BOLO RAINHA DE SABÁ

BS’D

Ingredientes:

4 ovos

4 gotas de baunilha

1 pitada de sal

¾ de copo de óleo

1 copo de açúcar

3 colheres de sopa de techina

3 copos de farinha

1 copo de café pronto

3 colheres de chá de fermento para bolo

Um punhadinho de amendoins

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Bata os ovos, a baunilha, o sal, o óleo, o açúcar, e a techina até obter uma mistura homogênea.

Acrescente, alternando, o café e a farinha.

Misturando sempre.

Acrescente o fermento e misture um pouquinho.

Verta em forma untada e polvilhada.

Salpique os amendoins por cima.

Asse 10 minutos em temperatura média. Em seguida, baixe a temperatura e asse até que um palito saia seguinho.

Lebriut!

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BROWNIES DE ABÓBORA

BS’D

Ingredientes:

½ abóbora japonesa

1 copo de açúcar

1 vidro pequeno de leite de coco (200ml)

Igual quantidade de água

5 cravos

½ colher de chá de canela em pó

===

4 ovos

1 pitada de sal

½ copo de óleo

1 ½ copo de farinha de trigo

 2 colherinhas de fermento em pó

½ copo de cacau em pó

Modo de Fazer:

Cozinhe a abóbora (descascada e cortada em pedacinhos) com o leite de coco, o açúcar, a água, o cravo e a canela até que a abóbora fique macia. Retire os cravos e desmanche a abóbora com um garfo ou colher. Misture tudo.

Reserve e deixe esfriar.

Aqueça o forno.

Bata na batedeira os ovos, o cacau e o óleo.

Acrescente a pasta de abóbora e a farinha, aos poucos.

Bata até obter uma mistura homogênea.

Por último, acrescente o fermento e bata mais um pouco.

Asse em assadeira untada e polvilhada.

5 minutos em forno médio e mais aproximadamente 1 hora ou um pouco mais em forno baixo.

O palito deve sair quase seco.

Corte em quadradinhos. Delícia!

Lebriut!

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A BASE DA EDUCAÇÃO

 É fundamental educar a juventude para um comportamento de justiça e integridade, para que o mundo seja um lugar habitável. É isto deve ser feito desde a mais tenra infância.

O verdadeiro fundamento da educação é saber que há um “Proprietário” que além de ser o Dono do Universo é seu Criador. E Ele dirige todos os detalhes do Universo com Hashgachá Pratit. E seu desejo é que o mundo se comporte com justiça e retidão, tsedaká, bondade e justiça.

Ter consciência disso faz com que o ser humano se comporte da maneira correta e a Terra seja um lugar habitável para toda a humanidade.

 “Torat Menachem  5743, Vol. II, pág. 899.

Adaptado do livro: “Shaarei Chinuch”. Pág. 51

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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COLEIRAS E MÚSICA

BS’D

Nos primeiros anos da liderança do Alter Rebe, ele costumava transmitir seus ensinamentos em ditos curtos e homiléticos.

Um desses “discursos curtos” baseava-se no texto Talmúdico: “Todos os portadores de coleiras saem com a coleira e são puxados pela coleira.”

O Talmud está discutindo as leis do Shabat, quando é proibido a um judeu deixar seu animal carregar qualquer coisa de um domínio privado para um domínio público; porém, é permitido deixar o animal sair com sua coleira em volta do pescoço, e até mesmo puxá-lo pela coleira. Mas a palavra que o Talmud utiliza para “coleira”, “shir”, também significa “música”.

Portanto o Rebe Shneur Zalman interpreta as palavras do Talmud da seguinte maneira: “Os mestres da música – as almas e os anjos – saem cantando e são atraídos pela música. Eles “saem” ansiando por D-us e são puxados de volta para sua própria existência para cumprir o propósito de sua criação  – por meio do canto e da melodia.”

Esse ensinamento do Rebe Shneur Zalman, que se espalhou rapidamente entre seus seguidores em toda a Rússia Branca e Lituânia, provocou uma reação muito forte de seus oponentes, que acusavam os Chassidim de ter, mais uma vez, utilizado um jogo de palavras homilético e uma total deturpação da sagrada Torá para fundamentar inovações na tradição judaica. O Talmud, diziam eles, está se referindo a coleiras usadas por animais e não ao canto e música de almas e anjos!

