FAREI VOLTAR O CORAÇÃO DOS PAIS…

BS’D

…ATRAVÉS DOS FILHOS

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Rebe contou que havia uma família que morava em Israel que tinha uma filhinha de seis anos. A família não cumpria Torá mitsvot e a menina estudava em uma escola que não era religiosa. Certo dia, duas mocinhas foram visitar a escola e contaram às alunas pequenas que existe uma mitsvá importante que só mulheres e meninas podem cumprir – a mitsvá de acender velas de Shabat. As moças falaram para as meninas que elas também podiam cumprir essa mitsvá importante, e receber o Shabat.

“Queremos muito acender velas em honra do Shabat” – empolgaram-se as meninas. – Como podemos fazer isso?” – Perguntaram emocionadas.

“Muito simples”, as moças as orientaram. “Primeiro coloca-se uma moeda numa caixinha de tsedaká. Depois devem acender a vela e fazer a berachá, assim receberão o sagrado Shabat.” E deram a cada menina uma vela e um castiçal pequeno com uma folha bonita contendo a berachá.

Quando acabou a aula e a menina foi prá casa, correu para sua mãe para lhe mostrar a vela. “Ima, veja o que recebi”, contou com a empolgação característica da infância, e avisou a sua mãe que na próxima sexta-feira de tardezinha, ela pretendia acender a vela, em honra do Shabat.

A mãe não entendeu nada. Não tinha o mérito de cumprir mitsvot, e nunca tinha ouvido falar em velas de shabat. “Não!” – “Não vai acender esta vela.” E pensou: “Onde já se viu uma coisa dessas?! Uma menina pequena resolve fazer algo que seus pais jamais fizeram?! Não é possível que a menina comece a mudar as regras da casa!”

A menina, que o dia todo tinha planejado como acenderia a vela, caiu no choro. “Qual é o problema que eu acenda a vela?! Já tenho a vela e já sei a berachá. Está tudo escrito no papel que me deram na escola. Não estou lhe pedindo que me dê nada. Só estou pedindo que me deixe acender a vela”, chorou a menina e bateu os pés em teimosia.

A mãe se espantou com a reação da filha. Respondeu carinhosa: “Tudo bem, filhinha. Se parar de chorar, deixo você acender a vela que recebeu.”

Assim que escutou isso, a menina parou de chorar, seus olhos se iluminaram e ficou muito feliz.

Ao chegar a hora do acendimento das velas, a menina achegou-se à mesa e, exatamente como lhe haviam ensinado na escola, pegou a vela e o castiçal, e os colocou cuidadosamente sobre a mesa grande. Pediu fósforos a sua mãe, acendeu a chama e, com grande respeito, aproximou o fósforo à vela, que brilhou com uma chama tremeluzente. A menina cobriu os olhos e fez a berachá do acendimento das velas.

Descobriu os olhos e olhou, encantada, para a vela acesa. De repente, lembrou-se de que as mocinhas disseram que é proibido tocar na vela e tirá-la do lugar no shabat. E com inocência infantil, falou para sua família: “No Shabat é proibido tocar na vela, tirá-la do lugar e até mesmo soprar na vela, para não apagá-la, pois é chilul Shabat (profanação do Shabat)…”

Os pais entenderam que aquilo não era tão mau assim, e que sua filha não modificou as regras da casa. Afinal de contas, tudo o que a menina fez foi acender uma vela. Inclusive, perceberam sua emoção na hora da cerimônia do acendimento da vela. E na sexta-feira seguinte, não esperaram até que a menina fizesse uma cena. Assim que pediu, deram-lhe permissão para acender sua vela.

A empolgação da menina foi igual à da semana anterior.

Algo começou a mudar no coração da família…

Numa sexta-feira algumas semanas depois, o pai disse, de repente para a mãe da menina, que não combina que a televisão esteja ligada enquanto a vela ainda está acesa. “Tem razão”, respondeu a esposa, “não consigo ver televisão enquanto nossa filhinha querida está cantando músicas de Shabat e a vela ainda está acesa…”

Os pais decidiram, simplesmente, que a partir daquele dia, enquanto a vela estivesse acessa, a televisão estaria desligada.

