Archive for história

TEMENTE A D-US

BS’D

Arte by Wassily Kandinsky

Certo dia, o Báal Shem Tov chamou um dos seus chassidim e lhe perguntou:

– “Quer aprender a ser temente a D-us?”

– “Sim, Rebe,” – disse o Chassid.

– “Na cidade de Odessa, numa ruazinha estreita no distrito portuário, mora um determinado estivador. Hospede-se em sua casa. Dele você vai aprender o que significa devoção sincera.”

Chassid viajou até Odessa e conseguiu encontrar o homem que o Báal Shem Tov descrevera. O homem aceitou a oferta da modesta quantia que o Chassid ofereceu em troca de uma semana de hospedagem. E o Chassid se acomodou lá, para observar o comportamento de seu anfitrião.

Mas se o visitante esperara longas horas de preces toda manhã, seguidas de estudo à luz de vela pela noite adentro, ficou decepcionado. Percebeu que o dono da casa era um judeu simples, iletrado, que acordava cedo toda manhã, rezava de modo simples e rápido, e saia para trabalhar no porto. De noite voltava, rezava as orações da noite, comia uma refeição simples e ia dormir. Deste modo, o Chassid passou a maior parte da semana sem aprender nada e cada dia ficava mais entediado.

O estivador morava num sótão de um quarto só, escassamente mobiliado. Tinha uma única janelinha de vidro, bem lá no alto da parede. Um dia, enquanto o dono da casa estava no trabalho, o Chassid, inquieto e curioso, subiu numa mesa para olhar pela janela. Para seu horror, viu um quintal onde aconteciam atividades criminosas em todas as horas do dia e da noite.

Quando seu anfitrião voltou naquela noite, o Chassid lhe perguntou:

– “Me diga uma coisa: como pode um judeu morar perto de tais vizinhos? Você não poderia encontrar um lugar melhor para morar que não dê pro quintal de tal estabelecimento?”

Aí foi o estivador quem ficou horrorizado.

– “Moro aqui há vinte anos”, – disse – “e jamais me passou pela cabeça olhar para o quintal de estranhos para ver o que estavam fazendo. Você, porém, mal chegou há poucos dias e já está subindo nas mesas e espionando todos os pecadores da vizinhança.”

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5757/484.htm#caption9

(Que reimprimiu de “The Week in Review)

“Quando entra o mês de Adar, aumentamos nosso júbilo.”

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e  de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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O QUE VEM PRIMEIRO?

BS’D

“Se me der pão para comer e roupas para vestir”

(Bereshit 28:20)

No “grande casamento”, dos netos do Rebe Levi Yitschak de Berditchev e do Alter Rebe, autor do Tanya, os dois avós tsadikim estavam presentes.

Na hora da refeição do casamento, o Alter Rebe bebeu lechaim para seu mechutan (consogro), o tsadik de Berditchev:

Lechaim, mechutan! Que Hashem nos ajude material e espiritualmente.

Ao que Rebe Levi Yitschak de Berditchev perguntou:

– Como pode ser, mechutan?A materialidade antecede a espiritualidade?!

Ao que respondeu o Alter Rebe:

– É o que consta com Yaakov, nosso patriarca, em Parashat Vayetsê: “Se me der pão para comer e roupas para vestir…então será o Eterno para mim por D-us.” Ele pôs o material antes do espiritual.

Rebe Levi Yitschak de Berditchev voltou a perguntar:

– Mas podemos comparar a materialidade de Yaakov, nosso Patriarca à nossa?!

O Alter Rebe respondeu:

– E podemos comparar nossa espiritualidade à de Yaakov, nosso Patriarca?!

Do livro: Sipurei Chassidim, Torá

Rav Shlomo Yossef Zevin

Pág. 95

(Hebraico)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção dos habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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O MENINO COM NOME DE JUDEU

BS’D

Arte by Baruch Nachshon

Tuvia Bolton escreveu a seguinte história, que ele ouviu do Rabino Leibel Groner, secretário do Rebe:

Uma mulher da comunidade Chabad-Lubavitch do Brooklyn foi parada por um guarda de trânsito de Nova York por alguma infração. O guarda, parado ao lado da janela aberta do carro, percebeu uma foto do Rebe de Lubavitch na bolsa da mulher.

