BROWNIES PARA SHABAT

 

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Ingredientes:

6 colheres de sopa de cacau

1 ½ copos de açúcar

3 ovos

¼ de copo de aveia em flocos finos

¾ de copo de farinha de trigo

½ copo de óleo

Algumas gotinhas de baunilha

¾ de colher de chá de fermento em pó

½ colher de chá de sal

½ colher de chá de canela em pó

Uma pitada de cúrcuma

2 punhados de passas de uvas

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Misture todos os ingredientes secos e, em seguida, acrescente os ovos e o óleo. Misture bem. Acrescente as passas e misture.

Asse em forma untada e polvilhada, em forno médio, durante 20 minutos.

Lebriut!

 

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FAZER O BEM

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20 de Cheshvan é o aniversário do Rabi Shalom Dovber, o quinto líder de Chabad, conhecido (por suas iniciais) como o Rebe Rashab.

No verão de 1960, o Lubavitcher Rebe visitou o acampamento Gan Israel, no norte do estado de Nova York. Nessa visita, contou uma história pouco conhecida sobre o Rebe Rashab.

Ao que parece, certa vez o Rebe Rashab viajou de Lubavitch, na Rússia, até Viena, para ser tratado por médicos.

Quando estava em Viena, o Rebe Rashab avisou, de repente, que desejava visitar uma vila que ficava a 100 quilômetros de distância. Antes de ir, foi até uma loja e comprou roupas e vários outros artigos.

Ao chegar à cidadezinha, tentou localizar a casa de uma viúva (e suas duas filhas). Deu-lhe as coisas que tinha comprado e dinheiro, dizendo-lhe que era para ajudá-la a casar suas filhas. De fato, a viúva era pobre demais para poder fazê-lo.

Disse o Lubavitcher Rebe:

“Parem e pensem: numa cidadezinha distante, a 100 quilômetros de Viena, o Rebe achou uma oportunidade de causar nachas (satisfação) a D-us. De fato, o Rebe tinha feito aquela longa viagem exclusivamente para esse fim. E ele próprio foi à loja para fazer as compras, para que uma noiva pobre pudesse casar.

“Esta é, portanto, a lição que devemos aprender: onde quer que estejamos, devemos procurar uma boa ação para fazer. Pois com certeza encontraremos uma, e daremos prazer a D-us.”

Que tenhamos o mérito de comemorar o aniversário do Rebe Rashab este ano junto com ele e com todos os grandes tsadikim (justos) de todas as gerações, liderados por nosso Justo Mashiach.

Adaptado de artigo do Rabino Shmuel M. Butman

em:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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COMO ERRADICAR OS DESEJOS

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Disse o Rebe Rashab:

“A origem de todas as taavot (desejos) é a taavá por comida. Se a pessoa conseguir quebrar a taavá por comida, conseguirá dominar todas as taavot.”

Adaptado de um shiur do R. Michael Tayeb,  em:

http://col.org.il/

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

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Chaim Shemuel ben Aba

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

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AS RAIZES JUDAICAS DE BERYL

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Amazing mountain landscape with fog and a haystack

A história que vou contar é verdadeira. Os nomes não foram modificados, seja para proteger alguém ou por qualquer outro motivo.

Na noite da terça-feira, 23 de Shevat de 5775 (Janeiro de ’95), em Níjni Novgorod (Rússia) houve uma enorme tempestade de neve. Meu parceiro, Simcha Backman, estava em Moscou organizando um seminário para o Shabat seguinte. Quando abri os olhos e vi toda aquela neve, resolvi dormir mais um pouco antes de me levantar e ir à sinagoga. Foi quando o telefone tocou e meu dia começou. E que dia!

“Oi, aqui é Nina (a cozinheira do shul). Três tzyganers acabam de entrar no shul. Disseram que o pai deles morreu e eles querem fazer um enterro judaico.”

“Nina”, perguntei, ainda tentando aperfeiçoar meu russo, pensando que ela estava falando de tartarugas, sei lá, “o que são tzyganers?”

“Não dá para explicar por telefone. Se vier para cá vai entender.”

Quando cheguei no shul, vi um tzyganer prá lá de bêbado com seu filho e seu cunhado. Ele era alto e robusto e estava muito bêbado. Disse-me que na noite anterior fora o casamento de seu filho. Depois do casamento, seu pai sentiu-se mal e mais tarde devolveu a alma ao Criador. “Meu pai só queria uma coisa”, disse o bêbado, cujo nome era Paska, “ser enterrado exatamente de acordo com a lei judaica.”

Procurei a palavra tzyganer em meu dicionário russo-inglês. Significa cigano!!! Esses caras morenos, que eu tinha pensado que eram da Georgia ou vizinhanças eram CIGANOS?!

Perguntei: “Mas por que seu pai quer um enterro judaico?”

