O tsadik, Rav David Moshê de Chortkov contou que o grande magnata, patriarca da família Rothschild, Reb Meir Anshel, enriqueceu em virtude da noite de bedikat chamets.
E a história foi assim:
Quando Reb Meir Anshel era jovem, foi ajudante do gaon hakadosh Rav Tsvi Hirsh, o Rav de Chortkov, pai do gaon hakadosh Rav Shmelke de Nikolsburg. Depois de algum tempo, casou-se com uma moça da cidade de Ciniatin, abriu uma loja e teve certo sucesso.
O Rav Tsvi Hirsh tinha uma soma de 500 rublos (ducados), que tinha guardado para o dote de sua filha. O dinheiro estava guardado numa gaveta de sua mesa. Durante o ano todo, quase nunca abria aquela gaveta. Só na noite anterior ao dia 14 de Nissan, todos os anos, na hora de bedikat chamets, abria aquela gaveta para inspecioná-la.
No ano em que Reb Meir Anshel casou, quando chegou a noite de 14 de Nissan, e o Rav foi fazer a inspeção de chamets, descobriu que a carteira com os rublos não estava lá. O Rav tomou um susto, bem como se assustaram os membros de sua família.
A família do Rav chegou à conclusão de que só podia ser que o shamash, Meir Anshel, tinha roubado o dinheiro. Afinal de contas, tinha aberto uma loja. E ouviram dizer que estava enriquecendo a olhos vistos. Com certeza tinha feito fortuna com aqueles rublos. O Rav calou a boca de todos repetidas vezes, dizendo que estavam desconfiando de uma pessoa honesta, pois o conhecia como uma pessoa direita e temente a D-us, durante todo o tempo que trabalhou para ele em sua casa. Sendo uma pessoa de inteira confiança. Mas a família do Rav não lhe deu sossego, dizendo que só podia ter sido ele que tinha roubado o dinheiro e investido na loja. Tanto falaram, que acabaram convencendo o Rav a viajar a Ciniatin, contra sua própria vontade.
Quando se encontrou com Reb Meir Anshel, este muito se alegrou e o tratou com o maior respeito, pois tinha muito apreço e amor por seu rabino.
Com o coração partido, o rav contou, com muita diplomacia, a seu antigo assistente, o que tinha acontecido, e sobre a suspeita que caíra sobre ele.
Reb Meir Anshel, ao ouvir aquilo, falou imediatamente:
– É verdade. Peguei o dinheiro. Embora no momento eu só tenha uns 200 rublos, que vou lhe entregar agora, dentro de determinado prazo devolverei o restante.
O Rav voltou para casa duplamente alegre: por não terem suspeitado de inocentes e pela devolução do dinheiro. E Reb Meir Anshel foi enviando para o Rav mais rublos, até que completou toda a soma.
Mas, na verdade, Reb Anshel não tinha roubado dinheiro nenhum. O que tinha acontecido foi o seguinte:
Quando começaram a limpar a casa do Rav para Pessach, como é costume judaico, contrataram uma empregada goyá da aldeia próxima, para pintar a casa com cal. Quando a empregada notou que havia, no escritório do rabino, uma mesa que tinha uma gaveta trancada, ficou de olho nela. Conseguiu a chave, abriu a gaveta, pegou a carteira com os rublos e a entregou a seu marido.
O marido escondeu a carteira com os rublos durante bastante tempo. Quando achou que o assunto já tinha caído no esquecimento, e quis começar a aproveitar o roubo, pegou um rublo, e foi ao bar da aldeia. Pediu muita vodca para beber e se alegrar com um grupo de camaradas. Na hora de pagar, entregou o rublo ao dono do bar, dizendo:
– Encontrei isto. Vá até a cidade para trocá-lo. Pegue o que lhe devo pela bebida e me devolva o troco.
E foi o que fez o dono do bar. Na semana seguinte, o camponês apareceu novamente, bebeu até embriagar-se, e deu mais um rublo de ouro para o dono do bar, dizendo que o tinha encontrado. E fez o mesmo uma terceira vez.
