Archive for Festas Judaicas

SHLEMUT VEZES 3

BS’D

A festa de Purim tem a ver com três conceitos:

Shlemut Haam (todo o povo judeu)

Shlemut HaTorá (toda a Torá)

Shlemut HaArets (toda a Terra de Israel)

“Todo o povo judeu” significa reconhecer que somos uma nação. O decreto de Haman foi contra todos os judeus: jovens e velhos, homens, mulheres e crianças”. Nossa verdadeira união anulou o perverso decreto.

“Toda a Torá”significa – todas as partes dela. Na Meguilá, Mordechai é chamado de “Mordechai Hayehudi”, “Mordechai o judeu”. O termo “yehudi” indica a rejeição da idolatria. Quando um judeu rejeita a idolatria, está declarando que toda a Torá é verdadeira. Nos dias de Mordechai o povo judeu foi chamado de “Yehudim” porque aderiu à totalidade da Torá, a todo detalhe, sem abrir mão de nada.

“Toda a Terra de Israel” significa que toda a Terra Santa pertence ao povo judeu. A história de Purim aconteceu durante os 70 anos entre o Primeiro e o Segundo Templos Sagrados. Embora a construção do novo Templo tivesse sido iniciada, foi interrompida por ordem do rei da Pérsia. Mordechai sabia que estudar as leis ligadas ao Templo anularia o decreto de interromper a construção. Reuniu crianças judias e, juntos, estudaram essas leis, e seus esforços tiveram êxito. O Templo foi concluído, e a Terra de Israel ficou na mão dos judeus.

Ao comemorar Purim vamos refletir sobre o fato de que toda a Terra Santa foi dada por D-us para todos os judeus, sem exceção. Devemos, portanto, nos comportar de modo a fazer jus ao nome “yehudim”, afirmando a verdade de toda a nossa Torá. E ficando firmes em nossa crença em D-us. Assim agindo, obteremos o respeito das nações e traremos a verdadeira paz, que culminará na Redenção Final, com Mashiach, rapidamente em nossos dias.

Adaptado do editorial do R. Shmuel Butman em:

http://lchaimweekly.org/lchaim/5776/1414.htm#caption7

http://lchaimweekly.org/

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Hershel ben Moishe

Moishe ben Aba

Miriam bat Yaakov

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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OCULTAÇÕES QUE SÃO REVELAÇÕES

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

Uma das mitsvot de Purim é a leitura de “Meguilat Ester”, o rolo de Ester, que é o único dos 24 livros da Bíblia em que o Nome de D-us não aparece.

O nome Ester também é alusão ao ocultamento da presença de D-us no mundo, pois vem da raiz que significa “esconder”. O milagre de Purim aconteceu de modo aparentemente “natural”, e não como um milagre óbvio. A salvação miraculosa acarretada por Mordechai e Ester foi “escondida” por uma série de acontecimentos plausíveis.

Até mesmo o nome da festa, Purim, indica ocultação, pelo fato de ser uma palavra persa, e não pertencente à Língua Sagrada. (A filosofia chassídica explica que o nome em hebraico de cada coisa é o canal direto de sua energia Divina.)

Por outro lado, a palavra “Meguilá” vem da raíz hebraica que significa revelação.

A festa de Purim, portanto, representa uma contradição: por um lado ocultação, por outro, revelação Divina.

A contradição se resolve, porém, quando abordamos a Meguilá com a mentalidade adequada, entendendo que até mesmo as “ocultações” de D-us são “revelações”, que se originam na mesma Fonte. A Essência de D-us se encontra até mesmo nos níveis inferiores da criação e transcende a ordem natural. Esse conceito chegará ao auge na Era Messiânica, quando “a noite iluminará como o dia”, e a Divindade, que é a base de toda a criação, será abertamente revelada.

O Rebe profetiza que Mashiach está prestes a chegar, e que “a época de vossa  Redenção chegou”. A palavra  em hebraico que significa “chegou” está relacionada à palavra “tocar, apalpar”. Além de termos alcançado a era da Redenção, já podemos “tocar” nela. Do mesmo modo que o fato de Ester haver “tocado” no cetro real acabou desencadeando a salvação do povo judeu, podemos estar certos de que nosso “toque” inicial também vai nos aproximar, rapidamente em nossos dias, da Redenção final e completa com Mashiach.

R. Shmuel M. Butman

Adaptado de http://www.lchaimweekly.org/

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5762/708.htm#caption7

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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PURIM E AS 3 PLENITUDES

BS’D

A festa de Purim tem a ver com três conceitos:

Shlemut Haam (todo o povo judeu)

Shlemut HaTorá (toda a Torá)

Shlemut HaArets (toda a Terra de Israel)

“Todo o povo judeu” significa reconhecer que somos uma nação. O decreto de Haman foi contra todos os judeus: jovens e velhos, homens, mulheres e crianças”. Nossa verdadeira união anulou o perverso decreto.