“Desculpe, a senhora é seguidora deste rabino?” Perguntou.

“Sou.” Respondeu ela.

“Bom, neste caso, não vou lhe dar multa.” Fechou o bloquinho de multas e continuou. “Sabe por quê? Porque este rabino”, apontou para a foto que ela estava, segurando, “fez um grande milagre para mim.”

“Bom, já que você não está me multando, tenho tempo de escutar sua história.” Disse a mulher, grata.

O policial sorriu e falou: “Esta é minha história predileta, mas não a contei a muitos judeus, na verdade, acho que a senhora é a primeira.” Os carros estavam passando rapidamente por trás dele, fazendo com que tivesse que levantar a voz. “A história é a seguinte:

“Fiz parte da escolta policial que, uma vez por semana, acompanhava o rabino ao Cemitério Montefiore (onde o sogro e antecessor do Rebe está enterrado). Fiquei conhecendo alguns dos jovens que acompanhavam o Rebe, a aprendi muitas coisas. São muito simpáticos, o que a senhora já deve saber, e conversávamos bastante, enquanto o rabino estava rezando lá dentro.

“Bem, certo dia, vi que todos eles estavam conversando muito empolgados, e perguntei o que tinha havido. Disseram que o rabino faz muitos milagres para as pessoas, mas naquele dia, tinha feito um milagre realmente extraordinário. Eu nem cheguei a perguntar qual foi o milagre, só perguntei se o rabino ajuda também não-judeus.

“‘Claro,’ disseram, ‘o Rebe ajuda qualquer pessoa que pede. Por quê? Você está precisando de alguma coisa?’ Aí contei que eu e minha esposa estávamos casados há nove anos e não tínhamos filhos, e na semana anterior os médicos nos disseram que não tínhamos a menor chance. Tínhamos gastado muito dinheiro com tratamentos e todo tipo de grandes especialistas, fazia seis ou sete anos que rodávamos como baratas tontas, e eles tinham acabado de nos dizer que já tinham tentado de tudo e que não havia chance. Vocês não podem imaginar como ficamos arrasados. Minha esposa não parava de chorar e eu comecei a chorar também.

“Aí um dos jovens me disse: ‘Escute, da próxima vez que você acompanhar o Rebe ao cemitério, fique perto da porta do carro dele, e quando ele sair, peça a ele uma bênção.’ E foi o que fiz. Na vez seguinte em que fiz parte da escolta, fiquei perto da porta e quando ele saiu perguntei: ‘Com licença, Rabino, o senhor só abençoa judeus ou não-judeus também?’

“E o Rabino olhou para mim como um bom amigo, impressionante, e disse que tenta ajudar todos que pode. Aí, eu lhe disse o que os médicos tinham falado, e ele disse que eu escrevesse num pedaço de papel meu nome e o nome de meu pai, bem como o nome de minha esposa e o do pai dela, que ele rezaria por nós. Foi o que eu fiz. Minhas mãos estavam tremendo tanto, que quase que eu não conseguia escrever, mas consegui, e sabe o que aconteceu? Minha esposa engravidou e nove meses depois teve um menino! Os médicos ficaram malucos, não conseguiam entender, só coçavam a cabeça e – Uau! Eu me senti como o campeão do mundo!

“Mas agora vem a melhor parte. Sabe que nome demos para nosso filhinho? Adivinhe! Mendel! Em homenagem ao Rabino. Inicialmente minha esposa não gostou do nome, porque não é um nome americano, mas eu disse: Não! Vamos chamá-lo de Mendel! Assim, cada vez que dissermos seu nome vamos nos lembrar que se não fosse pelo Rabino, este menino não estaria aqui.

“Mas quando nossos pais ouviram o nome, foram realmente contra. Disseram: ‘Com um nome assim todas as crianças vão pensar que ele é judeu e vão lhe chamar nomes e maltratá-lo. Por que fazê-lo sofrer sem motivo?’ É justamente o que eu quero’ eu lhes disse. ‘Quando ele chegar em casa dizendo que os outros meninos lhe chamaram nomes e lhe bateram porque ele tem um nome judaico, vou lhe dizer que quero que aprenda com esses meninos como não se comportar. Eles odeiam os judeus sem o menor motivo, mas você deve amar os judeus e ajudá-los. Diga-lhes que sem aquele rabino judeu chamado Mendel você nem estaria aqui, e talvez eles comecem a pesar diferente também!’”