Quando o dono do bar viu o que tinha feito o camponês várias vezes seguidas, entendeu que os rublos não são como pedras, que são encontradas jogadas por aí para quem quiser pegar. Chegou à conclusão de que o camponês devia tê-los roubado de algum lugar. Foi ter com o ministro do lugar e lhe contou o que acontecera.
O ministro lhe disse:
– Quando ele aparecer novamente, sirva-lhe muita vodca, e o cerce de amigos e conhecidos dele. Quando entrar o vinho, sairá o segredo, e ele confessará.
Assim fez o dono do bar. E quando o cara estava prá lá de bêbado, e seus amigos começaram a lhe perguntar de onde ele tinha aqueles rublos, contou-lhes, em segredo tudinho: que sua esposa roubara a carteira do rabino, e que em tal e tal lugar de sua casa estavam enterrados todos os outros rublos.
O dono do bar levou as testemunhas até o ministro. Este mandou imediatamente seus funcionários até a casa do camponês, na aldeia. Lá, cavaram no local que ele tinha dito, e encontraram a carteira com os rublos. Nela havia pouco menos de 500 rublos. Prenderam o camponês e o levaram até o ministro, diante de quem ele confessou.
O ministro mandou chamar o Rav. O Rav se assustou, pensando: quem sabe que acusação falsa inventaram contra ele ou contra sua comunidade. Mas não tinha jeito, tinha de ir. E o ministro começou a lhe fazer perguntas: quantos filhos e filhas ele tinha, qual era seu salário semanal, etc. E o Rav foi respondendo a todas as perguntas. E o ministro perguntou:
– E de onde tem dinheiro para casar sua filha?
Foi quando o Rav contou que ele tinha 500 rublos para o dote e para os gastos do casamento, mas o dinheiro tinha sido roubado, etc. O ministro pediu para ele dar sinais de identificação da carteira, o que ele fez. O ministro pegou a carteira com os rublos e a entregou ao rabino. E lhe contou toda a história do camponês bêbado. O Rav voltou para casa alegre e triste ao mesmo tempo: alegre por ter sido descoberto que seu antigo assistente era um homem direito, e triste por ter desconfiado de pessoas honestas.
O Rav logo viajou para Ciniatin para perguntar a seu assistente o que deu nele, para ter confessado um pecado que não cometera; e para devolver dinheiro que ele não tinha roubado. Reb Meir Anshel lhe disse que vira como seu rabino estava tão aflito e percebeu que se ele voltasse para casa decepcionado, sua angústia, e a de sua família só aumentaria. Por isso, resolveu dizer que tinha roubado o dinheiro. Pegou tudo o que tinha naquele momento, e lhe deu, para acalmar o tsadik, e depois, vendeu e empenhou tudo o que tinha, e foi mandando aos poucos mais rublos, até que completou toda a soma.
Quando o Rav ouviu aquilo, apaziguou seu assistente por terem suspeitado dele, e lhe devolveu o dinheiro. E o abençoou, dizendo que, por esse mérito ele teria sucesso, e enriqueceria muito, ele e seus descendentes por muitas gerações.
E foi a partir daí que ele começou a ter cada vez mais sucesso, e dele saiu a famosa família dos Rothschild.
Traduzido e adaptado de:
Sipurei Chassidim – Moadim
Do Rabino Shlomô Yossef Zevin
Págs. 280-283
(Hebraico)
& & &
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Hershel ben Moishe
Moishe ben Aba
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Na Meguilat Ester a presença de D-us está oculta e disfarçada no desenrolar aparentemente natural da história.
E em nossa vida pessoal, o que é máscara e fantasia e qual é nosso verdadeiro eu? É preciso introspecção profunda e, principalmente, sincera e honesta para descobrir a resposta a essa pergunta. E saber que hoje precisamos ser melhores do que ontem. E amanhã devemos ser melhores do que hoje.
Purim Sameach!
& & &
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Hershel ben Moishe
Moishe ben Aba
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
“Todo o povo judeu” significa reconhecer que somos uma nação. O decreto de Haman foi contra todos os judeus: jovens e velhos, homens, mulheres e crianças”. Nossa verdadeira união anulou o perverso decreto.
