TISHÁ BEAV E MASHIACH

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Dizem nossos Sábios que Mashiach nasce em Tishá BeAv. Isso não quer dizer que ele, literalmente, vai nascer nesse dia. Afinal de contas ele não será um bebê quando redimir nosso povo. Nossos sábios estão se referindo a um fortalecimento de sua influência.

Como?

Nossos Sábios dizem que no dia do aniversário mazalô gover, ou seja, a fonte espiritual da alma da pessoa brilha fortemente.

No dia em que a fonte espiritual de Mashiach está revelada intensamente, há um potencial ímpar para o advento da redenção.

(O Rebe, Tishá BeAv, 5751)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/679.htm#caption10

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BOLO DE INHAME CARAMELADO

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Ingredientes:

3 ovos inteiros

1 ½ copos de açúcar cristal

1 copo de óleo

2 copos de farinha de trigo

2 copos de água

2 copos de inhame cortado em quadradinhos

2 colheres de chá de fermento em pó

Algumas gotas de limão

3 cravos

Modo de Fazer:

Numa panela, caramelize o açúcar com ½ copo de água, o limão e o cravo. Quando dourar, acrescente o restante da água (com muito cuidado, pois espirra). Dissolva o caramelo e acrescente o inhame. Cozinhe em fogo brando até que o inhame fique macio.

Observação: a panela precisa ter certa altura, pois o caramelo sobe ao ferver.

Retire do fogo, amasse o inhame com um garfo e acrescente o óleo e misture bem.

Aqueça o forno.

Numa tigela, ponha os 3 ovos, acrescente a mistura de inhame caramelado e óleo e misture bem. Acrescente os 2 copos de farinha, um a um, misturando bem. Acrescente o fermento e misture bem.

Asse em forma untada e polvilhada. Primeiros 10 minutos, forno médio. Em seguida baixe bem o forno e asse até que um palito saia seco.

Lebriut!

 

 

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NÃO PERDER O RUMO

BS’D

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A palavra matot, que significa tribos, também significa varas. Varas simbolizam estabilidade e permanência, como um cajado firme e forte.

Mass’ê significa viagens, e alude a uma situação transitória, não-permanente.

O fato de as duas porções de Matot e Mass’ê serem lidas juntas nos ensina que quando estamos em viagem, seja ela de férias ou a trabalho, temos de ser tão cuidadosos e imutáveis no cumprimento da prática religiosa quanto somos quando estamos em casa.

(O Rebe de Lubavitch)

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http://lchaimweekly.org/lchaim/5772/1230.htm#caption8

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FILÉS DE TILÁPIA COM CANELA

 

 

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Ingredientes:

4 filés de tilápia

1 cebola pequena

3 dentes de alho

Azeite de oliva extra-virgem

Sumo de ½  limão

Sal a gosto

Tempero para empanar:

3 colheres de chá de canela em pó

4 colheres de chá de açúcar mascavo

¼ de colher de chá de pimenta preta

½ colher de chá de sal

¼ de colher de chá de açafrão da terra

1 colher de sopa cheia de fubá

Modo de Fazer:

Coloque os filés de peixe num saco de plástico. Tempere-os com um pouco de sal e o suco de limão. Misture tudo. Feche bem o saco e deixe na geladeira durante uma noite.

No dia seguinte, aqueça bem o forno. Corte a cebola em fatias bem finas e as espalhe numa assadeira. Salpique sobre ela o alho, cortado em pedaços e regue tudo com azeite.

Seque os filés de peixe em papel-toalha.

Misture bem os 6 ingredientes do tempero e empane nele os filés. Arrume-os sobre a cebola e o alho. Regue tudo com mais azeite. Cubra com papel alumínio e asse em forno bem quente. Quinze minutos coberto e, em seguida, retire o papel-alumínio e asse durante mais quinze minutos descoberto.

Está pronto.

O segredo é o forno bem quente.

Lebriút!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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QUAL É MINHA HERANÇA ESPIRITUAL?

BS’D

3e48026ebae58a5b2e71c95d945faa17--shabbat-shalom-rabbiParashat Pinechas descreve como a Terra de Israel foi distribuída. Diz a Torá: “A terra será dividida por sorteio.” O Talmud observa que o processo através do qual o sorteio era feito não era nem arbitrário nem aleatório. Os miraculosos Urim e Tumim do peitoral do Kohen Gadol apontavam o resultado. Rashi explica que além de o lote da Terra Santa a ser dado a cada tribo estar escrito no papelzinho retirado por cada tribo, o próprio goral falava e anunciava o resultado. Ou seja: a divisão da Terra de Israel, prestes a ser conquistada, foi determinada pelo próprio D-us.

