Archive for Devar Malchut

RAMBAM PARA AS MULHERES

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Há um costume que começou a se espalhar nos últimos anos, e está crescendo: o estudo diário do Rambam.

Há uma opção adequada a cada indivíduo, dependendo da quantidade de tempo de que ele dispõe.

Isso visa, especificamente, quem tem a missão mais importante que existe para uma mulher judia: a de ser o “sustentáculo do lar” (akeret habayit), bem como aquelas mulheres que trabalham com a educação das crianças – sendo ambas as principais missões e funções de uma mulher judia, e têm prioridade sobre todas as outras coisas.

Apesar disso, elas também podem estudar Torá, em geral, e uma porção do Rambam, especificamente.

Embora seja uma porção que não exija tanto tempo para completar, pois seu tempo é utilizado, principalmente, para se certificar de que tudo o que é feito em sua casa – por seu marido e filhos e todas as pessoas da casa – inclusive que todos os pensamentos, palavras e ações em sua casa sejam de modo que a casa seja um Mikdash (Santuário) para que Hashem possa habitar em cada ação, palavra e mais ainda em cada pensamento que acontece na casa. E pelo fato de ela ter menos tempo, ela tem um shiur menor de Rambam.

Mas este ciclo também é inteiro e completo, porque ela se junta a outras mulheres que estudam Rambam, bem como aos homens e às crianças que estudam Rambam, cada qual em seu nível, de acordo com o tempo que Hashem lhes deu para fixar horários diários para estudar.

Baseado em uma sichá do Rebe de 25/Iyar/5747 – 1987

Vídeo: RebbeDaily/1533 – Maor

+1718-687-8900

myMaor.org

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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… QUE TE TIROU DO EGITO

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Shavuot é a festa em que comemoramos a outorga da Torá, quando o Próprio D-us desceu sobre o Monte Sinai diante de todo o povo judeu. O mundo ficou quieto quando D-us proclamou o primeiro dos Dez Mandamentos: “Eu sou Hashem teu D-us que te tirou da terra do Egito.”

Nossos Sábios perguntam: o que houve de tão especial no êxodo do Egito, a ponto de D-us haver escolhido mencioná-lo no primeiro dos Mandamentos? Por que não “Eu sou Hashem teu D-us, que criou o Céu e a Terra”? Será que a criação do Mundo não é mais fundamental do que um fato histórico isolado que envolveu apenas alguns milhões de pessoas?

Além disso, o êxodo do Egito – embora seja um grande milagre – abrangeu apenas aquela geração. A existência do Universo físico, porém, é um fenômeno que todas as gerações podem apontar como evidência da grandeza de D-us. Por que, então, o Criador deu ao êxodo tamanha importância ao Se revelar à humanidade?

A filosofia Chassídica explica que em certos aspectos, a libertação do povo judeu da escravidão no Egito foi um acontecimento maior ainda que a criação do mundo. D-us criou o mundo ex-nihilo – a partir do nada – algo que nós, como seres criados, não podemos compreender. Embora a criação do mundo seja um evento maravilhoso, para um D-us todo poderoso, eterno e infinito não foi uma proeza tão especial.

Além disso, a Torá diz que o mundo foi criado pela fala de D-us. “Pela palavra de D-us os Céus foram criados, e por Seu sopro, todos os seus exércitos.” A fala é uma faculdade externa, produzida sem esforço. O Universo foi criado de modo a expressar, apenas a fração mais periférica do verdadeiro poder de D-us.

O êxodo do Egito, porém, foi um milagre totalmente diverso. Para que os judeus saíssem do Egito, D-us precisou modificar as leis da natureza que Ele já tinha criado para reger o mundo. O Próprio D-us (e não um anjo) liderou os judeus em sua partida. Revogar a lei natural para libertar os filhos de Israel envolveu um nível ainda mais elevado de intervenção Divina que a criação inicial do Universo! Foi por isso que o êxodo do Egito recebeu a merecida ênfase nos Dez Mandamentos.

