No dia 2 de Iyar (tiferet shebetiferet) de 5694, nasceu em Lubavitch, o filho temporão do Rebe Tsemach Tsêdek, chamado Shmuel, o Rebe Maharash.
Certa vez, o Rebe Maharash (Rabi Shmuel, o quarto Rebe de Chabad) viajou a Paris. E com ele viajaram os gabaim R. Levik e R. Pinchas Leib. E os chassidim Rabi M. Monezson e Reb Yeshaya Berlin também foram. Quando lá chegaram, Reb Y. Berlin perguntou a seu tio, o Rebe Maharash para onde deviam ir. E o Rebe respondeu que deveriam ir para o Hotel Alexander, um dos mais luxuosos de Paris, frequentado pela nobreza. E acrescentou:
“Como você não sabe falar francês, deixe que eu falo.”
Quando chegaram ao hotel, o Rebe pediu vários quartos, e lhe disseram que havia quartos disponíveis por 200 francos a diária. O Rebe perguntou se havia quartos melhores, e se estavam no mesmo andar dos salões de jogos.
Responderam que havia tais quartos disponíveis, mas o preço era altíssimo. O Rebe pegou três quartos, apesar do preço: um para si, um para R. Levik e outro para R. Pinchas Leib. R. Yeshaya Berlin e R. Monezson ficaram em outro hotel, menos dispendioso.
Após algumas horas no hotel, o Rebe foi ao salão de jogos, onde jogavam dados. Sentou-se perto de um jovem que estava jogando e que, de vez em quando sorvia vinho. O Rebe pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse:
“Jovem, yáyin nessech (vinho não-kasher) é proibido beber.”
E repetiu:
“Yáyin nessech embota a mente e o coração – seja um bom judeu. Boa noite.”
Em seguida o Rebe voltou para seu quarto muito emocionado. R. Y. Berlin disse que jamais vira seu tio tão impactado.
Naquele hotel, quando alguém queria ir de um andar a outro (ainda não existiam elevadores) havia cadeiras especiais em que os hospedes sentavam e eram carregados. Devido a seu estado emocional, o Rebe sentou-se em uma daquelas cadeiras e, quando pegaram a cadeira para levá-lo pelas escadas, lembrou-se de que seu quarto era naquele andar mesmo. Desculpou-se e voltou para seu quarto.
Algumas horas depois, o jovem perguntou onde estava o homem que tinha falado com ele, entrou no quarto do Rebe e lá ficou durante bastante tempo. No dia seguinte o Rebe deixou Paris.
O Rebe explicou, depois, que há várias gerações não houvera uma alma tão pura, só que estava nas profundezas das klipot (do mal).
O jovem tornou-se báal teshuvá e o patriarca da família K. da França – uma família religiosa e temente a D-us.
Adaptado de:
“Sipurei Chabad”, R. Avraham Chanoch Glitsenstein,
Acrescente água para cobrir e aguarde uns 10 minutos até que a matsá absorva a água. Vire a tigela para que o excesso de água escorra, mas não aperte (não esprema) a matsá.
Acrescente os ovos e o sal e misture bem.
Aqueça umas duas colheres de sopa de óleo em uma frigideira de 20 cm de diâmetro e no mínimo 5 cm de altura. Quando o óleo estiver bem quente. Verta a mistura na frigideira, baixe o fogo BEM BAIXINHO MESMO e tampe a frigideira. Quando a parte inferior estiver dourada, vire a fritada, com o auxílio de um prato, e frite o outro lado.
Observação: se o fogo não estiver bem baixinho a fritada queima por fora e fica crua por dentro.
Variações:
Pode fazer fritada recheada: verte metade da massa na frigideira, espalha o recheio e despeja o restante da massa por cima.
Esta receita é boa para o último dia de Pessach e/ou paradepois de Pessach.
Após a reza de Maariv, na noite de quinta-feira, véspera de 28 de Nissan de 5751, o Rebe começou a falar uma sichá que começou num estilo semelhante a centenas de sichot anteriores.
Em pouco tempo, porém, tudo mudou.
O Rebe falou do fundo do coração:
“O que mais posso fazer para motivar todo o povo judeu a clamar e bradar, causando deste modo a vinda de Mashiach de fato? Tudo o que foi feito até agora não adiantou. Pois ainda estamos no exílio… O que posso fazer é delegar o assunto a vocês. Agora façam o que puderem para trazer Mashiach, aqui e agora, imediatamente… Fiz tudo o que posso: de agora em diante, vocês precisam fazer o que podem…”
No Shabat seguinte, ParashatShemini, o Rebe explicou o que queria dizer: A responsabilidade de apressar a vinda de Mashiach é de cada indivíduo: aumentando seu estudo de Torá, tanto o nível revelado (Talmud, lei da Torá, etc.) quanto no nível místico de Pnimiyut haTorá (Chassidut), bem como aprimorando seu cumprimento de mitsvot – behidur, de maneira escrupulosa e bela.