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/3060/jewish/An-Irish-Kid-with-a-Jewish-Name.htm

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, e de todas as pessoas boas.

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Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Yaakov ben Eliyáhu

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OY MOISHE!

BS’D

Betsalel Schiff nasceu na antiga União Soviética. Atualmente mora em Israel e faz muito pelo povo judeu. Ele conta o seguinte:

Quando eu era criança, na segunda série primária, meu pai faleceu. Minha mãe também morreu cedo, devido a um incidente trágico. A história que vou contar aconteceu uma semana antes de meu casamento.

Era uma época cheia de perseguição e muito sofrimento. O pavor de cumprir mitsvot era enorme. Qualquer ação praticada em nome da Torá e do judaísmo era perigosíssima. Como eu já não tinha pais e morava sozinho, assumi várias missões por meus companheiros judeus, muitas delas perigosas.

Uma das minhas tarefas era conseguir arba minim (lulav, etrog, etc.) para os judeus de Samarkand. Viajava para a Geórgia para colhê-los para a festa de Sucot. Partia logo após Rosh Hashaná, de modo que eu pudesse estar de volta para Yom Kipur.

Certo ano, cheguei em Tbilisi, na Goeórgia, onde o policial de sempre me esperava. Ele me conhecia, e me levou ao local onde as palmeiras cresciam numa área à beira-mar. Como eu lhe pagava muito bem, o policial me esperou respeitosamente e até me conseguiu uma escada e um serrote. Cortei dez lulavim (ramos de palmeira), o que era suficiente para todos os membros de nossa comunidade. Em seguida, prossegui para Kutaisi, onde colhi hadassim (murta), que cresciam em abundância no pátio da sinagoga. Era isso o que eu fazia todos os anos.

Naquele ano, quando concluí minha tarefa e queria voltar para casa, em Samarkand, antes de Yom Kipur, soube que não havia passagens disponíveis. Ofereci muito dinheiro, o triplo do preço, mas não havia nenhuma passagem.

Eu conhecia um judeu que tinha uma farmácia. Achei que ele poderia me ajudar. “Se não houver passagem para Samarkand, pelo menos me ajude a chegar em Moscou, onde mora meu irmão”, implorei. Eu tinha esperanças de poder passar Yom Kipur lá, com ele.

O homem fez o que pode, mas nada conseguiu. Acabou conseguindo acomodações para mim num hotel especial, perto do aeroporto, na esperança de que na manhã seguinte, véspera de Yom Kipur, eu conseguisse lugar num avião que fosse para Samarkand, ou pelo menos para Moscou.

Quando entrei no quarto, vi um jovem dormindo em uma das camas. Deitei-me na outra cama e adormeci. Na manhã seguinte, acordei cedo e corri para o aeroporto, para ver se havia algum vôo. Vi que eu tinha tempo até que os aviões começassem a partir, e voltei para meu quarto. O outro homem tinha acordado e estava sentado na cama. Eu queria pegar meus tefilin e rezar, mas sua presença me incomodava. Perguntei se ele ia logo embora ou se ia ficar no quarto.

“Não estou com pressa e vou ficar aqui”, disse, dando de ombros. “Por que, precisa de alguma coisa?” – Perguntou.

– “Sim, você está me atrapalhando” – eu disse honesta e corajosamente. “Hoje à noite temos um grande feriado e agora quero rezar.”

“Então reze”, disse ele, “não estou atrapalhando.”

Por falta de opção, voltei-me para a parede, coloquei meus tefilin e comecei a rezar. Quando acabei, virei-me e vi que o jovem já tinha se vestido. Trajava uniforme de oficial do Exército Vermelho. Quando vi sua patente e suas medalhas, vi que tinha entrado pelo cano. Pensei: “Pronto. Estou frito. Eu não sabia o que fazer, pois tinha sido pego no flagra pondo tefilin. Eu ainda estava em estado de choque, e pensando no que diria quando ele me perguntou calmamente: “Que feriado temos hoje?”

Por um instante não captei o que ele queria dizer, e eu disse: “Hoje à noite é Yom Kipur.” Olhei para ele e vi que ele estava sentado na cama, de cabeça baixa, perdido em pensamentos. Em seguida, ouvi que ele suspirou e disse para si mesmo: “Oy, Moishe, o que está havendo com você? Nem isso você lembra?” E caiu no choro.