“Toda a Torá”significa – todas as partes dela. Na Meguilá, Mordechai é chamado de “Mordechai Hayehudi”, “Mordechai o judeu”. O termo “yehudi” indica a rejeição da idolatria. Quando um judeu rejeita a idolatria, está declarando que toda a Torá é verdadeira. Nos dias de Mordechai o povo judeu foi chamado de “Yehudim” porque aderiu à totalidade da Torá, a todo detalhe, sem abrir mão de nada.

“Toda a Terra de Israel” significa que toda a Terra Santa pertence ao povo judeu. A história de Purim aconteceu durante os 70 anos entre o Primeiro e o Segundo Templos Sagrados. Embora a construção do novo Templo tivesse sido iniciada, foi interrompida por ordem do rei da Pérsia. Mordechai sabia que estudar as leis ligadas ao Templo anularia o decreto de interromper a construção. Reuniu crianças judias e, juntos, estudaram essas leis, e seus esforços tiveram êxito. O Templo foi concluído, e a Terra de Israel ficou na mão dos judeus.

Ao comemorar Purim vamos refletir sobre o fato de que toda a Terra Santa foi dada por D-us para todos os judeus, sem exceção. Devemos, portanto, nos comportar de modo a fazer jus ao nome “yehudim”, afirmando a verdade de toda a nossa Torá. E ficando firmes em nossa crença em D-us. Assim agindo, obteremos o respeito das nações e traremos a verdadeira paz, que culminará na Redenção Final, com Mashiach, rapidamente em nossos dias.

Adaptado do editorial do R. Shmuel Butman em:

http://lchaimweekly.org/lchaim/5776/1414.htm#caption7

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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Teshuvá e Conr Flakes

BS’D

Home Design by Sandy

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A Kellogs, que hoje é uma das 10 maiores indústrias de alimentos do mundo e tem um lucro fabuloso, surgiu de um erro: cereal esquecido no forno que secou demais. Mas houve uma tremenda aceitação da “receita fracassada”. O erro transformou-se numa grande vitória.

O que faz com que o báal teshuvá atinja um nível que nem um justo perfeito consegue alcançar? Como é que pecados são transformados em mitsvot através da teshuvá verdadeira, por amor a D-us? É que o pecado, em si, tornou-se uma alavanca que impulsionou a  aproximar-se ainda mais de D-us. Tal qual o cereal ressecado  que se tornou campeão de vendas.

Baseado em aula do R. Shneur Zalman Ashkenazi (hebraico)

http://www.col.org.il/show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=92100

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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Yom Kipur e Mashiach

BS’D

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No final da prece Neilá, na conclusão do Yom Kipur, proclamamos: “Shemá Yisrael” e “O Eterno é o D-us” – afirmações que enfatizam a harmonia de D-us com nossa existência material. Essa unidade se realizará, como concluímos “No próximo ano em Jerusalém”, com a chegada da (Gueulá) Redenção. Além disso, como o Rebe Anterior (o Rebe Rayats, sogro do Rebe) explicou, essa afirmação não significa que teremos de esperar até o ano seguinte para que a Redenção chegue. Pelo contrário, a Redenção chegará imediatamente e o resultado natural disso é que no próximo ano comemoraremos a festa em Jerusalém.

(O Rebe, véspera de Yom Kipur, 5752)

Baseado em:   http://lchaimweekly.org/

(inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

 

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Má Nishtaná

BS’D

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Por que as perguntas das criança têm tanta importância em Pessach?

Porque o Êxodo foi o nascimento do povo judeu e é, portanto, época adequada para enfatizar a educação judaica.

De fato, o nome da própria Hagadá vem do versículo “E contarás (vehigadeta) a teu filho”. (Shemot 13:8; Pessachim 116b).

É interessante notar que de acordo com a Hagadá do Arizal, a primeira das Quatro Perguntas é sobre o costume de “mergulhar”. E o que chama a atenção é que as demais perguntas referem-se a exigências da Lei Judaica, enquanto  que a primeira pergunta refere-se a um mero costume. Isso demonstra a importância de fazer dos costumes judaicos uma prioridade na educação judaica.  

Como vivemos num mundo secular, não é nada fácil educar nossos filhos no caminho da Torá e das mitsvot. E como há um limite para as ordens e proibições que uma criança vai querer obedecer, um pai ou uma mãe podem ser tentados a escolher sabiamente suas batalhas e focalizar a educação da criança nas partes obrigatórias do judaísmo, como os preceitos bíblicos e a lei rabínica, deixando um pouco de lado os costumes, para não sobrecarregar a criança.

Isso seria um grave erro, como demonstra o Má Nishtaná. A primeira pergunta é sobre um costume judaico porque são justamente os costumes que mais despertam o interesse da criança. E falando de modo prático, os costumes enriquecem muito o “sabor” do judaísmo, e a ajudam a desenvolver uma identidade judaica sólida, que é tão importante para nos proteger do “complexo de inferioridade” de querer imitar os outros.

