UM YID

BS’D

Massada

Recentemente, os jornais publicaram a notícia de um judeu israelense, residente na Turquia, que, por muito dinheiro, havia sido recrutado pelo Irã para ajudar o Irã em sua luta contra Israel.

Baruch Hashem ele foi pego antes de conseguir causar qualquer mal.

O interessante é que, ao ser pego ele desabafou:

“Que sorte que vocês me pegaram!”

Vejam: o homem ia cometer um crime/pecado grave, que poderia ter nos prejudicado muito e com isso ganharia muito dinheiro. Mas na verdade, ficou feliz por não ter conseguido fazer isso. Ele estava, simplesmente dominado pelo Yêtser Hará. Mas sua essência estava pura e cristalina.  

Consta no livro sagrado Tanya, escrito pelo primeiro Rebe de Chabad, que um judeu só peca quando é dominado por um espírito de insensatez.

Foi o que aconteceu com aquele judeu, e é o que acontece com cada um de nós, quando não nos comportamos como devemos.

Hashem sabe disso e, por isso mesmo, com certeza nos abençoará com um ano bom e doce. Um ano de Mashiach e redenção.

***

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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KIGLE DOCE FACÍLIMO

BS’D

Ingredientes:

3 trouxinhas de macarrão cabelo de anjo

3 ovos

4 colheres de sopa de passas

4 colheres de sopa de açúcar

1 colherinha de sal

1 colher de sobremesa de canela em pó

1 maçã ralada

Um pouco de óleo para untar a forma

Sumo de meio limão

Modo de Fazer:

Ponha as passas de molho em água fervente

Aqueça o forno

Rale a maçã e a deixe de molho no limão

Cozinhe o macarrão em água com o sal, escorra e deixe esfriar

Misture o macarrão, os ovos, a canela, o açúcar, a maçã (drenada) e as passas

Asse em forma untada com óleo durante cerca de 40 minutos em forno médio. (Até dourar e um palito sair seco)

Lebriut!

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CONVERSAR COM D-US

BS’D

Há mais de cem anos, na cidade de Belz, havia um Rebe muito santo chamado Rav Shalom de Belz. Tinha milhares de chassidim, e seu nome era famoso em grande parte do mundo judaico.

Certo ano, na primeira noite de Selichot (preces penitenciais que são ditas antes de Rosh Hashaná), em vez de ir para a grande sinagoga para assinalar o início das preces, Rav Shalom pediu a seu ajudante para aprontar a carruagem, pois iriam para a floresta.

O espantado ajudante pensou nos milhares de Chassidim que estavam esperando o Rebe chegar na sinagoga para iniciar as preces. Mas sabia que não devia fazer perguntas, e foi aprontar a carruagem.

Depois de viajarem durante uma meia hora, o Rebe fez sinal para o assistente para que ficasse na carruagem enquanto ele foi andando por uma trilha estreita. Na distância havia uma cabana.

O Rebe foi até a janela da cabana e olhou para dentro. Lá estava sentado um Chassid idoso, sozinho, perto de uma mesinha. Sobre a mesa havia uma garrafa de vodca e dois copinhos: um diante dele e o outro, diante de uma cadeira vazia na sua frente.

Através da janela o Rebe viu o Chassid levantar seu copo de dizer “lechaim” (à vida) e beber a vodca. Em seguida viu o Chassid beber o segundo copo também. Repetiu isso mais duas vezes. Depois disso o Rebe voltou rápido para a carruagem. E voltou para Belz com seu ajudante.

Quando as portas da sinagoga se abriram e o Rebe entrou, a congregação ficou em silêncio. Todos os olhares acompanharam o Rebe até seu lugar na frente da sinagoga e o salão irrompeu em preces dando início às Selichot.

Quando as Selichot foram concluídas, o Rebe voltou-se a seu assistente e disse: “Tem um Chassid idoso que chegou atrasado e com certeza vai acabar depois que todos foram embora. Por favor, espere ele acabar e lhe diga que quero que ele venha a meu escritório.”