A mensagem do Rebe está aí, alta e clara: cabe a nós escutá-la.
Gershon Ber Jacobson era um jornalista famoso, alguns até o consideravam o jornalista dos jornalistas. Escrevia para vários jornais importantes do mundo, e era fluente em muitas línguas, inclusive francês, inglês, yidish, russo, georgiano e hebraico. Tinha um estilo polêmico e enxergava detalhes, muitas vezes, delicados, e tinha uma energia inesgotável para furos perigosos.
Mas além de tudo isso, ou talvez devamos dizer principalmente, era um judeu totalmente observante e um chassid dedicado do Rebe.
E foi o que salvou sua vida, no mínimo uma vez.
Aconteceu logo depois da Guerra dos Seis Dias. Israel tinha destruído os exércitos combinados do Egito, da Síria e dos demais países árabes a sua volta. E Gershon Ber, que na época era o principal correspondente em Nova York para o jornal israelense “Yediot Acharonot” o maior jornal diário de Israel, teve a ideia de conseguir uma reportagem realmente quente.
Resolveu que o maior furo de jornalismo seria ir até o Egito e conseguir uma entrevista com nada mais nada menos que o próprio primeiro ministro, Gamal Abdel Nasser!
Gershon Ber começou a obter os papéis necessários, quando recebeu uma ligação telefônica de outro personagem importante do “outro lado” da moeda – Isser Harel, o chefe do Mossad (o “serviço secreto” israelense).
“Jacobson, você está maluco?” Gritou. “Escute aqui, temos informação de que se você fizer isso, não vai voltar nunca. Vão prender você como espião e você não vai sair mais! E não vamos ter condições de ajudar você! Não está entendendo? Não vá! E se você for, não vamos nos responsabilizar! ”
Gershon Ber agradeceu a Harel, desligou o telefone e telefonou para o quartel general do Rebe de Lubavitch. Explicou toda a situação e perguntou ao Rebe o que fazer. Não demorou muito, e obteve resposta.
O Rebe disse que você deve ir, sim mas deve fazer o seguinte:
Leve vários pares de Tefilin.
Leve uma faca de shechitá nova para abate de aves.
Hospede-se no melhor quarto do hotel mais caro.
Antes de sair dos Estados Unidos escreva cartas curtas para todos os seus amigos e conhecidos importantes dizendo que está no Egito e as coloque no correio assim que chegar no Egito.
Assim que chegar no hotel, telefone para todos os embaixadores estrangeiros que moram no Egito.
Na primeira oportunidade visite a comunidade judaica de lá.
Gershon Ber fez exatamente o que o Rebe lhe disse e uma ou duas semanas depois aterrissou no Cairo. Disse ao motorista que o levasse ao melhor hotel e no caminho parou nos Correios e enviou as cartas que tinha escrito.
Depois, fez o check-in no seu quarto e imediatamente começou a telefonar para todos os representantes estrangeiros no Egito, como o Rebe tinha orientado.
E a reação foi fantástica! De fato, um dos embaixadores ficou tão impressionado (disse que nos 15 anos que estava no Egito ninguém jamais tinha ligado para ele) que fez questão em ir visita-lo e quando chegou, fez questão de ser o motorista pessoal de Jacobson.
“Ótimo!” Respondeu. “Então vamos visitar a comunidade judaica daqui.” Com o embaixador de motorista, foram até a casa do líder da comunidade judaica. Jacobson lhe transmitiu lembranças do Rebe e começou a perguntar perguntas jornalísticas. Como era a vida no Egito? Havia antissemitismo? Alguma coisa foi abalada pela Guerra dos Seis Dias? Etc.
O líder da comunidade respondeu que embora não houvesse antissemitismo abertamente, era difícil se virar e impossível contatar o mundo lá fora. Por exemplo, estavam realmente precisando de alguns pares de Tefilin porque vários tinham ficado inadequados para o uso, e uma faca de shechitá para abater galinhas, porque a única que tinham tinha se quebrado e não dava para consertar. Mas não podiam sair do Egito para conseguir substitutos.
Dá para imaginar a alegria e o espanto do líder da comunidade quando Gershon Ber lhe deu exatamente aqueles itens, dizendo que o Rebe de Lubavitch tinha lhe dito para leva-los.