Herdar uma porção física da terra simboliza a herança espiritual de cada judeu, com a qual ele tem o dever de realizar sua missão individual na vida. Do mesmo modo que cada uma das Doze Tribos recebeu uma porção específica de terra para morar e cultivar, cada judeu tem sua própria área espiritual para aperfeiçoar.

Embora alguém possa pensar que está livre para escolher sua própria porção espiritual, e seguir o caminho que lhe apetecer no serviço a D-us, a Torá nos ensina que isso não é uma questão de lógica ou vontade própria. É ordenado por D-us.

Cada alma judia tem seus próprios apegos e desapegos particulares. Algumas mitsvot são mais fáceis de cumprir que outras. O Talmud nos informa que muitos dos nossos Sábios tinham um cuidado especial com o cumprimento de um mandamento específico; embora, obviamente, cumprissem todas as 613 mitsvot da Torá. O cumprimento exemplar daquela mitsvá específica servia de conduto através do qual todas as outras mitsvot fluíam.

Um indivíduo não pode escolher sua própria vocação espiritual. Ela é parte integral de sua constituição espiritual. Mas como é que a pessoa determina, exatamente, quais mitsvot são especialmente relevantes para ele? Verificando objetivamente quais são as que ela acha mais difíceis de fazer!

Pode-se supor, com segurança, que o caminho que estiver mais cheio de obstáculos é sua “herança”. Na verdade, quanto mais importante for uma mitsvá, mais o Yêtser Hará (a má inclinação) tentará fazê-lo desistir.

A falta de interesse por um determinado aspecto do estudo da Torá ou a indiferença por determinada mitsvá indica que é precisamente nessas áreas que se deve investir mais esforço. E pelo mérito desse esforço, D-us proporciona ao indivíduo sucesso em todas as demais áreas de sua vida também.

Adapdado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5771/1179.htm#caption2

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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BOLO DE AÇAFRÃO

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Ingredientes:

4 ovos inteiros

1 copo de açúcar mascavo

1 copo de óleo

1 pitada de sal

Algumas gotas de baunilha

½ colher de chá de açafrão da terra (cúrcuma)

1 colher de sopa de chocolate em pó

1 colher de sobremesa de canela em pó

1 colher de sopa de techina pura

1 copo de suco de laranja lima

2 copos de farinha de trigo

1 copo de farinha integral

3 colheres de chá de fermento em pó

Modo de Fazer:

Coloque os 9 primeiros ingredientes numa tigela e misture bem com uma colher de pau.

Em seguida, vá alternando as farinhas e o suco, mexendo sempre.

Por último, acrescente o fermento e misture mais um pouco.

Asse em forma de buraco em temperatura moderada até que um palito saia seco.

Lebriut!

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TRISTEZA OU ALEGRIA?

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O mês de Tamuz contém datas que aparentam ser de conteúdos contraditórios.

Guimel (3 de)Tamuz, que foi o início da libertação do Rebe Rayatz, a primeira fase da gueulá, a gueulá da prisão. E Yud-Bet (12 de) Tamuz, sua libertação (e a nossa), de fato, que foi a gueulá do exílio. E olhando-se retroativamente, a primeira foi maior que a segunda: foi do oposto da vida para a vida. Enquanto que Yud-Bet Tamuz, foi a libertação do exílio.

Por outro lado, 17 de Tamuz é um dos jejuns ligados à destruição do Bet Hamikdash, que se transformará em um dia de júbilo e alegria, quando chegar a Era Messiânica.

Por que estamos sofrendo na galut, afinal de contas? Hashem, com certeza, tem algum objetivo com isso. Hashem está nos purificando, como um rei, que é um pai amoroso, que lava, ele próprio, as impurezas de seu filho único. É uma descida necessária para a grande elevação que será a vinda de Mashiach. Quando teremos uma dupla consolação.

Diz o Rebe que quando temos ambos os elementos de galut (exílio) e gueulá (redenção) juntos, a ênfase que deve ser dada é na gueulá, pois ela é o objetivo de tudo, inclusive da galut.

Em nossa geração, após 1927, quando se deu a libertação do Rebe Rayats, estamos tendo uma degustação e uma centelha da futura gueulá, diz o Rebe. Antes mesmo do jejum, temos 12 e 13 de Tamuz.