Na semana seguinte, os pais mantiveram sua decisão. Não tocaram na vela de Shabat que estava sobre a mesa, e quando a menina acendeu a vela, desligaram a televisão. Acontece que, logo em seguida, o telefone tocou…

A mãe se levantou para atender mas, imediatamente, recuou. “Como vou atender o telefone, e a vela de Shabat está acesa aqui sobre a mesa?” A partir daquela semana, os pais pararam de atender o telefone enquanto a vela de sua filhinha estava acesa…

Passou-se mais um Shabat e, de repente, a mãe percebeu algo estranho: Quando uma vizinha ou amiga entrava na casa, via a vela sobre a mesa. Inclusive notava como a menina estava feliz por ter acendido a vela de Shabat e contava a todos que era uma vela sagrada e um dia sagrado. Enquanto que a mãe se comportava como se fosse um dia comum, de semana… Isso era meio estranho e não dava para entender! Para a menina era um dia sagrado, enquanto para a mãe era simplesmente um dia de semana?!

A mãe resolveu começar a acender velas de Shabat!

Assim que acendeu suas velas, a mãe foi para a cozinha, como de costume, esquentar o jantar. Quase acendeu o forno quando se deu conta assustada: “Acabei de acender as velas do sagrado Shabat, inclusive fiz a berachá, dizendo que é Shabat Kôdesh, e logo depois vou profanar o Shabat?!”

A mãe, simplesmente, não tocou o forno! As velas que tinha acabado de acender não lhe permitiram ligar o forno.

Mas comer comida fria também não dá. Aí a mãe começou a preparar tsholent, tal qual uma família que cumpre mitsvot.

Deste modo a família foi, passo a passo, progredindo, e cada semana descobria mais uma ação que não se pode fazer no Shabat.

As semanas foram passando, e a família foi cada vez mais se aproximando do cumprimento das mitsvot. Até que agora (quando o Rebe contou esta história), todos os membros da família viraram baalei teshuvá.

E tudo começou porque uma menininha insistiu – com choro e muita bagunça – em acender uma vela cada véspera de Shabat. Isso fez com que, com o passar das semanas, toda a família tenha deixado de profanar o Shabat  enquanto a vela estava acesa. E continuou com a mãe, ela própria, começando a acender velas de Shabat. Deste modo, toda a família fez teshuvá.

***

Depois desta história, o Rebe contou mais outra:

Vivia na Inglaterra, uma família tradicional, que sabia o que são velas de Shabat, e as acendia semanalmente. Davam muita importância à mitsvá de acender as velas. Toda sexta-feira, uma mesa festiva era posta, e sobre ela eram acesas as velas.

Como a mãe queria muito que toda a família estivesse presente durante o acendimento, só o fazia quando o marido chegava do trabalho.

O marido só fechava seu negócio às cinco da tarde. Voltava para casa e, às seis a esposa acendia as velas de Shabat. Depois disso, o marido fazia o kidush e a família se sentava para a refeição do Shabat.

O marido era um homem muito organizado, e sempre abria e fechava seu negócio na hora certa. Fechava todas as sextas-feiras às cinco da tarde, tanto no verão, quando o sol ainda estava alto e lá fora estava claro; quanto no inverno, quando já estava escuro.

Certo dia, a filha daquele casal voltou da escola e, vibrando disse à mãe: “Mamãe, já tenho cinco anos e quero muito acender velas de Shabat, como me ensinaram na escola.”

A mãe ficou muito contende. “Isso mostra que a menina é inteligente e entende as coisas.” Pensou. Estou contente que minha filha segue meu exemplo. Isso mostra que ela vai me obedecer em outras coisas também.”

E a partir de então, cada sexta-feira a mãe arrumava uma mesa festiva, e esperava que o pai voltasse do trabalho. E às seis em ponto, ela e a menininha acendiam velas de Shabat.

E o inverno chegou… Os dias ficaram curtos e as noites, longas.

A sexta-feira foi muito curta. A menina, como de costume, olhou a folha de instruções que recebera, e viu o horário das velas daquela semana. Olhou para a folha, olhou para o relógio que havia na parede da sala e percebeu que faltava pouco para o horário do acendimento das velas. Na escola lhe ensinaram que antes daquele horário é permitido acender velas mas depois daquele horário, o sol já se pôs, já era Shabat e… já era proibido acender velas: era chilul Shabat  (profanação do Shabat)!

A menina esperou, ansiosamente que a mãe levasse as velas para a mesa. Mas… nada. “Mamãe mal começou a arrumar a mesa festiva do Shabat”, pensou a menina. Lá fora, o sol estava quase se pondo, mas a mãe não dava nem sinal de que logo acenderiam as velas.

“O que está acontecendo aqui?” – pensou a menina. “Toda semana a gente acende velas muito antes da entrada do Shabat. O que está acontecendo hoje?! Por que mamãe ainda não aprontou as velas??!”

“Mamãe, quando vamos acender as velas? Já está muito tarde…” A mãe espantou-se: “Ué, às seis, como todas as semanas… e ainda temos bastante tempo até lá!”