Depois que se acalmou me perguntou: “O que você quer agora?”

– “Quero voltar para casa antes do feriado”, eu disse.

– “Para onde quer ir?”

– “Para Tashkent.”

– “Então venha comigo.” E se levantou e saiu do quarto.

Lá fora, vi um veículo militar e um motorista. Ele disse ao motorista para nos levar para o aeroporto. Quando chegamos lá, ele perguntou onde ficavam os aviões para Tashkent (que é perto de Samarkand). Saímos para a pista e ninguém ousou detê-lo, tampouco falar alguma coisa. Sua alta patente impunha respeito. Quando achou o avião para Tashkent disse ao piloto: “Para onde está indo?”

“Tashkent.”

“Leve-o”, ordenou.

O piloto não ousou desobedecê-lo e eu consegui chegar em casa antes de Yom Kipur.

Antes de se despedir de mim, o oficial me perguntou: “Se eu quiser encontrar você em Tashkent, como faço?” Eu lhe disse que fosse à sinagoga e perguntasse por Betsalel. Alguns meses depois ele realmente foi a Tashkent e me procurou.

Por Menachem Ziegelboim

Beit Moshiach Magazine

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/736.htm#caption3

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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ADVOGADOS DE DEFESA

BS’D

Certo ano, quando o Tsêmach Tsêdek (Rabi Menachem Mendel de Lubavitch) concluiu seu discurso na véspera de Rosh Hashaná, disse para seus chassidim:

“Hoje precisamos nos preparar para nos dirigir a D-us, a Quem dirigimos nossas preces como ‘nosso Pai, nosso Rei’. Um pai gosta de ver um coração puro; um rei gosta de uma roupa limpa.”

Rebe em seguida explicou que a missão Divina adequada para a ocasião do Ano Novo era para que cada um purificasse seu coração e limpasse suas “roupas” – os três meios de expressão – pensamento, fala e ação. E continuou:

“Cada pessoa é acompanhada por dois anjos. Quando, após as preces da noite de Rosh Hashaná, os anjos escutam cada pessoa desejar sinceramente a seu próximo: ‘Que você seja inscrito e selado para um ano bom’, eles sobem e aparecem como advogados de defesa na Corte Celestial. Lá, pedem para que os que desejaram bons votos tenham um ano bom e doce.”

E o Rebe concluiu suas palavras com a bênção:

“Que todos vocês sejam inscritos e selados para um bom ano.”

http://lchaimweekly.org/

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Eliyahu ben Aba

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SEGULÁ PARA BOA MEMÓRIA

BS’D

“Para que se lembrem…”

(Bamidbar 15:40)

Certo Chassid, que também era estudioso da Torá, queixou-se ao R. Menacham Mendel de Kotsk za’l de que não tinha boa memória no estudo.

O tsadik respondeu-lhe:

– “Na Torá há uma segulá para boa memória:

“…não sigam seus corações e seus olhos … para que se lembrem…”

Do livro: “Sipurei Chassidim – Torá”

R. Shlomo Yossef Zevin

Pag. 383

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Sara Tsivia bat Menachem Mendel

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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RESTRIÇÃO E EXPANSÃO

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

RESTRIÇÃO E EXPANSÃO NO CASAL

Um judeu foi ter com o Tsêmach Tsêdek e disse:

“Quero me divorciar de minha esposa, porque eu quero dar tsedaká e ela me impede.”

Disse-lhe o Rebe:

“Sabe-se que homem e mulher são “esh (fogo) e yud”e “esh (fogo) e hei”. Quando se unem,o nome de D-us paira entre eles, como dizem nossos Sábios: “Shechiná beineihem”. A diferença entre yud e hei é que yud é contração e hei, expansão. O que em você está em restrição e ocultação, nela está em revelação e expansão. E a origem é em você. E para o bom entendedor, meia palavra basta.

(“Shmuot veSipurim”, Vol. I, pág. 34)

Adaprado do livro:

Sipurei Chabad

Do Rabino Avraham Chanoch Glitsenshtein

Vol. XVII. Pág. 207-208.