Que a redenção verdadeira e completa seja agora, now!

Baseado num shiur do Rabino Shmuel Butman, baseado nos ensinamentos do Rebe:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=46333&alias=from-destruction-to-redemption

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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POR QUE MOSHÊ FOI CASTIGADO?

BS’D

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E Moshê disse para eles: “Escutem, seus rebeldes! (Como) poderemos tirar água para vocês desta pedra? (Bamidbar 20:10)

Chamar o povo judeu de “rebeldes” foi considerado um pecado muito grave para uma pessoa do nível espiritual de Moshê. Pois quando os judeus estão em apuros, a coisa certa a fazer é ajudar e não punir.

(Rabi Levi Yitschak de Berditchev)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5769/1077.htm#caption8

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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QUASE INACREDITÁVEL

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O Dr. Yaakov Reich é professor universitário de matemática. Publicou vários artigos em revisitas acadêmicas importantes, e não parece ser uma pessoa do tipo das que falam de milagres. Mas ele também é um chassid, e dá muito valor a sua ligação contínua com o Rebe, que influencia sua vida espiritual, bem como suas decisões diárias.

Seu depoimento:

Durante uma breve estadia em Jerusalém, no verão passado, minha filha e eu fomos acordados, de repente, por uma explosão amedrontadora, seguida de ruídos de ambulâncias e helicópteros. Um terrorista suicida acabara de explodir dois ônibus a poucos metros de onde estávamos hospedados. Houve mortos e feridos. Depois que nos recuperamos do choque inicial, falei para minha filha, que planejava ficar estudando um ano em Israel: “Você vai voltar comigo para casa, e está acabado.”

Aba”, disse ela, “antes de vir para cá, recebi uma orientação muito clara do Rebe para vir. Por que não perguntamos ao Rebe novamente?”

Concordei. E ela escreveu uma carta, e a colocou, aleatoriamente no volume 18 das cartas do Rebe, conhecidas como Igrot Kôdesh. Abriu o livro, na página onde estava seu bilhete, e leu:

“Não tema. Os olhos de D-us estão sobre a Terra de Israel, desde o começo do ano até o final do ano.”

É óbvio que ela ficou em Israel. Fiquei feliz com a clareza da orientação e agradeci a D-us por isso. Mas aquela resposta representou muito mais, para mim. Era uma garantia absoluta que o Rebe estava me dando de que eu nada tinha a temer. Portanto, apesar dos eventos trágicos do ano passado, não me preocupei com a segurança de minha filha.

Um acontecimento anterior tinha a ver com um negócio que eu estava indeciso se deveria fechar. Escrevi para o Rebe. A carta onde “por acaso” abri era para um indivíduo que tinha o mesmo primeiro nome e o mesmo último nome da pessoa sobre quem eu estava escrevendo! Imediatamente segui em frente com a transação.

Recentemente, uma amiga nossa ligou de Paris, pedindo conselho. Será que ela deveria vir a Nova York para se encontrar com um jovem que lhe tinha sido sugerido como noivo em potencial? Eu lhe disse para perguntar ao Rebe, e lhe expliquei que se pode receber respostas do Rebe através das Igrot Kôdesh. Ela me pediu para escrever por ela, pois não tinha nenhuma das cartas do Rebe nem sabia hebraico.

Redigimos, juntos, uma carta, e a coloquei num volume de cartas do Rebe. A carta que escrevemos foi parar numa página que tinha uma resposta do Rebe para uma mulher em Paris. O Rebe iniciava a carta dando sua bênção para que ela se encontrasse com “o jovem”. E em seguida, o Rebe dava instruções precisas para a mãe, que estava com problemas no casamento. (Nossa amiga admitiu que seus pais estavam tendo problemas em seu relacionamento e o conselho do Rebe era muito pertinente.) No final da carta, o Rebe acrescentou um P.S.: “Faz tempo que não tenho notícias suas. Saiba que sei francês, embora meus secretários não saibam esse idioma.”

A esposa do Dr. Reich, Doutora Esther Reich, é dentista, e também professora numa universidade em Nova York. Ela conta outra história da família:

No verão passado, uma de nossas crianças não sabia se voltasse para Denver para trabalhar como madrichá-chefe na colônia de férias (day camp) de Chabad, ou se fosse trabalhar numa colônia de férias de Chabad na Rússia. Sua escola e nós queríamos que ela fosse para a Rússia. Mas ela, na verdade queria voltar para Denver, onde já tinha trabalhado e sentia que tinha se dado bem com algumas das crianças russas. Ela precisava dar uma resposta. Sugerimos que escrevesse para o Rebe.