Os costumes fazem parte do judaísmo tanto quanto todas as outras leis, e há um valor pedagógico imenso em preservá-los, nos mínimos detalhes.

(Maamar de 11 de Nissan de 5740, s.v. ki yishalchá; Likutê Sichot Vol. 32, pág. 189, nota 32; Vol. 1, pág. 244ff)

Adaptado de Kol Menachem Haggadah, págs. 47, 48

Leilui Nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

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As mulheres judias têm tudo a ver com Simchat Bet Hashoevá

BS’D

Em Massechet Sucá consta: “No término do primeiro Yom Tov da festa [de Sucot] foram à Ezrat Nashim [a parte do Bet Hamikdash reservada às mulheres] e fizeram um grande preparativo [uma grande reforma].” A Guemará explica que “grande reforma” foi essa. É que cercaram a ezrat nashim por uma guezuztra [varanda], para que as mulheres pudessem de lá ver simchat bet hashoevá.

Embora o objetivo da construção da guezuztra tenha sido a tsniut (o recato), o resultado foi a ampliação do Bet Hamikdash!

Vejam só o grande valor das mulheres judias: As mulheres conseguiram algo que todos os homens juntos não puderam fazer. Só as santas mulheres judias, pelo mérito de seu recato (para que pudessem ver simchat bet hashoevá tinham de ficar sobre a guezuztra) fizeram com que fosse construída para elas uma varanda especial!

O Rebe Rayat’s falou, em seu famoso discurso para as mulheres judias, em Riga, que quando da construção do Mishkan (Santuário no deserto) as mulheres justas se anteciparam e doaram mais que os homens. Acrescentou que o mesmo ocorreu no Bet Hamikdash, pois “Mishkan é chamado de Mikdash e Mikdash é chamado de Mishkan.”  

Portanto, além da participação das mulheres durante o ano inteiro no Bet Hamikdash, por terem participado de sua construção, as mulheres mereceram uma ampliação especial – na época especial de simchat bet hashoevá, período de acréscimo de luz e revelação, mas também época que requer cuidados adicionais com o recato. Tal cuidado foi implementado por meio de uma ampliação no edifício sagrado, “faze o bem”.

O motivo do valor especial das mulheres judias ter se expressado em simchat bet hashoevá é que há algo comum entre simchat bet hashoevá e as mulheres judias:

A vantagem das mulheres do povo judeu será revelada, principalmente, com a vinda de Mashiach, quando será perceptível que “uma mulher de valor é a coroa do marido”, que a esposa é mais elevada que o marido.

Simchat bet hashoevá também tem ligação com Mashiach Tsdikênu e a Gueulá (redenção), pois a primeira vez que aparece na Torá o assunto de simchat bet hashoevá é com referência ao Rei David, sobre quem foi dito: “David, Meu servo, será eternamente seu líder”, até nosso justo Mashiach.

Que seja AGORA – NOW!

(Do livro

“El Neshei Ubenot Yisrael”

– a mulher, a mãe e a menina judias

na visão do Rebe de Lubavitch,

R. Zusha Wolf, Editora Kehot)

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Shavuot

BS’D

Os dois pontos básicos da Outorga da Torá estão ligados, de modo especial, à mulher-mãe judia:

1 – Quando Hashem veio dar a Torá, ordenou a Moshê Rabeinu que falasse inicialmente com as mulheres, e só depois, com os homens, como explicam nossos Sábios que “Ko tomar lebeit Yaakov – assim falarás à casa de Yaakov” – refere-se às mulheres, “Vatagued livnei Yisrael – e dirás aos filhos de Israel” – são os homens.

2 – A Torá só foi outorgada após os judeus terem aceitado a responsabilidade de que seus filhos garantiriam que a Torá e as mitsvot não seriam jamais esquecidas.

Os únicos fiadores que Hashem aceitou para a Torá foram as crianças: “baneinu arevim baadeinu”. Os judeus prometeram educar seus filhos (seja o filho “sábio” que dá nachas (satisfação) aos pais, seja o filho “que não sabe perguntar” cuja educação exige um esforço especial) de tal modo que para todos eles a Torá seja algo precioso e uma luz que lhes ilumina a vida diária. Quando todos os judeus falaram “naassê venishmá – faremos (cumpriremos, primeiro) e (depois) entenderemos” – só então a Torá foi outorgada.

Vemos, portanto, que a perpetuação da Torá e das mitsvot depende, em grande parte da mulher-mãe judia: a mulher pode e deve incentivar seu marido a estudar Torá, pode e deve garantir que sua casa será dirigida pelos ensinamentos da Torá e das mitsvot, com santidade e pureza. E como mãe, que fica mais tempo com as crianças – tem grande parte da responsabilidade de sua educação judaica.

(“El Neshei Ubnot Yisrael”

Baseado nos ensinamentos do Rebe de Lubavitch

– Rabino Zusha Wolf,  pág. 345)

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