As palavras do Rebe Shneur Zalman causaram um tumulto especial na cidade de Shklov. Shklov era uma cidade repleta de eruditos da Torá e uma fortaleza da oposição ao Chassidismo. Havia Chassidim em Shklov, mas eram uma diminuta minoria e muito perseguida, e aquela controvérsia recente inflamara o ardor de seus caluniadores.

Embora os Chassidim de Shklov não duvidassem das palavras do Rebe, ficaram constrangidos de se defender diante da chuva de insultos e zombarias que sua declaração recente suscitara.

Pouco tempo depois, o Rebe Shneur Zalman passou por Shklov em uma de suas viagens. Entre os que visitaram o Rebe em seu alojamento, estavam muitos dos maiores eruditos da cidade, que lhe expuseram perguntas e dificuldades que haviam acumulado durante os estudos. Pois até mesmo os maiores opositores do Rebe reconheciam sua genialidade e grandeza na Torá. O Rebe escutou atentamente todas as perguntas que lhe fizeram, mas não respondeu a nenhuma delas. Contudo, quando os eruditos de Shklov o convidaram para dar uma palestra na sala de estudos, o Rebe aceitou o convite.

Quando o Alter Rebe subiu ao pódio na sala de estudos principal de Shklov, o grande salão estava lotado. Praticamente todos os eruditos da cidade estavam lá. Alguns foram para ouvir o Rebe falar, mas a maioria estava interessada na oportunidade que teriam de fazer perguntas no final da palestra. Todos tinham ouvido sobre o estranho comportamento do Rebe, que respondera a todas as perguntas que lhe fizeram com silêncio. Muitos esperavam humilhar o líder Chassídico, demonstrando publicamente sua inabilidade de responder a suas perguntas.

No fundo, obviamente, pairava a recente controvérsia sobre a interpretação não convencional do Rebe sobre o texto Talmúdico a respeito das coleiras dos animais no Shabat.

O Alter Rebe começou a falar. “Todos os de shir saem com shir e são puxados por shir. Os mestres da música”, explicou o Rebe, “as almas e os anjos, todos saem em canto e são puxados por canto. Sua ânsia por D-us,e sua volta para cumprir o propósito de sua criação, acontecem por meio do canto e da melodia.” E o Rebe começou a cantar.

A sala ficou em total silêncio enquanto a voz melodiosa do Rebe envolvia os eruditos de Shklov. Todos foram conquistados pela melodia, uma melodia de nostalgia e determinação, subida e retorno. Quando o Rebe estava cantando, todos os homens da sala sentiram-se transportados da sala lotada para os mais íntimos recantos de sua própria mente, onde a pessoa fica sozinha com a confusão de seus pensamentos, sozinha com suas perguntas e dúvidas. Só que a confusão foi se dissipando gradualmente, as dúvidas foram sendo resolvidas. E quando o Rebe acabou de cantar, todas as dúvidas da sala tinham sido respondidas.

Entre os presentes na sala de estudos de Shklov naquele dia estava um dos maiores prodígios da cidade. Rabi Yossef Kolbo. Muitos anos depois, Rabi Yossef contou sua experiência ao Chassid Rabi Avraham Sheines. “Entrei na sala de estudos, naquele dia, com quatro perguntas muito difíceis. Perguntas que eu expusera aos maiores sábios de Vilna e Slutzk, sem obter respostas. Quando o Rebe começou a cantar, os nós de minha mente começaram a se desembaraçar, os conceitos começaram a se cristalizar e cair no lugar. Uma a uma, todas as minhas dúvidas desapareceram. Quando o Rebe acabou de cantar, estava tudo claro. Senti-me como um recém-nascido olhando o mundo pela primeira vez.

“Naquele dia tornei-me Chassid”, concluiu Rabi Yossef.

De “The Week in Review”, V.H.H.