Só por obediência, ela escreveu. Na carta onde ela abriu, o Rebe dizia: “Em qualquer lugar do mundo você pode ajudar um judeu.”

Ela achou que o Rebe queria que ela fosse para Denver. Nós achamos que o Rebe queria que ela fosse para a Rússia. Ainda estávamos num impasse. Falei que ela escrevesse outra carta, de todo o coração e pedisse ao Rebe para lhe dar uma resposta clara. Ela escreveu e, em seguida, abriu aleatoriamente um dos volumes de cartas do Rebe. Naquela página havia uma lista de nomes de cidades da Rússia! E o mais pertinente era que todas as cidades mencionadas eram, justamente, as que me tinham sido recomendadas como boas cidades para ela ir.”

Muitos podem achar que esses fatos não passam de meras coincidências.

Yaakov Reich é professor de matemática, especialista em probabilidade, sendo, portanto, bem qualificado para discutir a probabilidade estatística de milhares de pessoas receberem respostas desta maneira:

Basicamente, o que acontece aqui é que temos milhares de pessoas que estão fazendo esta “experiência” independentemente. Isso é conhecido, em matemática como experimentos independentes.

Em experiências deste tipo, quanto maior o número de experimentos, menor a chance todos obterem o resultado esperado.

Por exemplo: se a probabilidade de meu experimento ter o resultado desejado for de 50% e a probabilidade de seu experimento ter o resultado desejado for de 50%, a probabilidade de nós dois termos o resultado desejado é de 25%, explica o Dr. Reich.

Portanto, se todas as cartas que qualquer indivíduo pudesse ter recebido, que tenham a ver com sua questão pessoal forem comparadas ao número total de cartas, esse tipo de probabilidade seria menor que 5%, menor ainda que 1%. Mas vamos fazer o cálculo, bem por baixo, e dizer que uma em cada 10 cartas poderia ter algo a ver com sua pergunta. Se há milhares de pessoas escrevendo para o Rebe pedindo orientação e conselho e apenas 50% recebessem respostas, a probabilidade de tamanha percentagem, neste caso, já seria extremamente remota. E, obviamente, muito mais do que 50% das pessoas que escrevem para o Rebe recebem respostas desta maneira. Não dá para dizer que é, apenas, uma questão de interpretação. Inclusive, muitas vezes acontece que na resposta aparecem detalhes específicos, como uma data, um lugar ou um nome. Isto reduziria em muitas vezes a probabilidade de um acaso.

É muito freqüente respostas para perguntas específicas, como aconteceu em nossa família, de modo incrível. Essas respostas não podem ser atribuídas ao acaso. Só podemos chegar à conclusão de que o Rebe está, de fato, conosco.

Eu gostaria de enfatizar que a explicação matemática acima está longe de ser uma prova do caráter miraculoso das respostas do Rebe. Não passa de um esboço – pois a matemática, embora seja o campo mais abstrato da ciência, é finita e limitada e, em essência, não pode provar D-us, que é ilimitado e infinito.

Numa observação não estatística, Dr. Reich comenta:

Através da história judaica, houve épocas em que alguns poucos indivíduos justos conseguiam receber orientação abrindo a Bíblia ou outro livro sagrado. Agora um fenômeno impressionante está acontecendo. O Rebe está acessível para todos, em qualquer lugar, a qualquer hora. E ele responde imediatamente.

Nos dias de gratificação imediata, como os de hoje, uma resposta imediata é muito valorizada.

E o Dr. Reich conclui:

Como o Rambam explica, a ocorrência de milhares de milagres ‘enquanto o mundo continua a funcionar de modo habitual’ é uma inovação fundamental da Era Messiânica, quando os milagres estarão ao alcance de todos, não apenas de um poucos privilegiados. Como disse o Rebe em 1992:

“Especialmente nestes dias de Mashiach, em que nos encontramos, tudo o que é necessário é abrir os olhos.”

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5756/422.htm#caption8

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Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

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Chaim Shemuel ben Aba

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SALADA DE BETERRABA CRUA

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Ingredientes:

3 beterrabas cruas raladas

1 colher de chá de açúcar mascavo

½ colher de chá de sal

Sumo de ½ limão

1 colher de sopa de azeite

Um punhado de sementes de girassol descascadas e levemente torradas

Modo de Fazer:

Misture todos os ingredientes.

Lebriut!

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