O mesmo acontece em nossa vida. Por vezes, achamos mais difícil mudar hábitos profundamente arraigados do que iniciar um empreendimento totalmente novo. Quando D-us tirou nossos antepassados do Egito (Mitsrayim), deu a cada judeu a força para romper as fronteiras e as limitações (metsarim) que estão em seu caminho. Esta força congênita, concedida ao povo judeu quando a Torá foi revelada, dá-nos a capacidade de superar qualquer mau hábito e qualquer traço de caráter negativo que nos impede de servir a D-us com todo o coração.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/772.htm#caption2

(Inglês)

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UM SHABAT PARA D-US

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Em Parashat Behar lemos: “Seis anos semearás teu campo, e seis anos podarás teu vinhedo e colherás seus frutos. Mas no sétimo ano haverá um Shabat de repouso para a terra, um Shabat para D-us.” Este sétimo ano Sabático é chamado, em hebraico de “shemitá”.

Ao comentar este versículo, Rashi explica que “Shabat  para D-us” significa “por causa de D-us” (ou por amor a D-us). Em outras palavras, deixar a terra de pousio no sétimo ano deve ser praticado única e exclusivamente por ser uma mitsvá ordenada por D-us.

À primeira vista, proporcionar um repouso periódico à terra parece ser um método natural de rejuvenescer o solo. Sabe-se que evitar o cultivo durante um ano inteiro serve para enriquecer o solo e melhorar a qualidade da produção futura.

Contudo, a Torá ordena que o cumprimento da shemitá seja praticado não com o objetivo de melhorar a qualidade do solo e sim “por causa de D-us”, pelo fato de D-us assim haver ordenado.

Quando os judeus se abstêm de trabalhar a terra no sétimo ano, estão confirmando a supremacia de D-us sobre o Universo. Cumprir shemitá comprova abertamente que nossa ocupação à busca de sustento não faz com que nos esqueçamos do Criador.

A mitsvá de shemitá é um treinamento para que nos lembremos de que não importa o que estejamos fazendo, tudo na vida é “por causa de D-us”. Até mesmo as coisas consideradas “naturais”, como comer, beber, dormir e trabalhar, devem ser feitas puramente por causa do Céu.

Quando um judeu come, deve fazê-lo “por causa de D-us”. Consome alimentos para ficar forte e saudável para poder cumprir mais mitsvot.

Quando um judeu dorme, dorme “por causa de D-us”. Sabe que o corpo precisa de repouso para recuperar as forças, para ficar totalmente alerta e capaz de cumprir os mandamentos.

Tal deve ser a atitude para com cada detalhe da vida: Devemos lembrar sempre que todos os aspectos da existência são “por causa de D-us”.

Agir assim atrai bênçãos de D-us, como consta: “E Eu ordenarei minha bênção sobre você”, e garante que D-us nos dará só coisas boas de Sua mão repleta, aberta e santa.

Adaptado de Maayan Chai, de Likutêi Sichot, Vol. 7

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5774/1320.htm#caption9

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METSUYANIM

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Shehaiu Yisrael metsuyanim sham

“Os israelitas eram claramente diferenciados lá”

(Hagadá de Pêssach)

Tanto no Egito quanto hoje em dia é importante que um judeu permaneça diferenciado do mundo à sua volta. Quando se trata de alimentação, um judeu deve comer kasher. Suas roupas devem ser livres de shatnez (mistura proibida de lã e linho), e precisa usar tsitsit. Sua ética e seus valores devem vir da Lei Judaica e não da cultura circundante.

Tudo isso poderia ser interpretado como um recado para que nos isolemos ao máximo do restante do mundo, de modo a permanecermos “diferentes”. Talvez a Hagadá nos esteja dizendo para nos desligar da realidade, romper nossas ligações com as pessoas à nossa volta e nos retirar para um refúgio seguro de um enclave isolado e totalmente judaico?

Nada poderia estar mais longe da verdade. Embora devamos estar à parte do mundo, precisamos também fazer parte dele. O plano Divino, de santificar cada cantinho deste mundo, requer, que estejamos envolvidos com a sociedade e em contato com a realidade, que estejamos genuinamente no mundo para poder influenciá-lo positivamente.

Contudo, um judeu também precisa permanecer “distinto” de modo que não seja engolido pela secularidade, e esteja sempre consciente de sua missão sagrada.