A menina exclamou: “Oy vavoy!!! É proibido!!! É proibido acender as velas às seis. Já é noite. Vai ser chilul Shabat!”…

A mãe olhou para a menina sem entender nada. “Como, é proibido?! Papai ainda está no trabalho. Ele só volta às seis. E só quando ele chega é que acendemos as velas…”

A menina não escondeu sua turbulência. “Mamãe, não tem nada a ver com a hora que papai chega! A gente aprendeu na escola que é preciso acender as velas antes do pôr do sol. No verão, seis da tarde é bem antes do pôr do sol. Mas no inverno, às seis já está escuro… bem depois do pôr do sol… Aí já é proibido acender as velas, é chilul Shabat!”…

A mãe se assustou com a repreensão da filha e disse: “O quê? Você está querendo me modificar?! Está querendo que depois de tantos anos eu modifique meu costume?!”

A menininha respondeu: “Não! Não quero modificar você, só quero que me deixe acender as velas na hora, antes do pôr do sol.”

A mãe teve de deixar a filha acender logo as velas. A filha, por sua vez, apressou-se e acendeu a vela antes do pôr do sol.

O pai chegou do trabalho no seu horário costumeiro, quase seis, quando já era de noite.

Entrou em casa e viu algo muito estranho: sobre a mesa do Shabat estava acesa uma velinha: a vela que sua filhinha acendera. “O que está acontecendo aqui?” – Perguntou espantado. “Por que você acendeu a vela e não esperou para acender com sua mãe, na hora que ela sempre acende?”

A filha contou para o pai tudo o que acontecera, e lhe explicou o que aprendera na escola: que é preciso acender as velas de Shabat  antes do pôr do sol.

O pai ficou espantado…

“Como pode ser que uma menina pequena discorde de seus pais?!” Porém, depois que pesquisaram o assunto, tiveram que admitir que a menina estava certa.

Dentro de pouco tempo, a menina conseguiu fazer com que seus pais mudassem de opinião e, na semana seguinte, a mãe e a filha já acenderam as velas de Shabat na hora certa…

Até então, a mãe achava que cumpria a mitsvá de acender velas de Shabat com grande capricho, até cuidava do shalom bayit, esperando que seu marido chegasse do trabalho. Mas ela estava equivocada: além de não fazer mitsvá nenhuma, ainda estava fazendo a averá (transgressão) muito grave de chilul Shabat. E quem foi que fez essa transformação?! Quem fez com que a mãe começasse a acender as velas na hora certa? A menininha de cinco anos…

MORAL DA HISTÓRIA:

De histórias como esta vemos que “mitsvá goreret mitsvá” (uma mitsvá puxa outra). Isso não é apenas um assunto que aparece na Mishná. É um assunto concreto, que vemos de fato. Uma das maneiras de constatar a importância e necessidade de uma ação é ver suas consequências. De histórias assim aprendemos como é importante o esforço na campanha de “acender velas de Shabat”.

(Da sichá de 6 de Tishrei de 5736)

Do livro: “Má Shesiper li HaRabi

Vol III

Págs. 162-173.

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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ONDE PODE ESTAR A RESPOSTA?

BS’D

O Rabino Tsvi Hersh Weinreb relata o seguinte:

Embora tenha morado em Crown Hights durante um tempo depois que casei, eu não era Chabad. De vez em quando ia aos farbrenguens do Rebe, mas minha relação sempre fora mantendo certa distância.

Estou contando isso por causa de algo que aconteceu algum tempo depois.

Três anos depois de nosso casamento, minha esposa e eu nos mudamos para Silver Spring, onde estudei na Universidade de Maryland. Obtive um doutorado em psicologia e comecei a trabalhar como psicólogo no sistema escolar de lá. Além disso, eu dava aulas de Talmud – uma no Shabat de tarde, para o público geral, e uma terça-feira à noite, para um grupo menor de pessoas que queriam se aprofundar mais.

Estava com trinta e poucos anos, e imagino que estava meio cedo para ter a crise da meia idade – ou talvez eu tenha chegado a essa crise mais cedo que a maioria das pessoas – mas nessa época eu me debatia com uma série de questões urgentes:

Deveria ficar no estudo da Torá ou prosseguir com a psicologia? E se fosse esse o caso, como avançar na carreira – passar para psicoterapia particular ou aceitar uma oferta de uma das organizações de serviço social do município? Também estava em dúvida sobre qual seria a melhor escolha, para meus filhos, em termos de opções educacionais em Silver Spring.

Além de todos esses dilemas eu tinha minhas próprias dúvidas nas áreas de fé e confiança em D-us, bem como algumas questões filosóficas. Encontrava-me numa situação de incerteza.