“Ele era judeu! Seu nome era Beryl, seu pai, Asher, e sua mãe, Rachel. Seu sobrenome era Tzyerulnik.”

Disse-lhes que primeiro eu tinha de rezar e tomar café da manhã. Depois eu iria com eles. Enquanto isso, eles deveriam encontrar um cemitério na cidade que lhes cedesse um lote.

Em Níjni Novgorod há vários cemitérios judaicos, mas são reservados para familiares. Aquele cara não era pobre e disse que estava disposto a gastar cinco limões (gíria russa que significa cinco milhões de rublos) se lhes dessem um lote.

Rezei rapidamente, tomei meu café da manhã e fui com eles para o cemitério. Como as ruas estavam cobertas de neve, levamos uma hora e meia para fazer, de carro, um percurso de meia hora. E nem com todo seu dinheiro conseguiram um lote. Disse-lhes que eu não ia me arrastar com eles para os outros quatros cemitérios judaicos da cidade. E que devíamos ir até sua casa, onde eu faria a tahará (purificação ritual do corpo), e em seguida eles poderiam ir sozinhos procurar um lote.

O costume russo, quando morre alguém, é beber até não poder mais. (Esse também é o costume russo em muitas outras ocasiões). E era isso, exatamente que aquele cara estava fazendo em todo o caminho para o cemitério e para sua casa. Também falou muito. A história que ele me contou me esclareceu sobre a amplidão do exílio, em geral e do exílio russo em particular.

Seu pai, Beryl, nasceu numa família judaica chamada Tzyerulnik, na cidade ucraniana de Charkov. Seus pais pouco sabiam de seu judaísmo tendo, portanto, transmitido muito pouco a seu filho. Durante a Segunda Guerra Mundial, mudaram-se para o Cazaquistão, onde seus pais faleceram. Beryl, por não saber nada sobre ser judeu, apaixonou-se por uma cigana e se casou com ela. Tiveram oito filhos. Vinte e sete anos antes tinha se mudado para Gorky (atualmente Níjni Novgorod e foi lá que descobriu que era judeu.

Conheceu um dos poucos anciãos da cidade, que lhe disse que ele era judeu. E até chegou a levá-lo a um dos minyanim secretos da cidade. Essa foi toda a sua vivência judaica, mas suficiente para despertar aquela alma judia que vivera entre os ciganos, pelo menos para dizer a seu filho que ele queria um enterro judaico.

Fomos até sua casa, no outro extremo da cidade, o que demorou uma hora e meia. Fiquei chocado, novamente, pelo que vi. Dez ciganas e cinco ciganos, vestidos em seus trajes típicos, estavam sentados em torno do pai falecido e comendo frango, bebendo vodka e outras iguarias. Mais um costume russo!

Eu lhes disse que, de acordo com a Lei Judaica, aquilo era uma vergonha para o falecido. Antes que eu pudesse piscar um olho, retiraram tudo. Fiz a tahará e eles me levaram de volta para o shul.

Na sexta-feira de manhã, foram me buscar e fomos para o cemitério. Eles queriam fazer tudo direitinho, de acordo com a lei, de modo que só judeus se ocupariam do enterro. Nada de ciganos. Isso quis dizer que eu e o judeu que estava comigo teríamos de fazer tudo sozinhos. Carregamos o corpo e dissemos todas as rezas apropriadas. Em seguida o enterramos.

De modo que um judeu que durante a primeira parte de sua vida nem sabia que era judeu, e na segunda metade viveu entre ciganos, foi enterrado de acordo com a Lei Judaica. Provavelmente aquela foi a primeira mitsvá que ele cumpriu. Se isso não for exílio, então o que é? Que a memória de Beryl ben Asher seja uma bênção para todos nós.

Que Hashem olhe para Seus filhos com piedade e veja a pureza de uma alma judaica, e nos leve à Redenção, quando veremos a realização de “os que repousam no pó se levantarão e cantarão.”

Por Eliyahu Schusterman

N’Shei Chabad Newsletter

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org

(Inglês)

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UM LECH LECHÁ CHASSÍDICO

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Para se aproximar de D-us é necessário dominar as próprias tendências naturais.

Há uma alusão a isso em:

“Saia de tua terra” – ‘êrets’ tem a ver com a palavra ‘ratson’: vontade.

“…de tua família” – ‘moladetchá’: uma alusão ao intelecto, que “dá à luz” as emoções.

E “…da casa de teu pai” – a palavra ‘av’ (pai) tem a ver com ‘taavá’ luxúria e desejo.

Só então se pode chegar à “terra que Eu vou te mostrar”

(Sifrei Chassidut)

O mandamento de “sair” das próprias tendências naturais e se tornar espiritualmente elevado é dirigido a cada um, individualmente.