Cerca de meia hora depois, Zelig estava, trêmulo, diante de Rav Shalom. “Quero que me diga o que você fez em sua casa, antes de vir para cá, hoje à noite”, começou o Rebe. “Por que você estava com dois copos de vodca e com quem fez lechaim?”

“O Rebe está sabendo disso!?” Perguntou, com os olhos arregalados de espanto.

“Estive na sua casa e vi o que aconteceu. Mas quero entender o que você fez lá”, explicou o Rebe.

“Sou pobre, Rebe, não tenho filhos e minha esposa faleceu há anos. Vivo só, com meus poucos animais, quer dizer, até poucos meses atrás. Minha vaca adoeceu e eu rezei para D-us curar a vaca. ‘Afinal de contas’, eu disse para D-us ‘Você criou o mundo inteiro e tudo o que há nele, com certeza pode curar uma vaca!’

“Mas a vaca piorou. Então eu disse: ‘Escute, D-us, se Você não curar essa vaca, não vou mais para a sinagoga!’ Achei que se D-us não liga prá mim, quer dizer, não é nada para Ele curar uma vaca velha! Então por que devo ligar? Mas a vaca morreu e eu fiquei bravo e… parei de ir à sinagoga.

“Aí minha cabra ficou doente. Eu disse para D-us: ‘O quê? Não bastou? Acha que estou blefando? Se esta cabra morrer não vou mais colocar tefilin!’ A cabra morreu e eu parei de botar tefilin.

“Aí minhas galinhas adoeceram e eu disse a D-us que se elas morressem eu não iria mais guardar Shabat. Uma semana depois eu fiquei sem galinhas e D-us ficou sem meu Shabat.

“Bom, aguentei mais de uma semana até que, de repente, percebi que a época das Selichot estava chegando. Pensei; ‘Zelig, você não vai dizer Selichot com o Rebe? Tá louco!?? Mas por outro lado, eu estava bravo com D-us e não estava indo na sinagoga.

“Então me lembrei que certa vez, eu discuti com Shmerel, o açougueiro. Durante cerca de um mês a gente nem falava ‘oi’. Até que uma noite, ele veio até minha casa com uma garrafa de vodca e disse: ‘Vamos esquecer o passado e voltar a ser amigos. Nós, judeus, já temos muitos inimigos.’ Aí falamos “lechaim” três vezes, apertamos as mãos e até dançamos um pouco juntos, e ficamos amigos de novo.

“Pensei que poderia fazer o mesmo com D-us. Eu O convidei para sentar na minha frente, servi dois copos e disse: ‘Escute, D-us, Você esquece minhas falhas e eu esqueço as Suas. Tudo bem?’

“Bebi meu copo e entendi que D-us queria que eu bebesse o d’Ele. E depois que fizemos isso mais duas vezes, me levantei e dançamos juntos! Aí me senti melhor e vim para as Selichot.”

O Rebe ficou muito sério. Olhou intensamente para os olhos inocentes de Zelig e disse: “Escute, Zelig. Antes de começarmos as Selichot, vi que no Céu havia um decreto terrível sobre nossa sagrada congregação. O motivo era que os Chassidim estavam dizendo as palavras do livro de reza, mas não estava rezando para D-us com sinceridade. Mas você, Zelig, conversou com D-us como se Ele fosse seu amigo. Seu coração simples salvou toda a comunidade!”

Adaptado de www.ohrtmimim.org/torah


adaptado de:

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5763/787.htm#caption9

http://www.lchaimweekly.org/

(Inglês)

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Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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GUACAMOLE CROCANTE

BS’D

Ingredientes:

Abacate cremoso amassado com um garfo

Sal, azeite de oliva

Pedacinhos de talo de salsão

Gergelim

Opcional: sumo de limão

Modo de Fazer:

Amasse o abacate

Acrescente o salsão, o sal, o azeite e, por cima o gergelim

Lebriut!

