação é o principal”, e as ações foram praticadas por Ester, o nome da Meguilá é Meguilat Ester.

Embora a história de Purim enfatize que existe um Mordechai [um Rebe], e que tudo o que Ester fez foi seguindo as orientações de Mordechai ao pé da letra; na hora de agir ela não podia depender de ninguém, nem mesmo de seu marido!

…Toda mulher judia precisa saber que:

TODA CRIANÇA JUDIA PRECISA ESTAR NUMA ESCOLA JUDAICA! E TEM DE ESTAR NUM “LAR JUDAICO.”

Daí percebemos o grande mérito e a grande responsabilidade da mulher judia.

E “quanto antes melhor”. Isso não é algo que pode esperar até o final do ano letivo, pois não sabemos o que lhes vão ensinar amanhã de manhã na Public School.

De uma Sichá do Rebe em Purim de 5743-1983

Baseado em: RebbeDaily/2001

+17186878900

myMaor.org 718-687-8900

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PUSHKA NA COZINHA

BS’D

Deve haver uma caixinha de tsedaká na cozinha, fixa na parede.

Antes de cozinhar para a própria família, a mulher deve colocar algumas moedas na pushka, a fim de prover as necessidades de outras pessoas.

Isso traz bênçãos celestiais para que o alimento saia kasher  e gostoso, além de atrair muitas bênçãos para o lar e a família. Bênçãos de sucesso em parnassá, diretamente da “Mão cheia, aberta, sagrada e ampla” de Hashem.

Baseado em uma sichá do Rebe no final de 5748

Adaptado de:

A Segulah From the Rebbe For All Blessings

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RECALCULANDO

BS’D

A vinda de Mashiach, que é a missão de nossa geração, está ligada com descida em corpos físicos de todas as almas que ainda precisam descer.

Além de (e isto é o principal) esta ser a primeira mitsvá da Torá. E o fato de ela aparecer em primeiro lugar também é um ensinamento para nós.

A primeira mitsvá  é “frutifiquem-se e multipliquem-se” até “e preencham a Terra” inclusive “e a conquistem”, que também se refere a que tenhamos a força espiritual de dominar e conquistar os conceitos “terrenos” e os cálculos. Precisamos fazer a contabilidade certa e entender que “é Hashem quem nos dá riquezas”.

E quando uma mulher e um homem judeus fazem um recipiente maior para as berachot, fazendo tudo o que está a seu alcance para trazer ao mundo filhos e filhas que se ocupam com a Torá e suas mitsvot, e andam no caminho certo e bom aos olhos de D-us e dos homens, “a berachá de Hashem enriquecerá”.

Essa bênção vai além de obter o que precisam para viver: terão todo o necessário para criar mais um filho e mais uma filha com fartura.

 Embora seja muito mais caro pagar Yeshivá do que mandar os filhos para a escola pública vão pagar. Embora o alimento kasher seja mais caro, vão alimentá-los no mais alto nível de kasrut!

Pois a “berachá D-us trará riquezas” e não apenas satisfará as necessidades básicas.

Adaptado de:

Maor

myMaor.org

+1718-687-8900

BrightenmyDayRebe

Rebbe Daily/1965

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FAZER O BEM

Há uma divergência entre Beit Shamai e Beit Hilel quanto à ordem do acendimento das velas de Chanuká. A Escola deShamai diz: “No primeiro dia acende oito, daí por diante vai diminuindo.” Ou seja, na primeira noite de Chanuká, acende-se oito velas, na segunda noite, sete, e assim por diante, até que, na oitava noite, se acende uma vela. A Escola deHilel diz: “No primeiro dia acende uma, daí por diante vai acrescentando.” Ou seja, na primeira noite acende-se uma vela, na segunda noite, duas velas, e assim por diante, até que na oitava noite acende-se oito velas – e a Halachá  é conforme Beit Hilel.