Tudo isso me deixava muito deprimido, e eu não sabia o que fazer nem prá onde ir. Conversei com vários amigos íntimos, e um deles, um Chassid Chabad – sugeriu que eu visitasse o Rebe.

Portanto, em fevereiro de 1971 telefonei para o Rebe.

O secretário do Rebe atendeu o telefone em inglês, e me perguntou o que eu estava precisando.

Enquanto eu conversava com o secretário, ouvi uma voz, no fundo – voz essa que reconheci dos farbrenguens. Rebe estava perguntando em yídish: “Quem está falando?”

Respondi: “Um judeu de Maryland.”

Eu disse ao secretário que estava com muitas questões que gostaria de discutir com o Rebe – questões sobre a direção que minha vida deveria tomar, minha carreira, fé. Expliquei que estava numa fase muito incerta e não sabia prá que lado ir.

Eu ia falando em inglês e, à medida que eu falava, o secretário do Rebe ia repetindo e parafraseando minhas palavras em yídish – imagino que ele estava fazendo isso para o Rebe, que devia estar lá perto.

E foi quando ouvi o Rebe falar, no fundo, em yídish: “Diga a ele que há um judeu que mora em Maryland com quem ele pode conversar. Seu nome é Weinreb.”

O secretário me perguntou: “Você ouviu o que o Rebe disse?”

Eu não podia acreditar nos meus ouvidos. Tinha certeza de que não tinha dado meu nome, mas o Rebe acabara de falar meu nome! Fui pego de surpresa e quis ouvir novamente. Portanto, quando o secretário me perguntou se eu tinha escutado, falei que não.

O secretário repetiu as palavras do Rebe para mim: “Há um judeu em Maryland com quem ele deve falar. Seu nome é Weinreb.”

“Mas meu nome é Weinreb!” Protestei.

Foi quando ouvi o Rebe dizer: “Se é assim, então ele deve saber que às vezes é preciso conversar consigo mesmo.”

O secretário também parecia atordoado com o que estava acontecendo. Parou, e eu só ouvia sua respiração. Então ele me disse: “O Rebe disse que às vezes é melhor conversar consigo mesmo. Seu nome não é Weinreb?”

“Sim, meu nome é Weinreb, mas talvez o Rebe esteja se referindo a outro Weinreb.”

“Não, o Rebe está dizendo ‘converse com Weinreb’, e explicou que você precisa conversar consigo mesmo.”

Agradeci muito, e a conversa acabou ali.

Acho que entendi o que o Rebe estava querendo me dizer. Se eu pudesse pôr palavras em sua boca, ele estava dizendo: “Você está procurando as respostas fora de si mesmo. Não é mais criança, é um homem. Tem trinta anos, é pai, é professor de Torá. Precisa ter mais autoconfiança. Está na hora de crescer e escutar a si mesmo. Não seja tão dependente dos outros. Confie em si mesmo.”

E dali por diante, tornei-me mais determinado. Acho que até então eu tinha a tendência de ser muito ambivalente. Não me arriscava. Quando precisava tomar uma decisão, era um procrastinador. Mas a partir de então, mudei.

Rebe poderia ter pegado o telefone e me dito o que fazer, mas não sei se eu seguiria seu conselho do jeito que aceitei este. Tal qual muita gente, acho que eu tinha uma resistência natural a fazer o que os outros mandavam, e acho que o Rebe teve o discernimento de saber que para mim, seria melhor descobrir sozinho a resposta, do que ouvi-la dele.

Acho que o Rebe ter entendido isso foi parte de sua grande sabedoria.

Poucos meses depois daquele telefonema que transformou minha vida, tive a oportunidade de agradecer pessoalmente ao Rebe. Fui visitar meus sogros em Brooklyn e meu sogro me incentivou a ir agradecer ao Rebe. Ele estava recebendo as pessoas numa pequena audiência pública, e fui até ele e disse: “Meu nome é Weinreb e sou de Maryland.” E ele me deu um grande sorriso de reconhecimento.

Vi o Rebe muitas vezes, e também muitas fotos suas, mas aquele sorriso especial significou muito para mim.

Mudei-me de Silver Spring e acabei mudando de carreira: de psicólogo em tempo integral passei a rabino de uma sinagoga. Fui o rabino de Shomrei Emunah, uma congregação maravilhosa em Baltimore. Numa fase posterior, aceitei o cargo de Vice Presidente Executivo da Orthodox Union, embora tenha sido difícil a decisão de deixar meu cargo em Baltimore.