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UM JOVEM DE GRANDEZA

BS’D

Antes de Reb Menachem Mendel de Vitebsk partir para a Terra Santa, quis receber uma bênção de despedida de Reb Yaakov Yossef de Polona. O Alter Rebe, que era ainda jovem, o acompanhou.

Reb Yaakov Yossef estivera presente no primeiro encontro do Reb Menachem Mendel com o Báal Shem Tov.

“Lembra-se da história que o Báal Shem Tov lhe contou?” – Perguntou Reb Yaakov Yossef. – “Naquela história ele deu a entender que você iria para a Terra Santa.” – Continuou.

“Sim, e estou indo prá lá.”

“O Báal Shem Tov também sugeriu que você viria a mim, para que eu lhe desse uma bênção.”

“Este é o objetivo de minha visita.”

“Aquela história também dava a entender que você estaria acompanhado de um jovem cuja grandeza seria reconhecida em todo lugar.”

Reb Menachem Mendel apresentou o Alter Rebe a Reb Yaakov Yossef. “É este aqui.” – Declarou.

Adaptado de: http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5759/583.htm#caption8

http://www.lchaimweekly.org/

(Inglês)

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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ABENÇOAR É PRECISO

BS’D

Quando se escreve uma carta durante o mês de Elul é costume judaico desejar que o destinatário seja inscrito e selado para um ano bom e doce. Alguns começam a abençoar o próximo desta maneira ainda a partir do dia 15 do mês de Av. E isto mesmo se a carta tratar de outros assuntos que não têm nada a ver com este.

Torá nos ensina que todos os que abençoam são abençoados e que se deve evitar o oposto, principalmente no mês de Elul, deve-se ter o cuidado de usar apenas palavras de bênção. Obtemos assim da Torá o conselho, bem como a força para modificar o passado.

Devemos acabar com essa prática de criticar judeus e Elul deve ser uma época em que cada judeu abençoa cada judeu (e todos os judeus) com o bem revelado e perceptível. E essas bênçãos devem ser expressadas verbalmente

Baseado nas palavras do Rebe.

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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FAREI VOLTAR O CORAÇÃO DOS PAIS…

BS’D

…ATRAVÉS DOS FILHOS

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Rebe contou que havia uma família que morava em Israel que tinha uma filhinha de seis anos. A família não cumpria Torá mitsvot e a menina estudava em uma escola que não era religiosa. Certo dia, duas mocinhas foram visitar a escola e contaram às alunas pequenas que existe uma mitsvá importante que só mulheres e meninas podem cumprir – a mitsvá de acender velas de Shabat. As moças falaram para as meninas que elas também podiam cumprir essa mitsvá importante, e receber o Shabat.

“Queremos muito acender velas em honra do Shabat” – empolgaram-se as meninas. – Como podemos fazer isso?” – Perguntaram emocionadas.

“Muito simples”, as moças as orientaram. “Primeiro coloca-se uma moeda numa caixinha de tsedaká. Depois devem acender a vela e fazer a berachá, assim receberão o sagrado Shabat.” E deram a cada menina uma vela e um castiçal pequeno com uma folha bonita contendo a berachá.

Quando acabou a aula e a menina foi prá casa, correu para sua mãe para lhe mostrar a vela. “Ima, veja o que recebi”, contou com a empolgação característica da infância, e avisou a sua mãe que na próxima sexta-feira de tardezinha, ela pretendia acender a vela, em honra do Shabat.

A mãe não entendeu nada. Não tinha o mérito de cumprir mitsvot, e nunca tinha ouvido falar em velas de shabat. “Não!” – “Não vai acender esta vela.” E pensou: “Onde já se viu uma coisa dessas?! Uma menina pequena resolve fazer algo que seus pais jamais fizeram?! Não é possível que a menina comece a mudar as regras da casa!”