(Baseado em uma Sichá do Rebe na segunda noite de Pêssach 5717)

Adaptado da

“The Kol Menachem Haggadah”

Pág. 87

(Inglês)

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MITSVOT PARA TODOS

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Os que não pertencem à nação judaica também têm mandamentos a eles outorgados por Hashem. E precisamos divulgar que não se deve roubar do próximo. Pelo contrário: deve-se dar caridade, ajudar outras pessoas. Como foi discutido muitas vezes, que tanto a caridade quanto as 7 Leis de Noé são igualmente aplicáveis a todos os povos.

E o povo judeu tem uma missão singular. E como foi discutido anteriormente, não se trata de “chauvinismo”, que D-us nos livre. Temos uma missão muito difícil: a de transformar o mundo inteiro, de modo que a mensagem da Torá chegue a todos os lugares. E cada indivíduo de toda a Terra deve saber que todo o Universo foi criado por Hashem – a fonte da paz e da bondade. E que “os caminhos de Sua Torá são agradáveis e todas as suas condutas são pacíficas”.

De uma sichá do Rebe em 23 de Adar de 5750

Adaptado de Maor – +1-718-687-8900

Daily Rebbe Video #1425

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A ÁGUIA-PESCADORA

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A águia-pescadora, um tipo de falcão graúdo, é uma das aves não-kasher mencionadas em Parashat Shemini. A águia-pescadora, que se alimenta de peixes, desce ao fundo do mar e pesca habilmente sua presa.

Conta o Talmud que Rabi Yochanan considerava a águia-pescadora um exemplo excepcional de Providência Divina. Sempre que via uma águia-pescadora se alimentando, citava o versículo:

“Teus julgamentos estão nas maiores profundezas.”

D-us vigia e supervisiona Seu Universo, até mesmo nas profundezas do mar. Rabi Yochanan percebia que a águia-pescadora não passa de um instrumento para o julgamento de D-us. Ela come exatamente os peixes que D-us decretou que seriam devorados.

A declaração de Rabi Yochanan tem um teor semelhante ao ensinamento do Báal Shem Tov de que tudo o que acontece no mundo deve-se à Providência Divina. D-us, além de direcionar os passos do homem, dirige os reinos animal, vegetal e mineral, guiando cada detalhe minúsculo de Seu Universo.

O Báal Shem Tov ensinou que cada fenômeno que acontece é determinado por D-us, até mesmo a trajetória de uma folha caindo e o percurso que ela faz ao ser soprada pelo vento.

O exemplo da águia-pescadora tampouco é acidental, pois nos ensina como D-us supervisiona Sua criação. Embora muitas vezes nos pareça que o mundo funciona apenas de acordo com a lei natural, e seja, às vezes, difícil de detectar a mão de D-us “por trás das cenas”, a filosofia Chassídica nos dá um conceito inusitado. A palavra em hebraico para “natureza” – “teva” – tem a mesma raiz da palavra que significa “afogado” ou “submerso”. Do mesmo modo que um tesouro submerso, oculto nas profundezas do mar, continua a existir, apesar de ser invisível ao olho nu, a natureza obscurece a verdadeira realidade que ela contém. As leis da natureza ocultam a Providência Divina que controla cada fenômeno físico, fazendo com que pareça que as coisas acontecem sozinhas.

A águia-pescadora nos ensina que se quisermos descobrir a verdade que as leis da natureza ocultam, tudo o que precisamos fazer é mergulhar abaixo da superfície para descobrir a Providência Divina que está no controle.

Quando olhamos para além do óbvio e meditamos nessas coisas, chegamos à conclusão de que nada é por acaso. Este fato ficará muito claro após a chegada de Mashiach, quando a Divindade oculta na matéria será revelada e ficará evidente para todos.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5753/263.htm

(Inglês)

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MONTANHAS DE PARNASSÁ

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É um costume neste país que muitas mulheres e moças ajudam no sustento da família tendo um emprego, um cargo, que lhes proporciona um bom salário, e de modo agradável.

Elas, portanto, precisam dar tsedaká do dinheiro que elas próprias ganham e, obviamente, devem exercer uma influência positiva sobre o marido e os filhos mais velhos, para que eles também dêem tsadaká do que ganham. Mais ainda, a mulher deve mostrar que a primeira coisa que ela faz com seu salário é dar tsedaká. E só após encher a caixinha de tsadaká gasta o restante no que é necessário para sua casa, sua família, seu marido e seus filhos.