Desde 1971, houve épocas em que estive diante de questões difíceis na vida e, antes de buscar conselho de outra pessoa, escutava minha voz interior. Primeiro, dedicava algum tempo para estudar alguns dos ensinamentos do Rebe – como Likutei Sichot – para me conectar de novo, e depois seguia o conselho que ele tinha me dado: de conversar comigo mesmo. E incentivo outras pessoas a fazer o mesmo.

Antes de sair por aí perguntando isso e aquilo a outra pessoa, converse consigo mesmo e escute o que você tem a dizer sobre o assunto – às vezes seu próprio conselho é o melhor.

O Rabino Dr. Tsvi Hersh Weinreb é o vice-presidente executivo emérito da Orthodox Union desde 2002.

Do livro:

One by One – Stories of the Lubavitcher Rebbe.

Págs. 25-29

(Inglês)

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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QUADRADINHOS DE CHOCOLATE

BS’D

Ingredientes:

Chocolate meio-amargo triturado

Nozes, castanhas e frutas secas trituradas

Modo de Fazer:

Forre uma forma com papel manteiga e o unte com óleo

Nela coloque a mistura de nozes trituradas e o chocolate

Ponha no forno na temperatura mais baixa.

Quando o chocolate começar a amolecer, retire do forno e misture com um garfo.

Ponha na geladeira até endurecer e corte quadradinhos.

Guarde na geladeira

Lebriut!

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KASHER BY GOVERNO SOVIÉTICO

BS’D

O pai do Rebe, Rabi Levi Yitschak Schneerson, era rabino-chefe da cidade de Yekatrinoslav (hoje Dnepropetrovsk), região grande produtora de trigo da antiga União Soviética. Anualmente, judeus do país inteiro compravam de lá o trigo para as matsot de Pêssach.

Quando o governo comunista nacionalizou a economia, sabia muito bem que os judeus só comprariam farinha para Pêssach, se estivesse sob a supervisão de um rabino reconhecido. De modo que exigiu que o Rabino Levi Yitschak desse o certificado de kashrut para a farinha.

Rabi Levi Yitschak lhes disse que daria o certificado, mas seria responsabilidade do governo cumprir a lei judaica: cuidar para que o trigo não entrasse em contato com água, contratar supervisores para que a farinha fosse kasher para Pêssach, e lhes conferir toda a liberdade de ação.

As autoridades, inicialmente, falaram que tais exigências eram impraticáveis, pois causariam grande prejuízo financeiro, uma vez que o volume do trigo aumentava consideravelmente quando se lhe acrescentava água na hora de moer.

Rabi Levi Yitschak respondeu firmemente: “De acordo com a constituição e com minha própria consciência, não posso dizer a ninguém que a farinha é kasher para Pêssach, se ela não o for, de fato.”

Acabou viajando até Moscow, onde se encontrou com oficiais de alto escalão, e lhes explicou seu ponto de vista. Por incrível que pareça, eles concordaram com todas as exigências do Rebi Levi Yitschak Schneerson.

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/2671928/jewish/The-Soviet-Governments-Kosher-Certification.htm

By Mendy Kaminker

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

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“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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O CHASSID E O PAI DO REBE

BS’D

chassid, Reb Ozer Winikorsky za’l, precisava passar pelas sete fogueiras do Guehenom, por onde tinham de passar todos os que se apresentavam para o serviço militar na Rússia comunista. Apresentou-se cinco vezes diante das autoridades de convocação, e cada vez que precisava aparecer diante do departamento médico, ficava tenso e apavorado.

Procurou o Rabi Levi Yitschak (pai do Rebe) e pediu sua bênção e orientação, para salvar-se das garras dos que conspiravam contra ele. Percebendo a aflição e o sofrimento do chassid, Rabi Levi Yitschak deu-lhe uma orientação detalhada do que deveria fazer a fim livrar-se de seus problemas. Falou-lhe o dia exato em que devia apresentar-se, a hora, e a rua por onde deveria chegar, que capítulos de Tehilim deveria dizer antes de ir, e quantas moedas deveria dar para tsedaká. Disse-lhe, inclusive, que ao chegar à porta do escritório do Serviço Militar, pensasse no Nome de D-us, e só depois se apresentasse. Deu-lhe sua bênção e sua promessa de nada de mal lhe ocorreria. Pediu-lhe também que depois voltasse a vê-lo, para contar tudo o que ocorrera.

“Quando lá cheguei” – relatou Reb Ozer – “após fazer tudo conforme a orientação do Rabi Levi Yitschak, entrei na grande sala onde havia várias mesas ordenadas. Ao lado de cada mesa estava sentado um médico, cada médico tinha sua especialidade, e sua função era examinar o candidato, única e exclusivamente na área de sua especialização. Cada médico estava encarregado de uma área da medicina, de modo que o candidato deveria passar por todos aqueles doutores, para que não pudesse enganar quanto a seu verdadeiro estado de saúde.”