A menina, que o dia todo tinha planejado como acenderia a vela, caiu no choro. “Qual é o problema que eu acenda a vela?! Já tenho a vela e já sei a berachá. Está tudo escrito no papel que me deram na escola. Não estou lhe pedindo que me dê nada. Só estou pedindo que me deixe acender a vela”, chorou a menina e bateu os pés em teimosia.

A mãe se espantou com a reação da filha. Respondeu carinhosa: “Tudo bem, filhinha. Se parar de chorar, deixo você acender a vela que recebeu.”

Assim que escutou isso, a menina parou de chorar, seus olhos se iluminaram e ficou muito feliz.

Ao chegar a hora do acendimento das velas, a menina achegou-se à mesa e, exatamente como lhe haviam ensinado na escola, pegou a vela e o castiçal, e os colocou cuidadosamente sobre a mesa grande. Pediu fósforos a sua mãe, acendeu a chama e, com grande respeito, aproximou o fósforo à vela, que brilhou com uma chama tremeluzente. A menina cobriu os olhos e fez a berachá do acendimento das velas.

Descobriu os olhos e olhou, encantada, para a vela acesa. De repente, lembrou-se de que as mocinhas disseram que é proibido tocar na vela e tirá-la do lugar no shabat. E com inocência infantil, falou para sua família: “No Shabat é proibido tocar na vela, tirá-la do lugar e até mesmo soprar na vela, para não apagá-la, pois é chilul Shabat (profanação do Shabat)…”

Os pais entenderam que aquilo não era tão mau assim, e que sua filha não modificou as regras da casa. Afinal de contas, tudo o que a menina fez foi acender uma vela. Inclusive, perceberam sua emoção na hora da cerimônia do acendimento da vela. E na sexta-feira seguinte, não esperaram até que a menina fizesse uma cena. Assim que pediu, deram-lhe permissão para acender sua vela.

A empolgação da menina foi igual à da semana anterior.

Algo começou a mudar no coração da família…

Numa sexta-feira algumas semanas depois, o pai disse, de repente para a mãe da menina, que não combina que a televisão esteja ligada enquanto a vela ainda está acesa. “Tem razão”, respondeu a esposa, “não consigo ver televisão enquanto nossa filhinha querida está cantando músicas de Shabat e a vela ainda está acesa…”

Os pais decidiram, simplesmente, que a partir daquele dia, enquanto a vela estivesse acessa, a televisão estaria desligada.

Na semana seguinte, os pais mantiveram sua decisão. Não tocaram na vela de Shabat que estava sobre a mesa, e quando a menina acendeu a vela, desligaram a televisão. Acontece que, logo em seguida, o telefone tocou…

A mãe se levantou para atender mas, imediatamente, recuou. “Como vou atender o telefone, e a vela de Shabat está acesa aqui sobre a mesa?” A partir daquela semana, os pais pararam de atender o telefone enquanto a vela de sua filhinha estava acesa…

Passou-se mais um Shabat e, de repente, a mãe percebeu algo estranho: Quando uma vizinha ou amiga entrava na casa, via a vela sobre a mesa. Inclusive notava como a menina estava feliz por ter acendido a vela de Shabat e contava a todos que era uma vela sagrada e um dia sagrado. Enquanto que a mãe se comportava como se fosse um dia comum, de semana… Isso era meio estranho e não dava para entender! Para a menina era um dia sagrado, enquanto para a mãe era simplesmente um dia de semana?!

A mãe resolveu começar a acender velas de Shabat!

Assim que acendeu suas velas, a mãe foi para a cozinha, como de costume, esquentar o jantar. Quase acendeu o forno quando se deu conta assustada: “Acabei de acender as velas do sagrado Shabat, inclusive fiz a berachá, dizendo que é Shabat Kôdesh, e logo depois vou profanar o Shabat?!”

A mãe, simplesmente, não tocou o forno! As velas que tinha acabado de acender não lhe permitiram ligar o forno.

Mas comer comida fria também não dá. Aí a mãe começou a preparar tsholent, tal qual uma família que cumpre mitsvot.