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5757/464.htm#caption9

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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A TESHUVÁ É INFALÍVEL

BS’D

Carta do Rebe de Êrev Shavuot, 5716 (1956):

Em resposta a sua carta (não datada), deve ter em mente os seguintes pontos:

  1. Não há a menor dúvida de que a teshuvá funciona em todos os casos e seja qual for a transgressão, pois teshuvá é um dos mandamentos de D-us, e D-us não exige de nós o impossível.
  2. Também é verdade que qualquer tipo de depressão, desânimo ou tristeza é uma artimanha do Yêtser Hará (má inclinação) para desestimular a pessoa de servir a D-us, como está explicado em detalhes nos livros de Mussar, e nos livros de Chassidut. E você faria bem em consultar o Tanya, capítulo 26 e seguintes.
  3. Mesmo quando alguém recaiu, cometendo a mesma transgressão pela qual já fez teshuvá, e, além disso, mesmo enquanto está fazendo teshuvá não tem certeza de que poderia resistir à tentação, caso ela se repita, isso não deve impedi-lo, de modo algum, de estudar Torá e cumprir mitsvot, que incluem também a mitsvá da teshuvá, pois cada ação de um ser humano tem suas repercussões, tanto aqui embaixo quanto Acima, e com certeza você conhece o dito de nossos Sábios: “Nenhuma transgressão extingue uma mitsvá”, (apesar de extinguir a recompensa de uma mitsvá). Eu o encaminho novamente para Igueret Hateshuvá (terceira parte do Tanya), capítulo 11.

Aconselho-o a, de agora por diante, parar de ponderar e permanecer em coisas que não têm nenhum valor prático, e especialmente o tipo de pensamento que leva ao desânimo. E sim, concentrar-se em esforços sempre crescentes em Torá e mitsvot…

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/lchaim/5758/508.htm#caption5

http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

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Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

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ESPECIALMENTE CHOCOLATE

BS’D

Um aluno de yeshivá, viu, certa vez, a Rebetsin Chaya Mushka Schneerson, esposa do Rebe de Lubavitch, levando sacolas. O rapaz pegou as sacolas e as levou para a casa da Rebetsin.

Quando ele lá chegou, a Rebetsin tentou lhe dar uma barra de chocolate.

Ele disse: “Cresci num lar chassídico e me ensinaram que se deve fazer uma mitsvá de modo completo, sem receber recompensa.”

A Rebetsin respondeu: “Eu também cresci num lar chassídico e me ensinaram que quando alguém nos dá algo, devemos aceitar, especialmente chocolate!”

Adaptado de:

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5768/1005

(Inglês)

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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NEM 8 NEM 80

BS’D

O Rebe disse para Mr. David Chase:

Se deixar uma máquina parada, ela acaba enferrujando e se estragando. Por outro lado, também não se pode sobrecarregá-la, pois ultrapassar seus limites pode fazer com que queime.

O mesmo acontece com o ser humano. Inatividade provoca preguiça e debilidade.

Por outro lado, a pessoa precisa conhecer os limites de sua capacidade.

Deve, portanto, viver a vida de acordo com suas habilidades individuais.

Adaptado de:

The Avner Institute: Rebbebook@gmail.com

(Inglês)

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DIÁLOGO

BS’D

R. Leibl Groner, A’H, relatou o seguinte:

Uma conhecida de minha esposa estava se mudando para outro apartamento. Procurou minha esposa e lhe pediu ajuda para escrever uma carta para o Rebe, pedindo-lhe uma berachá para a mudança. Como ela não sabia nem yidish nem hebraico, pediu a minha esposa para escrever a carta.

“Escreva a carta em inglês”, disse-lhe minha esposa. “O Rebe entende inglês.”

A mulher escreveu a carta e, em seguida a colocou num volume de Igrot Kôdesh que ela tinha retirado de nossa estante.

Minha esposa abriu o livro na página onde a carta havia sido colocada aleatoriamente, e traduziu a carta que havia naquela página.

Era uma carta para um casal que estava se mudando para um novo apartamento, abençoando-os para que tudo o que fosse relacionado com a mudança tivesse sucesso.

A mulher ficou satisfeita com a bênção, mas minha esposa notou que o livro que ela tinha retirado da estante era uma coletânea de cartas do Rebe Anterior, sogro do Rebe.

“É óbvio que o Rebe Anterior era um tsadik e um Rebe, mas eu ficaria mais segura tendo uma bênção do nosso Rebe, também”, disse a mulher.