E é óbvio que quando a mulher dá tsedaká de modo amplo, com sentimento e atenção, como foi mencionado muitas vezes, todo judeu terá parnassá (sustento) como uma “montanha”. Não ganhará apenas de acordo com suas necessidades, e sim, montanhas de parnassá, que será distribuída por sua esposa de modo bom e correto. No modo “Bechukotai” “gravado” porque a idéia de tsedaká está gravada no coração das mulheres.

O Rebe

Sichá de 28 de Iyar 5751/ 1991

Adaptado de: Maor – Daily Rebbe Video # 1389

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TODO JUDEU É OURO

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Todo judeu é ouro – um “filho único” de Hashem

Diz o Rebe:

Iniciamos com uma berachá, principalmente estando no mês de Adar, em que o mazal (a sorte) de cada judeu, e do povo judeu como um todo, é predominante. E especialmente num assunto urgente: a gueulá (redenção) verdadeira e completa, que aconteça imediatamente MaMaSh (de verdade).

Em Parashat Terumá, quando a Torá cita os materiais que foram doados para a construção do Mishkan (Santuário), o primeiro mencionado é o ouro. E só depois vem a prata e o cobre. A Torá poderia ter começado pelo cobre, que é um metal que está ao alcance de todos, ou quase todos os judeus. Mas a Torá menciona primeiro o ouro. E só depois a prata, e em seguida o cobre. Isso nos diz que Parashat Terumá tem uma ligação direta com a riqueza.

Sabemos que a Torá é eterna, bem como suas porções semanais; havendo, inclusive, uma orientação do Alter Rebe, o primeiro Rebe de Chabad, de que devemos viver com o tempo, ou seja, com a Parashá da semana (a Porção Semanal da Torá).

Portanto, um judeu é abençoado com riquezas materiais, literalmente. Começando com o ouro, e só depois com prata e cobre. Sendo ouro seu principal patrimônio, por ser ele o “filho único” de D-us. Sendo, portanto, óbvio que ele tem uma ligação com o ouro. Bem como com as pedras preciosas que são mencionadas nas doações para o Mishkan.

Isto, portanto, torna-se uma orientação espiritual eterna: o judeu deve fazer tudo o que depende dele para obter riquezas materiais, literalmente.

De uma sichá do Rebe de 2 de Adar I 5752 – 1992

Adaptado de: Maor – Daily Rebbe Video # 1382

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Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

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CRUELDADE IGUAL

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“O Faraó ordenou a todo o seu povo dizendo: ‘Todo filho que nascer lancem no Nilo e toda filha deixem viver.’” (Shemot 1:22)

A palavra em hebraico para “deixem viver” é “techayun”, que significa, “vocês deverão ser a fonte da vida”.

O Faraó estava dizendo aos egípcios para que assumissem as meninas judias e as assimilassem totalmente para o modo de vida egípcio.

O Faraó ordenou que os meninos fossem exterminados fisicamente e as meninas, espiritualmente.

Ambos os decretos estão escritos no mesmo versículo para mostrar que são equivalentes em sua crueldade.

(Likutê Sichot)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5757/450.htm#caption8

 

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“E Sara viveu… E Sara morreu.”

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“E Sara viveu… E Sara morreu.”

(Bereshit 23:1-2)

Parashat Chayê Sara principia com o falecimento e o enterro de Sara. Por que, então, a Parashá é chamada de “Chayê Sara”, “a vida de Sara”, e não “a morte de Sara?”

Chayê Sara”, “a vida de Sara” era focada em um objetivo e ideal: que seu filho, Yitschak, atingisse grandeza espiritual. A Parashá fala sobre a vida de Yistchak, que era a realização do sonho espiritual de Sara.

Embora esta Parashá relate o falecimento e o enterro de Sara, seus ideais foram realizados através de Yitschak. Ela continuou vivendo através dele.

“A vida de Sara” foi, de fato, a vida correta de Yitschak.

(O Rebe)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5778/1496.htm#caption8

Em homenagem ao Kinus Hashluchim

Leilui nishmat as vítimas do atentado em Pittsburg

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