Deste modo a família foi, passo a passo, progredindo, e cada semana descobria mais uma ação que não se pode fazer no Shabat.

As semanas foram passando, e a família foi cada vez mais se aproximando do cumprimento das mitsvot. Até que agora (quando o Rebe contou esta história), todos os membros da família viraram baalei teshuvá.

E tudo começou porque uma menininha insistiu – com choro e muita bagunça – em acender uma vela cada véspera de Shabat. Isso fez com que, com o passar das semanas, toda a família tenha deixado de profanar o Shabat  enquanto a vela estava acesa. E continuou com a mãe, ela própria, começando a acender velas de Shabat. Deste modo, toda a família fez teshuvá.

***

Depois desta história, o Rebe contou mais outra:

Vivia na Inglaterra, uma família tradicional, que sabia o que são velas de Shabat, e as acendia semanalmente. Davam muita importância à mitsvá de acender as velas. Toda sexta-feira, uma mesa festiva era posta, e sobre ela eram acesas as velas.

Como a mãe queria muito que toda a família estivesse presente durante o acendimento, só o fazia quando o marido chegava do trabalho.

O marido só fechava seu negócio às cinco da tarde. Voltava para casa e, às seis a esposa acendia as velas de Shabat. Depois disso, o marido fazia o kidush e a família se sentava para a refeição do Shabat.

O marido era um homem muito organizado, e sempre abria e fechava seu negócio na hora certa. Fechava todas as sextas-feiras às cinco da tarde, tanto no verão, quando o sol ainda estava alto e lá fora estava claro; quanto no inverno, quando já estava escuro.

Certo dia, a filha daquele casal voltou da escola e, vibrando disse à mãe: “Mamãe, já tenho cinco anos e quero muito acender velas de Shabat, como me ensinaram na escola.”

A mãe ficou muito contende. “Isso mostra que a menina é inteligente e entende as coisas.” Pensou. Estou contente que minha filha segue meu exemplo. Isso mostra que ela vai me obedecer em outras coisas também.”

E a partir de então, cada sexta-feira a mãe arrumava uma mesa festiva, e esperava que o pai voltasse do trabalho. E às seis em ponto, ela e a menininha acendiam velas de Shabat.

E o inverno chegou… Os dias ficaram curtos e as noites, longas.

A sexta-feira foi muito curta. A menina, como de costume, olhou a folha de instruções que recebera, e viu o horário das velas daquela semana. Olhou para a folha, olhou para o relógio que havia na parede da sala e percebeu que faltava pouco para o horário do acendimento das velas. Na escola lhe ensinaram que antes daquele horário é permitido acender velas mas depois daquele horário, o sol já se pôs, já era Shabat e… já era proibido acender velas: era chilul Shabat  (profanação do Shabat)!

A menina esperou, ansiosamente que a mãe levasse as velas para a mesa. Mas… nada. “Mamãe mal começou a arrumar a mesa festiva do Shabat”, pensou a menina. Lá fora, o sol estava quase se pondo, mas a mãe não dava nem sinal de que logo acenderiam as velas.

“O que está acontecendo aqui?” – pensou a menina. “Toda semana a gente acende velas muito antes da entrada do Shabat. O que está acontecendo hoje?! Por que mamãe ainda não aprontou as velas??!”

“Mamãe, quando vamos acender as velas? Já está muito tarde…” A mãe espantou-se: “Ué, às seis, como todas as semanas… e ainda temos bastante tempo até lá!”

A menina exclamou: “Oy vavoy!!! É proibido!!! É proibido acender as velas às seis. Já é noite. Vai ser chilul Shabat!”…

A mãe olhou para a menina sem entender nada. “Como, é proibido?! Papai ainda está no trabalho. Ele só volta às seis. E só quando ele chega é que acendemos as velas…”

A menina não escondeu sua turbulência. “Mamãe, não tem nada a ver com a hora que papai chega! A gente aprendeu na escola que é preciso acender as velas antes do pôr do sol. No verão, seis da tarde é bem antes do pôr do sol. Mas no inverno, às seis já está escuro… bem depois do pôr do sol… Aí já é proibido acender as velas, é chilul Shabat!”…

A mãe se assustou com a repreensão da filha e disse: “O quê? Você está querendo me modificar?! Está querendo que depois de tantos anos eu modifique meu costume?!”