“Toda a Torá”significa – todas as partes dela. Na Meguilá, Mordechai é chamado de “Mordechai Hayehudi”, “Mordechai o judeu”. O termo “yehudi” indica a rejeição da idolatria. Quando um judeu rejeita a idolatria, está declarando que toda a Torá é verdadeira. Nos dias de Mordechai o povo judeu foi chamado de “Yehudim” porque aderiu à totalidade da Torá, a todo detalhe, sem abrir mão de nada.
“Toda a Terra de Israel” significa que toda a Terra Santa pertence ao povo judeu. A história de Purim aconteceu durante os 70 anos entre o Primeiro e o Segundo Templos Sagrados. Embora a construção do novo Templo tivesse sido iniciada, foi interrompida por ordem do rei da Pérsia. Mordechai sabia que estudar as leis ligadas ao Templo anularia o decreto de interromper a construção. Reuniu crianças judias e, juntos, estudaram essas leis, e seus esforços tiveram êxito. O Templo foi concluído, e a Terra de Israel ficou na mão dos judeus.
Ao comemorar Purim vamos refletir sobre o fato de que toda a Terra Santa foi dada por D-us para todos os judeus, sem exceção. Devemos, portanto, nos comportar de modo a fazer jus ao nome “yehudim”, afirmando a verdade de toda a nossa Torá. E ficando firmes em nossa crença em D-us. Assim agindo, obteremos o respeito das nações e traremos a verdadeira paz, que culminará na Redenção Final, com Mashiach, rapidamente em nossos dias.
Recebi o texto abaixo (em inglês, e traduzi para o português) por Whatsapp, na sexta-feira 21 de fevereiro de 2025. Foi escrito por Hillel Fuld. Vale a pena ler.
Desde o primeiro dia, vivo dizendo a todos os que quiserem ouvir, que desde 7 de outubro presenciamos tantos milagres, que é difícil de contar.
Alguns desses milagres são fáceis de reconhecer, por exemplo: como a operação dos beepers aconteceu, ou como tivemos tanto sucesso interceptando e explodindo aquelas centenas de drones e mísseis balísticos que foram lançados do Iran contra nós. Duas vezes.
Outros milagres foram mais difíceis de admitir.
E temos a noite de ontem.
Ontem à noite houve um milagre na dimensão da abertura do mar.
Refiro-me a um milagre revelado, que poderia e devia ter acabado muito diferente.
Não me pergunte qual minha fonte. E se isso significa que você não acredita no que vou dizer, que seja. Você pode continuar procurando. Mas se você conhece meu trabalho, sabe que sou muito cuidadoso com o que compartilho. Portanto, se estou compartilhando isto, pode confiar em mim: é baseado em fonte confiável.
Ontem à noite, uma moça notou um objeto suspeito num ônibus no centro de Israel. Avisou ao motorista, que parou o ônibus numa estação, fez com que todos descessem, e logo depois, o ônibus explodiu e foi totalmente destruído.
Mas a história não acaba por aí. Ainda tem muito mais.
Nas horas que se seguiram, quatro outras bombas foram descobertas em ônibus, algumas explodiram e outras foram desarmadas antes que explodissem. Outras não funcionaram.
De acordo com minha fonte, e isso era novidade para mim, nada menos de 15 ônibus deveriam explodir hoje de manhã. De acordo com os relatos, os terroristas marcaram o timer para as 9 da noite, em vez de 9 da manhã.
E isso é o pior? Não. Nem de perto.
Além dos 15 ônibus, 5 terroristas suicidas deveriam explodir, simultaneamente, bombas, na trilha do trem leve. Todas no centro de Israel.
E isso é o pior? Não. Isso é a parte boa.
De onde se originou esse ataque? Gaza? Não. Yehuda e Shomron (Judeia e Samaria). Em outras palavras, esses terroristas vieram de dentro de Israel.