“Fui cuidadosamente examinado por todos aqueles médicos, e cada um escreveu seu relatório. Quando, finalmente, cheguei ao funcionário que deveria me dar o resultado final – fiquei surpreso quando ele me olhou penalizado e perguntou: ‘O que há com você, infeliz? Cada um dos médicos encontrou uma doença!’”

“Deste modo saí de lá como inapto, e fui dispensado do Serviço Militar!” –Reb Ozer concluiu seu relato do milagre pessoal que lhe ocorreu pela berachá de Rabi Levi Yitschak.

(Do livro “Toledot Levi Yitschak”, Vol. I)

Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line” da Yeshivá Tomchei Tmimim

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

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Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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BOLINHO

BS’D

Ingredientes:

1 ovo

3 colheres de sopa de aveia

1 colher de sopa de farinha de trigo

1 colher de sopa de açúcar de coco

2 colheres de sopa de açúcar branco

¼ de copo de óleo

1 colher de sopa generosa de techina

I colherinha de fermento para bolo

3 colheres de sopa de chocolate picado

1 maçã picada

3 colheres de sopa de nozes e castanhas trituradas

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Unte e polvilhe uma forma pequena de bolo inglês.

Misture todos os ingredientes, e verta na forma.

Asse durante cerca de 1 hora.

Lebriut!

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O GUARDIÃO DE ISRAEL NÃO COCHILA NEM DORME

BS’D

O Rebe de Lubavitch falou há 50 anos,  num Farbrenguen  de surpresa em Erev Rosh Chodesh Menachem Av, no ano de 5734, palavras que são totalmente relevantes para a situação em que nos encontramos hoje.

O Rebe pediu que essa mensagem fosse publicada para todos os judeus, em todos os lugares, especialmente para as crianças, que todos fossem incentivados a dar tsedaká  em todos os dias (de semana) dos nove dias, e que dessem em dobro na sexta-feira…

Estamos agora diante dos Nove Dias, de Rosh Chodesh a Tishá Beav.

O objetivo e a realização desses dias é transformá-los rapidamente em dias de felicidade e júbilo.

Embora seja uma época de muita escuridão – pois estamos no final da galut e pouco antes da chegada de Mashiach – agora é uma época propícia para divulgar para todos os membros do povo judeu que fortaleçam sua emuná (fé) e bitachon (confiança) em Hashem.

É importante que nos lembremos que consta: mipnei chataeinu galínu miartseinu (devido a nossos pecados fomos exilados de nossa terra). O único motivo por que Bnei Yisrael foram exilados de nossa terra foi nossas aveirot.

Os impérios Romano e Babilônio podem ter sido grandiosos e poderosos, com uma quantidade imensa de munição, ao passo que os yiden eram tão poucos. Contudo, se os yiden não tivessem pecado, os goyim não teriam conseguido nos exilar, uma vez que um não-judeu não tem controle sobre o povo judeu.

Esta é a lição para nós AGORA. Embora sejamos como um cordeiro entre 70 lobos, não há motivo para medo, chas veshalom. Não há motivo para pensar: “Como posso continuar a dormir e trabalhar em paz, quando estou rodeado por 70 lobos?”

Porque uma das berachot que Am Yisrael recebeu é am levadad ishkon, um povo que mora só, ubagoyim lo itchashev – os yiden não são contados entre os povos do mundo.

Os yiden são separados do restante do mundo e suas nações. É como se não houvesse mundo em volta deles, e os yiden estão acima de todas a leis da natureza. É, portanto, impossível para qualquer pessoa atingir até mesmo um membro do povo judeu.

Sim, é verdade que as outras nações nos desprezam e nos excluem. Entretanto, se fizermos a coisa certa – se estivermos alinhados com a vontade de Hashem – ninguém pode nos machucar.

Quando estamos sob a proteção Divina, o desprezo, a força e o número de nossos inimigos não tem o menor impacto ou relevância.

NOSSAS ROCHAS E MONTANHAS

Precisamos nos lembrar de onde viemos. Nos originamos de fortes “rochas”, nossos Avot (Patriarcas) e “montanhas” magníficas, nossas Imaot (Matriarcas).

Quando lembramos quem eram nossos antepassados, e seguimos seu caminho, não há o menor motivo para temer. Avançamos com confiança em todas as áreas.