O acendimento das velas de Chanuká simboliza a expulsão da escuridão e a difusão da luz. As velas de Chanuká representam o cumprimento das mitsvot, e por meio das mitsvot, banimos a escuridão e espalhamos a luz. O banimento da escuridão é realizado por meio das mitsvot negativas (mitsvot lô taassê = de não fazer), cujo objetivo é “afastar-se do mal”. A difusão da luz é feita por meio das mitsvot positivas (mitsvot assê – de fazer), que têm como objetivo “fazer o bem”. Por exemplo: Quando vemos um alimento e não sabemos se é kasher, é necessário se afastar dele, controlar-se e não comê-lo, até verificar sua kashrut – “afastar-se do mal”. Contudo, devemos dar tsedaká e praticar boas ações – “fazer o bem”.

Todo judeu tem a obrigação de cumprir ambos os tipos de mitsvot – as negativas (de não fazer) e as positivas (de fazer) – “afastar-se do mal e fazer o bem”. Há judeus que dão mais ênfase às mitsvot negativas – “afastar-se do mal”; eles capricham em afastar-se, sempre, de tudo o que é desaconselhável e, deste modo, têm muito cuidado em guardar-se de tudo o que é mau. Por outro lado, há judeus que dão mais ênfase às mitsvot  positivas (de fazer) – “fazer o bem”. Capricham em sempre fazer mais uma boa ação e, deste modo, acrescentam sempre bons atos.

A Escola de Shamai realçava as mitsvot lô taassê – “afastar-se do mal”; a Escola de Hilel, porém, enfatizava as mitsvot assê– “fazer o bem”.

Agora podemos entender a diferença na maneira de acender as velas de Chanuká. As velas de Chanuká simbolizam o cumprimento das mitsvot e a ordem do acendimento simboliza a maneira do cumprimento das mitsvot.

No Serviço Divino de “afastar-se do mal” é necessário, inicialmente, forças da alma muito poderosas e, posteriormente, dá para investir menos esforço. Por exemplo, quando o coração deseja algo negativo – a maior dificuldade é o movimento inicial de desligar-se daquilo. Inicialmente, é necessário investir muito esforço para se afastar do mal. Posteriormente, com o passar do tempo, o desejo pelo proibido vai se enfraquecendo e é dá para se investir um esforço menor.

Por isso, Beit Shamai é de opinião que se começa com “oito velas” e se conclui com “uma vela”.

No Serviço Divino de “fazer o bem”, porém, pode-se, no início, investir pouco esforço – um único ato positivo; posteriormente, porém, aumenta a vontade de fazer boas ações, e vai-se acrescentando mais e mais bons atos.

É por isso que Beit Hilel é de opinião que se começa com “uma vela” e se conclui com “oito velas”.

Halachá (Lei Judaica) é conforme a Escola de Hilel. Disso aprendemos que o principal do Serviço Divino é “fazer o bem” – e acrescentar cada vez mais boas ações. E deste modo, as coisas negativas são anuladas, automaticamente – cada vez mais a luz vai aumentando!

(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. XXV, para as crianças de “Tsivot Hashem”, págs. 396-397)

Baseado em “Maayan Chai” (hebraico), Vol.I, págs. 123-125.

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TSNIUT DAS MOROT

BS’D

O recato das mulheres é fundamental para o crescimento emocional e espiritual das crianças. Isso se refere não apenas às mães, mas também às professoras, inclusive das classes das crianças bem pequenas.

A tsiniut no trajar é tão importante que na época do Tsemach Tsêdek, o shochet de uma cidadezinha foi demitido porque usava galochas.

É óbvio que não há proibição de se calçar galochas. Porém, era um sinal externo do que acontecia em seu íntimo.

Do livro:

El Nshei Ubnot Yisrael

(A visão do Rebe sobre a mulher, a mãe e a menina judias)

(Hebraico)

Págs. 194-195

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GRANDE RIQUEZA

BS’D

Em Parashat Lech Lechá lemos sobre o Brit Bein Habetarim (o Pacto das Partes) que D-us fez com nosso patriarca Avraham. Foi quando D-us prometeu dar a Avraham a Terra de Israel como herança eterna para seus descendentes.