E o principal, e volto a dizer que que não estou revelando onde escutei isso: tudo isso não passaria de distração, como os foguetes do 7 de outubro. Apenas uma distração para a verdadeira invasão.
Minha fonte diz que quando os ônibus explodissem, forças de emergência massivas deveriam correr para a cena, causando uma grande brecha na cerca de segurança, e muitos terroristas de Judeia e Samaria invadiriam Israel e executariam um segundo 7 de outubro. Só que dessa vez não seria de Gaza, de modo que seria uma invasão em praticamente todas as grandes cidades de Israel.
Digo pela terceira vez: essa não é uma informação que está ao alcance do público. E não posso dar um link e não divulgarei a fonte. Pode acreditar em mim, ou não. Você decide.
É importante salientar que há décadas, não tínhamos explosões de ônibus em Israel. Fazemos esse acordo e soltamos terroristas, alguns deles os arquitetos por trás das bombas nos ônibus, durante a intifada, e de repente, temos de volta ônibus explodindo.
Não posso imaginar que alguém ache que isso é simples coincidência.
Tudo isso era para acontecer durante as horas de rush e teria causado centenas, talvez milhares de mortes de israelenses.
Mesmo se o resto não for verdade, múltiplas explosões de ônibus assim, durante a hora de rush? Não posso nem imaginar.
Ontem de manhã foi um dos piores dias da história de Israel. Talvez o pior. Todos nós nos sentimos impotentes, sem exceção.
Quando nós sofremos, D-us sofre conosco.
Quanto a você, não sei, mas ontem de manhã, quando vi os caixões dos anjos Bibas, olhei para cima, para Hashem e perguntei: por quê? Por que ele nos daria tanto sofrimento ou deixaria Hamas fazer isso conosco??
Eu disse para mim mesmo que ficaremos bem, mas não tinha muita certeza. Será que D-us ainda estava cuidando de nós? Ou tinha nos abandonado? Voltou as costas para nós?
Depois, quando os sequestrados estavam sendo entregues, um lindo arco-íris apareceu nos céus de Israel, um sinal, da época de Noach, que D-us jamais destruirá o mundo, tampouco permitirá que ele seja destruído. Um arco-íris, de acordo com a escritura judaica, é o jeito de D-us nos dizer: “Não se preocupem. Estou com vocês.”
Mas mesmo assim, eu estava tão triste e tão irado.
Aí, as notícias começaram a chegar.
Um ônibus explodiu. Ninguém se machucou.
Hum, “Como é que isso acontece?” Perguntei-me.
Depois, outro ônibus explodiu. Ninguém se machucou. E um terceiro. Ninguém se machucou.
Voltei a sentir a presença de D-us. Consegui voltar a respirar.
E as notícias continuaram a chegar. Mais bombas descobertas. Mais informações. Esse seria o maior ataque desde 7 de outubro. Talvez ainda maior.
Totalmente fracassado.
Por quem? Pelo exército de Israel? Não.
Shabak? Não.
Mossad? Não.
Foi um ataque massivo impedido 100% pelo Próprio D-us. E por uma moça muito atenta que percebeu um objeto suspeito.
Seja lá o que Hamas tinha planejado ou não planejado para esta manhã, eu não estaria escrevendo estas palavras se seu plano tivesse dado certo. Mas D-us tinha outros planos, e depois de toda a dor que os filhos de D-us tinham sofrido ontem, Ele achou que precisávamos ser lembrados de Sua presença. Ele sentiu que precisávamos ser lembrados de que Ele nos protege, agora e sempre. Ele tinha razão. Estávamos precisando disso.
Esse acontecimento poderá entrar para a história como um dos maiores milagres que aconteceu para o povo judeu desde os tempos bíblicos.
“Há duas maneiras de se viver a vida. Uma é que nada é milagre. A outra é que tudo é milagre.”
Alguns explicarão que o Iron Dome funciona, e chegarão à conclusão que não é milagre. O mesmo quanto ao estilingue de David e o sistema de Arrow.
Alguns explicarão como todos esses foguetes e drones não interceptados por Israel caíram em lugares vazios. Podem não acreditar que isso também foi milagre.