Os Avot e as Imaot começaram como uma pequena família, sós, cercados de vizinhos hostis. Contudo, com o passar do tempo, a mensagem deles, que é a mensagem de Hashem, espalhou-se por toda parte. Finalmente, seus descendentes, o povo judeu, venceu seus inimigos.

Já foi falado várias vezes que, especialmente nestes dias, devemos acrescentar em Torá e Tsedaká.

Além de divulgar para todos, inclusive para as crianças, o conceito de Am levadad ishkon, o que é um acréscimo no estudo da Torá. Devemos também acrescentar em tsedaká em cada dia de semana dos Nove Dias, no início do dia; e na sexta-feira, dar uma quantia dupla.

Esta é uma mensagem importante para cada membro do povo judeu, esteja onde estiver. É importante divulgar isso ao máximo, de modo que chegue a todos os judeus.

UMA MENSAGEM PARA CADA CRIANÇA

Consta em Tehilim: “Mipi olelim veyonkim yissadta oz lehashbit oiev umitnakem”. Da boca de bebês e criancinhas o inimigo será destruído. Portanto, é importante explicar essa mensagem para as crianças, num formato que seja adequada para elas. Como é importante transmitir esta mensagem para todos, em todos os lugares onde possam estar (e já que, por outros motivos, não é necessário reunir todos em um único lugar), devemos visitar vários lugares onde os meninos e as meninas estejam, principalmente as escolas e colônias de férias, e lhes  explicar a mensagem acima. Quando alguém fala palavras que saem do coração, elas penetrarão o coração [de quem ouve], e com certeza surtirão o efeito desejado de fortalecer o bitachon em Hashem de que “Hinê lo yanum velo yishan shomer Yisrael” – Eis que não cochila nem dorme o Guardião de Yisrael em todo lugar e em todos os tempos.

Adaptado de: collive.com

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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MOSHÊ DA GERAÇÃO

BS’D

“E o povo acreditou em D-us e em Moshê, Seu servo.”

(Shemot 14:31)

Uma pessoa que acredita no líder da geração tem fé “Naquele que falou e o mundo foi criado”.

Cada judeu, seja lá qual for seu nível de realizações espirituais, precisa se ligar ao Moshê que existe em cada geração, pois através dele se liga ao Próprio D-us.

Likutê Torá

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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LENTILHADA VEGANA

BS’D

Ingredientes:

1 dente de alho

2 colheres de sopa de óleo

½ cenoura picada

1/3 de abobrinha picada

1 batata doce pequena picada

½ copo de lentilhas

2 colheres de sopa de arroz

3 copos de água

1 colherinha de sal

Modo de Fazer:

Frite o alho no óleo até dourar.

Acrescente os demais ingredientes secos e refogue um pouco.

Acrescente a água e cozinhe em fogo baixo até que todos os ingredientes fiquem macios e a água seque quase toda.

Lebriut!

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TODOS OS JUDEUS SÃO RELIGIOSOS

BS’D

Shmuel Blizinsky contou o seguinte:

Quando servi no Exército da Defesa de Israel, fui um dos 12, apenas, recrutas cumpridores da Torá, na Brigada Givati, que na época tinha uns três mil soldados.

Tínhamos alimentação kasher – porque de acordo com a lei israelense, toda a comida nas instituições nacionais tem de ser kasher – mas não tínhamos nada além disso. Não tínhamos uma sinagoga onde rezar (hoje em dia há uma em cada base), nem um Rolo de Torá de onde ler. Mas tentávamos nos virar do jeito que dava.

Certa sexta-feira, quando o Shabat estava para chegar, procurei os outros rapazes religiosos e lhes disse: “Venham hoje à noite à minha tenda e vamos rezar juntos. Vamos ter nosso próprio jantar de Shabat. Podemos cantar e comemorar, e vai parecer um Shabat de verdade.”

Eles gostaram da ideia. E foi isso o que fizemos. Pegamos comida do refeitório e a levamos para minha tenda, onde fizemos Shabat. Só nós doze. Rezamos, cantamos, comemos. Foi lindo. E ninguém nos atrapalhou.

Mas um novo comandante assumiu o comando de nossa base – o famoso general de brigada Abrashah Tamir. Circulava inspecionando tudo e, certa sexta-feira de noite, entrou na minha tenda e nos encontrou lá cantando.

“O que está havendo aqui?” – Perguntou. “Por que vocês não estão comendo junto com todos os outros rapazes no refeitório?”

Expliquei para ele que estávamos guardando o Shabat, e por isso estávamos comendo separados.

Ele não disse nada naquele instante mas, duas semanas depois, quando o Shabat estava entrando, fui chamado e avisado que o General Tamir queria que comêssemos junto com todos e – além disso – estava me pedindo para fazer Kidush para todos os soldados.