Entre as muitas coisas que D-us disse a Avraham foi que seus filhos seriam, um dia, exilados no Egito. Porém, D-us prometeu que seu exílio acabaria. E que além de voltar do exílio, “sairiam depois com grande riqueza.”

A intenção da promessa de D-us de “grande riqueza” não foi, simplesmente, para servir de pagamento por seu sofrimento. Na verdade, a afirmação de D-us de que “depois sairiam com grande riqueza” revelava todo o propósito por trás da descida ao Egito.

À primeira vista, isso é difícil de entender. Se D-us tivesse pedido aos judeus para abrir mão da “grande riqueza” que lhe tinha sido prometida, para que seu sofrimento terminasse mais rápido, com certeza teriam concordado. Porém, vemos que D-us não deu essa opção, uma vez que a “grande riqueza” que deveriam obter no Egito tinha uma importância especial.

Qual era essa “grande riqueza” que fez com que o povo judeu tivesse de aguentar um exílio amargo de centenas de anos, e por que era tão importante?

O objetivo profundo da descida dos judeus ao Egito era que por meio de seu Serviço Divino, as “centelhas de santidade” contidas naquele país fossem refinadas e elevadas. De fato, o Serviço Divino dos judeus teve sucesso, como consta: “E uma multidão mista (erev rav) também subiu com eles”, pois o valor numérico de “rav” é 202. Ou seja: todas as 202 centelhas de santidade que o Egito continha foram purificadas com sucesso.

Foi essa, portanto, a “grande riqueza” que os judeus levaram do Egito. De fato, isso foi para o próprio benefício do povo judeu. Se isso não tivesse ocorrido, Avraham teria uma queixa válida contra D-us.

Mas qual foi o benefício?

Cada alma tem seu papel único no processo místico de “elevar as centelhas”. Quando um judeu purifica as “centelhas” específicas que encontra na vida, ele traz redenção para sua alma e para o mundo em geral.

A lição que devemos tirar de tudo isso é que a função do judeu é envolver-se no mundo material com o objetivo claro de elevar essas centelhas ocultas de santidade. Pois com essas centelhas mereceremos receber Mashiach que se aproxima.

Adaptado de Likutê Sichot, Vol. 3

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/643.htm#caption2

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TRABALHO PARA SER FEITO

BS’D

“D-us descansou de todo o trabalho que Ele tinha criado para ser feito.”

(Bereshit  2:3)

Rashi explica que as palavras “para ser feito” ensinam que o Universo foi criado incompleto, por assim dizer, necessitando da participação ativa da humanidade para atingir a perfeição.

Mas como podemos nós, insignificantes que somos, completar o ato da criação?

As próprias palavras da Torá, “criado para ser feito” nos assegura de que essa perfeição está a nosso alcance, e faz parte do plano de D-us.

Cada um de nós tem as forças e os talentos necessários para melhorar o mundo e elevá-lo, tornando-o algo sagrado e Divino.

(O Rebe de Lubavitch)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/738.htm#caption8

(Inglês)

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CAMINHOS PARA O INFINITO

BS’D

“Em Sucot  habitareis durante sete dias.”

A Sucá envolve totalmente o indivíduo e nela devemos realizar todos os nossos assuntos mundanos durante sete dias.

O fato de a pessoa inteira ser envolvida pela Sucá, até mesmo seus sapatos, nos ensina que não é só através da prece e do estudo que veneramos D-us.

A Sucá nos ensina que nos aproximamos de D-us, e atraímos santidade, também por meio do mundo material, como consta: “Em todos os teus caminhos deves conhecê-Lo.”

A mitsvá da Sucá fortalece nossa percepção disso e nos dá a força para cumprir nossa missão Divina o ano inteiro.

(O Rebe de Lubavitch)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5765/839.htm#caption8

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