E os beepers? Os walkie talkies? Pegar Nasrallah? Haniyeh? Deif? Vão atribuir tudo à espionagem de Israel.
Mas isso? O que aconteceu ontem à noite? Israel não teve nada a ver com aquilo. Se você não considera esse acontecimento um milagre, só há uma explicação. Você não quer vê-lo como milagre.
Abra os olhos. Limpe suas lentes. Hashem está aqui conosco em nossa dor, e a cada dia que passa, estamos mais próximo de que Ele, finalmente, Se revele para nós, explicando por que tudo isso tinha de acontecer, e finalmente traga Mashiach.
Por enquanto, só quero reconhecer a grandeza de Hashem e, em nome das centenas, talvez milhares de israelenses que estariam mortos agora, simplesmente agradecer.
Hodu leHashem ki tov ki leolam chasdô!
Agradeçam a Hashem, pois Ele é bom: pois sua bondade é eterna.
Baruch atá Hashem Elokeinu melech haolam hagomel lachaivim tovot, shegmalani kol tov.
Abençoado sejas Tu, Oh D-us, nosso D-us, Rei do Universo, que recompensa boas ações e me recompensa por toda coisa boa.
Dizemos essa bênção quando somos salvos de tragédia. Hoje, o povo judeu foi salvo de tragédia.
Obrigado, Hashem!
& & &
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Hershel ben Moishe
Moishe ben Aba
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Acho que meu vício não era dos piores. Mas era um vício, que foi ficando mais grave, com o passar do tempo. Meu vício era … chocolate.
Minha situação era a daquele rashá (perverso) do Tanya, que em vez de ter controle sobre seus desejos, seus desejos o dominam por completo. Estão “sob o domínio do coração”. Um beinoni (pessoa mediana) tem a capacidade de dominar seu coração, embora nem sempre exerça essa capacidade.
Mas hoje em dia há muitas pessoas viciadas em todo tipo de coisa e comportamentos. Celular, mídia social inclusive, joguinhos, são vícios muito comuns. Ou mesmo, ficar dezenas, centenas de vezes por dia olhando as notícias. Essas coisas consomem nosso bem mais precioso: o tempo.
Vou contar como consegui me livrar de meu vício em chocolate, pois talvez isso ajude outras pessoas a livrarem-se de seus pequenos e grandes vícios. Esse método pode ser utilizado para quase tudo, embora não seja indicado para certas drogas e similares, que precisam de ajuda profissional e, muitas vezes, internamento em clínica.
O que fiz:
30 dias: ZERO chocolate.
E assim para muitos vícios. De acordo com a neurociência, 30 dias é o tempo necessário para resetar o cérebro. Os primeiros 15 são de muito sofrimento, mesmo. Como detox de álcool e drogas. É um detox de dopamina.
Depois dos quinze dias iniciais, as sensações desagradáveis vão melhorando. Mas o tempo que a ciência dá para o reset do cérebro é, realmente, trinta dias.
Mas mesmo depois de resetado, o cérebro guarda impressões que podem ser facilmente reativadas. Devemos, portanto, ter muito cuidado para não ter recaídas que nos levam de volta à estaca zero.
No caso de celular: a gente precisa, mesmo, de todos aqueles aplicativos e similares? Depois dos 30 dias totalmente sem, devemos tomar decisões. Se o prejuízo é maior que o lucro, será que não posso abrir mão de muitos deles? Quantas vezes por dia preciso olhar as notícias? Uma vez ao dia? Ou talvez duas vezes por semana? E assim por diante.
O alcoólatra não pode beber a primeira gota, mas nem todas as substâncias e comportamentos são assim. Temos de ter discernimento para decidir. E voltar a ter controle sobre nossa própria vida. Mas aqueles 30 dias de detox são, mesmo muito importantes.
Boa sorte! Hatslachá!~
& & &
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Hershel ben Moishe
Moishe ben Aba
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Em 1978, depois de voltar para o judaísmo, Devora estudava no Machon Chana em Crown Heights. Aqui está seu relato de seu encontro com a Rebetsin e das lições de vida que dele obteve.