A menininha respondeu: “Não! Não quero modificar você, só quero que me deixe acender as velas na hora, antes do pôr do sol.”

A mãe teve de deixar a filha acender logo as velas. A filha, por sua vez, apressou-se e acendeu a vela antes do pôr do sol.

O pai chegou do trabalho no seu horário costumeiro, quase seis, quando já era de noite.

Entrou em casa e viu algo muito estranho: sobre a mesa do Shabat estava acesa uma velinha: a vela que sua filhinha acendera. “O que está acontecendo aqui?” – Perguntou espantado. “Por que você acendeu a vela e não esperou para acender com sua mãe, na hora que ela sempre acende?”

A filha contou para o pai tudo o que acontecera, e lhe explicou o que aprendera na escola: que é preciso acender as velas de Shabat  antes do pôr do sol.

O pai ficou espantado…

“Como pode ser que uma menina pequena discorde de seus pais?!” Porém, depois que pesquisaram o assunto, tiveram que admitir que a menina estava certa.

Dentro de pouco tempo, a menina conseguiu fazer com que seus pais mudassem de opinião e, na semana seguinte, a mãe e a filha já acenderam as velas de Shabat na hora certa…

Até então, a mãe achava que cumpria a mitsvá de acender velas de Shabat com grande capricho, até cuidava do shalom bayit, esperando que seu marido chegasse do trabalho. Mas ela estava equivocada: além de não fazer mitsvá nenhuma, ainda estava fazendo a averá (transgressão) muito grave de chilul Shabat. E quem foi que fez essa transformação?! Quem fez com que a mãe começasse a acender as velas na hora certa? A menininha de cinco anos…

MORAL DA HISTÓRIA:

De histórias como esta vemos que “mitsvá goreret mitsvá” (uma mitsvá puxa outra). Isso não é apenas um assunto que aparece na Mishná. É um assunto concreto, que vemos de fato. Uma das maneiras de constatar a importância e necessidade de uma ação é ver suas consequências. De histórias assim aprendemos como é importante o esforço na campanha de “acender velas de Shabat”.

(Da sichá de 6 de Tishrei de 5736)

Do livro: “Má Shesiper li HaRabi

Vol III

Págs. 162-173.

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Miriam bat Yaakov

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

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ONDE PODE ESTAR A RESPOSTA?

BS’D

O Rabino Tsvi Hersh Weinreb relata o seguinte:

Embora tenha morado em Crown Hights durante um tempo depois que casei, eu não era Chabad. De vez em quando ia aos farbrenguens do Rebe, mas minha relação sempre fora mantendo certa distância.

Estou contando isso por causa de algo que aconteceu algum tempo depois.

Três anos depois de nosso casamento, minha esposa e eu nos mudamos para Silver Spring, onde estudei na Universidade de Maryland. Obtive um doutorado em psicologia e comecei a trabalhar como psicólogo no sistema escolar de lá. Além disso, eu dava aulas de Talmud – uma no Shabat de tarde, para o público geral, e uma terça-feira à noite, para um grupo menor de pessoas que queriam se aprofundar mais.

Estava com trinta e poucos anos, e imagino que estava meio cedo para ter a crise da meia idade – ou talvez eu tenha chegado a essa crise mais cedo que a maioria das pessoas – mas nessa época eu me debatia com uma série de questões urgentes:

Deveria ficar no estudo da Torá ou prosseguir com a psicologia? E se fosse esse o caso, como avançar na carreira – passar para psicoterapia particular ou aceitar uma oferta de uma das organizações de serviço social do município? Também estava em dúvida sobre qual seria a melhor escolha, para meus filhos, em termos de opções educacionais em Silver Spring.