Fiquei satisfeito e me senti lisonjeado e disse: “Ótima ideia!” Mas quando fui chegando perto do refeitório, ouvi uma banda tocando lá dentro. Isso era uma violação do Shabat e parei. Não dava para entrar. De modo que eu disse para o oficial que estava me acompanhando, “Deixa prá lá.”

Poucos minutos depois, o oficial voltou dizendo que agora havia uma ordem oficial do General Tamir de que tínhamos de ir. Recusei-me a obedecer a ordem. Disse que eu tinha ordens de uma Autoridade Superior. Que eu não violaria o Shabat e não iria. Os demais concordaram comigo e ficamos onde estávamos.

O resultado foi que meus colegas foram presos e eu fui levado ao escritório do General Tamir. Quando entrei, ele tirou seu paletó com a insígnia de comandante e me disse: “Converse comigo como se eu não fosse seu comandante. E, por favor, explique por que fez isso! Por que me envergonhou diante de todos os soldados?”

Eu não estava entendendo aonde ele queria chegar. E disse: “O que lhe fiz? Você mesmo pode fazer o Kidush, por que eu tenho de fazer?”

E foi quando ele me contou o que aconteceu:

Depois que ele nos tinha visto pela primeira vez – quando estávamos cantando e comemorando o Shabat – achou que aquela experiência seria boa para todo o acampamento. E trouxe a banda para alegrar ainda mais o evento. Desconhecia totalmente que é proibido tocar instrumentos musicais no Shabat!

Quando entendi isso, disse: “Se você fizer a banda parar de tocar, podemos entrar sem problemas.”

Ele concordou e, cinco minutos mais tarde, nos juntamos aos outros. Eu fiz o Kidush e todo mundo ficou feliz.

Poucos dias depois, fui chamado pelo comandante do quartel general da divisão que – para grande espanto meu – pediu desculpas. Falou: “Peço desculpas em nome de toda a base pelo que aconteceu. Ninguém tem o direito de fazer vocês violarem o Shabat.” Foram essas suas palavras.

Em seguida perguntou: “De que vocês precisam?”

“Precisamos de uma sinagoga, um lugar adequado onde rezar. E de um rolo de Torá.”

“Não se preocupe.” Ele disse. “Vamos providenciar.”

E de fato, designaram para nós um lugar onde rezar e trouxeram uma Torá com escolta militar e uma banda do exército.

Aquilo foi simplesmente incrível, e escrevi para o Rebe contando toda a história.

A resposta do Rebe chegou dentro de pouco tempo. E foi uma resposta que transformou minha vida.

A carta do Rebe tinha a data do dia 16 do mês judaico de Elul de 5711 – 17 de setembro de 1951 – duas semanas antes de Rosh Hashaná. Dizia o seguinte:

“Gostei muito de receber sua carta… em que você descreve seu serviço militar e suas atividades fortalecendo o judaísmo entre seus camaradas… A grandeza do que você está fazendo não pode nem ser descrita em palavras… mas posso dizer, com certeza, que se você tivesse se alistado no exército apenas por isso, já teria sido suficiente.”

Aquilo me tocou tanto. E o Rebe me pediu para fazer algo para ele:

“Meu pedido sincero é que você transmita minha bênção para cada soldado, não apenas para os “religiosos” como você a eles se refere em sua carta.”

E prosseguiu explicando:

“Meu sogro, o Rebe [Anterior] costumava dizer: ‘Um judeu nem quer nem pode se separar da Divindade’ portanto, todos os seus camaradas são religiosos.”

Eu tinha a atitude de que havia doze soldados religiosos numa brigada de três mil homens. Mas para o Rebe, todos os três mil eram religiosos – só que eles não sabiam ainda.

Como o Rebe escreveu:

“É, simplesmente, que alguns deles não têm conhecimento suficiente de judaísmo. Mas não vão permanecer distantes, e vão perceber que eles também acreditam em D-us e em Sua Torá. Por favor, transmita a todos eles minha bênção – para que sejam inscritos e selados para um ano bom e doce.”

Disse-me para dizer a cada soldado que eu encontrasse  – todos eles – que o Rebe de Lubavitch os está abençoando para um ano bom e doce!

Essa mensagem foi uma perspectiva totalmente diferente sobre como olhar para um judeu. Até então, eu colocava as pessoas em categorias – religiosos e não religiosos – e obviamente eu me considerava parte do grupo religioso. Mas o Rebe me mostrou como eu estava errado, porque todos os judeus são religiosos – alguns, simplesmente, não sabem disso ainda.

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/4808768/jewish/Jews-Uncategorized.htm

***

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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