Minha esposa lhe mostrou onde estavam os volumes de Igrot Kôdesh do Rebe, em outra prateleira.

A mulher escolheu um volume daquela prateleira e pôs sua carta aleatoriamente naquele livro. Entregou-o a minha esposa, e lhe pediu para traduzir a carta que estava naquela página.

Minha esposa leu:

“Estou surpreso que você está me consultando sobre um assunto que meu sogro já respondeu…”

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/lchaim/5769/1056.htm#caption3

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

O Rebe é o sétimo, a partir do Alter Rebe. E todos os sétimos são queridos. Nós, que pertencemos à sétima geração temos a grande responsabilidade de ajudar a trazer a Shechiná para este mundo, com a revelação de Mashiach agora, now!

Baseado em Bati Legani

Leilui Nishmat:

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PERCEBER A LUZ

BS’D

O Rabino Yoav Akrish relatou o seguinte:

Um pai me contou que certo dia, o diretor da escola lhe telefonou e disse:

– Você tem um filho muito especial!

O pai sorriu e perguntou o que aconteceu.

Disse o diretor:

– O professor do menino (que tinha 6 anos e estava na primeira série) falou para o aluno: “Preste atenção na aula e pare de fazer outras coisas.” O garoto olhou para o professor e disse: “Não se meta na minha vida.” E voltou a se ocupar com outras coisas. O professor disse: “Olhe, sou o professor e estou pedindo para você parar de fazer outras coisas e prestar atenção na aula.” O menino olhou para o professor e disse: “Não estou nem aí prá você.” (um menininho de 6 anos) O professou não aguentou, sentiu que ia perder as estribeiras e disse: “Vá agorinha falar com o diretor.”

É óbvio que ninguém gosta de ser mandado para a sala do diretor, é amedrontador. O menino chegou lá e o diretor lhe disse: “O que foi que escutei? Que história é essa? Por que você se comportou dessa maneira?” O menino olhou para o diretor e disse: “Também não estou nem aí prá você.” O diretor ficou chocado. Foi a primeira vez em sua carreira que algo assim lhe aconteceu: um menino de 6 anos que não liga para  o professor nem tampouco para o diretor! Tampouco tem medo dele! O diretor ligou para o pai, que ficou chocado ao ouvir aquilo. O diretor falou: “Veja, seu filho é muito especial. Precisamos corrigir este tipo de comportamento, não dá para continuar assim mas, imagine o menino daqui a vinte anos: se ele for pelo bom cominho, pelo lado positivo, sabe onde este menino pode chegar? Ele terá uma força! Vai transformar o mundo, vai transformar o Planeta! Com 6 anos não liga para o diretor! Se ele for pelo caminho positivo, será um líder, influenciará multidões! Este menino tem força. Bom, você só precisa corrigir esse comportamento e a gente conversa amanhã.”

O pai me contou (disse o Rabino Akrish): “Fui falar com o menino. Precisava colocá-lo no lugar. Mas cheguei com um sentimento totalmente diferente. Não vi apenas escuridão. Enxerguei, principalmente, a luz. Enxerguei, principalmente, o potencial. E pensei: “Como vou poder resguardar sua autoestima de modo que não deixe de acreditar em si mesmo; para que não se agarre demais à escuridão? Vamos cuidar da escuridão, mas ele precisa saber que é luz, que é especial!” E o pai conversou com ele, e, embora a mensagem clara tenha sido para que ele não se comportasse mais assim, no ar, nas palavras, na comunicação não verbal, havia consideração, luz, confiança, muita percepção do segredo que pode iluminar um ser humano.

Passaram-se vários anos desse acontecimento. E o pai me disse que esse menino tem muito sucesso. Estuda, avança, todos gostam dele. O atrevimento (a chutspá) desapareceu totalmente. Pelo contrário. O menino é educado, calmo, bom. E, principalmente, tem autoconfiança. Pois num momento de escuridão houve um educador sábio o suficiente para parar e, antes de resolver o problema, antes de cuidar da escuridão, perguntar-se: qual o segredo dela? Há um segredo nessa escuridão. Não há ninguém sem segredo. E se você conseguir descobrir seu próprio segredo, saberá descobrir o segredo das outras pessoas e para sempre se recusará a ver a escuridão e ver o mau comportamento. Pergunte-se: “Qual é a origem? O que está escondido aqui?” E se você for falar com alguém, com seus amigos ou filhos, com o mundo, em geral. Ou mesmo refletir sobre si mesmo, e vir escuridão. Saiba que há algo oculto dentro da escuridão. Há uma verdade oculta aqui.