Além de todos esses dilemas eu tinha minhas próprias dúvidas nas áreas de fé e confiança em D-us, bem como algumas questões filosóficas. Encontrava-me numa situação de incerteza.

Tudo isso me deixava muito deprimido, e eu não sabia o que fazer nem prá onde ir. Conversei com vários amigos íntimos, e um deles, um Chassid Chabad – sugeriu que eu visitasse o Rebe.

Portanto, em fevereiro de 1971 telefonei para o Rebe.

O secretário do Rebe atendeu o telefone em inglês, e me perguntou o que eu estava precisando.

Enquanto eu conversava com o secretário, ouvi uma voz, no fundo – voz essa que reconheci dos farbrenguens. Rebe estava perguntando em yídish: “Quem está falando?”

Respondi: “Um judeu de Maryland.”

Eu disse ao secretário que estava com muitas questões que gostaria de discutir com o Rebe – questões sobre a direção que minha vida deveria tomar, minha carreira, fé. Expliquei que estava numa fase muito incerta e não sabia prá que lado ir.

Eu ia falando em inglês e, à medida que eu falava, o secretário do Rebe ia repetindo e parafraseando minhas palavras em yídish – imagino que ele estava fazendo isso para o Rebe, que devia estar lá perto.

E foi quando ouvi o Rebe falar, no fundo, em yídish: “Diga a ele que há um judeu que mora em Maryland com quem ele pode conversar. Seu nome é Weinreb.”

O secretário me perguntou: “Você ouviu o que o Rebe disse?”

Eu não podia acreditar nos meus ouvidos. Tinha certeza de que não tinha dado meu nome, mas o Rebe acabara de falar meu nome! Fui pego de surpresa e quis ouvir novamente. Portanto, quando o secretário me perguntou se eu tinha escutado, falei que não.

O secretário repetiu as palavras do Rebe para mim: “Há um judeu em Maryland com quem ele deve falar. Seu nome é Weinreb.”

“Mas meu nome é Weinreb!” Protestei.

Foi quando ouvi o Rebe dizer: “Se é assim, então ele deve saber que às vezes é preciso conversar consigo mesmo.”

O secretário também parecia atordoado com o que estava acontecendo. Parou, e eu só ouvia sua respiração. Então ele me disse: “O Rebe disse que às vezes é melhor conversar consigo mesmo. Seu nome não é Weinreb?”

“Sim, meu nome é Weinreb, mas talvez o Rebe esteja se referindo a outro Weinreb.”

“Não, o Rebe está dizendo ‘converse com Weinreb’, e explicou que você precisa conversar consigo mesmo.”

Agradeci muito, e a conversa acabou ali.

Acho que entendi o que o Rebe estava querendo me dizer. Se eu pudesse pôr palavras em sua boca, ele estava dizendo: “Você está procurando as respostas fora de si mesmo. Não é mais criança, é um homem. Tem trinta anos, é pai, é professor de Torá. Precisa ter mais autoconfiança. Está na hora de crescer e escutar a si mesmo. Não seja tão dependente dos outros. Confie em si mesmo.”

E dali por diante, tornei-me mais determinado. Acho que até então eu tinha a tendência de ser muito ambivalente. Não me arriscava. Quando precisava tomar uma decisão, era um procrastinador. Mas a partir de então, mudei.

Rebe poderia ter pegado o telefone e me dito o que fazer, mas não sei se eu seguiria seu conselho do jeito que aceitei este. Tal qual muita gente, acho que eu tinha uma resistência natural a fazer o que os outros mandavam, e acho que o Rebe teve o discernimento de saber que para mim, seria melhor descobrir sozinho a resposta, do que ouvi-la dele.

Acho que o Rebe ter entendido isso foi parte de sua grande sabedoria.