(Hebraico)

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SARA TSIVIA BAT MENACHEM MENDEL

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AMOR POR DINHEIRO

BS’D

Contam que o Tsêmach Tsêdek falou sobre o chassid R…:

“Por que vocês estão fazendo tanto barulho sobre ele, dizendo que caiu na tentação do amor por dinheiro? Fora isso ele é bom em tudo. E antes da hitchafcha (“transformação”) vai cair em outra coisa. E em que isso é pior do que as demais aveirot (pecados)?”

(“Maassei Avotai”, do livro “Migdal Oz”)

Adaptado do livro:

Sipurei Chabad

Do Rabino Avraham Chanoch Glitsenshtein

Vol. XVII. Pág. 238.

(Hebraico)

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SHIDUCH IMEDIATO

BS’D

Certa vez, o Tsêmach Tsêdek estava viajando pela Lituânia, e passou por certa cidade da região de Vilna. As pessoas da cidade sabiam que o Tsêmach Tsêdek passaria por lá.

Lá morava uma viúva e sua filha única, que tinha ficado noiva umas 15 vezes, mas em todas elas o noivo se arrependera e acabara o noivado.

Muitas vezes tinham pensado em viajar até Lubavitch, mas não conseguiram. Mas desta vez, decidiram se encontrar com o Rebe e lhe contar todo o sofrimento por que passaram.

As duas pularam diante dos cavalos e conseguiram fazer com que a carruagem parasse.

O cocheiro começou a gritar com elas, mas elas não ligaram, até que o Rebe despertou de suas reflexões e lhes perguntou o que queriam.

A moça lhe entregou o pa’n onde detalhara seu assunto e o Rebe suspirou e disse:

Ach voy! Esperem mais um pouco.

A moça começou a chorar:

“Não, não! Até quando? Já tenho 35 anos! Por que preciso esperar?”

E o Rebe lhe disse novamente:

“Esperem mais um pouquinho.”

Mas a moça continuou na dela.

Nu”, concluiu o Rebe, “podem ir que vai ter shiduch imediatamente.”

As duas começaram a voltar para casa e viram, no caminho, uma procissão de enterro de uma mulher que falecera deixando cinco órfãos pequenos. Ficaram de olho. No final da Shiva, a moçaassumiu criar as crianças e se casou com o pai delas com Chupá e Kidushin.

(“Maassei Avotai”, do livro “Migdal Oz”)

Adaptado do livro:

Sipurei Chabad

Do Rabino Avraham Chanoch Glitsenshtein

Vol. XVII. Pág. 200-201

(Hebraico)

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Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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SEMPRE PRESENTE

SEMPRE PRESENTE

BS’D

R. Leibl Groner, A’H, relatou o seguinte:

Uma conhecida de minha esposa estava se mudando para outro apartamento. Procurou minha esposa e lhe pediu ajuda para escrever uma carta para o Rebe, pedindo-lhe uma berachá para a mudança. Como ela não sabia nem yidish nem hebraico, pediu a minha esposa para escrever a carta.

“Escreva a carta em inglês”, disse-lhe minha esposa. “O Rebe entende inglês.”

A mulher escreveu a carta e, em seguida a colocou num volume de Igrot Kôdesh que ela tinha retirado de nossa estante.

Minha esposa abriu o livro na página onde a carta havia sido colocada aleatoriamente, e traduziu a carta que havia naquela página.

Era uma carta para um casal que estava se mudando para um novo apartamento, abençoando-os para que tudo o que fosse relacionado com a mudança tivesse sucesso.

A mulher ficou satisfeita com a bênção, mas minha esposa notou que o livro que ela tinha retirado da estante era uma coletânea de cartas do Rebe Anterior, sogro do Rebe.

“É óbvio que o Rebe Anterior era um tsadik e um Rebe, mas eu ficaria mais segura tendo uma bênção do nosso Rebe, também”, disse a mulher.

Minha esposa lhe mostrou onde estavam os volumes de Igrot Kôdesh do Rebe, em outra prateleira.

A mulher escolheu um volume daquela prateleira e pôs sua carta aleatoriamente naquele livro. Entregou-o a minha esposa, e lhe pediu para traduzir a carta que estava naquela página.

Minha esposa leu:

“Estou surpreso que você está me consultando sobre um assunto que meu sogro já respondeu…”

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/lchaim/5769/1056.htm#caption3

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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