Gershon Ber conseguiu a entrevista com o Primeiro Ministro Nasser. Quando chegou em Nova York são e salvo, recebeu outra ligação de Isser Harel. “Escute Jacobson. Sabemos COM CERTEZA que estavam planejando prendê-lo por espionagem. Mas quando você fez todo esse auê com aquelas cartas e telefonemas, eles não quiseram causar opinião pública adversa. Me diga uma coisa: de onde você teve essa ideia das cartas e telefonemas?
Num discurso que o Rebe proferiu em 1970, ele explicou:
“Há um conceito chamado ‘sucesso com o tempo’. Não podemos tornar mais longos nossos dias, tampouco podemos adicionar horas em nossas noites. Mas podemos otimizar nosso uso do tempo considerando cada segmento de tempo como se fosse um mundo, por si.
“Quando dedicamos uma porção de tempo – seja uma hora, um dia, ou um minuto – a determinada tarefa, devemos nos dedicar totalmente ao que estamos fazendo, como se não existisse nada mais no mundo.
“É óbvio que temos de ter consciência das diferenças entre coisas de maior e menor importância, entre meios e fins, entre jornadas e destinos. Mas seja lá o que esteja fazendo, concentre-se totalmente.”
Shelichut não se refere ao que você está fazendo, mas ao que você é.
É um estado de ser abrangente, 24 horas por dia de prontidão para servir. Qualquer hora e por qualquer coisa.
Quando, por vezes, sinto-me sobrecarregado simplesmente pelas tarefas sem fim que precisam ser feitas ontem, costumo lembrar uma frase genial de minha mãe, de abençoada memória.
Ela era uma imigrante da Rússia que teve 15 filhos em circunstâncias difíceis.
As pessoas lhe perguntavam como ela dividia o tempo entre todos os filhos e ainda encontrava tempo para atividades comunitárias.
No seu jeito modesto, respondia:
“Não sei. Na Rússia não me ensinaram divisão. Só me ensinaram multiplicação!”
Numa cidadezinha na região de Vilna, um rapaz e uma moça casaram-se. Pouco tempo depois do casamento, a esposa notou que o marido tinha uns costumes estranhos, a que ela não estava acostumada: Acordava meia-noite para fazer “Tikun Chatsot”, quando amanhecia, ia, diariamente, imergir no mikve, e lia um livro que guardava escondido debaixo do cobertor. A mulher contou tudo a seu pai, que retirou o livro de debaixo do cobertor para ver de que se tratava. Abriu o livro e sua vista escureceu: o livro era… “Toldot Yaakov Yossef”, cujo autor era um dos líderes do movimento chassidico. Seu genro tinha sido fisgado pelo “kat”.
É óbvio que ao ver o genro, o sogro despejou sobre ele toda sua ira, e o cobriu de insultos e calunias. Quando viu que desse jeito não conseguiu nada, resolveu falar manso com ele, para que abandonasse aquele “mau caminho”. Isso também de nada adiantou. Aí começou a exigir que se divorciasse de sua filha e lhe desse guet. O genro também não concordou com isso: estava ligado ao kat dos chassidim com toda sua alma, e também não queria se divorciar da mulher. O sogro percebeu que o negócio estava muito complicado, e desabafou com seus amigos da cidade, pedindo-lhes que o ajudassem a se livrar do genro. A cidade ficou “um D-us nos acuda”, o maior tumulto. Uns dizendo que era preciso pressionar o perverso para que se divorciasse da mulher, e outros dizendo que seria um “guet forçado” e a mulher ainda cairia numa complicação de “perguntas e respostas” de rabinos sobre se o guet foi kasher. Portanto, era necessário dar um monte de presentes e muito dinheiro para subornar o marido para que desse guet para a esposa de livre e espontânea vontade. E a cidade estava no maior rebuliço, até que a história chegou aos ouvidos do Pôrets da cidadezinha, que era um general idoso. Quando o Pôrets soube que toda aquela confusão era por causa de um livro, perguntou quem era o autor do tal livro. Disseram-lhe que o autor estava incitando e instigando os judeus a se afastarem da Torá de Israel, e seu nome era Yaakov Yossef Hakohen, da cidade de Polna’ah. Quando o Pôrets ouviu isso, pediu que lhe trouxessem o livro. Quando lhe levaram o livro, viu que na folha de rosto, embaixo, estava escrito, em russo, o nome do livro e do autor. O Pôrets, então, deu ordens para que se apresentassem diante dele o sogro, o rapaz e sua esposa, e todos seus conhecidos. Quando chegaram diante dele, o Pôrets falou:
– Chegou a hora de lhes contar um fato que me aconteceu na juventude. Prestem bem atenção.