Poucos meses depois daquele telefonema que transformou minha vida, tive a oportunidade de agradecer pessoalmente ao Rebe. Fui visitar meus sogros em Brooklyn e meu sogro me incentivou a ir agradecer ao Rebe. Ele estava recebendo as pessoas numa pequena audiência pública, e fui até ele e disse: “Meu nome é Weinreb e sou de Maryland.” E ele me deu um grande sorriso de reconhecimento.

Vi o Rebe muitas vezes, e também muitas fotos suas, mas aquele sorriso especial significou muito para mim.

Mudei-me de Silver Spring e acabei mudando de carreira: de psicólogo em tempo integral passei a rabino de uma sinagoga. Fui o rabino de Shomrei Emunah, uma congregação maravilhosa em Baltimore. Numa fase posterior, aceitei o cargo de Vice Presidente Executivo da Orthodox Union, embora tenha sido difícil a decisão de deixar meu cargo em Baltimore.

Desde 1971, houve épocas em que estive diante de questões difíceis na vida e, antes de buscar conselho de outra pessoa, escutava minha voz interior. Primeiro, dedicava algum tempo para estudar alguns dos ensinamentos do Rebe – como Likutei Sichot – para me conectar de novo, e depois seguia o conselho que ele tinha me dado: de conversar comigo mesmo. E incentivo outras pessoas a fazer o mesmo.

Antes de sair por aí perguntando isso e aquilo a outra pessoa, converse consigo mesmo e escute o que você tem a dizer sobre o assunto – às vezes seu próprio conselho é o melhor.

O Rabino Dr. Tsvi Hersh Weinreb é o vice-presidente executivo emérito da Orthodox Union desde 2002.

Do livro:

One by One – Stories of the Lubavitcher Rebbe.

Págs. 25-29

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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QUADRADINHOS DE CHOCOLATE

BS’D

Ingredientes:

Chocolate meio-amargo triturado

Nozes, castanhas e frutas secas trituradas

Modo de Fazer:

Forre uma forma com papel manteiga e o unte com óleo

Nela coloque a mistura de nozes trituradas e o chocolate

Ponha no forno na temperatura mais baixa.

Quando o chocolate começar a amolecer, retire do forno e misture com um garfo.

Ponha na geladeira até endurecer e corte quadradinhos.

Guarde na geladeira

Lebriut!

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KASHER BY GOVERNO SOVIÉTICO

BS’D

O pai do Rebe, Rabi Levi Yitschak Schneerson, era rabino-chefe da cidade de Yekatrinoslav (hoje Dnepropetrovsk), região grande produtora de trigo da antiga União Soviética. Anualmente, judeus do país inteiro compravam de lá o trigo para as matsot de Pêssach.

Quando o governo comunista nacionalizou a economia, sabia muito bem que os judeus só comprariam farinha para Pêssach, se estivesse sob a supervisão de um rabino reconhecido. De modo que exigiu que o Rabino Levi Yitschak desse o certificado de kashrut para a farinha.

Rabi Levi Yitschak lhes disse que daria o certificado, mas seria responsabilidade do governo cumprir a lei judaica: cuidar para que o trigo não entrasse em contato com água, contratar supervisores para que a farinha fosse kasher para Pêssach, e lhes conferir toda a liberdade de ação.

As autoridades, inicialmente, falaram que tais exigências eram impraticáveis, pois causariam grande prejuízo financeiro, uma vez que o volume do trigo aumentava consideravelmente quando se lhe acrescentava água na hora de moer.

Rabi Levi Yitschak respondeu firmemente: “De acordo com a constituição e com minha própria consciência, não posso dizer a ninguém que a farinha é kasher para Pêssach, se ela não o for, de fato.”

Acabou viajando até Moscow, onde se encontrou com oficiais de alto escalão, e lhes explicou seu ponto de vista. Por incrível que pareça, eles concordaram com todas as exigências do Rebi Levi Yitschak Schneerson.

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/2671928/jewish/The-Soviet-Governments-Kosher-Certification.htm

By Mendy Kaminker

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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