Ninguém precisa fazer mais do que pode. Ao mesmo tempo, espera-se que realize todo o seu potencial.

D-us não exige que Reb Zushe seja um Báal Shem Tov. Mas espera que ele seja um Reb Zushe.

(Rabi Zushe de Anipoli)

Adaptado de http://lchaimweekly.org/

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DE TUDO DEVEMOS APRENDER

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Devido a determinado assunto, o Rebe Rashab teve uma yechidut com seu pai, o Rebe Maharash, no primeiro dia de Selichot de 5641, quando o Rebe Maharash lhe falou:

Um judeu, em geral, e um chassid, especialmente, de tudo o que vê ou ouve deve aprender um ensinamento sobre sua conduta no serviço Divino. E o serviço Divino abrange o serviço da oração, bem como a purificação e o aperfeiçoamento das midot. E o início do trabalho é subjugar as vestimentas da alma: pensamento, fala e ação.

[Sêfer Hasichot 5701, pág. 145]

Adaptado do livro: “Otsar Sipurei Chabad”,

Do R. Avraham Chanoch Glitsenstein

Vol. VIII, pág. 118

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DE ONDE VINHA A FORÇA?

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O Rebe escreveu numa carta de 5716 (1955):

Vimos claramente na Rússia, na época da perseguição bolchevique, e especificamente com as provações e adversidades que os jovens tiveram de enfrentar, que os que resistiram e sobreviveram à terrível torrente de intimidações tinham algo em comum: Sabia-se que tinham absorvido ensinamentos Chassídicos – e o entusiasmo e auto-sacrifício que eles despertam – por meio de uma educação adequada.

Igrot Kôdesh Vol. 12, pág. 124

Adaptado do livro:

“Early Years” – Por R. Boruch Oberlander e R. Elkanah Shmotkin

(Inglês). Pág. 109

  • Uma importante lição do primeiro Rashi da Torá:

https://nashimtsidkaniot.com/2009/10/13/disse-rabi-yitschak/

 

  • Uma história impressionante: as hakafot do Alter Rebe:

https://sites.google.com/site/nashimtsidkaniot/hakafot

 

 

 

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MANDIOQUINHA ACEBOLADA

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Ingredientes:

500g de mandioquinhas

Água e sal para cozinhar

1 cebola média

Um pouco de óleo de girassol

Sal a gosto

Modo de Fazer:

Descasque e corte as mandioquinhas em fatias de aproximadamente 1,5 cm de espessura. Cozinhe-as na água com sal até ficarem macias. Enquanto elas cozinham, corte a cebola em fatias bem fininhas e frite em um pouco de óleo até dourarem. Escorra as mandioquinhas e espalhe sobre elas a cebola frita.

Lebriut!

 

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UMA PERFEITA ANFITRIÃ

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225

O Sr. Zalman Jaffe relatou o seguinte:

Uma semana antes do casamento de minha filha, Hindy com meu genro, Rabino Shmuel Lew, tivemos a honra e o privilégio de nos encontrar com a Rebetsin Chaya Mushka (esposa do Rebe de Lubavitch) pela primeira vez, em sua casa. Vem-me à mente um incidente que exemplifica a anfitriã perfeita que ela era.

Shmuel, sem querer, derrubou um copo de suco de frutas vermelhas. Seu rosto enrubesceu a ponto de ficar igual à mancha vermelha na toalha da mesa. A reação imediata da Rebetsin foi assegurá-lo de que isso era um maravilhoso siman berachá (sinal de bênção), etc. Ela parecia tão feliz com o ocorrido que tive vontade de derrubar meu copo, também!

Adaptado de: “The Avner Institute”

(Inglês)

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PEIXE COM AMENDOIM

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Ingredientes:

Meio quilo de filé de peixe

Limão, sal e pimenta a gosto

Azeite de oliva

4 fatias de pão de forma

Aproximadamente 100g de amendoim torrado sem sal

Modo de Fazer:

Lave o peixe e deixe na geladeira, temperado com limão, sal e pimenta enquanto prepara a cobertura.

Aqueça o forno bem quentinho.

Para a cobertura, corte o pão em quadradinhos e triture no processador, até obter uma farofa. Retire a farofa de pão, reserve, e triture os amendoins. Adicione o amendoim à farofa de pão, adicione sal e pimenta a gosto. Bastante azeite, para obter uma farofa úmida, mas não uma papa. Forre uma assadeira com papel manteiga e a unte com azeite. Vá pegando as fatias do peixe, uma a uma. Sobre cada uma delas arrume um montinho da cobertura, e fixe-o bem, com as mãos, nos filés. A cobertura deve ser bem farta. Vá arrumando os filés na assadeira, um a um e, em seguida, regue com azeite.

Asse em forno bem quente durante 20 minutos. E está pronto. Sirva quente ou frio.

Lebriut!

 

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