“Na fome nos alimentou na saciedade nos sustentou.”
(prece de Shabat)
Um grupo de negociantes de cereais abastados foi procurar o Rav David’le de Talna za’l, a fim de lhe pedir conselho e berachá: Como no ano anterior tinha havido uma seca, o preço dos cereais tinha subido muito. Diante disso, pensaram que neste ano também, os cereais fossem estar em alta. Por isso, no início do ano não quiseram vender sua mercadoria, e esperaram que o preço subisse mais. Mas acontece que o preço foi descendo cada vez mais e eles iam ter muito prejuízo.
O tsadik lhes respondeu:
– Quem alimenta e sustenta os pobres num ano de fome, alimentará e sustentará os ricos no ano de fartura…
Do livro: Sipurei Chassidim – Torá
Do Rav Shlomo Yossef Zevin, pág. 46
(Hebraico)
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Como dá para enxergar a luz numa realidade escura?
No programa feminino que apresento, tenho o privilégio de receber e entrevistar mulheres inspiradoras.
Cada entrevista é uma experiência única: Começo a entrevista sem saber aonde ela vai me levar. Embora eu prepare com antecedência perguntas, a entrevistada se abre diante das câmeras e, por vezes vai para uma direção totalmente diversa. Pontos que foram discutidos em nossa conversa inicial nem sempre são abordados, e pontos diferentes e mais profundos sobem à tona. A dinâmica entrevistadora-entrevistada cria uma conversa que não foi planejada nem estava no script.
Uma das entrevistas mais poderosas que já fiz foi com a parlamentar Limor Son Har-Melech. Enquanto uma entrevista tem a duração média de cerca de quarenta minutos, a dela foi de duas horas.
Ela abriu seu coração e contou sua história: Descreveu como seu marido Hy’d foi assassinado a seu lado, no carro, por terroristas. Ela estava no sexto mês de gravidez e teve uma cesariana de emergência. Passou por muitas cirurgias e três anos de reabilitação para se recuperar por completo de suas feridas.
Na época ela morava em Chomesh, onde começou a retirada dos assentamentos. A casa dela foi a última a ser evacuada. Quando os soldados entraram, ela lhes disse: “Antes de cumprir suas ordens, olhem pela janela e vejam os árabes.”
Eles olharam para fora e viram os árabes gritando em
êxtase: “Bom para vocês, soldados de Israel! Continuem a destruir suas próprias casas.”
“Vocês precisam entender”, ela disse aos soldados, “que o que eles não conseguiram fazer em anos, jogando coquetéis Molotov e pedras, vocês fizeram em uns poucos dias. Vocês nos arrancaram de nossa terra. Vejam como eles estão felizes! Vocês entendem o que estão fazendo? Isto é uma destruição completa.”
Os soldados começaram a desocupar a última casa… a casa dela. A dor era insuportável. No meio do caos, o pai de seu marido assassinado, que tinha ido ficar com eles naquele período, disse para todos: “Nós vamos sair daqui cantando e dançando.”
Ele reuniu um grupo de pessoas, e eles começaram a dançar, cantando: “Ainda vamos voltar.”
Limor sentiu-se como se estivesse vendo Rabi Akiva. Todos em volta dele choravam, mas ele, ria. Ele sabia que se a profecia do castigo estava acontecendo, a profecia da consolação com certeza se realizaria.
Essa história me emocionou muito… Durante as duas horas que passei com ela acabei com uma caixa inteira de lenços de papel. Saí da entrevista pensando: De onde ela consegue essa força para superar testes assim?
Peguei alguns pontos da entrevista para incorporar a minha própria vida. Mas o ponto que mais me marcou foi o fato de que precisamos viver como Rabi Akiva. Precisamos mudar nossa percepção e nos elevar acima da loucura deste mundo. Podemos viver no caos, com ataques terroristas e caos interpessoal, e mesmo assim rir e ver a Gueulá chegando.
Do livro: “Who Are Your?”
De: Moran Koors
Págs. 134-135
(Inglês)
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
O Rav Yitschak de Neschij contou que seu pai, o Rav Mordechai za’l (conhecido como o velho rav de Neschij), antes de ser nomeado rabino, era negociante. E de cada viagem de negócios que fazia, economizava um pouco para poder comprar um etrog para a mitsvá de Sucot. Até que conseguia juntar toda a quantia necessária para comprar um etrog.
Certa vez, conseguiu juntar assim seis rublos de prata para comprar o etrog e viajou para Brod, para comprar o etrog, pois morara naquela época numa cidadezinha próxima a Brod.