Há muitos anos, fui coronel do exército. Certa vez, no final do inverno, meu batalhão estava estacionado perto da cidade de Polna’ah. Depois de algum tempo, precisamos transferir nosso acampamento para outro lugar. Em casos assim, acorda-se ao raiar do dia e se faz uma inspeção de todos os soldados e se lhes dá ordens para se preparar para a viagem. Na inspeção, estavam faltando três soldados. Mandei uns soldados irem até a cidade próxima, Polna’ah, procurá-los e trazê-los. Foram, e algum tempo depois, voltaram contando algo estranho: encontraram os três soldados numa casa, onde havia velas acesas, e ao lado da mesa estava sentado um senhor idoso de aspecto muito respeitável, e os soldados estavam lá, de pé, paralisados, sem conseguir mexer as mãos nem os pés, nem falar podiam. Não acreditei naquela história esquisita, e mandei outros soldados irem ver o que estava acontecendo. Eles foram, e contaram a mesma história. Fiquei muito admirado e resolvi ir lá pessoalmente ver o que estava acontecendo. Fui com alguns soldados e, quando entrei na casa, e vi o ancião, que parecia um anjo de D-us, sentado em concentração profunda ao lado da mesa, estremeci de temor. E vi os soldados. Estavam lá de pé, como surdos mudos grudados ao chão como por pregos. Tomei coragem para atrapalhar os pensamentos sagrados daquele ancião, e lhe pedi:
– Percebo que o senhor é um homem santo, e meus soldados precisam ir embora junto com todo o batalhão. Portanto, o senhor poderia fazer a gentiliza de fazer com que os soldados possam sair andando daqui?
E o ancião respondeu:
– Com certeza roubaram alguma coisa daqui. Tirem dos bolsos deles os objetos roubados que eles poderão andar.
Procuraram nos bolsos deles e estavam cheios de objetos de prata. Tiraram os objetos roubados dos bolsos deles e dois deles andaram como qualquer ser humano. Mas o terceiro ainda estava preso no lugar, sem conseguir se mexer. Os outros dois disseram: deve ter alguma coisa nas botas dele. E assim foi. Encontraram um copo de prata enfiado em suas botas. Retiramos o copo e ele também andou.
Como foi que aquilo tinha acontecido? Era a primeira noite de Pêssach, a noite do Sêder. Quando acabaram o Sêder, a família foi dormir. Só o dono da casa, Rav Yaakov Yossef Hakohen, ficou sentado ao lado da mesa a noite toda, concentrado em seus pensamentos sagrados. Não tinham fechado a porta da casa, pois essa noite é “Leil Shimurim”, noite protegida de tudo o que é prejudicial ou nocivo. Quando os três soldados passaram pela casa, viram pelas janelas que a família estava dormindo, a porta da casa estava aberta, e o senhor idoso estava sentado meditando, como se estivesse dormindo. Entraram na casa, encheram os bolsos de matsot e restos da comida que estava sobre a mesa, e em seguida, puseram nos bolsos todos os objetos de prata que a família pusera sobre a mesa, como é costume judaico na noite do Sêder. E imediatamente ficaram grudados ao chão, sem poder se mexer, até que o comandante do batalhão foi lá libertá-los.
O Pôrets continuou contando:
– Quando vi aquele milagre enorme, pedi que o santo rabino me abençoasse em duas coisas: filhos, pois ainda não tinha filhos, e vida longa. O rabino atendeu meu pedido e me abençoou. Em seguida, pedi ao rabino para me dizer quando minha vida terminaria:
– O final da vida do ser humano é algo oculto, não pode ser revelado, mas fique sabendo que no fim de sua vida, vai ter a oportunidade de divulgar meu nome entre judeus que não me conhecem.
A bênção do rabino realizou-se. D-us me abençoou com filhos, e também ainda estou vivo, embora eu seja muito velho. E agora – concluiu o Pôrets – algum de vocês ainda vai ter a ousadia de falar mal desse homem tão elevado e sagrado? Alguém ainda vai condenar o moço que estuda o livro desse homem sagrado de D-us? Ordeno que façam as pazes entre vocês, e que ninguém ouse fazer mal ao rapaz.
Os judeus muito se emocionaram ao escutar a história do general idoso, aceitaram seu veredicto, de não implicar mais com o rapaz e viver em paz.
Em seguida o Pôrets lhes disse:
– Agora sei que cheguei ao fim de minha vida, pois as palavras do santo rabino aconteceram tintim por tintim. E aconteceu algo para que eu divulgasse o nome dele entre vocês. Mas estou muito satisfeito, que tive a oportunidade de fazer paz entre vocês, por meio do nome desse santo rabino, que está no Paraíso.
Poucos meses depois disso, o velho Pôrets faleceu.
Adaptado do livro: Sipurei Chassidim – Moadim.
Págs. 293-295
(Hebraico)
& & &
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Hershel ben Moishe
Moishe ben Aba
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D