“Certo dia, eu estava no dormitório de Machon Chana sentindo-me deprimida. Pensei: meus amigos deixaram de falar comigo e minha família não está feliz comigo. Estou aqui em Crown Heights, então por que não ir lá para o topo e tentar falar com a Rebetsin? Pedi a duas amigas do dormitório que se juntassem a mim e, juntas, escrevemos uma carta para a Rebetsin perguntando se poderíamos nos encontrar com ela. Pegamos a carta, fomos até a casa da Rebetsin e a colocamos na caixa do correio. Em seguida, fomos embora rapidamente, sem saber o que aconteceria.
“Poucos dias depois, a Sra. Galperin, que era a cozinheira do Machon Chana, foi falar comigo e, baixinho, perguntou: ‘Você escreveu uma carta para a Rebetsin?’ Meu coração disparou quando respondi: ‘Sim.’ Ela me disse: ‘A Rebetsin gostaria de conhece-la.’
“Na semana seguinte fomos com a Sra. Galperin, que era muito próxima da Rebetsin, até sua casa. A Sra. Galperin tocou a campainha e quem abriu a porta foi a mulher mais majestosa, nobre e elegante que jamais tínhamos visto. Percebemos que ela era a Rebetsin. Ela nos convidou a entrar. Pegou nossos casacos e nos convidou para a sala de jantar. A mesa estava posta como se fosse para a nobreza, com copos belíssimos e talheres esplêndidos. Sobre a mesa havia biscoitinhos e suco de fruta. Dava para ver que ela tinha investido muita reflexão e muito esforço para fazer com que nos sentíssemos bem-vindas. E que tinha tido muito trabalho. E nos sentamos à mesa.
“A Rebetsin perguntou nossos nomes. Depois que respondemos, a Sra. Galperin lhe mostrou fotos de uma moça de Machon Chana que tinha se casado recentemente. Dava para perceber, no rosto da Rebetsin, que era como se fosse sua própria filha. Ficou tão feliz, olhando atentamente para cada fotografia. Dava para ver que ela estava, simplesmente, emocionada que aquela moça tinha casado. Ela teve muita nachas olhando as fotos.
“Em seguida ela perguntou a cada uma de nós o que gostávamos de fazer, quais eram nossos hobbies. Cada uma de nós falou o que gostava de fazer no tempo livre. Depois ela nos perguntou de que música gostávamos. Ela era muito prática e realista.
“Perguntou se falávamos Yidish e nos disse que é muito importante estudar Yidish e falar Yidish. Quando a visita acabou, ela foi buscar o Sidur e pudemos falar a bênção de depois de comer do Sidur. Era o Sidur do pai dela – o Sidur do Rebe Anterior!
“Foi uma visita muito especial. Depois, refleti bastante sobre aquela visita.
“Quando eu estava em Crown Heights, estava me sentido muito só. Depois daquele encontro com a Rebetsin, passei a me sentir muito especial.
“Éramos três moças que tínhamos ido para o Machon Chana para aprender mais sobre nossa herança.
“Em geral, quando se é convidado para a casa de alguém, perguntam coisas pessoais, como: como você ficou religiosa, como veio para Crown Heights?
“Mas a Rebetsin nos perguntou o que gostávamos de fazer e de que música gostávamos. Foi brilhante. Nos tratou com tanto respeito. Sabia exatamente o que perguntar e nos tratou com tanta sensibilidade.
“A lição que me ensinou foi como lidar com as pessoas. Penso muito sobre isso, e uso isso em minha Shlichut até hoje, quando lido com pessoas!”
Devorah Caytak é shlucha e dirige a Jewish Youth Library em Ottawa, Canadá. Atualmente, seus filhos são também são Shluchim em suas respectivas comunidades, e ela e seu marido têm muito Chassidishe Nachas da família.
De vídeo de Living Torah de JEM
Rebetsin Chaya Mushka – 25 de Adar de 1901 – 22 de Shevat de 1988