No caminho, encontrou um carregador de água, que transportava a água numa carroça puxada a cavalo. O cavalo morreu, o homem estava chorando e suspirando por isso.
O rabino perguntou:
– Por que você está chorando?
O homem lhe contou tudo o que acontecera. Imediatamente, o rabino lhe deu os seis rublos de prata para que comprasse outro cavalo.
E o rabino disse:
– E qual a diferença? Etrog é uma miitsvá de Hashem, e isto também é uma mitsvá de Hashem.
E disse brincando:
-Todo mundo faz uma berachá sobre o etrog, e eu vou fazer uma berachá sobre o cavalo…
Mas acabou ganhando um etrog bonito e mehudar. E além da “berachá do cavalo” fez também a berachá do etrog.
Adaptado do livro: Sipurei Chassidim
Do Rabino Shlomo Yossef Zevin
Moadim
Pág. 122
(Hebraico)
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Recentemente, os jornais publicaram a notícia de um judeu israelense, residente na Turquia, que, por muito dinheiro, havia sido recrutado pelo Irã para ajudar o Irã em sua luta contra Israel.
Baruch Hashem ele foi pego antes de conseguir causar qualquer mal.
O interessante é que, ao ser pego ele desabafou:
“Que sorte que vocês me pegaram!”
Vejam: o homem ia cometer um crime/pecado grave, que poderia ter nos prejudicado muito e com isso ganharia muito dinheiro. Mas na verdade, ficou feliz por não ter conseguido fazer isso. Ele estava, simplesmente dominado pelo Yêtser Hará. Mas sua essência estava pura e cristalina.
Consta no livro sagrado Tanya, escrito pelo primeiro Rebe de Chabad, que um judeu só peca quando é dominado por um espírito de insensatez.
Foi o que aconteceu com aquele judeu, e é o que acontece com cada um de nós, quando não nos comportamos como devemos.
Hashem sabe disso e, por isso mesmo, com certeza nos abençoará com um ano bom e doce. Um ano de Mashiach e redenção.
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
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Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Há mais de cem anos, na cidade de Belz, havia um Rebe muito santo chamado Rav Shalom de Belz. Tinha milhares de chassidim, e seu nome era famoso em grande parte do mundo judaico.
Certo ano, na primeira noite de Selichot (preces penitenciais que são ditas antes de Rosh Hashaná), em vez de ir para a grande sinagoga para assinalar o início das preces, Rav Shalom pediu a seu ajudante para aprontar a carruagem, pois iriam para a floresta.
O espantado ajudante pensou nos milhares de Chassidim que estavam esperando o Rebe chegar na sinagoga para iniciar as preces. Mas sabia que não devia fazer perguntas, e foi aprontar a carruagem.
Depois de viajarem durante uma meia hora, o Rebe fez sinal para o assistente para que ficasse na carruagem enquanto ele foi andando por uma trilha estreita. Na distância havia uma cabana.
O Rebe foi até a janela da cabana e olhou para dentro. Lá estava sentado um Chassid idoso, sozinho, perto de uma mesinha. Sobre a mesa havia uma garrafa de vodca e dois copinhos: um diante dele e o outro, diante de uma cadeira vazia na sua frente.
Através da janela o Rebe viu o Chassid levantar seu copo de dizer “lechaim” (à vida) e beber a vodca. Em seguida viu o Chassid beber o segundo copo também. Repetiu isso mais duas vezes. Depois disso o Rebe voltou rápido para a carruagem. E voltou para Belz com seu ajudante.
Quando as portas da sinagoga se abriram e o Rebe entrou, a congregação ficou em silêncio. Todos os olhares acompanharam o Rebe até seu lugar na frente da sinagoga e o salão irrompeu em preces dando início às Selichot.
Quando as Selichot foram concluídas, o Rebe voltou-se a seu assistente e disse: “Tem um Chassid idoso que chegou atrasado e com certeza vai acabar depois que todos foram embora. Por favor, espere ele acabar e lhe diga que quero que ele venha a meu escritório.”
Cerca de meia hora depois, Zelig estava, trêmulo, diante de Rav Shalom. “Quero que me diga o que você fez em sua casa, antes de vir para cá, hoje à noite”, começou o Rebe. “Por que você estava com dois copos de vodca e com quem fez lechaim?”
“O Rebe está sabendo disso!?” Perguntou, com os olhos arregalados de espanto.
“Estive na sua casa e vi o que aconteceu. Mas quero entender o que você fez lá”, explicou o Rebe.