Adaptado de um shiur em vídeo do Rabino Yoav Akrish.

(Hebraico)

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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SIMPLES LÓGICA

BS’D

A filha de um chassid do Alter Rebe já era uma moça, mas seu pobre pai não tinha os meios para poder casá-la. Seus amigos sugeriram que, já que era inverno, ele deveria aventurar-se no negócio de bebidas alcoólicas. Disseram-lhe para comprar grande quantidade de vodka de uma destilaria local, transportar para uma das grandes feiras numa cidade grande e, com a ajuda de D-us, lá vender com bom lucro.

O homem resolveu seguir o conselho de seus amigos. Fez um vultoso empréstimo, comprou um barril de vodka e alugou um cavalo e uma carroça para transportar a mercadoria para a cidade.

Finalmente chegou a seu destino. Imediatamente foi para o local da feira para começar a vender o quanto antes. Pegou o barril para tirá-lo da carroça mas… oy vey, o barril estava leve demais! Percebeu, então, uma rachadura no fundo, e sentiu o cheiro forte do álcool, que ensopara a madeira da carroça. O barril estava totalmente vazio. Todo o conteúdo se esvaíra durante a longa viagem!

Profundamente infeliz, recolocou o barril vazio na carroça. Resolveu ir a Liozna, ao Rebe. Quando foi por ele recebido, relatou-lhe sua triste história. Mas ao contar, tomou maior consciência de seu prejuízo e desmaiou.

O ajudante do Rebe conseguiu fazê-lo voltar a si, mas, quando o pobre chassid recobrou a consciência o suficiente para lembrar-se de onde estava e por quê, desmaiou novamente.

Desta vez, assim que ele reabriu os olhos, o Rebe lhe disse: “Pode voltar para casa agora; D-us o fará prosperar.”

As palavras animadoras do Rebe acalmaram um pouco o chassid. Alguns minutos depois conseguiu subir na carroça e começar sua viagem de volta para casa. Acontece que quando chegou em casa e começou a pensar em sua situação, foi ficando nervoso e estressado. Perdera todo o investimento que fizera, não sabia como pagaria os empréstimos e, o pior, é que perdera a última chance de poder ajudar sua filha a casar-se.

Começou a chorar amargamente.

Tentou se controlar. Mas antes de conseguir parar de chorar, sua esposa entrou correndo em casa, na maior alegria. “Encontrei um tesouro! Achei ouro!” Gritava ela.

“Que história é essa?” – Perguntou ele.

Quando ela se acalmou um pouco, conseguiu responder. Contou que foi tirar o barril da carroça para guardá-lo. E lhe pareceu ter escutado um barulhinho, de modo que foi olhar o que havia lá dentro.

Achou uma trouxinha lá no fundo. Tirou-a e a abriu. Estava cheia de moedas de ouro. Uma fortuna! Muito mais que o necessário para pagar as dívidas e casar todos os seus filhos (cada um na hora certa, é óbvio).

O que acontecera? No caminho de Liozna para casa, estava muito frio. Quando chegou à margem do rio, em vez de subir na ponte, resolveu poupar tempo indo sobre a superfície congelada do rio. Enquanto isso, um nobre russo passou em sua carruagem sobre a ponte e, ao que parece, o pacote de riqueza instantânea caíra da carruagem do nobre diretamente dentro do barril.

Quando contaram o fato ao Alter Rebe, ele disse: “Não pensem que fiz um milagre, nem mesmo que tive Ruach Hakôdesh quando lhe disse que D-us o faria prosperar. Foi simples lógica. Sabemos que D-us, Todo Poderoso, não exige de ninguém nada além de sua capacidade. Quando vi que aquele judeu não podia aguentar a desgraça que lhe ocorrera, eu sabia que, com certeza, D-us estava providenciando sua salvação.”

Tradizido para o inglês e adaptado por Yrachmiel Tilles de “Peninei HaKeser” Vol II.

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/653.htm#caption9

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