“Sou pobre, Rebe, não tenho filhos e minha esposa faleceu há anos. Vivo só, com meus poucos animais, quer dizer, até poucos meses atrás. Minha vaca adoeceu e eu rezei para D-us curar a vaca. ‘Afinal de contas’, eu disse para D-us ‘Você criou o mundo inteiro e tudo o que há nele, com certeza pode curar uma vaca!’
“Mas a vaca piorou. Então eu disse: ‘Escute, D-us, se Você não curar essa vaca, não vou mais para a sinagoga!’ Achei que se D-us não liga prá mim, quer dizer, não é nada para Ele curar uma vaca velha! Então por que devo ligar? Mas a vaca morreu e eu fiquei bravo e… parei de ir à sinagoga.
“Aí minha cabra ficou doente. Eu disse para D-us: ‘O quê? Não bastou? Acha que estou blefando? Se esta cabra morrer não vou mais colocar tefilin!’ A cabra morreu e eu parei de botar tefilin.
“Aí minhas galinhas adoeceram e eu disse a D-us que se elas morressem eu não iria mais guardar Shabat. Uma semana depois eu fiquei sem galinhas e D-us ficou sem meu Shabat.
“Bom, aguentei mais de uma semana até que, de repente, percebi que a época das Selichot estava chegando. Pensei; ‘Zelig, você não vai dizer Selichot com o Rebe? Tá louco!?? Mas por outro lado, eu estava bravo com D-us e não estava indo na sinagoga.
“Então me lembrei que certa vez, eu discuti com Shmerel, o açougueiro. Durante cerca de um mês a gente nem falava ‘oi’. Até que uma noite, ele veio até minha casa com uma garrafa de vodca e disse: ‘Vamos esquecer o passado e voltar a ser amigos. Nós, judeus, já temos muitos inimigos.’ Aí falamos “lechaim” três vezes, apertamos as mãos e até dançamos um pouco juntos, e ficamos amigos de novo.
“Pensei que poderia fazer o mesmo com D-us. Eu O convidei para sentar na minha frente, servi dois copos e disse: ‘Escute, D-us, Você esquece minhas falhas e eu esqueço as Suas. Tudo bem?’
“Bebi meu copo e entendi que D-us queria que eu bebesse o d’Ele. E depois que fizemos isso mais duas vezes, me levantei e dançamos juntos! Aí me senti melhor e vim para as Selichot.”
O Rebe ficou muito sério. Olhou intensamente para os olhos inocentes de Zelig e disse: “Escute, Zelig. Antes de começarmos as Selichot, vi que no Céu havia um decreto terrível sobre nossa sagrada congregação. O motivo era que os Chassidim estavam dizendo as palavras do livro de reza, mas não estava rezando para D-us com sinceridade. Mas você, Zelig, conversou com D-us como se Ele fosse seu amigo. Seu coração simples salvou toda a comunidade!”
Antes de Reb Menachem Mendel de Vitebsk partir para a Terra Santa, quis receber uma bênção de despedida de Reb Yaakov Yossef de Polona. O Alter Rebe, que era ainda jovem, o acompanhou.
Reb Yaakov Yossef estivera presente no primeiro encontro do Reb Menachem Mendel com o Báal Shem Tov.
“Lembra-se da história que o Báal Shem Tov lhe contou?” – Perguntou Reb Yaakov Yossef. – “Naquela história ele deu a entender que você iria para a Terra Santa.” – Continuou.
“Sim, e estou indo prá lá.”
“O Báal Shem Tov também sugeriu que você viria a mim, para que eu lhe desse uma bênção.”
“Este é o objetivo de minha visita.”
“Aquela história também dava a entender que você estaria acompanhado de um jovem cuja grandeza seria reconhecida em todo lugar.”
Reb Menachem Mendel apresentou o Alter Rebe a Reb Yaakov Yossef. “É este aqui.” – Declarou.
Quando se escreve uma carta durante o mês de Elul é costume judaico desejar que o destinatário seja inscrito e selado para um ano bom e doce. Alguns começam a abençoar o próximo desta maneira ainda a partir do dia 15 do mês de Av. E isto mesmo se a carta tratar de outros assuntos que não têm nada a ver com este.
A Torá nos ensina que todos os que abençoam são abençoados e que se deve evitar o oposto, principalmente no mês de Elul, deve-se ter o cuidado de usar apenas palavras de bênção. Obtemos assim da Torá o conselho, bem como a força para modificar o passado.
Devemos acabar com essa prática de criticar judeus e Elul deve ser uma época em que cada judeu abençoa cada judeu (e todos os judeus) com o bem revelado e perceptível. E essas bênçãos devem ser expressadas verbalmente
Baseado nas palavras do Rebe.
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D